Boletim nº 207/10 - Ano XIV
Setembro 2010

Novos Cadastrados

Neste ultimo mês, sejam bem-vindos a nossa comunidade: os universitários Lívia de Brito (Salvador/BA), Dayana de Lelis (Rio de Janeiro/RJ), Gláucia de Lima (Maceió/AL), Tamara da Cruz (Bauru/SP), Everton Lopes (Itu/SP), Thyago Braga (São Luís/SP), Denise Rosa (São Paulo/SP), Paulo Roberto de Lima (Indaiatuba/SP), Daniela Busato (Curitiba/PR), Rafael Giuliano (Curitiba/PR) e Carolina de Melo (Contagem/MG).

E também os relações públicas Daniela Vicente (Porto-Portugal), Rodrigo Freiras (São Paulo/SP), Juliana Lobo (Florianópolis/SC), Daniela de Oliveira (Guarulhos/SP), Waldir Tomé (Aparecida de Goiânia/GO), Helton de Souza (Lençóis Paulista/SP).

E ainda a analista de Comunicação Aline de Oliveira (Santo André/SP), a jornalista Priscila Tescaro (Porto Alegre/RS) e o estudante de Agronegócios Milton Kusano (Mogi das Cruzes/SP).




 

Cerimonial Universitário

“Cerimonial Universitário, instrumento de comunicação”, lançado em agosto pela Editora da Universidade Estadual de Maringá e de autoria da relações públicas Maria Lisabéte Terra Azzolin, faz uma conexão do cerimonial da antiguidade com o da atualidade, e estabelece as relações presentes no contexto universitário. A trajetória histórica encontra sentido, função e o próprio desenvolvimento, e se expressa em ritos, símbolos, práticas e nos diversos cerimoniais apresentados neste ou naquele evento, dentro ou fora dos muros da universidade.

No detalhamento dos procedimentos inerentes ao planejamento do cerimonial e do protocolo percebe-se a presença da comunicação, em vários momentos, entre o público participante, as instituições promotoras e as autoridades convidadas, o que evidencia este como um instrumento de comunicação indispensável aos diferenciados tipos de instituições. O livro apresenta ainda, a precedência em diversos meios, estabelece o cenário e os elementos que compõem o tema e mostra a tipologia de eventos.

Autora - Maria Lisabéte Terra Azzolin (Bety Azzolin) é formada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas, pela Universidade Federal de Santa Maria/RS. É pós-graduada em Investigação Científica pela Universidade Luterana do Brasil de Canoas/RS e em Comunicação Empresarial com os Públicos nas Relações de Negócios pela Universidade Estadual de Londrina/PR. Ministrou a disciplina de Eventos junto ao Curso de Turismo nas Faculdades Nobel em Maringá/PR. Coordenou a Assessoria de Comunicação do Centro de Ciências Sociais e Humanas da UFSM, como orientadora de acadêmicos da comunicação social (jornalismo e relações públicas) no Programa de Bolsa de Estágio Acadêmico. Foi responsável pelo Setor de Relações Públicas do Departamento de Divulgação, e também pelo Cerimonial e Protocolo do Gabinete do Reitor e no âmbito da UFSM, além de experiência como assessora do Gabinete do Reitor e Chefe da Secretaria de Relações Públicas do CCSH/UFSM.

Para comprar, procure a livraria da Universidade Estadual de Maringá pelo 44-3011-1363 ou no e-mail livrariaeduem@uem.br.



 

Endomarketing Inteligente

Empresas que contam com colaboradores motivados se tornam mais rentáveis, sólidas e competitivas. Mas como tornar as pessoas engajadas, satisfeitas e realizadas em seu ambiente de trabalho? Este é um dos atuais desafios da área de Recursos Humanos das corporações: promover a motivação e garantir o comprometimento dos indivíduos, mobilizando esforços de atração, engajamento e retenção de talentos. Através de uma proposta dinâmica de autoconhecimento organizacional, o livro “Endomarketing inteligente”, editado pela Dublinense para Daniel Costa, propõe à empresa pensar a si mesma de dentro para fora, reconhecendo suas potencialidades e forças interiores como diferenciais competitivos. Em essência, este conceito sinaliza que a empresa perceba a importância representada pela sua menor fração divisível: o ser humano.

O livro une os aspectos acadêmicos e práticos do endomarketing, fato que o destaca entre outras obras do gênero, especialmente levando-se em conta que este é um mercado recente, e que apenas há uma década o tema passou a integrar a agenda das principais corporações brasileiras. Partindo de uma sólida fundamentação teórica respaldada por sua vivência acadêmica, Daniel Costa embasa o assunto valendo-se também de experiências empíricas, adquiridas na coordenação de projetos de endomarketing e comunicação interna para grandes empresas de atuação nacional e internacional.

Autor - Daniel Costa formou-se na EA/UFRGS em Administração de Empresas, especializou-se em Gestão de Pessoas e obteve experiência acadêmica no mestrado do PPGA/UFRGS e lecionando em universidades. Ao lado de Camila Lustosa e Parahim Neto, é um dos dirigentes da Santo de Casa :: Endomarketing (www.santodecasa.net), onde atua em gestão, pesquisa, consultoria e planejamento. Tem clientes como AES Brasil, Brasil Foods, NET Serviços, Companhia Zaffari, SICREDI, CSN, Renault do Brasil, Thyssenkrupp, Transpetro, REFAP, Grupo RBS, John Deere, Famastil Taurus.

 

Participe das audiências públicas sobre currículo de RP

 

O Ministério da Educação constituiu, por meio da Portaria 595/2010, de 24 de maio de 2010, a Comissão de Especialistas - Margarida Maria Krohling Kunsch (presidente), Cláudia Peixoto de Moura, Ésnel José Fagundes, Márcio Simeone Henriques, Maria Aparecida Viviani Ferraz, Paulo Roberto Nassar de Oliveira e Ricardo Ferreira Freitas - responsável pela articulação nacional dos trabalhos de renovação da grade curricular do Curso de Relações Públicas.

A proposta do MEC é alterar a concepção dos cursos do campo da Comunicação, segundo a modalidade de habilitações, transformando-os em cursos autônomos e reduzindo, com isso, o número excessivo de nomenclaturas para terminologias específicas que vigora atualmente nas graduações existentes. A Comunicação Social continua sendo a grande área de conhecimento e as respectivas habilitações, ora vigentes, se converterão em cursos específicos.

Sob a coordenação da Comissão de Especialistas e da equipe técnica do MEC, a sociedade civil e as comunidades, acadêmica e profissional, de Relações Públicas vêm sendo mobilizadas, em todas as regiões do País, para a participação nas audiências públicas e na consulta pública virtual - consulta.rp@mec.gov.br. A colaboração de todos é fundamental ao esforço democrático e abrangente de renovação e fortalecimento da área de Relações Públicas. Enviem suas contribuições com vistas à elaboração do documento final, com a proposta de novas diretrizes curriculares do Curso de Relações Públicas.

No dia 19 de agosto ocorreu a primeira Audiência Pública da Região Sul, em Porto Alegre/RS, e na sequência no dia 27 foi a vez de São Paulo/SP. Acompanhe os encontros nas demais regiões do País:

Região Nordeste - Recife
13 de setembro - das 9h às 13 horas
Auditório G1
Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP
Rua do Príncipe, 526 Bloco G
Recife, PE

Região Norte - Manaus
1 de outubro - das 9h às 13 horas
Auditório do Departamento de Comunicação
Universidade Federal do Amazonas
Manaus, AM

Região Centro-Oeste - Brasília
18 de outubro - das 9h às 13 horas
Auditório do Ministério da Educação
Brasília, DF

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Jogos Empresariais são a grande novidade no mercado de treinamentos e brindes corporativos

 

Nos últimos anos, o mercado de treinamentos e de brindes corporativos vem apresentando algumas novidades para os profissionais de Recursos Humanos. Depois do uso frequente das atividades outdoor nos primeiros anos de 2000, e do uso disseminado dos jogos eletrônicos como ferramenta de capacitação das grandes empresas, a partir da segunda metade desta década, alguns produtos interessantes surgiram.

Desde 2008, as empresas e profissionais podem aprender conceitos de Vendas, Inovação, Marketing, Qualidade, Produtividade, Gestão Ambiental, Segurança no Trabalho, Liderança, Trabalho em Equipe e Seis Sigma por meio de jogos de tabuleiro. Os jogos são simples e muito mais baratos do que as dinâmicas usadas pelas grandes companhias. Eles podem ser comprados por empresas de todos os tamanhos e jogados durante os treinamentos ou ser adquiridos pelos próprios profissionais e jogados em momentos de lazer ou em reuniões informais com a equipe. Os jogos empresariais de tabuleiro são vendidos nas principais redes de livrarias do país e no site das empresas fabricantes e são uma opção de aprendizado prático e dinâmico.

A principal empresa brasileira de jogos corporativos é a Games for Business, também conhecida como G4B. Pertencente ao Setec Consulting Group, grupo com dezesseis anos de atuação no mercado sul-americano, a G4B é especializada na criação de jogos empresariais que transmitem conceitos de Gestão Empresarial para profissionais e estudantes. Os últimos lançamentos da empresa são o Venda Mais, jogo que passa os conceitos dos 7 Passos da Venda para os vendedores e profissionais de venda, e o Explosão da Inovação, que estimula a criatividade e geração de ideias inovadoras. Os maiores sucessos da empresa são o Manufactura, jogo que explica os conceitos da produção enxuta, o Climate Game, jogo sobre o superaquecimento do planeta e o Quem Sabe PartiCIPA, jogo sobre segurança do trabalho. Além dos jogos de tabuleiro, a Games for Business também desenvolve jogos eletrônicos e dinâmicas em grupo para empresas.

A última moda do mercado de treinamentos são os jogos usados como brindes. Lançado no ano passado pela Games for Business, esse produto permite que as empresas ofereçam como brinde em eventos corporativos, datas comemorativas e ações promocionais um jogo que ao mesmo tempo diverte os participantes e também ensina conceitos que as empresas desejam transmitir. Os jogos como brindes são essencialmente baralhos de cartas com uma dinâmica interessante. Ao jogá-los, os participantes naturalmente aprendem o tema que o jogo trata. Esse tipo de produto é chamado também de brinde inteligente, pois ao mesmo tempo em que deixa a pessoa que o ganhou feliz, ele vai desenvolvê-la quando usar.

Essa linha de produtos foi a grande atração da última Expo Bríndice, maior feira de brindes do país, que aconteceu no mês de julho em São Paulo. Os visitantes da feira puderam conhecer melhor e jogar os jogos como brindes. Trata-se de uma opção interessante para as empresas que precisam oferecer brindes em seus eventos e querem fugir das tradicionais alternativas: caneta, boné e camiseta.

 

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A marca é construída de dentro para fora

 

A grande maioria das empresas ainda não percebeu o quão importante é a marca e o trabalho de branding para a sustentação de seus negócios. E, muitas das que começam a trabalhar a marca, acabam fazendo de forma errada, se apegando apenas ao mundo externo, deixando de olhar para dentro de casa. Quando isso ocorre, dificilmente será feita uma construção de marca eficaz e que se sustente por gerações. Como a marca não é apenas um logo, um nome ou um símbolo, e sim um conjunto organizado de percepções e sentimentos que residem nas pessoas, temos que nos atentar a todos pontos de contato em que os consumidores se relacionam com a marca a fim de verificar se estão proporcionando experiências positivas.

Mas, de nada adianta uma estratégia exemplar, uma identidade visual consistente e comunicação eficaz se os colaboradores não estiverem engajados com os propósitos da marca. E, justamente neste ponto, que as empresas têm falhado. A preocupação na construção da marca de muitas empresas fica voltada a um perfeito posicionamento, e acabam esquecendo, ou desconhecendo, uma etapa anterior que é premissa básica para o sucesso sustentável e geração de valor: a essência da marca. Antes mesmo de definirmos o posicionamento, ou seja, como a marca irá atuar no mercado e o lugar na cabeça dos consumidores que irá residir, temos que pensar em sua essência.

A essência de uma marca, segundo a Thymus Branding, é sua alma, seu propósito, é uma visão de mundo e de negócio que inspira missões nas pessoas, que desperta um campo magnético, atraindo talentos, capital, consumidores, aliados e oportunidades de mercado. Resumindo, a essência é a missão, visão e valores da marca. Por isso, quando as empresas possuem uma essência bem definida, e disseminada aos colaboradores, todos sabem qual o caráter da marca, e podem transmiti-lo da melhor forma possível a todos stakeholders, principalmente os clientes.

E estas são perguntas que todos gestores de marcas devem se fazer:

Qual a essência da marca de minha empresa? Caso não exista, procurem consultorias especializadas em branding para auxiliar na definição, pois existem metodologias específicas para isso; Os colaboradores da minha empresa conhecem plenamente e concordam com a essência da marca? Não adianta existir uma definição da essência sem que não seja compartilhada com todos. Os colaboradores precisam conhecer esta essência para poder decidir se querem, ou não, trabalhar por esta marca. E, quando se identificam com a causa, respiram e repassam efetivamente os valores da essência. Um exemplo é um trecho da visão que leva a essência da marca Sousa Cruz: “Liderar o mercado de tabaco de forma responsável e inovadora”. Pessoas avessas ao cigarro dificilmente vão trabalhar e se engajar por esta causa.

E, por este motivo, que a última pergunta a se fazer é: A essência de minha marca tem algum engajamento voltado à sustentabilidade? Quando a essência contempla algum benefício social, ou ecológico, os colaboradores costumam se engajar mais. Mas, a essência não pode apenas estar voltada à sustentabilidade. Ela sempre deve, obrigatoriamente, estar associada ao core business da empresa. Se a empresa não lucrar para permanecer no mercado, não poderá sustentar seus objetivos sociais. Um exemplo muito bom de essência que contempla o cunho social e o core business da empresa, é a essência da marca Bunge: Melhorar a vida, aprimorando a cadeia global de alimentos e agronegócio.

Desta forma percebemos como é importante a essência para que os colaboradores não causem avarias na imagem das marcas. Um exemplo claro disso, que encontrei no livro Oportunidades Disfarçadas (Caros Domingos), é a Disney. Hoje é uma referência de colaboradores engajados e motivados, mas nem sempre foi assim. Em 1955, com o início de suas atividades, os parques já haviam se tornado sinônimo de alegria, diversão e, pasmem, reclamação. Cada vez mais os visitantes vinham se queixando do atendimento dos funcionários desatentos, mau-educados, mau-humorados e até ríspidos. Após pesquisas, a direção dos parques identificou que o problema estava nos funcionários que exerciam os cargos tidos como “baixos”, como faxineiros, pipoqueiros, garçons, entre outros, que se sentiam diminuídos perante os colegas de cargos mais “altos” como operadores de brinquedo e pessoas com a cabeça do Mickey.

Então, a Disney teve uma grande saída, que com certeza deu, e está dando certo até hoje. A empresa começou a contratar todos como “atores”. Assim, o homem da pipoca não era mais um “pipoqueiro”, mas um ator fazendo o papel do melhor pipoqueiro do mundo. E assim foi para todos os cargos. Com isso, todos colaboradores começaram a entender, e efetivamente praticar a essência da marca Disney que é proporcionar sonhos e magia às pessoas. E não temos como discordar. Isso eles sabem fazer, e muito bem!

Finalizando, não esqueçam da base principal para a construção eficaz da marca. Olhem para dentro e definam uma essência de marca, que contemple o core business da empresa, mas que também tenha um cunho sustentável para que os colaboradores se engajem de forma mais fácil. São as atitudes internas que irão gerar percepções e sentimentos nos consumidores. A construção da marca, definitivamente, é feita de dentro pra fora. (Texto de Gabriel Saul Maialli, que atua na gestão estratégica do portfolio de marcas da Bunge e é especialista em Branding pela Laureate International Universities, publicado no WebInsider).

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Revista Organicom 12 tem dossiê sobre ouvidoria

 

A edição número 12 da Revista Organicom – Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas - já está em circulação com o tema "Ouvidoria e Comunicação". Essa edição traz um completo dossiê sobre o assunto, acrescido de diversos depoimentos, pesquisas, resenhas e uma entrevista tornando-se leitura essencial para aqueles que desejam encontrar abordagens consistentes e variadas que tanto contribuem para o aperfeiçoamento de estudantes, acadêmicos e profissionais da comunicação.

“O que é um ouvidor? E um ombudsman?”. Questões como essas são levantadas logo no editorial da revista e junto a uma série de artigos o tema é aprofundado estabelecendo conexões entre o trabalho da ouvidoria e o trabalho das Relações Públicas e da Comunicação Organizacional, propondo uma correlação entre os dois saberes. Além disso, a edição também discute relações multidisciplinares: Ouvidoria e pedagogia, sociologia, administração, psicologia social, marketing e direito, as quais são áreas que interagem de forma direta ou indireta para a construção de sentido no ambiente organizacional.

Sob a coordenação de Luiz Carlos Iasbeck, em 205 páginas totais, o número 12 traz uma entrevista exclusiva com João Elias de Oliveira, ex-presidente da Associação Brasileira de Ouvidores ABO, artigos de Marlene Branca Sólio, Asdrúbal Borges Formiga Sobrinho, Rosana Nantes Pavarino, Rosa Mirah Araújo Gomes, Valéria de Fátima Raymundo e Denize Aparecida Guazzelli; depoimentos de Cristina Ayoub Riche, Carmem Lúcia de A. Calado, Juan José Dutto, Luis Narciso Bork Veja, Neiva Renck Maciel e Krystian Complak; pesquisa de Marlene Marchiori, Cleusa Maria Scroferneker e Chussely Souza Lima e resenhas de João José Azevedo Curvello, Valéria de Siqueira Castro Lopes e Backer Ribeiro Fernandes.

Sobre a Revista - A publicação tem periodicidade semestral e é lançada numa parceria entre o Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo – ECA/USP, o curso de Especialização de Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas/GESTCORP do Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo da ECA-USP e a Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas - Abrapcorp.

Dirigida pela Profa. Dra. Margarida Maria Krohling Kunsch e editada pelo Prof. Dr. Luiz Alberto de Farias, surgiu no segundo semestre de 2004. Desde então, traz artigos, depoimentos, resenhas, entrevistas e pesquisas de especialistas conceituados nacional e internacionalmente - tanto do mercado como do meio científico - visando enriquecer as discussões das áreas de Relações Públicas (RP) e Comunicação Organizacional (CO). A cada número, publica um dossiê temático que se converte em uma significativa contribuição para estudantes, pesquisadores e profissionais. Os textos são, em geral, resultantes de pesquisas na universidade, apresentados em uma linguagem acessível para a sociedade. Seu projeto editorial reúne contribuições de estudiosos e especialistas brasileiros e também de outros países.

Os exemplares da Organicom podem ser adquiridos por meio de assinatura ou aquisição de edições avulsas válida para todo o território nacional. A assinatura pode ser anual (2 exemplares - R$ 60,00 + taxa do correio de R$24,00) ou bianual (4 exemplares - R$ 120,00 + taxa do correio de R$48,00). As solicitações devem ser realizadas pelo e-mail assinaturas@revistaorganicom.org.br, com Carolina Modesto.

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Assessoria Digital

Com a consolidação da web 2.0 e da social media, o assessor de imprensa evoluiu, tornando-se digital. Neste novo contexto, uma técnica se faz cada vez mais necessária e importante: a escrita.O que é e como funciona o Display Text? Como se comunicar por MSN e SMS? Como agregar valor aos e-mails enviados aos colegas de redação? Como escrever para podcast, blogs, sites e portais? Essas e outras questões serão respondidas no curso on-line “Assessoria Digital - Evoluindo do Release para a Web 2.0”, que apresentará os conhecimentos necessários para você aprimorar textos e mensagens no dia 22 de setembro de 2010, entre 20h e 23h em versão online. O curso será ministrado por Rodrigo Capella, assessor de imprensa e editor do blog PR Interview. Autor também de mais de 20 livros e editor do podcast Virando a Página. Escreve para sites, blogs e revistas de Comunicação e Relações Públicas. Formado em jornalismo pela Umesp, é pós-graduado em Jornalismo Institucional pela PUC-SP. Foi jurado do Expocom 2009, na Categoria Relações Públicas. Atua, ainda, como roteirista e escritor. Foi co-roteirista do curta-metragem "Primeira Vez", que venceu a Mostra Internacional de São Paulo 2006 na categoria voto popular; e ganhou uma menção honrosa no Festival de Gramado 2007. Mais informações no site.

 

Portais corporativos

É crescente a necessidade de investimentos em portais e intranets das organizações. Cada vez mais este meio torna-se essencial para a evolução das empresas e é visível a necessidade de atualização dos profissionais envolvidos devida à rápida evolução da tecnologia. No dia 29 de setembro de 2010 a IBC do Brasil realizará no Rio de Janeiro/RJ um seminário exclusivo sobre o assunto: Gestão Estratégica em Portais Corporativos e Intranets e no dia 20 de outubro este mesmo seminário será realizado em São Paulo/SP com o objetivo de levar conteúdo e expertise para diferentes localidades no Brasil. Após 3 anos de sucesso do seminário de Portais Corporativos, este ano serão abordadas de uma forma diferenciada alguns dos assuntos mais pontuados pelos profissionais da área, como: planejamento aplicado a portais e intranets, gestão de conteúdo, mídias sociais, mensuração do ROI em portais e intranets. Para isto, a IBC convidou como líder deste seminário o Érico Andrei, um profissional antenado que busca trazer o que tem de mais atual no mercado. Entre os objetivos do seminário, estão apresentar um comparativo da gestão dos portais no Brasil e perspectivas em países estrangeiros, mapear os pontos críticos na gestão do portal e identificar novas estratégias de gestão de conteúdo, além de buscar a aplicação de conceitos de arquitetura de informação e soluções para desenvolver uma gestão estratégica na web. Os temas das palestras ainda buscam estabelecer a mensuração dos resultados através da analise do ROI e oferecer uma visão tanto teórica quanto prática sobre gestão de portais. Mais informações, entre em contato com a IBC através do e-mail comunicacao@ibcbrasil.com.br ou telefone 11 3017-6888.

 

Assessoria de Comunicação

O livro "Assessorias de Comunicação", escrito por Ana Almansa, doutora em Comunicação e atualmente professora do curso de Graduação em Publicidade e Propaganda e Relações Públicas da Faculdade de Ciências da Comunicação da Universidade de Málaga na Espanha, vai ser lançado pela Difusão Editora em evento com debate entre 19h e 21h30min do dia 8 de setembro de 2010 na Livraria FNAC Pinheiros (Praças dos Omaguás, 34) em São Paulo/SP. No debate, já estão confirmadas de Carlos Carvalho, Diretor Executivo da Abracom, e Cristina Iglecio, General Manager da The Jeffrey Group, falando sobre o grande tema "Assessorias de Comunicação: cenário atual e desafios futuros - relações entre Espanha e Brasil". Resultado de uma vasta pesquisa bibliográfica, em nível internacional, sobre as assessorias de comunicação na Espanha traz comentários da tradutora, Andreia Athaydes, que traça um paralelo com a realidade brasileira. O livro amplia a compreensão do universo de uma assessoria de comunicação, abordando de forma didática, a organização, os produtos e as orientações éticas de como devem ser as assessorias de qualquer tipo de organização. Voltado principalmente para estudantes da área de comunicação, assim como jovens profissionais ou mesmo empresários que querem entender como uma assessoria pode contribuir para os seus negócios. A obra tem 200 páginas. O acesso ao evento é gratuito, com inscrições limitadas à capacidade do espaço. Reserve seu lugar pelo 11-4227-9400 ou ainda no mayara.romao@difusaoeditora.com.br .

 

Prêmio Aberje 2010

A Aberje divulgou os finalistas do Prêmio Aberje Regional São Paulo e Regional Sul. As empresas agora farão a defesa dos trabalhos inscritos nas Audiências Públicas Regionais. Já estão marcados os encontros nas cidades de São Paulo/SP (dia 03/09) e de Curitiba/PR (15/09). Para saber sobre todos os concorrentes nas diversas categorias do certame, bem como os horários de tema, basta acessar esta matéria no portal. Os finalistas das regionais Espírito Santo e Rio de Janeiro; Minas Gerais e Centro-Oeste; e Norte e Nordeste serão divulgados em breve. Os interessados em assistir às apresentações devem encaminhar email com nome, empresa, cargo e contatos para mirella@aberje.com.br.

 

Agenda do Ibradep

A relações públicas Gilda Fleury Meirelles já está com agenda oficial em setembro na cidade de São Paulo/SP com seus treinamentos pelo Ibradep. Nos dias 9 e 10 é a vez de "Planejamento e Organização de Eventos Empresariais e Governamentais", entre 9h e 18h; dias 13, 14 e 15 tem "Aperfeiçoamento Gestão em Protocolo e Cerimonial", no mesmo horário; e ainda "A Arte de Falar em Público - Mestre de Cerimônias, conduzindo a solenidade" acontece dias 16 e 17. Mais detalhes podem ser obtidos pelo site www.ibradep.com.br, ou ainda pelo fone 11-4152-8419 e e-mail ibradep@ibradep.com.br.

 

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Mercado em Movimento

 

Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento.  Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:



>Após transferir-se de Porto Alegre para Marau, no norte do Rio Grande do Sul, onde implantou a assessoria de comunicação do SICREDI Alto Nordeste e respondeu pela área por 5 anos, a relações públicas e integrante do Mundo RP, Gizely Dall´Agnol, assume a coordenação do departamento de Comunicação da Prefeitura Municipal de Marau. Contatos pelo gizely@pmmarau.com.br


>A relações públicas Carolina Simonetti, formada pela Escola de Comunicações e Arte da Universidade de São Paulo, enfrenta diversos desafios multiculturais como coordenadora de Comunicação Interna na Votorantim Cimentos em suas unidades distribuídas pelo mundo. Contatos pelo carolina.simonetti@votorantim-cimentos.com.br.

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Parceiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Saiba mais sobre os 30 Melhores Posts de RP do Ano

 

No dia 14 de agosto de 2010, a iniciativa do relações públicas mineiro Pedro Souza Pinto (ou Pedro Baldurquino) em escolher os melhores posts de RP, com edições semanais e por vezes quinzenais. Para celebrar a ocasião, foi lançada uma parceria do grupo Horizonte-RP com o portal Mundo-RP para escolher os 30 melhores posts de Relações Públicas do Ano.

Como o próprio Pedro assinala no post de lançamento da ideia: "ao longo destes 12 meses, apresentei a vocês 433 posts entre os melhores (além dos listados em outras ocasiões específicas). Agora, em homenagem ao trabalho original, crítico e de qualidade que nossos colegas vêm desenvolvendo, serão escolhidos os 30 melhores - um para, a cada dia do próximo mês, reler, aprender e fazer um benchmarking". E os autores dos 30 melhores posts estarão automaticamente participando do sorteio do livro "Relações Públicas e Comunicação Organizacional - campos acadêmicos e aplicados de múltiplas perspectivas", de Margarida Kunsch (Org.), cedido pelo Mundo RP - veja mais informações da obra no www.difusaoeditora.com.br.

Foram nomeados cinco curadores para o trabalho de escolha:
- Rodrigo Cogo, criador e mantenedor do portal Mundo RP;
- Alanna Costa, uma das criadoras do Horizonte RP, e que desde o princípio vem trabalhando com o grupo em todas as suas ações;
- Aurélio Favarin, que mantém o excelente blog TCC Comunicação, pioneiro na divulgação de trabalhos acadêmicos de comunicação para todo o país;
- Fábio Albuquerque, uma referência na divulgação dos melhores conteúdos sobre comunicação corporativa de fontes variadas, tanto em seu twitter quanto no blog Gecorp;
- Telma Ito, que mantém o blog Rede RP, o primeiro canal do gênero voltado à divulgação de vagas de emprego e estágio em Relações Públicas.

Para a seleção dos posts, cada pessoa ficou responsável por ler em torno de 70 posts e escolher os 5 melhores da sua listagem. As escolhas foram independentes, e cada um dos colaboradores teve a liberdade de usar seus próprios critérios. Tratam-se, portanto, de 6 visões distintas sobre a qualidade, a relevância e outras características, o que ajudou a formar um conjunto heterogêneo e muito rico de textos. Os profissionais convidados para a análise deixaram depoimentos dos seus processos de decisão. Comece a leitura pelos primeiros 15 posts escolhidos clicando aqui. E depois veja a sequência de depoimentos dos analistas e o restante da seleção.

 

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Frase do Mês


"Quando todos pensam da mesma maneira é porque nenhum pensa grande coisa"

por Walter Lippmann (via @galofero)

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Setembro chega com oito cursos Aberje em três capitais

 







A agenda de cursos da Aberje do mês de setembro de 2010 envolve comunicação interna, sustentabilidade, mídias sociais, planejamento de comunicação, relatórios GRI, gestão da comunicação, memória e redação empresarial. As opções de qualificação estão marcadas entre os dias 10 e 30, sempre entre 9h e 18h, ministradas por profissionais reconhecidos no mercado em três capitais brasileiras – São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Uma empresa é um organismo vivo. Feita de gente interagindo com gente o tempo todo. A comunicação interna é um fator estratégico para o sucesso das organizações, porque atua principalmente em três frentes: é fundamental para os resultados do negócio, é um fator humanizador das relações de trabalho e consolida a identidade da organização junto aos seus stakeholders. Com esta convicção de relevância é que a Aberje oferece no dia 10 em Brasília/DF o curso “Estratégias de Comunicação Interna agregando valor aos negócios”, com o jornalista e relações públicas Amauri Marchese.

O curso “Planejando a Comunicação da Sustentabilidade: desafios e tendências” retorna à grade nos dias 14 e 15, com o jornalista Ricardo Voltolini na capital paulista. E neste século 21, com o aquecimento global, o crescente esgotamento dos recursos naturais e a emergência de uma nova economia de baixo carbono, é um dos temas mais relevantes na gestão de qualquer empresa líder, impactando diretamente os negócios (produção, produtos, estratégias e relacionamento com consumidores), mas também a imagem, reputação e marca. A comunicação exercerá papel fundamental nesse processo. Não só no esforço de informar consumidores, funcionários, fornecedores, comunidade e toda a sociedade.

“Comunicação 2.0 - Oportunidades em mídias sociais para comunicadores” é o título de novo curso organizado pela Aberje e marcado para o dia 16 de setembro de 2010 em São Paulo/SP com a jornalista Pollyana Ferrari. Ela fala sobre a utilização das mídias sociais que buscam aumentar a integração dos colaboradores e o fluxo de informações entre as divisões, departamentos e stakeholders, fortalecendo as funcionalidades e recursos existentes nos conteúdos oferecidos pelas empresas. É possível criar um ambiente de troca de informações, experiências e casos de sucesso, que seja integrado e permita experiências e vivências positivas para a organização. Para tanto, é necessária a plena compreensão da comunicação digital, suas regras e como manter-se em sintonia com as exigências do formato que mais cresce na internet atualmente.

Dia 17 é a vez do Rio de Janeiro/RJ receber o curso: “Como fazer um Planejamento de Comunicação Corporativa Eficaz”, com a relações públicas Jocélia Mainardi. O receio em relação aos impactos da crise mundial levou grande parte das organizações a enxugar seus investimentos na área de comunicação. Se por um lado essa atitude de contenção de custos é compreensível, por outro é evidente que o investimento estratégico na comunicação com os stakeholders é fundamental para garantir o espaço da organização no mercado, bem como sua reputação e visibilidade. É nesse cenário que o planejamento estratégico da comunicação corporativa torna-se um ativo da maior importância para os profissionais da área e para seus clientes/empregadores.

“Relatórios de Sustentabilidade GRI” é outro tema programado para São Paulo/SP nos dias 21 e 22. O curso, certificado mundialmente pela Global Report Initiative, traz as vantagens e técnicas na elaboração de relatórios na área segundo prerrogativas do modelo mais adotado no mundo, mostrando como as organizações podem fortalecer sua reputação e contribuir para o desenvolvimento sustentável. A GRI é uma rede internacional que elaborou o modelo para relatórios mais usado no mundo atualmente. Vai ser ministrado por James Heffernan. Para dados mais específicos, escreva no gri@aberje.com.br .

Em 28 de setembro, é a vez de “Como obter alto desempenho pela Gestão da Comunicação: gerenciando a melhoria da comunicação em projetos e no dia-a-dia do trabalho”. Indicadores de gestão organizacional das mais diversas fontes apontam a ausência de um processo estruturado de comunicação como um dos principais fatores de atraso e insucesso no desenvolvimento de projetos, e uma das maiores barreiras à eficiência interna das organizações. Comunicação inadequada provoca falhas nos processos de liderança, que se tornam incapazes de transmitir mensagens claras sobre o direcionamento e a importância de cada tarefa, ou até mesmo de todo o projeto, para as suas equipes de trabalho. Por isto a importância de promover melhorias significativas no desempenho comunicacional. Vai ser desenvolvido pelo consultor Cláudio Cardoso.

E um reconhecido curso retorna à grade de opções da entidade: “Memória - Ferramenta de Comunicação, Conhecimento e Gestão”, com as historiadoras Cláudia Leonor e Márcia Ruiz, vai tratar de um dos maiores desafios que se coloca para as empresas na atualidade: o resgate e conservação da memória empresarial, conjunto de sensações, lembranças e experiências que as pessoas guardam de sua relação direta com uma empresa. Está marcado para o dia 29 de setembro. Aborda a Memória Empresarial como uma ferramenta de comunicação, conhecimento, gestão e celebração, buscando capacitar os participantes para refletir sobre como um projeto de memória potencializa a comunicação da empresa, traz elementos para a compreensão de valores, cultura organizacional e situações de mudança, tais como: fusões, aquisições e privatizações.

O tema “Redação Empresarial Moderna” recoloca a lingüista e consultora corporativa Laila Vanetti em São Paulo/SP na programação da Aberje do dia 30 de setembro para falar da evolução das tecnologias digitais e maior rapidez na comunicação e os impactos na redação profissional. As características essenciais de um bom texto empresarial passam necessariamente pela clareza da comunicação e da informação a ser transmitida. Os produtores ou emissores de textos empresariais devem estar cientes da importância da comunicação, sobretudo nas empresas, e do alto grau de responsabilidade da informação segura, precisa e ágil. Portanto, a credibilidade é característica indispensável a toda redação empresarial de qualidade.

Todos os participantes dos cursos, sejam aqueles que acontecem na sede do Instituto Aberje de Pós-Graduação em São Paulo/SP (Av. Angélica, 1761 – 2. andar) ou em outros estados, vão receber gratuitamente a segunda edição do Dicionário de Mensuração e Pesquisa em Relações Públicas e Comunicação Organizacional, de Don W.Stacks. Mais dados podem ser obtidos através do link http://www.aberje.com.br/servicos_cursos.asp, do e-mail cursos@aberje.com.br ou ainda do telefone 11-2359-4871, com Carolina Soares ou Fernanda Peduto.

 

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O CRM Social exige uma nova habilidade de Marketing: a conversação

Hoje, muitas empresas estão tentando entender o CRM Social e integrá-lo em suas atividades de marketing. A maneira como elas fazem isso é através da otimização de suas campanhas atuais para as mídias sociais, ou às vezes, criando novas campanhas em torno do caráter viral dessas mídias. Estas empresas estão presentes no Facebook, Twitter, YouTube e MySpace. Elas enviam suas mensagens de marketing muito bem inseridas em todos os canais, atingem um grande público de fãs e seguidores. Assim como eles fizeram antes na Web 2.0.

O que é comum à maioria dessas empresas é que eles entendem as mídias sociais como outro canal para suas campanhas. Eles não conseguem compreender o caráter totalmente novo das mídias sociais, o que justifica chamá-lo de CRM Social. Ao incluir as mídias sociais em seu mix de canais, as empresas estão desistindo da tradicional comunicação de “um para todos” para os seus clientes. Em vez disso, elas estão entrando em uma conversa contínua multidirecional que ocorre permanentemente entre muitos clientes e a empresa. Essas conversas são conduzidas pelos clientes e ocorrem independentemente da empresa. A empresa pode até optar por participar, mas de qualquer forma, a conversa vai continuar.

Hoje, os clientes não irão apenas ler ou olhar mensagens destinadas a eles, mas também responderão à empresa e à outros clientes. Eles compartilharão idéias sobre a mensagem, o produto e a empresa. Eles vão comparar isso com as atividades dos concorrentes e irão expor suas opiniões, tornando mais fácil para a empresa responder. Isso se a empresa estiver ouvindo e pronta para responder.

No marketing tradicional, o processo de ouvir ocorreu apenas com poucos projetos de pesquisa de mercado ou pesquisas de satisfação do cliente. O alcance de tais pesquisas dentro da empresa era duvidoso, assim como o seu impacto. Uma vez que os resultados da pesquisa eram controlados por poucas pessoas, a ignorância e a ociosidade aconteciam com freqüência. Hoje, a pesquisa compreende completamente a web 2.0. Todas as opiniões são facilmente monitoradas e analisadas por qualquer pessoa disposta a fazer um esforço: Gerente de marketing, CEO ou concorrente. Um grande número de respostas está "lá fora", é certo que muitas vezes a questões não foram perguntadas. Mas uma vez que elas estão na mente dos clientes, isso só valeria a pena se pensar nelas.

E para reagir. Clientes que fazem um esforço para exporem suas opiniões e recomendarem melhorias do produto, não necessariamente esperam gratidão, mas apreciam uma resposta da empresa. Se eles se sentirem como se estivessem falando com uma parede, eles podem rapidamente ir para um concorrente que é mais atencioso. Eles realmente facilitam para uma empresa se comunicar com eles: enviam mensagens claras; muitas vezes se identificam com nome, foto e histórico de outros posts em mídias sociais. E eles tornam isso relevante para uma empresa: eles controlam o fluxo da conversa; e em certas medidas, podem desenvolver ou quebrar um novo produto ou a marca da empresa.

No entanto, por que tão poucas empresas realmente agarram a chance de ter uma conversa? Uma das razões é claramente o grande número de entradas que precisam ser monitoradas e respondidas. No entanto, para tais casos, as empresas costumam ter uma organização definida: o contact center. A equipe é qualificada para interagir com os clientes, resolver problemas, e registrar recomendações de melhoria. Eu acredito que a questão é mais fundamental. Marketing no passado não tinha necessidade de entrar em uma conversa. O Marketing não pensou ao longo das linhas de interação contínua baseada no one-to-one. E um pensamento antigo é difícil de mudar. Os profissionais de marketing aproveitam novas oportunidades criativas que as mídias sociais oferecem, mas raramente consideram a responsabilidade que o CRM Social possui dentro da empresa.

Isso muda a natureza dos gerenciadores de campanhas, de comunicação e de clientes em empresas, forçando-os a continuar a falar com os clientes, ao invés de para eles. Isso requer novas estratégias de comunicação, novos recursos para a conversa e novas competências para gerenciar os recursos existentes. A maioria das empresas ainda não entende isso quando cria sua estratégia de CRM Social.

Se bem entendido, seria fácil para o Marketing unir forças com o contact center e envolver os clientes em uma conversa, para mostrar que a empresa se preocupa, que trata seus clientes a sério, que quer melhorar os produtos e experiência do cliente. Enquanto o Marketing evita a responsabilidade de responder aos seus clientes, não apenas perdem-se oportunidades para desenvolver a lealdade do cliente, mas compromete seriamente a lealdade atual. Os efeitos no bottom-line do comprometimento da lealdade são fáceis de serem compreendidos. A concorrência está esperando. Mas aqui, o primeiro passo é o mais fácil: analisar onde e o que os clientes realmente comentam e construir uma estratégia de resposta a partir daí. (Texto de Martin Förster, diretor da Peppers & Rogers Group, publicado no boletim 1to1)

 

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