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> Mundo-RP em plena atividade |
Novos Cadastrados
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Quando se trata de compartilhar experiências e fortalecer a profissão de Relações Públicas, através de cases específicos ou do relato de uma trajetória, sempre tem espaço na agenda. E isto não se refere unicamente a mim, Rodrigo Cogo - como editor deste espaço, do portal, da lista de discussão e recentemente nomeado moderador da comunidade Relações Públicas no Orkut - criada pela nossa cadastrada e RP gaúcha Katine Walmrath. Trata-se de uma prática felizmente comum para vários profissionais da área, em suas palestras pelo país, estas sim as verdadeiras campanhas pelo fortalecimento do setor.
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Profissionais, organizações e agências terão até 14 de setembro de 2007 para inscrever seus cases e concorrer à mais tradicional premiação da categoria de Relações Públicas. Em sua 27ª edição, o POP que é organizado pelo Conrerp SP/PR, sob a chancela do Conferp, contemplará projetos elaborados entre novembro de 2006 e a data limite para inscrição.
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Marketing Bancário
A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) realiza nos dias 18 e 19 de setembro de 2007, em São Paulo/SP, o 4º Semark (Seminário de Marketing). Diretores de marketing de bancos e instituições estarão reunidos com publicitários, agências, promotores de evento, e outras empresas da área para debater as tendências que determinarão as atividades de comunicação e divulgação de todo o setor. Os bancos estão entre os maiores anunciantes do País. Para essa edição, o keynote speaker internacional será Marc Gobé, CEO do Desgrippes Gobe Group, criadora de imagem de marcas. A agência tem sede em Nova Iorque e escritórios em Paris, Bruxelas, Tóquio e Seul. Gobé criou estratégias de marcas emocionalmente induzidas para clientes como Coca-Cola, IBM, Victoria´s Secret, Godiva e Starbucks. Também estão confirmados no Semark os vice-presidentes e diretores de marketing de alguns dos maiores bancos do Brasil, como o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, HSBC e Unibanco. O evento contará com debates e palestras, que contarão com a presença de executivos como a vice-presidente de marketing da VISA do Brasil, Andréa Pinotti Cordeiro; Ricardo Guimarães, presidente da Thymus Branding; Alejandro Pinedo, presidente da InterBrands Brasil; Paulo Borges, organizador da São Paulo Fashion Week; Alberto Cerqueira Lima, presidente da Copernicus do Brasil; Alexandre Gama, presidente da Neogama; Júlio Ribeiro, presidente da Talent; Alexandre Hohagen, presidente do Google Brasil e Daniel Domeneghetti, presidente da E-Consulting. Mais dados pelo site www.febraban.org.br/semark2007.
Eventos O especialista Paulo Celso de Bruin está divulgando seu consistente calendário de atividades pelo país, com diversas temáticas ligadas ao mundo da organização de eventos. Em setembro, participe dias 1 a 5 em Brasília/DF, dia 13 e depois dias 22 a 24 em São Paulo/SP, dias 15 e 16 em Vitória/ES, dias 29 e 30 em Salvador/BA. Em outubro, procure dias 03 e 04 em Goiânia/GO, dias 06 e 07 em Aracaju/SE, dia 18 em Vitória/ES, dias 20 a 23 em Florianópolis/SC e dias 27 e 28 em Cuiabá/MT. Para o mês de novembro, será dias 07 e 08 em Campinas/SP, dias 10 e 11 em Belo Horizonte/MG, dias 21 e 22 de em Uberlândia/MG e dias 25 e 26 em São Paulo/SP. Informações detalhadas pelo www.paulobruin.com.br, ou fone 11-5583-1620 e email paulo@paulobruin.com.br . Nas cidades de Brasília, Vitória, São Paulo e Goiânia os cadastrados do Mundo-RP ganham 15% de desconto.
Web 2.0
Dos blogs e wikis ao uso de SEO e SEM, a web 2.0 abre um mundo de oportunidades para as empresas. No dia 17 de setembro, a INFO vai reunir em São Paulo os principais nomes que estão conduzindo a transição para a nova geração da internet no Brasil. É o seminário Web 2.0 no Brasil - Desafios e Oportunidades para os Negócios, que acontece no Hotel Blue Tree Towers, no Morumbi, das 9 às 18 horas. A mesa de abertura vai discutir o tema "O internauta faz a web" e conta com a participação de Fernando Madeira, diretor-geral do Terra América Latina, Joyce Jane, gerente-geral de internet da Infoglobo, e Carlos Nepomuceno, professor do Coppe/UFRJ e coordenador do Instituto de Inteligência Coletiva. Para discutir "A nova publicidade - os links patrocinados", a INFO convidou Guilherme Ribenboim, presidente do Yahoo! Brasil, Osvaldo Barbosa de Oliveira, country manager do Microsoft Online Services Group no Brasil, e Roberto Grosman, gerente de AdSense do Google para América Latina. Alexandre Hohagen, presidente do Google no Brasil, vai falar sobre "O Google e a Web 2.0". Blogs, wikis, mashups, Second Life, redes de relacionamento, SEO e SEM, mapas e a tecnologia da web 2.0 são outros dos assuntos que serão discutidos no evento. Veja a programação completa e como se inscrever no endereço www.info.abril.com.br/seminarioweb20.
Mundo do Marketing
Executivos das maiores agências especializadas em marketing estarão juntos para mostrar as melhores práticas e casos de sucesso nas áreas de marketing de relacionamento, direto, promocional e digital. Eles se reunirão no Workshop Mundo do Marketing, com data marcada para acontecer nos dias 26 e 27 de outubro de 2007, das 9h às 16h30, no Hotel Merlin Copacabana, Rio de Janeiro/RJ. No primeiro dia, o presidente da Sun MRM Worldwide, Flavio Salles, e Pio Borges, conselheiro e consultor estrategista da R.epense e ex-presidente da Associação Brasileira de Marketing Direto (Abemd) falarão sobre marketing direto. Sobre marketing digital, os convidados são Rissoleta Miranda, presidente da Addcomm, e Bruno Dreux, sócio-diretor da Publicidade Interativa. Para mostrar como desenvolver as melhores estratégias de marketing de relacionamento, o site Mundo do Marketing destacou, para o segundo dia, Silvana Torres, sócia-diretora da Mark UP, e Bernardo Canedo, sócio-diretor da DTM Marketing de Relacionamento. Já sobre marketing promocional, participam do workshop Marcelo Heidrich, presidente da Ponto Brand Promotion, e Fernando Figueiredo, presidente da Bullet. As inscrições estão abertas no www.mundodomarketing.com.br .
Blog2.0
Hoje, vivemos um período semelhante ao da bolha das empresas “dot com” que surgiu em meados de 1990, com a popularização da Internet. O termo do momento é Web 2.0, e ele remete a conteúdo colaborativo, usuários atuando como produtores de informação e anônimos tornando-se verdadeiras “celebridades” e formadores de opinião na Internet. Os Blogs têm uma grande participação neste processo, pois passaram de simples diários virtuais para poderosas ferramentas de marketing e comunicacão utilizados por grandes empresas e personalidades. Temas de importantes reportagens impressas, capas de revistas e objeto de estudo de especialistas, os blogs estão causando uma verdadeira revolução no modo de pensar e agir das pessoas, agrupando-as em comunidades e, por que não, construindo suas personalidades. O evento de comunicação digital Blog 2.0 chega a São Paulo/SP no dia 22 de setembro de 2007 com uma programação objetiva e produtiva para debater e conhecer a fundo as ferramentas existentes para criação dos Blogs, bem como sua manutenção. Durante o Blog 2.0, os participantes poderão conhecer a história dos blogs e suas principais funções, além de aprender como publicar um blog na internet, mantê-lo atualizado e divulgá-lo a fim de obter retornos por meio de visitas e até financeiramente. Serão apresentados alguns estudos de casos para comprovar a eficácia destes novos veículos de comunicação e, ainda, os participantes sairão do evento com uma conta de hospedagem gratuita por 3 meses na Plugweb Internet (patrocinador do evento) para testar os gerenciadores de conteúdo de blog, construir sua presença online e espalhar suas idéias. Mais no www.blog20.com.br .
Comunica A 1ª Feira de Comunicação Capixaba acontecerá entre os dias 1º e 4 de outubro de 2007, no Centro de Convenções de Vitória/ES. Promovido pelo Sindicato das Agências de Propaganda do Espírito Santo, o evento servirá como palco de palestras e debates entre os profissionais de mídia e publicidade, além de contar, também, com uma exposição de produtos e serviços de mídia e de comunicação. Durante a feira, para a qual é esperada a participação de sete mil pessoas, também será possível acompanhas, por meio de uma transmissão via satélite, toda a movimentação dos seminários, fóruns e todos os acontecimentos da 17ª edição do MaxMídia Sat, evento de Comunicação que acontecerá, simultaneamente, na cidade de São Paulo/SP. Maiores informações no www.sinapro-es.org.br .
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Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento. Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:
>A relações públicas paulista Daniela Trolesi, graduada pela Metodista, foi contratada pela consultoria Accenture. Contato: daniela.trolesi@accenture.com .
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Em 2004, a Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT editou a NBR 16001, primeiro documento normativo a estabelecer requisitos para um Sistema da Gestão da Responsabilidade Social e principal referência para a certificação desse tipo de sistema de gestão, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade - SBAC. A norma ABNT NBR 16001:2004 - Responsabilidade Social - Sistema de Gestão - Requisitos, reúne um conjunto de requisitos associados à ética, cidadania, direitos humanos e desenvolvimento sustentável e foi elaborada de modo a ser aplicável a todos os tipos e portes de organizações ajustando-se às diferentes condições geográficas, culturais e sociais do país.Trata-se de uma norma elaborada para a realidade do Brasil, de modo a se adaptar a qualquer escopo de atuação e porte organizacional.
Nesta tentativa de tornar a norma abrangente a qualquer organização, houve generalização e subjetividade em seus requisitos, o que a tornou complexa no que tange sua implementação, exigindo competência do gestor e auditor em áreas como a Sociologia, Legislação Brasileira e Convenções Internacionais, Gestão de Pessoas, Ética e Gestão Empresariais. |
Pode-se dizer que o maior objetivo da norma está em influenciar boas práticas em todas as partes interessadas à organização, principalmente clientes e fornecedores. Vê-se claramente esta exigência nos requisito 3.4.2 Comunicação - quando a norma prevê a implementação e manutenção de procedimentos para o recebimento, documentação e resposta às comunicações pertinentes das partes interessadas externas.
Este é o tema do artigo “ABNT NBR 16001:2004 Desafios e Oportunidades” incluído recentemente na seção RP em Expressão, acessível a partir do link Pra Entender RP do portal Mundo das Relações Públicas, de autoria da nossa cadastrada, gestora ambiental Luciana Peixoto Moraes, que é professora da UNIG e FunCEFET na disciplina Responsabilidade Social Corporativa nos cursos Superior de Tecnologia em Gestão e Planejamento Ambiental e MBA em Gestão Ambiental, respectivamente, e é Diretora de Treinamentos da empresa Dinâmica da Terra Serviços Ambientais Ltda primeira empresa no Brasil a receber apoio tecnológico do INMETRO no que tange a implementação da Norma ABNT NBR 16001:2004.
Qualquer cadastrado pode enviar sua contribuição para o espaço. Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br, numa média de 30-50 linhas, com pequeno descritivo do autor ao final, bem como email de contato.
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Frase do Mês "Vim para quebrar os relógios deste tempo que insiste em dar voltas sobre ele mesmo" por Moacyr Félix |topo| |
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Os alunos do 5º semestre de Relações Públicas e a Coordenação do curso de RP do Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (www2.iesam-pa.edu.br), estão organizando o II Fórum de Relações Públicas e Comunicação Empresarial do Iesam: "Um Olhar Para o Futuro". O evento, com o objetivo de valorizar a profissão de RP no estado, está marcado para os dias 4 e 5 de outubro de 2007 no navio cedido pela SETRAN (Secretaria de Transporte do Estado do Pará) às margens do Rio Guamá, no porto da Estação das Docas em Belém/PA. São esperadas 300 pessoas.
As atividades acontecem entre 8h30min e 18h, prevendo também passeio fluvial e apresentação de |
grupo folclórico regional. A intenção dos organizadores é promover a difusão das várias vertentes que o próprio curso proporciona, constadado o aumento na absorção de egressos, e também o conhecimento adquirido por novas idéias e propostas por meio da troca de informações, oportunidades e experiências .
Foram convidados Flávio Ferreira - Relações Públicas e Delegado Regional do CONREP; Guarany Junior - Diretor de Marketing das Organizações Rômulo Maiorana; Lucio Flávio Pinto - Editor do "Jornal Pessoal"; Paulo Clemen - Relações Públicas e autor de "Como Implantar uma área de Comunicação Interna - Nós, as Pessoas, fazemos a Diferença"; e Rodrigo Cogo - Relações Públicas gerenciador do portal Mundo-RP. Mais dados pelo valeriawasconcelos@hotmail.com .
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"Senhor, infelizmente eu não sei responder essa pergunta. Eu não sou dessa área". Certamente você já ouviu uma resposta deste tipo quando questionou o funcionário de uma empresa sobre determinado produto ou serviço. O consumidor fica sem respostas e a empresa perde pontos, se não perder o cliente. O professor e consultor de branding, Augusto Nascimento, acredita que ter colaboradores que defendam e estejam engajados pela empresa é a primeira premissa para criar uma marca forte. Ele, em parceria com estudioso de marketing e publicidade Robert Lauterborn, lançou em agosto o livro "Os 4 Es de Marketing e Branding" pela Editora Campus.
| tudo o que pode transformar o funcionário em um defensor da marca. Quanto mais apóstolos você tiver, mais seguidores você terá", afirma o executivo. Este é o primeiro "E" do marketing: Entusiasmar pessoas.
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“Investimentos em patrocínio respondem por 21% da verba de comunicação das maiores empresas e anunciantes do País. É o que aponta a pesquisa “As atitudes de marca nas maiores empresas do país”, apresentada na quinta edição do Com:Atitude, evento sobre ação e comunicação de marcas. A pesquisa é realizada no universo das 500 maiores empresas, os 100 maiores bancos e 300 maiores anunciantes do Brasil.
O objetivo central da pesquisa foi investigar como as empresas estão agindo, falando e se envolvendo com seus públicos. “Buscamos identificar os motivos, investimentos, critérios e processos de ação e comunicação institucional e mercadológica das marcas para entender como o mercado está se posicionando e, assim, propagar tendências e ações diferenciadas”, afirma Alexandre Borges, sócio da Significa, agência responsável pelo evento e pelo planejamento da pesquisa. Um dado significativo levantado no estudo foi que para 80% dos entrevistados o retorno das ações de atitude de marca está crescendo, enquanto que para 14% ele continua estável e apenas 5% da amostra entende que o retorno está diminuindo. As áreas em que as empresas desenvolvem ações são: social (95% das empresas; a área teve o maior aumento de investimento este ano); cultural (76%); ambiental (74%); esportiva (49%), entretenimento (39%); e comportamento (19%).
A pesquisa apontou também quais públicos em potencial as empresas esperam atingir. Em primeiro lugar, destaca-se a comunidade da região onde a empresa está inserida; seguida por ações que sejam direcionadas a colaboradores e funcionários, clientes e consumidores. Nenhum tipo de indicador para medir o retorno de investimento em ações de atitude é utilizado por 49% dos entrevistados. “Isso acontece porque o patrocínio normalmente vem associado a outras ferramentas de comunicação, como publicidade e promoções, e uma grande parcela das empresas não sabe ainda como isolar as ações de atitude para verificar seu grau de eficácia” afirma Alexandre Borges.
Em terras de Tio Sam - O seminário Com:Atitude contou este ano com a presença de Jim Andrews, vice-presidente do IEG, principal organização de pesquisa, consultoria, análise e treinamento em patrocínio do mundo. Ele apresentou um estudo sobre quanto |
e como as empresas americanas investem em patrocínio empresarial, fazendo um paralelo com a pesquisa realizada com as maiores empresas brasileiras.
Enquanto a taxa de crescimento das ações de patrocínio nos Estados Unidos foi de 10% em 2006, as ações de promoção de venda, em contrapartida, cresceram apenas 3% nos últimos três anos. “A tendência é que esse número aumente ainda mais, porque as empresas estão percebendo que as ações de patrocínio representam um ganho adicional no que tange às ferramentas de comunicação convencionais”, afirma Jim Andrews. De acordo com a percepção dos americanos, as empresas que mais investem em ações de atitude de marca são as empresas de bebidas não alcoólicas (36%), bancos (31%), empresas automotivas (30%), empresas de cerveja (22%) e empresas de comunicação (22%). As marcas que mais se destacam no imaginário popular são Pepsi e Coca-Cola, ambas com 12%.
Para 53% das empresas norte-americanas, o retorno das ações de patrocínio cresceu; 24% das empresas não sabem mensurar; 21% acreditam que continua da mesma forma; e apenas 4% avaliam que o retorno diminuiu. Os principais objetivos dessas ações são: reforçar a lealdade do público à marca, criar consciência e visibilidade, e mudar ou reforçar a imagem. “As empresas sempre se preocuparam em criar consciência e visibilidade. As ações de patrocínio não servem apenas para estampar a imagem da marca na cara das pessoas. Se o objetivo principal for apenas gerar impacto junto ao consumidor, o patrocínio não é a melhor opção; neste caso, é mais apropriado investir em propaganda”, afirma.
Segundo dados do IEG, o mercado mundial de patrocínio já movimenta cerca de US$ 28 bilhões, sendo que US$ 14,9 bilhões são investidos na América do Norte, US$ 10,6 bilhões na Europa, US$ 7,4 bilhões no Pacífico, US$ 3 bilhões na América do Sul e Central, e US$ 1,8 bilhão em outras regiões. Jim Andrews apontou os sete passos para o sucesso em ações de patrocínio. Seriam eles: identificar o público e seus interesses, definir quais os valores da empresa, fazer uma ampla análise do mercado, determinar os benefícios que se pretende alcançar, envolver o público interno, estabelecer um plano de ações e, finalmente, determinar métricas para avaliar o resultado. Comparando com os dados brasileiros, percebe-se que o problema de mensuração de resultados das ações de atitude de marca ocorre lá também. “Apesar de o mercado norte americano de patrocínios estar na frente do brasileiro, em termos de valores investidos, a mensuração também é um problema”, conclui.
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O IC Digital Index/ Setor Automotivo do mês de julho, levantamento que envolve 2.255 blogs e mais de 5.900 comunidades do Orkut, apontou que, das nove maiores montadoras que possuem fábrica no Brasil, a Honda obteve no último mês a melhor imagem entre os internautas brasileiros. O levantamento é elaborado pelo IC Digital, núcleo da agência de comunicação Imagem Corporativa, e, nesse setor, é realizado mensalmente desde março de 2007. Juntos, os 5 estudos abrangem a análise de mais de 15 mil blogs e 10 mil comunidades no Orkut, as chamadas “redes sociais” da web.
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A mudança se deu, principalmente, por conta da alta freqüência de comentários negativos sobre as concessionárias da montadora nas 13 comunidades negativas do Orkut sobre a Fiat. Entre as nove montadoras analisadas, a Fiat é a que reúne o maior número de membros em comunidades negativas do Orkut. A Volkswagen, que esteve em segundo lugar no índice no mês de maio, em julho caiu para a nona posição. O principal motivo foi a baixa presença em comunidades do Orkut somente 184, enquanto a média das demais montadoras é superior a 500 comunidades.
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Quando o cliente de varejo passa por uma experiência fria e impessoal, o sucesso da empresa pode ficar comprometido. E, na maior parte das vezes, isso ocorre devido a problemas no atendimento. Dificuldade para encontrar um vendedor, atendimento rude e longas filas no caixa foram as três principais causas de insatisfação entre os consumidores americanos, de acordo com o recente estudo Shoppers at risk: retail dissatisfaction (Consumidores em risco: insatisfação no varejo), conduzido pela Wharton School of Business, da Universidade da Pensilvânia, e a consultoria The Verde Group.
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É cada vez maior o número de sabores, produtos, destinos, autores, artistas, serviços, tecnologias... Só não fosse isso, cada vez mais consumidores do mundo todo estão com mais dinheiro para gastar, ao passo que muitos produtos e serviços nunca estiveram tão baratos, desde a televisão - seu preço cai 9% ao ano desde 1998 - à passagem aérea. Mas antes de comprar, o consumidor quer testar, quer ter a certeza de que não irá se arrepender, transformando-se em um "trysumer", em tradução livre, "experimentamidor". A afirmação é da agência de tendências Trendwatching.
É crescente o movimento de alugar em vez de comprar. Sites se especializaram nisso, alugam itens de luxo por alguns dias, desde bolsas da moda a acessórios sofisticados. A experimentação antes da compra nunca esteve tão em alta. O Wal Mart americano permite que o consumidor experimente produtos, de tvs a ferros de passar, a maioria de marcas desconhecidas. Um incentivo a mais para experimentar outras alternativas, e além, ser menos leal às marcas tradicionais. Em tempo: apenas 26% dos compradores americanos de câmeras fotográficas digitais dizem que voltariam a comprar sua próxima câmera da mesma marca no futuro; em 2005, o número era um pouco maior, 35%.
A Nike está se esforçando para não entrar nessa estatística. Furgões recheados com mais de mil pares de tênis Nike estão circulando pela França, Inglaterra, Itália e Espanha, em lugares tradicionalmente freqüentados por corredores, convidando-os para experimentar os modelos. A marca de fraldas Evy Baby, da Turquia, quer atrair a atenção das mães. Montou 22 salas coloridas e agradáveis com trocador e poltrona de amamentar, onde todos os produtos - para uso livre - são da marca.
Na mesma linha, a Procter e Gamble instalou banheiros no coração do Times Square, na Broadway, para divulgar sua marca de papel higiênico Charmin. |
A facilidade combinava cabines de banheiros, trocador infantil, estacionamento de carrinhos de bebê, bancos de espera e claro, muita amostra-grátis do papel-higiênico. Mais de 430 mil nova-iorquinos usaram a facilidade. Some à tendência as lojas da Apple, hit em todo mundo - no último quarter de 2006 a rede somou 1.1 bilhão de dólares de receita. Seus aparelhos ficam dispostos de maneira que o consumidor é tentado a usar, brincar e descobrir, até se encantar e abrir a carteira, o que fizeram muitos dos 28 milhões que visitaram uma das 170 lojas da marca nos últimos três meses.
As iniciativas têm em comum a alta relevância, e estão posicionadas de forma certeira. Muitas empresas estão tirando proveito especialmente desse último quesito. Chegaram a conclusão que ambientes como salas de espera, lounges e business centers de hotéis, aeroportos e até de navios-cruzeiro, são ótimos lugares para expor sua marca ao estilo experimente-antes-de-comprar. Distribuem amostras e ganham em troca uma audiência permissiva à intromissão.
Para reforçar a tendência dos "experimentamidores", soma-se um fenômeno que cresceu junto com os sites especializados em trocas e vendas entre consumidores, como o eBay. Há a possibilidade de comprar itens, a princípio, de alto valor, a preços de segunda mão. Com um atenuante: caso não goste do produto, ele pode voltar ao site e anunciar a venda. É mais fácil se desfazer caso depois se canse da compra.
Como particularidade a esse nicho, observa-se a irreparável obsessão do ser humano por novas experiências, pela badalada "primeira vez". Os objetos de consumo se tornaram muito óbvios e monótonos, todos aguardam a próxima novidade. Há enorme paridade dos lançamentos, desde o modelo até sua performance - item que vem ganhando relevância extraordinária. O mesmo não se pode dizer da publicidade. Apenas 13% dos americanos admitem que compram baseados em propaganda, e 6% acreditam que a propaganda diz a verdade. Mais motivos para aderir à nova tendência?
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Acontece em Bauru/SP, entre os dias 21 e 23 de setembro de 2007, o I Encontro Regional de Estudantes de Relações Públicas (ERERP), em iniciativa de graduandos da Universidade Estadual Paulista (Unesp). O evento tem como objetivo principal promover a integração dos estudantes e contribuir para a discussão sobre a atual formação e atuação do profissional de Relações Públicas, através da troca de experiências, conceitos e visões sobre a profissão para fundamentar a identidade da categoria. Para isso, conta com uma programação participativa, na qual todo estudante de RP pode interagir - como gestor ou como participante - através de oficinas, grupos de discussão e exposição de painéis.
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Na metade de agosto, aconteceu o lançamento da 29º edição da RP-Alternativo, revista laboratório dos alunos de Relações Públicas da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), sob a orientação da professora Éllida Neiva Guedes. Houve palestra de Sidinéia Gomes Freitas, sobre o tema “Comunicação integrada: os limites entre a realidade e o mito”. A RP-Alternativo é uma publicação semestral, com o objetivo de oportunizar aos alunos a vivência de todas as etapas da produção de uma revista, ao mesmo tempo que oferece informações sobre temas das Relações Públicas, Comunicação organizacional e assuntos afins, para estudantes, professores e profissionais. Sua distribuição é feita para os estudantes e professores de Comunicação de São Luís, faculdades e entidades relacionadas de todo o Brasil, assessorias de comunicação de organizações públicas e privadas e entidades de classe. A edição 29 contém matérias sobre questões contemporâneas como gerenciamento de crise, políticas afirmativas, responsabilidade ambiental, avaliação das universidades, tv digital, além de resenhas de livros e dos trabalhos de conclusão de curso dos graduandos do segundo semestre de 2006 nas três habilitações da instituição. O site da revista (www.rpalternativo.ufma.br), idealizado pelo ex-aluno Gustavo Santana em seu projeto experimental, em 2004, está sendo atualizado com todas as edições anteriores. Em 14 anos de existência e apesar de toda dificuldade de se produzir um veículo impresso em uma universidade pública, a revista nunca sofreu interrupção em suas edições, o que efetivamente é um mérito. |topo| |
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É comprovado que o assunto é fator determinante na escolha entre ler, apagar ou ignorar os e-mails, e pesquisas apontam que 35% dos usuários abrem seus e-mails de acordo com o conteúdo do assunto, sem esquecer que você estará sempre competindo para conquistar um pouco da atenção dos usuários com muitas outras mensagens nas caixas de leitura. Usuários domésticos receberm cerca de 35 mensagens/dia, enquanto usuários corporativos recebem cerca de 100. O objetivo principal de escrever um bom assunto é aumentar a taxa de leitura, um dos principais indicadores de resultados das ações de E-mail Marketing. Se seu usuário está lendo, ele está confirmando que recebeu sua mensagem, e está iniciando um relacionamento com sua empresa.
Geralmente ações de Marketing Direto buscam estimular a resposta do usuário, o famoso call-to-action, você envia a mensagem esperando que ele interaja de alguma forma com sua comunicação (geralmente clicando em algum link ou encaminhando para um amigo).
Essas são as primeiras conquistas: converter não leitores em leitores, para depois transformar leituras em cliques; o usuário Recebe -> Lê -> Clica (e com um bom trabalho->clica, clica, clica...)
Mas como fazer a diferença no meio de tantas mensagens? É preciso muita criatividade na elaboração do assunto, procure informar e apresentar alguma coisa valiosa, instigue o usuário a ler o e-mail; escreva um assunto relevante, se o |
usuário não encontrar nada relacionado no conteúdo do e-mail ele ficará frustrado; personalize com informações do usuário, nome, cidade, estado e reforce sua marca/produto, o usuário terá mais confiança ao clicar; sempre que possível use uma pessoa diferente de quem criou o e-mail para redigir o assunto; faça um teste com os emails que você recebe: quais assuntos mais lhe atraem? Use a mesma inspiração; evite usar textos muito longos, cada leitor de e-mail mostra um número de caracteres como limite, 50 é um número razoável;
Um ponto de atenção é o fato de que o assunto é um dos primeiros itens analisados pelos provedores na busca por mensagens de spammers, principais inimigos dos profissionais que praticam as boas práticas do Marketing de Permissão, então é preciso cuidado com assuntos que levem palavras já tarimbadas por mensagens enviadas em massa. Algumas ferramentas de envio já oferecem recursos para analisar a chance de sua mensagem ser classificada como SPAM antes de efetuar o disparo, isso pode lhe garantir alguma segurança.
Construir um bom assunto faz toda a diferença nos resultados de suas ações de E-mail Marketing, dedique-se para criar algo interessante, incentivando a leitura da mensagem, lembre-se que o início do relacionamento começa com um bom assunto, e o próximo objetivo é transformar as leituras em cliques...
Este texto foi escrito por Fabio Nunes (fabio.nunes@zartana.com), diretor de Serviços da Zartana, com 11 anos de experiência nos mercados de Internet, originalmente para o site da própria empresa no www.zartana.com.br.
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Os mais de oito mil colaboradores da Lojas Renner terão a oportunidade de conferir o resultado de um projeto que consumiu um ano de pesquisas. A empresa lança o livro “Histórias de Encantamento A nossa razão de ser”. Idealizado e organizado pelo departamento de Recursos Humanos, com o objetivo de disseminar a filosofia do encantamento adotada pela empresa, o livro é uma coletânea das 100 melhores histórias escritas pelos próprios colaboradores, selecionadas das mais de 100 mil narrativas catalogadas desde 1996, ilustrando episódios no dia-a-dia das lojas em que a expectativa do cliente foi superada.
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estava no seu interior; ou o da cliente que teve a calça que vestia costurada, enquanto as suas compras eram liberadas; ou ainda o do colaborador que levou para o neto de um cliente o presente que ele havia comprado, mas não conseguiria entregar porque tinha um vôo marcado. Motivação - Para estimular os colaboradores a registrarem seus “cases” de encantamento, anualmente uma campanha de endomarketing com duração de dez meses é realizada nas 87 unidades da rede no Brasil, em diversas etapas. Assim, mensalmente, cada gerente de loja escolhe a melhor história que é encaminhada para o gerente regional, que por sua vez indica a melhor por região para a equipe regional de Recursos Humanos. As finalistas são publicadas no informativo interno da empresa, Planeta Renner, e cada autor recebe 400 reais. “Não se trata apenas de uma questão financeira ou obrigações profissionais. Cada história de encantamento revela também uma história de realização pessoal de cada narrador”, completa a diretora.
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Mesmo com toda a discussão na mídia em relação ao aquecimento global e dos alertas sobre a problemática ambiental, os consumidores gostariam que as grandes empresas priorizassem educação e treinamento antes das ações voltadas para a preservação do meio ambiente. É o que aponta uma pesquisa realizada pelo Instituto GFK Indicator em parceria com a revista Consumidor Moderno. Numa amostra de 298 entrevistados, com abrangência nacional, 66% dos entrevistados gostariam que as empresas fizessem mais do que a lei determina nas áreas de educação e treinamento. Vale ressaltar que a educação e o treinamento não se restringem apenas às tarefas realizadas nas empresas. Os consumidores acham que as organizações podem contribuir mais na formação de cidadãos melhores, conscientes de seus atos perante a sociedade. Em seguida, 10% dos entrevistados citaram o meio ambiente, 9% saúde pública, 8% crime e segurança, 7% pobreza e por último, com 1%, arte e cultura. Outro dado importante da pesquisa é que 74% dos entrevistados acreditam que o grande papel das empresas na sociedade é estabelecer padrões éticos mais elevados, indo além do que é determinado por lei. Na seqüência, 13% responderam que a função de uma empresa consiste em gerar lucro, pagando impostos e gerando empregos e 12% disseram que a empresa deve ter um padrão de comportamento entre os dois pontos de vista. |topo| |
Os autores de “Criatividade Espremendo a Laranja”, publicado neste ano pela M.Books, pregam que a imaginação é o último mecanismo legítimo para uma empresa ganhar vantagem sobre a concorrência. Em meio a mercados que se tornam restritos e recursos que escasseiam, cada vez mais ela se torna o único diferencial, segundo os autores. Em respaldo a suas idéias, ambos expõem o conhecimento adquirido em 25 anos à frente da Fallon Worldwide agência de publicidade norte-americana que exibe diversos trabalhos premiados. Durante esse período, eles difundiram a expressão “alavancagem criativa” a prática diária de tornar a criatividade o fator responsável por mudanças no comportamento do consumidor. Trata-se de uma reação à “alavancagem da mídia”, na qual os profissionais de marketing bombardeiam os consumidores com propagandas veiculadas no maior número possível de meios. A Fallon tomou como bandeira o humor e a originalidade para ajudar os seus clientes a superar seus concorrentes mas sem gastos estrondosos. É isso que queriam dizer com “espremer a laranja”. Toda a teoria em que se apóia o livro é repassada ao leitor por meio de histórias de grandes trabalhos que a Fallon Worldwide realizou a maior parte deles com uma boa dose de humor. Dessa maneira, são contados dez episódios de como a agência encontrou soluções para problemas de marketing e branding. Um destes casos relata como a BMW desistiu de seu orçamento destinado à TV para produzir curtas-metragens para a internet. Outro mostra o desafio imposto pelo Citibank, o primeiro caso de um banco que não queria se parecer com um banco. O livro também inclui algumas dicas para abrir a cabeça quando o assunto é marketing. Comece por incentivar a criatividade dentro do seu próprio quadro de funcionários mudando o ambiente de trabalho, por exemplo, antes de partir para a contratação de mentes mais criativas. |topo| |
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Behavioral Targeting é a habilidade de entregar mensagens contextualizadas aos usuários durante sua navegação na web. No Brasil ainda é um assunto relativamente novo. Vivemos um momento muito interessante da internet brasileira. Anunciantes e agências têm descoberto novas maneiras de apresentar produtos e serviços aos clientes, de maneira cada vez mais objetiva e eficaz. Para tanto, o mercado percorreu uma grande caminhada digital, passando por ondas como rich media, gestão de mídia online, search marketing, Second Life e as novas marolas, como Web 2.0 e IPTV.
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baseadas em segmentos de comportamento reais pré-definidos. Na teoria, os portais podem oferecer publicidade específica para grupos com o mesmo comportamento de navegação, e não por área do site. Podem ser consideradas variáveis como canais avegados, tipos de conteúdo, matérias vistas e interesses em geral, por exemplo.
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Essa é uma época de grandes mudanças. Você já está sentindo. Os consumidores estão mudando. O ritmo deles está mais rápido, suas demandas mais barulhentas, seus batimentos cardíacos mais fortes. Eles estão mais seletivos e mais sensíveis às marcas. O consumidor de hoje quer mais mais do que preço, mais do que benefícios, atributos, função e performance. Mais do que marcas.
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As pessoas não estão mais interessadas em serem catequizadas sobre benefícios funcionais e características. Elas estão buscando conexões em suas vidas e isso é o que elas esperam das marcas com as quais se importam. A não ser que as pessoas realmente amem o que você produz, elas não voltarão para comprar mais; simplesmente, há muita oferta. Ter um ótimo produto que funciona sempre e um desempenho excepcional se tornou lugar comum. Agora é essencial ter algo mais além da performance para que uma marca tenha sucesso no futuro. Eu diria que obter a diferenciação através de conexões emocionais duradouras é o maior desafio com que as empresas e organizações têm que lidar. Dois terços dos consumidores se sentem constantemente bombardeados. Nós não podemos mais incomodar as pessoas. Não podemos agarrá-las e implorar por sua atenção. Temos que aprender como engajá-las, como atraí-las, para encantá-las com mistério, sensualidade e intimidade, com as chamadas lovemarks.
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Um levantamento da revista Consumidor Moderno e do Instituto GFK Indicator mostrou que os consumidores acreditam que as empresas podem contribuir na formação de cidadãos melhores junto à sociedade. Mesmo com toda a discussão na mídia em relação ao aquecimento global e dos alertas sobre a problemática ambiental, os consumidores gostariam que as grandes empresas priorizassem educação e treinamento antes das ações voltadas para a preservação do meio ambiente.
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Outro dado importante da pesquisa é que 74% dos entrevistados acreditam que o grande papel das empresas na sociedade é estabelecer padrões éticos mais elevados, indo além do que é determinado por lei. Na seqüência, 13% responderam que a função de uma empresa consiste em gerar lucro, pagando impostos e gerando empregos e 12% disseram que a empresa deve ter um padrão de comportamento entre os dois pontos de vista. “Com esses dados percebemos que os consumidores estão mais exigentes e que as empresas precisam se adequar aos novos padrões de conduta exigidos pela sociedade”, explica Roberto Meir, publisher da Consumidor Moderno. (Fonte: Reuters)
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Com a ampla disseminação do conceito de responsabilidade social, empresas e consumidores estão mudando significativamente as regras do jogo empresarial e levando as fronteiras da sustentabilidade e da manutenção das organizações para além da competitividade e do lucro até um ponto de equilíbrio em que os valores inerentes ao mercado sejam enriquecidos e entremeados pelos valores de cooperação e amorosidade. A competitividade da empresa brasileira esta sendo determinada, entre outros fatores, pelo seu grau de interação com a sociedade. Hoje, no entanto, pode-se afirmar que as empresas e, conseqüentemente, seus produtos e serviços passam a ser julgados cada vez mais pelo seu comprometimento com questões como meio ambiente, cidadania, ética nos negócios e ambiente de trabalho. Por essa razão, o Instituto Ethos, a principal referência nacional sobre o tema, busca perenizar a experiência na troca de conhecimentos com o meio universitário, publicando a obra "Responsabilidade Social das Empresas". O resultado constitui material de referência de surpreendente qualidade e notável comprometimento, leitura obrigatória para empresários, consultores, universitários, profissionais e qualquer cidadão antenado com as novas tendências empresariais no mundo contemporâneo. O livro apresenta doze trabalhos autônomos, selecionados como finalistas do prêmio Ethos Valor e oferecem uma visão bastante abrangente sobre conceitos e práticas, estratégias de comunicação e marketing da empresa socialmente responsável e, ainda, alguns cases exemplares da atuação responsável de empresas em relação ao meio ambiente. Contatos para aquisição da obra com Leda Rita Cintra, da coordenação de divulgação e marketing da editora paulista, pelo 11-3816-0699 ramal 25 ou leda@editorapeiropolis.com.br . |topo| |
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“Pesquisa realizada durante o encontro Verge Digital Summit (http://verge.ogilvy.com.br), promovido pela OgilvyOne em junho em São Paulo, mostrou que nos últimos cinco anos o consumidor mudou hábitos e práticas de 79% das 94 empresas que participaram do evento. Outros 15% disseram que foi a sua empresa que mudou o comportamento do consumidor. E para apenas 6% da amostra tudo permaneceu como antes. Capturados entre 250 executivos de companhias, como Google, Cargill, Intelig, Yahoo, Philips, Vivo e Sky, os dados comprovam que a convergência das mídias vai fazer com que o consumidor controle cada vez mais a presença das marcas na sua vida. “Antigamente, planejávamos a freqüência, cobertura e exposição da marca por meio das mídias tradicionais. Hoje, as pessoas têm acesso a tecnologias capazes de distanciá-las de certos tipos de propaganda. Estamos acompanhando a velocidade com que esse processo se prolifera e nos preparando para adequar as nossas estratégias a essa nova realidade”, diz Renato de Paula, diretor geral da OgilvyOne Brasil e diretor regional da OgilvyOne América Latina.
Os hábitos de compra apontam mudanças. Nos últimos seis meses, 60% da platéia do Verge, por exemplo, realizou mais de três compras via e-commerce. “Os meios digitais mudaram o perfil das empresas de varejo. A internet permite o avanço do e-commerce e também é utilizada como ferramenta para estimular debates, participar de ações especiais, enfim, aproximar a marca do seu público-alvo”, destaca o diretor.
Novas oportunidades - O País já começa a receber o lançamento de serviços de leitura de código de barras por meio do celular. Essa tecnologia funciona a partir da câmera fotográfica. O consumidor tira uma foto do código, seja na máquina, seja num anúncio publicitário, que vai direto para um site mobile, e efetua a transação. Outra tecnologia permite que o consumidor cadastre contas bancárias e o cartão de crédito num provedor. Para comprar um produto, a pessoa deve ligar para um número que aparece no local e digitar um código pessoal. Um comando informa que a transação foi aprovada e pede a aproximação do celular, que é conectado à máquina por meio de um som antifraude. A conta é, então, debitada do banco ou do cartão de crédito.
Além do mobile marketing, há ainda tecnologias “Wireless” (como Bluetooth e Wifi) que vão fazer com que aparelhos eletrônicos falem entre si sem a necessidade de cabos ou fios e permitirão também que estejam conectados à internet. As oportunidades para a propaganda são inquestionáveis, já que há uma variedade de novos canais de comunicação como, por exemplo, enviar cupons de desconto por intermédio de um forno microondas.
A TV Digital também anuncia grandes mudanças. Tecnologias como o PVR (Personal Vídeo Recorder), por exemplo, são fontes de grandes discussões entre os publicitários por provocar alterações expressivas no meio mais tradicionalmente constante no plano de mídia das marcas, a TV. A tecnologia coloca a soberania dos comercias de 30 segundos em xeque ao permitir que o telespectador possa personalizar sua programação, eliminando os filmes publicitários de sua própria grade. Mas o que pode parecer uma ameaça, para a Renato surge como uma oportunidade. “O telespectador pode buscar seu filme preferido na programação, ou também buscar os comerciais que lhe interessem, quando quiser”, explica. Nos Estados Unidos, montadoras já estão implementando ações desse tipo que, de acordo com Renato, poderão ser feitas também a partir do acesso a banda larga no celular.
Varejo - Os 5,7 milhões de e-compradores brasileiros gastaram R$ 4,4 bilhões pela internet no primeiro trimestre de 2007, um crescimento de 57% |
com relação ao mesmo período do ano passado, segundo estudo feito pela E-Consulting e Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). O varejo é um dos setores mais impactados pela convergência das mídias, pois abre possibilidades para fortalecer operações de e-commerce e ainda possibilita a utilização da internet, por exemplo, como ferramenta para o fortalecer o relacionamento da marca com o seu target.
Impacto na propaganda - Renato de Paula lembra que, há alguns anos, a mala direta e o processamento de dados eram as principais ferramentas utilizadas para estabelecer um contato direto com o consumidor. Com a internet, o marketing de relacionamento ganhou espaço pela possibilidade de usar, por exemplo, mensagens eletrônicas como uma poderosa arma para o fortalecimento das marcas.
Era só o começo. No rastro do aprimoramento dos e-mails veio a expansão da banda larga, o surgimento de novas capacidades de utilização da internet, como o search marketing e os advergames, e a possibilidade de se ter dados, vídeo e voz num só aparelho. Essa última inovação transformou o celular num dos mais poderosos canais de negócios mundialmente. No Japão, por exemplo, já é comum pagar contas simplesmente aproximando o aparelho do código de barras dos produtos ou mesmo na catraca do Metrô. É o dinheiro digital. Esse hábito deve se alastrar em breve também no Brasil, ajudando a aumentar a base de celulares existentes por aqui, volume que hoje soma mais de 100 milhões de aparelhos.
Pesquisa da OgilvyOne dos Estados Unidos mostra que, até 2020, 80% das mídias serão digitais. Duas décadas podem parecer distantes, mas essa é uma previsão que já diz muito sobre os dias atuais e quebra um dos conceitos mais tradicionais da propaganda. O mundo digital derrubou as linhas do setor. Não existe mais above the line e bellow the line. Hoje, o poder de algumas ações de awareness na internet é tão grande que não se pode mais classificar o marketing digital como bellow the line. “A revolução digital, a segmentação da mídia e a mudança nos hábitos dos consumidores anuncia uma nova fase no setor de comunicação. Os consumidores escolhem o que querem ver, como e quando. Eles estão no controle e isso é perfeito para o marketing de relacionamento”, explica Renato de Paula.
Hoje, a certeza de que é o consumidor quem lidera o processo de comunicação obriga cada vez mais as agências a se prepararem para acompanhar as preferências e hábitos do target dos clientes. A quantidade de dados sobre hábitos de consumo e as possibilidades de segmentação atingem em cheio o centro das discussões entre os principais profissionais da área nos últimos anos. “A mensagem tem que ser relevante, pertinente e, sobretudo, permitida pelo consumidor, seja qual for a possibilidade ofertada pelo mundo da tecnologia”, afirma o diretor-geral do Grupo OgilvyOne Brasil. Os jovens, por exemplo, estão cada vez mais avessos à simples comercialização de produtos e serviços. A marca precisa ter relevância no contexto das novas gerações para poder ser bem-sucedida junto a esse público.
A primeira edição do Verge - Digital Summit foi realizada em Nova York, em junho de 2004. O objetivo foi preparar os profissionais para liderar o processo de digitalização e entender o seu impacto nos hábitos de consumo dos consumidores mundialmente. “A única certeza que temos é que a indústria do marketing no século XXI estará em constante mudança”, diz Carla Hendra, presidente da OgilvyOne North America. “Acreditamos que a velocidade das mudanças será cada vez maior, especialmente porque as tecnologias digitais e as possibilidades para o marketing são irrestritas. As tecnologias digitais vão estar no centro da vida das pessoas e dos negócios mundialmente”, complementa Hendra.
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“O XIX Congresso Brasileiro de Relações Públicas CONBRARP, com o tema Relações Públicas e suas Múltiplas Frentes de Atuação, acontece nos dias 01 a 03 de novembro de 2007 no Hotel Parque dos Coqueiros em Aracaju/SE.
A análise, a discussão e a proposição de soluções para o enfrentamento e para a superação de desafios na área de Relações Públicas e Comunicação Organizacional, assim como, a atualização sobre a produção da academia e do mercado sob o viés do bem estar social e da saúde do meio ambiente é o foco do evento promovido pela Associação Brasileira de Relações Públicas - ABRP, que deve reunir profissionais, estudantes e pessoas ligadas à área em torno de uma construtiva e prazerosa confraria científica.
A décima nona edição do Congresso, que em 1993 e 2002, quando teve Aracaju como sede, registrou excelentes resultados e elevado índice de satisfação dos seus quase 600 participantes, terá como tema central os mercados especializados e as atividades de relações públicas e comunicação organizacional desenvolvidas para estes mercados, apresentadas por profissionais brasileiros por meio de conferências, painéis e oficinas. O evento pretende reunir aproximadamente 400 participantes que durante 03 dias estarão em plena convivência trocando suas experiências. Ainda dentro do XIX Conbrarp acontecerão as reuniões da Associação Brasileira de Relações Públicas, Assembléia Geral dos Sócios, e a reunião do Conselho Federal de Relações Públicas.
Programação |
. Produção Cultural e as Possibilidades para Relações Públicas, com Prof. Dr. Manoel Marcondes Machado Universidade Federal do Rio de Janeiro Cursos
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