Boletim nº 171/07 Ano XI
Setembro 2007

Leia nesta edição

 

> Mundo-RP em plena atividade
> Últimos dias para inscrições no POP
> Fast News
> Mercado em Movimento
> Estratégia
> RP em Expressão recebe novo artigo
> Belém sedia fórum de RP e Comunicação Empresarial
> Os apóstolos da marca
> Conheça as marcas de atitude
> Levantamento analisa imagem das montadoras na web
> As principais causas de insatisfação dos consumidores no varejo
> Os consumidores querem testar
> ERERP vem aí
> Revista completa 14 anos de circulação
> Como construir um bom assunto para campanhas de E-mail Marketing
> Encantadores de Clientes
> Consumidores esperam mais
> Aprendendo a espremer a laranja
> Behavioral Target cresce nos EUA
> Lovermarks: o futuro além das marcas
> Educação é prioridade para consumidores
> Atue no terceiro setor com seriedade
> O consumidor está no poder
> Conbrarp oficializa programação

Novos Cadastrados

Neste último mês, sejam bem-vindos a nossa comunidade: os universitários Cíntia Luna (Belém/PA), Anderson Bueno (São Paulo/SP), Daiane Oliveira (Gravataí/RS), Maria Francineide Fernandes (Aparecida de Goiânia/GO), Donato Vieira (Atibaia/SP), Lauria Bonzanini (Lajeado/RS), Joice Xavier (Diadema/SP), Marina Siliprandi (Santos/SP), Cinthia Santos (Tremembé/SP), Juliana Araújo (Bom Jesus dos Perdões/SP), Bianca Argenta (Rio de Janeiro/RJ), Karina Peral (Atibaia/SP), Kamille Chagas (São Paulo/SP), Laressa Magalhães (Santo André/SP), Paulo José da Silveira (Atibaia/SP), Caroline Braga (Guarulhos/SP), Yasmim Romano (São Paulo/SP), Maria Siliprandi (Santos/SP), Joice Xavier (Diadema/SP), Ricardo Pinheiro (São Paulo/SP), Emanuella Santos (João Pessoa/PB), Adriana Gomes (Porto Alegre/RS), Tiago Cord (Porto Alegre/RS), Flávia Costa (São José dos Campos/SP), Bianca Zanini (Curitiba/PR) e Christina da Silveira (Porto Alegre/RS). Tambem os relações públicas Alexsander Mendes (Brasília/DF), Maria Gorette Araújo (Aracaju/SE), Patrícia Barreros (Santo André/SP), Ludmila Mendes (Londrina/PR) e Liliane Borlone (São Paulo/SP). E ainda a jornalista Thaís Croitor (Atibaia/SP) e a gestora ambiental Luciana Moraes (Duque de Caxias/RJ).


 

Estratégia

Discussões nas empresas para definir a melhor estratégia de comunicação, seja ela direcionada ao cliente externo ou interno já virou rotina, mas nem sempre essas discussões são baseadas em pesquisas e conceitos reais. Com o objetivo de abordar as questões fundamentais da comunicação, a Paulus Editora (www.paulus.com.br) lança o livro O que é comunicação estratégica nas organizações?. A obra aborda as questões da comunicação na sociedade contemporânea aliadas à globalização e seus impactos nas organizações. Empresas de grande porte fizeram parte da pesquisa, na tentativa de identificar processos práticos que confirmam um contato entre a organização e os colaboradores internos, com os limites adotados. A diferença entre a necessidade das empresas e a expectativa dos colaboradores, a falta de agilidade e credibilidade nas informações decisivas também podem prejudicar esse processo.
Autoras - Ivone de Lourdes Oliveira é doutora em Comunicação e Cultura (UFRJ), diretora e professora da Faculdade de Comunicação e Artes da PUC-Minas, e pesquisadora da comunicação organizacional. Já Maria Aparecida de Paula é Especialista em Planejamento de Comunicação no CIESPAL- Equador, consultora e professora de graduação e pós-graduação da PUC-Minas.

 

Mundo-RP em plena atividade

 

Quando se trata de compartilhar experiências e fortalecer a profissão de Relações Públicas, através de cases específicos ou do relato de uma trajetória, sempre tem espaço na agenda. E isto não se refere unicamente a mim, Rodrigo Cogo - como editor deste espaço, do portal, da lista de discussão e recentemente nomeado moderador da comunidade Relações Públicas no Orkut - criada pela nossa cadastrada e RP gaúcha Katine Walmrath. Trata-se de uma prática felizmente comum para vários profissionais da área, em suas palestras pelo país, estas sim as verdadeiras campanhas pelo fortalecimento do setor.

Neste ínterim, a partir da chamada feita na edição de agosto do RP em Ação, vários compromissos estão sendo firmados. Ainda no mês passado, participei de palestras na pós-graduação e na graduação da Universidade Metodista de São Bernardo do Campo/SP e na graduação das Faculdades Atibaia/SP. Neste setembro, vou ministrar um curso de 16 horas/aula na Escola Superior de Propaganda e Marketing de Porto Alegre/RS. Em outubro, está agendada palestra na Instituto de Estudos Superiores da Amazônia em Belém/PA, em processo de confirmação de curso em Itajaí/SC e de seminário em Foz do Iguaçu/PR.

Se tiver interesse em alguma atividade semelhante, ou idéias diferentes, basta entrar em contato pelo rodrigo@mundorp.com.br . Ao invés de cobrança habitual de cachês, estou buscando reverter quaisquer remunerações oferecidas para o custeio e funcionamento de nossas comunidades virtuais.

Colaboradores já trabalham
A partir de uma chamada inicial no boletim RP em Ação de julho passado, foram feitas inscrições variadas de interessados para colaborar com a renovação de um espaço específico dentro do portal Mundo das Relações Públicas - as listagens de opções de graduação e pós-graduação e também a listagem de entidades representativas.

Foram nomeados colaboradores oficiais os relações públicas carioca Leonor Donati, paulista Marcus Vinícius Bonfim, e o maranhense João Ricardo Marques, e a universitária paulista Lucimara Silva. Pela divisão de tarefas, abaixo discriminada para que você também possa ajudar nesta tarefa diretamente a cada responsável, acabei também inserido no processo, não somente como gerenciador. Para participar, fale direto com:

ENTIDADES REPRESENTATIVAS
www.mundorp.com.br/centerp/rp.entidades.html
Responsável: Lucimara Silva - contato pelo lucimara@conrerp2.org.br

INSTITUICOES DE ENSINO - GRADUACAO E POS-GRADUACAO
www.mundorp.com.br/centerp/rp.cursos.html

- REGIOES NORTE, CENTRO-OESTE E DISTRITO FEDERAL
Responsável: João Ricardo Marques - contato pelo ricardoterceiro@yahoo.com

- REGIÃO NORDESTE
Responsável: Rodrigo Cogo - contato pelo rodrigo@mundorp.com.br

- REGIÃO SUL
Responsável: Marcus Vinícius Bonfim - contato pelo vinicius@scribacomunicacao.com.br

- REGIÃO SUDESTE
Responsável: Leonor Donati - contato pelo leonordonati@yahoo.com.br


A sistemática está envolvendo checagem geral da atualizacao das informações já existentes, e sua respectiva correção ou acréscimo, em termos de endereço completo, email, telefone, site e nomes e areas de concentracao (dependendo de cada caso); e pesquisa e inclusão de novas instituições (incluindo as opcoes à distância). Foram renovados, nos primeiros dias de trabalho, os estados de Espírito Santo, Piauí e Ceará - caso tenha sugestões ou correções, envie. O prazo de finalização previsto conjuntamente pelo grupo é metade de outubro.

Portal procura programador
Dando continuidade ao processo de renovação visual do portal Mundo das Relações Públicas, completados 10 anos neste 2007, e após o lançamento da versão HTML do enews RP em Ação desde janeiro último - neste caso sob responsabilidade do designer mineiro Adamo Alighieri, estou procurando um profissional de design e programação para remodelar a capa do site.

A intenção é formatar um estilo mais ligado a portal de notícias, com manchetes, pequenas notas, ilustrações e fotografias, dando maior visibilidade à grande quantidade de páginas e informações internas. Num segundo momento, pode ser produzida a mudança das demais seções. Interessados ou indicações, basta escrever para rodrigo@mundorp.com.br .

 

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Últimos dias para inscrições no POP

 

Profissionais, organizações e agências terão até 14 de setembro de 2007 para inscrever seus cases e concorrer à mais tradicional premiação da categoria de Relações Públicas. Em sua 27ª edição, o POP que é organizado pelo Conrerp SP/PR, sob a chancela do Conferp, contemplará projetos elaborados entre novembro de 2006 e a data limite para inscrição.

Considerado o reconhecimento máximo da categoria no Brasil, o POP tem como objetivo divulgar as melhores práticas de Relações Públicas, além de premiar profissionais, organizações e agências que contribuem para o desenvolvimento da atividade, em âmbito nacional. Neste ano, o POP inova mais uma vez criando novas categorias, além de conceder ao melhor projeto experimental - entre os primeiros colocados em cada categoria do Prêmio ABRP 2007 - o Prêmio Especial “Abertura”, como incentivo e valorização aos jovens profissionais.

As categorias nesta edição estão classificadas da seguinte forma: Relações Públicas nas Organizações Públicas; Relações Públicas nas Organizações Privadas; Relações Públicas e o Terceiro Setor; Relações Públicas e Responsabilidade Social; Relações Públicas e a Comunicação Pública; Relações Públicas Internacionais; Relações Públicas e o Meio Ambiente; Relações Públicas na Gestão de Crises; Relações Públicas em Novos Mercados e Empreendedorismo; Relações Públicas nas Universidades.

O POP 2007 traz ainda a terceira edição do “Prêmio Vera Giangrande”, atribuído anualmente ao profissional que tem se destacado pelo desempenho de suas atividades acadêmicas ou profissionais, em prol da valorização das Relações Públicas no Brasil. Os melhores cases do POP 2007 serão homenageados em solenidade pública, que acontecerá na última semana de novembro, em São Paulo.

História - O Prêmio Nacional de Opinião Pública foi criado pelo Conrerp 2ª Região - SP/PR em 1979, tendo sua primeira edição oficial no ano de 1980. Nestes 26 anos, o POP já contemplou mais de 190 cases em diversas categorias. Tem caráter exclusivamente cultural e visa a valorizar o trabalho dos profissionais da área e premiar os cases de sucesso das organizações públicas e privadas e órgãos públicos do País.

Para mais informações e inscrições, fale com Lucimara Silva pelo lucimara@conrerp2.org.br ou nos fones 11-3801-2450, 3872-4020 e 0800 167 853

 

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Marketing Bancário

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) realiza nos dias 18 e 19 de setembro de 2007, em São Paulo/SP, o 4º Semark (Seminário de Marketing). Diretores de marketing de bancos e instituições estarão reunidos com publicitários, agências, promotores de evento, e outras empresas da área para debater as tendências que determinarão as atividades de comunicação e divulgação de todo o setor. Os bancos estão entre os maiores anunciantes do País. Para essa edição, o keynote speaker internacional será Marc Gobé, CEO do Desgrippes Gobe Group, criadora de imagem de marcas. A agência tem sede em Nova Iorque e escritórios em Paris, Bruxelas, Tóquio e Seul. Gobé criou estratégias de marcas emocionalmente induzidas para clientes como Coca-Cola, IBM, Victoria´s Secret, Godiva e Starbucks. Também estão confirmados no Semark os vice-presidentes e diretores de marketing de alguns dos maiores bancos do Brasil, como o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, HSBC e Unibanco. O evento contará com debates e palestras, que contarão com a presença de executivos como a vice-presidente de marketing da VISA do Brasil, Andréa Pinotti Cordeiro; Ricardo Guimarães, presidente da Thymus Branding; Alejandro Pinedo, presidente da InterBrands Brasil; Paulo Borges, organizador da São Paulo Fashion Week; Alberto Cerqueira Lima, presidente da Copernicus do Brasil; Alexandre Gama, presidente da Neogama; Júlio Ribeiro, presidente da Talent; Alexandre Hohagen, presidente do Google Brasil e Daniel Domeneghetti, presidente da E-Consulting. Mais dados pelo site www.febraban.org.br/semark2007.

 

Eventos

O especialista Paulo Celso de Bruin está divulgando seu consistente calendário de atividades pelo país, com diversas temáticas ligadas ao mundo da organização de eventos. Em setembro, participe dias 1 a 5 em Brasília/DF, dia 13 e depois dias 22 a 24 em São Paulo/SP, dias 15 e 16 em Vitória/ES, dias 29 e 30 em Salvador/BA. Em outubro, procure dias 03 e 04 em Goiânia/GO, dias 06 e 07 em Aracaju/SE, dia 18 em Vitória/ES, dias 20 a 23 em Florianópolis/SC e dias 27 e 28 em Cuiabá/MT. Para o mês de novembro, será dias 07 e 08 em Campinas/SP, dias 10 e 11 em Belo Horizonte/MG, dias 21 e 22 de em Uberlândia/MG e dias 25 e 26 em São Paulo/SP. Informações detalhadas pelo www.paulobruin.com.br, ou fone 11-5583-1620 e email paulo@paulobruin.com.br . Nas cidades de Brasília, Vitória, São Paulo e Goiânia os cadastrados do Mundo-RP ganham 15% de desconto.

 

Web 2.0

Dos blogs e wikis ao uso de SEO e SEM, a web 2.0 abre um mundo de oportunidades para as empresas. No dia 17 de setembro, a INFO vai reunir em São Paulo os principais nomes que estão conduzindo a transição para a nova geração da internet no Brasil. É o seminário Web 2.0 no Brasil - Desafios e Oportunidades para os Negócios, que acontece no Hotel Blue Tree Towers, no Morumbi, das 9 às 18 horas. A mesa de abertura vai discutir o tema "O internauta faz a web" e conta com a participação de Fernando Madeira, diretor-geral do Terra América Latina, Joyce Jane, gerente-geral de internet da Infoglobo, e Carlos Nepomuceno, professor do Coppe/UFRJ e coordenador do Instituto de Inteligência Coletiva. Para discutir "A nova publicidade - os links patrocinados", a INFO convidou Guilherme Ribenboim, presidente do Yahoo! Brasil, Osvaldo Barbosa de Oliveira, country manager do Microsoft Online Services Group no Brasil, e Roberto Grosman, gerente de AdSense do Google para América Latina. Alexandre Hohagen, presidente do Google no Brasil, vai falar sobre "O Google e a Web 2.0". Blogs, wikis, mashups, Second Life, redes de relacionamento, SEO e SEM, mapas e a tecnologia da web 2.0 são outros dos assuntos que serão discutidos no evento. Veja a programação completa ­ e como se inscrever ­ no endereço www.info.abril.com.br/seminarioweb20.

 

Mundo do Marketing

Executivos das maiores agências especializadas em marketing estarão juntos para mostrar as melhores práticas e casos de sucesso nas áreas de marketing de relacionamento, direto, promocional e digital. Eles se reunirão no Workshop Mundo do Marketing, com data marcada para acontecer nos dias 26 e 27 de outubro de 2007, das 9h às 16h30, no Hotel Merlin Copacabana, Rio de Janeiro/RJ. No primeiro dia, o presidente da Sun MRM Worldwide, Flavio Salles, e Pio Borges, conselheiro e consultor estrategista da R.epense e ex-presidente da Associação Brasileira de Marketing Direto (Abemd) falarão sobre marketing direto. Sobre marketing digital, os convidados são Rissoleta Miranda, presidente da Addcomm, e Bruno Dreux, sócio-diretor da Publicidade Interativa. Para mostrar como desenvolver as melhores estratégias de marketing de relacionamento, o site Mundo do Marketing destacou, para o segundo dia, Silvana Torres, sócia-diretora da Mark UP, e Bernardo Canedo, sócio-diretor da DTM Marketing de Relacionamento. Já sobre marketing promocional, participam do workshop Marcelo Heidrich, presidente da Ponto Brand Promotion, e Fernando Figueiredo, presidente da Bullet. As inscrições estão abertas no www.mundodomarketing.com.br .

 

Blog2.0

Hoje, vivemos um período semelhante ao da bolha das empresas “dot com” que surgiu em meados de 1990, com a popularização da Internet. O termo do momento é Web 2.0, e ele remete a conteúdo colaborativo, usuários atuando como produtores de informação e anônimos tornando-se verdadeiras “celebridades” e formadores de opinião na Internet. Os Blogs têm uma grande participação neste processo, pois passaram de simples diários virtuais para poderosas ferramentas de marketing e comunicacão utilizados por grandes empresas e personalidades. Temas de importantes reportagens impressas, capas de revistas e objeto de estudo de especialistas, os blogs estão causando uma verdadeira revolução no modo de pensar e agir das pessoas, agrupando-as em comunidades e, por que não, construindo suas personalidades. O evento de comunicação digital Blog 2.0 chega a São Paulo/SP no dia 22 de setembro de 2007 com uma programação objetiva e produtiva para debater e conhecer a fundo as ferramentas existentes para criação dos Blogs, bem como sua manutenção. Durante o Blog 2.0, os participantes poderão conhecer a história dos blogs e suas principais funções, além de aprender como publicar um blog na internet, mantê-lo atualizado e divulgá-lo a fim de obter retornos por meio de visitas e até financeiramente. Serão apresentados alguns estudos de casos para comprovar a eficácia destes novos veículos de comunicação e, ainda, os participantes sairão do evento com uma conta de hospedagem gratuita por 3 meses na Plugweb Internet (patrocinador do evento) para testar os gerenciadores de conteúdo de blog, construir sua presença online e espalhar suas idéias. Mais no www.blog20.com.br .

 

Comunica

A 1ª Feira de Comunicação Capixaba acontecerá entre os dias 1º e 4 de outubro de 2007, no Centro de Convenções de Vitória/ES. Promovido pelo Sindicato das Agências de Propaganda do Espírito Santo, o evento servirá como palco de palestras e debates entre os profissionais de mídia e publicidade, além de contar, também, com uma exposição de produtos e serviços de mídia e de comunicação. Durante a feira, para a qual é esperada a participação de sete mil pessoas, também será possível acompanhas, por meio de uma transmissão via satélite, toda a movimentação dos seminários, fóruns e todos os acontecimentos da 17ª edição do MaxMídia Sat, evento de Comunicação que acontecerá, simultaneamente, na cidade de São Paulo/SP. Maiores informações no www.sinapro-es.org.br .

 

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Mercado em Movimento

 

Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento.  Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:



>A relações públicas Jeanne Lina partiu para novos desafios profissionais. Trocou Santa Maria/RS por Brasília/DF. Desde 2005, atuava como diretora de relações internacionais da Secretaria de Captação de Recursos e Relações Internacionais da Prefeitura da cidade gaúcha, e foi para a Associação Brasileira de Municípios na capital federal, no setor de eventos e relações internacionais. Contato: jelina_it@hotmail.com.

>A relações públicas paulista Daniela Trolesi, graduada pela Metodista, foi contratada pela consultoria Accenture. Contato: daniela.trolesi@accenture.com .


Parceiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

RP em Expressão recebe novo artigo

 

Em 2004, a Associação Brasileira de Normas Técnicas ­ ABNT editou a NBR 16001, primeiro documento normativo a estabelecer requisitos para um Sistema da Gestão da Responsabilidade Social e principal referência para a certificação desse tipo de sistema de gestão, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade - SBAC. A norma ABNT NBR 16001:2004 - Responsabilidade Social - Sistema de Gestão - Requisitos, reúne um conjunto de requisitos associados à ética, cidadania, direitos humanos e desenvolvimento sustentável e foi elaborada de modo a ser aplicável a todos os tipos e portes de organizações ajustando-se às diferentes condições geográficas, culturais e sociais do país.Trata-se de uma norma elaborada para a realidade do Brasil, de modo a se adaptar a qualquer escopo de atuação e porte organizacional.

Nesta tentativa de tornar a norma abrangente a qualquer organização, houve generalização e subjetividade em seus requisitos, o que a tornou complexa no que tange sua implementação, exigindo competência do gestor e auditor em áreas como a Sociologia, Legislação Brasileira e Convenções Internacionais, Gestão de Pessoas, Ética e Gestão Empresariais.

  Pode-se dizer que o maior objetivo da norma está em influenciar boas práticas em todas as partes interessadas à organização, principalmente clientes e fornecedores. Vê-se claramente esta exigência nos requisito 3.4.2 Comunicação - quando a norma prevê a implementação e manutenção de procedimentos para o recebimento, documentação e resposta às comunicações pertinentes das partes interessadas externas.

Este é o tema do artigo “ABNT NBR 16001:2004 ­ Desafios e Oportunidades” incluído recentemente na seção RP em Expressão, acessível a partir do link Pra Entender RP do portal Mundo das Relações Públicas, de autoria da nossa cadastrada, gestora ambiental Luciana Peixoto Moraes, que é professora da UNIG e FunCEFET na disciplina Responsabilidade Social Corporativa nos cursos Superior de Tecnologia em Gestão e Planejamento Ambiental e MBA em Gestão Ambiental, respectivamente, e é Diretora de Treinamentos da empresa Dinâmica da Terra Serviços Ambientais Ltda ­ primeira empresa no Brasil a receber apoio tecnológico do INMETRO no que tange a implementação da Norma ABNT NBR 16001:2004.

Qualquer cadastrado pode enviar sua contribuição para o espaço. Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br, numa média de 30-50 linhas, com pequeno descritivo do autor ao final, bem como email de contato.

 

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Frase do Mês


"Vim para quebrar os relógios deste tempo que insiste em dar voltas sobre ele mesmo"

por Moacyr Félix

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Belém sedia fórum de RP e Comunicação Empresarial

 

Os alunos do 5º semestre de Relações Públicas e a Coordenação do curso de RP do Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (www2.iesam-pa.edu.br), estão organizando o II Fórum de Relações Públicas e Comunicação Empresarial do Iesam: "Um Olhar Para o Futuro". O evento, com o objetivo de valorizar a profissão de RP no estado, está marcado para os dias 4 e 5 de outubro de 2007 no navio cedido pela SETRAN (Secretaria de Transporte do Estado do Pará) às margens do Rio Guamá, no porto da Estação das Docas em Belém/PA. São esperadas 300 pessoas.

As atividades acontecem entre 8h30min e 18h, prevendo também passeio fluvial e apresentação de

 grupo folclórico regional. A intenção dos organizadores é promover a difusão das várias vertentes que o próprio curso proporciona, constadado o aumento na absorção de egressos, e também o conhecimento adquirido por novas idéias e propostas por meio da troca de informações, oportunidades e experiências .

Foram convidados Flávio Ferreira - Relações Públicas e Delegado Regional do CONREP; Guarany Junior - Diretor de Marketing das Organizações Rômulo Maiorana; Lucio Flávio Pinto - Editor do "Jornal Pessoal"; Paulo Clemen - Relações Públicas e autor de "Como Implantar uma área de Comunicação Interna - Nós, as Pessoas, fazemos a Diferença"; e Rodrigo Cogo - Relações Públicas gerenciador do portal Mundo-RP. Mais dados pelo valeriawasconcelos@hotmail.com .

 

 

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Os apóstolos da marca

 

"Senhor, infelizmente eu não sei responder essa pergunta. Eu não sou dessa área". Certamente você já ouviu uma resposta deste tipo quando questionou o funcionário de uma empresa sobre determinado produto ou serviço. O consumidor fica sem respostas e a empresa perde pontos, se não perder o cliente. O professor e consultor de branding, Augusto Nascimento, acredita que ter colaboradores que defendam e estejam engajados pela empresa é a primeira premissa para criar uma marca forte. Ele, em parceria com estudioso de marketing e publicidade Robert Lauterborn, lançou em agosto o livro "Os 4 Es de Marketing e Branding" pela Editora Campus.

"Uma marca é formada por várias comunidades, mas a primeira que deve existir é a comunidade interna, ou seja, aquela que é composta pelo grupo de pessoas que trabalham para ela, conhecem os percalços da criação, o desenvolvimento e todos os processos de negócios da empresa", explica. Quando uma pessoa passa a acreditar em uma marca e passa a fazer parte da comunidade que a admira, cria-se um valor intangível para a empresa que reflete diretamente nos ganhos.

Porém, Nascimento afirma que se o RH, em parceria com o departamento de marketing, tiver uma postura do século XX, em que o foco é apenas selecionar e treinar colaboradores, a empresa perde competitividade. "Nesse caso, cria-se um time frouxo que não está preocupado em preservar a marca de sua empresa. Os profissionais de marketing precisam fazer com que as pessoas sejam um exército da marca".

Para fazer isso, as empresas precisam investir no famoso endomarketing, em que trabalham a satisfação do funcionário para que ela possa ser revertida em bons negócios para a empresa. "Nós gostamos de chamar o endormaketing de entusiasmarca, que é um trabalho de criar um cenário em que haja transparência nos processos, um ambiente de trabalho produtivo e aberto, ou seja,

tudo o que pode transformar o funcionário em um defensor da marca. Quanto mais apóstolos você tiver, mais seguidores você terá", afirma o executivo. Este é o primeiro "E" do marketing: Entusiasmar pessoas.

Neste caso, o funcionário passa a acreditar na marca e ter a idéia de que a empresa que ele trabalha vende um produto que é realmente relevante ao consumidor. O grande problemas é que muitas empresas caem no erro de acreditar que o importante é criar ganho para os acionistas ou para donos do empreendimento. Segundo Augusto Nascimento, para ser competitiva a empresa precisa mudar sua abordagem de forma a enriquecer a todos. Isso faz com que haja um alinhamento de interesses entre diretoria, empregados e acionistas e toda a equipe passe a mesma mensagem para o público. O professor exemplifica: Ele diz que uma determinada empresa do mercado oferece um percentual de 12% dos lucros aos funcionários a cada seis meses. Segundo ele, isso faz com que todos, independentemente da área, assumam a responsabilidade sobre os lucros. Este é o quarto "E" do marketing: Enriquecer a todos.

O segundo e terceiro "E" do marketing, de acordo com Nascimento são: Encantar o cliente e Enlouquecer os Competidores, respectivamente. Para que esses dois sejam cumpridos, o trabalho com o colaborador precisa ser eficiente, só assim ele vai ter idéias e ações para deixar o concorrente preocupado e uma postura que encante o consumidor final.

Mas como fazer tudo isso na prática? Nascimento afirma que não há uma fórmula pronta e que o plano de ação depende muito da estratégia e da cultura da empresa. "É necessário criar modelos específicos que se adequem a realidade de cada empreendimento, mas com a premissa única de que a comunidade interna precisa ser beneficiada", completa.

As empresas precisam também definir claramente sua visão e missão. "Falta planejamento estratégico para muitas empresas, o que dificulta a visão do próprio funcionário sobre a marca", diz. Além disso, o professor afirma que há duas formas de gerir uma empresa: uma delas divide a empresa em pequenas tarefas e as pessoas estão inseridas em pedaços do processo, a outro, leva em consideração a importância do trabalho em equipe e da comunicação interdepartamental.

 

 

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Conheça as marcas de atitude

 

“Investimentos em patrocínio respondem por 21% da verba de comunicação das maiores empresas e anunciantes do País. É o que aponta a pesquisa “As atitudes de marca nas maiores empresas do país”, apresentada na quinta edição do Com:Atitude, evento sobre ação e comunicação de marcas. A pesquisa é realizada no universo das 500 maiores empresas, os 100 maiores bancos e 300 maiores anunciantes do Brasil.

O objetivo central da pesquisa foi investigar como as empresas estão agindo, falando e se envolvendo com seus públicos. “Buscamos identificar os motivos, investimentos, critérios e processos de ação e comunicação institucional e mercadológica das marcas para entender como o mercado está se posicionando e, assim, propagar tendências e ações diferenciadas”, afirma Alexandre Borges, sócio da Significa, agência responsável pelo evento e pelo planejamento da pesquisa. Um dado significativo levantado no estudo foi que para 80% dos entrevistados o retorno das ações de atitude de marca está crescendo, enquanto que para 14% ele continua estável e apenas 5% da amostra entende que o retorno está diminuindo. As áreas em que as empresas desenvolvem ações são: social (95% das empresas; a área teve o maior aumento de investimento este ano); cultural (76%); ambiental (74%); esportiva (49%), entretenimento (39%); e comportamento (19%).

A pesquisa apontou também quais públicos em potencial as empresas esperam atingir. Em primeiro lugar, destaca-se a comunidade da região onde a empresa está inserida; seguida por ações que sejam direcionadas a colaboradores e funcionários, clientes e consumidores. Nenhum tipo de indicador para medir o retorno de investimento em ações de atitude é utilizado por 49% dos entrevistados. “Isso acontece porque o patrocínio normalmente vem associado a outras ferramentas de comunicação, como publicidade e promoções, e uma grande parcela das empresas não sabe ainda como isolar as ações de atitude para verificar seu grau de eficácia” afirma Alexandre Borges.

Em terras de Tio Sam - O seminário Com:Atitude contou este ano com a presença de Jim Andrews, vice-presidente do IEG, principal organização de pesquisa, consultoria, análise e treinamento em patrocínio do mundo. Ele apresentou um estudo sobre quanto

 e como as empresas americanas investem em patrocínio empresarial, fazendo um paralelo com a pesquisa realizada com as maiores empresas brasileiras.

Enquanto a taxa de crescimento das ações de patrocínio nos Estados Unidos foi de 10% em 2006, as ações de promoção de venda, em contrapartida, cresceram apenas 3% nos últimos três anos. “A tendência é que esse número aumente ainda mais, porque as empresas estão percebendo que as ações de patrocínio representam um ganho adicional no que tange às ferramentas de comunicação convencionais”, afirma Jim Andrews. De acordo com a percepção dos americanos, as empresas que mais investem em ações de atitude de marca são as empresas de bebidas não alcoólicas (36%), bancos (31%), empresas automotivas (30%), empresas de cerveja (22%) e empresas de comunicação (22%). As marcas que mais se destacam no imaginário popular são Pepsi e Coca-Cola, ambas com 12%.

Para 53% das empresas norte-americanas, o retorno das ações de patrocínio cresceu; 24% das empresas não sabem mensurar; 21% acreditam que continua da mesma forma; e apenas 4% avaliam que o retorno diminuiu. Os principais objetivos dessas ações são: reforçar a lealdade do público à marca, criar consciência e visibilidade, e mudar ou reforçar a imagem. “As empresas sempre se preocuparam em criar consciência e visibilidade. As ações de patrocínio não servem apenas para estampar a imagem da marca na cara das pessoas. Se o objetivo principal for apenas gerar impacto junto ao consumidor, o patrocínio não é a melhor opção; neste caso, é mais apropriado investir em propaganda”, afirma.

Segundo dados do IEG, o mercado mundial de patrocínio já movimenta cerca de US$ 28 bilhões, sendo que US$ 14,9 bilhões são investidos na América do Norte, US$ 10,6 bilhões na Europa, US$ 7,4 bilhões no Pacífico, US$ 3 bilhões na América do Sul e Central, e US$ 1,8 bilhão em outras regiões. Jim Andrews apontou os sete passos para o sucesso em ações de patrocínio. Seriam eles: identificar o público e seus interesses, definir quais os valores da empresa, fazer uma ampla análise do mercado, determinar os benefícios que se pretende alcançar, envolver o público interno, estabelecer um plano de ações e, finalmente, determinar métricas para avaliar o resultado. Comparando com os dados brasileiros, percebe-se que o problema de mensuração de resultados das ações de atitude de marca ocorre lá também. “Apesar de o mercado norte americano de patrocínios estar na frente do brasileiro, em termos de valores investidos, a mensuração também é um problema”, conclui.

 

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Levantamento analisa imagem das montadoras na web

 

O IC Digital Index/ Setor Automotivo do mês de julho, levantamento que envolve 2.255 blogs e mais de 5.900 comunidades do Orkut, apontou que, das nove maiores montadoras que possuem fábrica no Brasil, a Honda obteve no último mês a melhor imagem entre os internautas brasileiros. O levantamento é elaborado pelo IC Digital, núcleo da agência de comunicação Imagem Corporativa, e, nesse setor, é realizado mensalmente desde março de 2007. Juntos, os 5 estudos abrangem a análise de mais de 15 mil blogs e 10 mil comunidades no Orkut, as chamadas “redes sociais” da web.

Presente em 246 blogs e mais de mil comunidades no Orkut, que somam 22 mil membros, a Honda, montadora japonesa, é frequentemente associada na web a um alto padrão de qualidade. A Toyota, também japonesa e que no primeiro trimestre de 2007 tomou da General Motors a liderança mundial do setor automotivo, é a segunda marca mais admirada pelos internautas: no universo de 289 blogs e 715 comunidades do Orkut que trazem comentários sobre a montadora, a durabilidade de seus veículos e sua equipe de Fórmula 1 foram os assuntos que renderam os melhores comentários. Já a Chevrolet ficou com a terceira melhor imagem na web, por conta de sua presença freqüente em blogs. Nos 377 posts que abordaram a montadora predominaram comentários sobre sua liderança na vendas de modelos sedans econômicos no primeiro semestre de 2007.

Durante os cinco últimos meses do levantamento foi possível observar oscilações e destaques na imagem das montadoras na web. Desde o início do estudo a Honda se mantém na liderança do índice, desfrutando todos os meses da melhor imagem em blogs e comunidades virtuais. A montadora é a única que nunca recebeu comentários negativos dos internautas. Já a Toyota, atual segundo lugar no índice, esteve na sétima posição no mês de abril. A conquista da segunda melhor colocação se deu pelo aumento de 12% na quantidade de comentários positivos em blogs e 16% no Orkut.

A Fiat, que no mês de março era a terceira montadora com melhor imagem na web, de acordo com o IC Digital Index, em julho caiu para a oitava colocação.

A mudança se deu, principalmente, por conta da alta freqüência de comentários negativos sobre as concessionárias da montadora nas 13 comunidades negativas do Orkut sobre a Fiat. Entre as nove montadoras analisadas, a Fiat é a que reúne o maior número de membros em comunidades negativas do Orkut. A Volkswagen, que esteve em segundo lugar no índice no mês de maio, em julho caiu para a nona posição. O principal motivo foi a baixa presença em comunidades do Orkut ­ somente 184, enquanto a média das demais montadoras é superior a 500 comunidades.

Já a Peugeot, que esteve em oitavo lugar em março, subiu para o quarto lugar nos meses de junho e julho. Durante os cinco meses foi possível observar uma redução nos comentários negativos, em blogs e comunidades do Orkut, sobre a manutenção e durabilidade dos veículos da montadora. A Chevrolet, que esteve em sétimo lugar em maio, alcançou em julho a terceira posição. A melhora na imagem se deu pelo aumento de 13% nos comentários positivos em blogs sobre o lançamento de modelos ‘Flex’, liderança em vendas de sedans econômicos e a diminuição no número de comunidades negativas do Orkut. O patrocínio do filme ‘Transformers’ também foi foco de comentários positivos na web.

A Ford, que esteve em segundo lugar no índice em maio, caiu para sexto em julho. Apesar de contar com uma presença significativa em blogs e comunidades do Orkut, os comentários sobre a performance da montadora no primeiro semestre foram responsáveis por 18% das críticas dos internautas em blogs e por um crescimento de 13 para 45 comentários negativos nas comunidades do Orkut que abordam a montadora. Durante os últimos cinco meses, os assuntos abordados com maior freqüência pelos internautas foram a manutenção dos veículos, o atendimento das concessionárias, o lançamentos de novos modelos e os preços dos veículos.

 

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As principais causas de insatisfação dos consumidores no varejo

 

Quando o cliente de varejo passa por uma experiência fria e impessoal, o sucesso da empresa pode ficar comprometido. E, na maior parte das vezes, isso ocorre devido a problemas no atendimento. Dificuldade para encontrar um vendedor, atendimento rude e longas filas no caixa foram as três principais causas de insatisfação entre os consumidores americanos, de acordo com o recente estudo Shoppers at risk: retail dissatisfaction (Consumidores em risco: insatisfação no varejo), conduzido pela Wharton School of Business, da Universidade da Pensilvânia, e a consultoria The Verde Group.

O estudo, baseado em entrevistas com 1.000 consumidores que freqüentam lojas físicas (lojas convencionais, não virtuais), contém insights sobre o serviço de atendimento e as características que atraem ou “espantam” os clientes. Por exemplo: a idade faz diferença. “Quanto mais jovem você for, mais problemas você tende a encontrar”, observa Paula Courtney, CEO do Verde Group. Segundo a pesquisa, os consumidores com idade entre 18 e 29 anos têm uma probabilidade 66% maior de encontrar problemas em lojas de varejo do que os clientes com mais de 65 anos. As dificuldades mais comuns, enfrentadas pelos consumidores jovens, incluem vendedores que os ignoram, atendentes mais interessados em vender do que em oferecer ajuda necessária, vendedores com pouco conhecimento sobre o produto e desorganização na disposição dos produtos, tornando difícil a sua localização.

A pesquisa, descrita por Courtney como um “termômetro” das principais causas de insatisfação dos consumidores de varejo, identificou diversos outros pontos interessantes e focos de descontentamento. A seguir, destacamos alguns deles:

Consumidores abandonados vão embora ­ A fidelidade corre um risco maior, segundo Courtney, quando os consumidores não conseguem encontrar um vendedor na loja. Esse é um grande problema, pois 33 por cento dos entrevistados que enfrentaram alguma dificuldade no varejo disseram que não foi possível achar um vendedor, quando precisaram de ajuda. O estudo vai além, indicando que 6% de todos os consumidores que freqüentam lojas físicas são perdidos para a concorrência, simplesmente porque não encontraram um vendedor disponível.

Notícias ruins se espalham rápido ­ Um terço dos consumidores que passam por uma experiência ruim contará o incidente a mais quatro pessoas. Cinqüenta por cento dos respondentes decidiram não visitar determinada loja, nos últimos 12 meses, porque souberam da experiência negativa de outra pessoa com aquela loja.

Problemas no atendimento são encarados como ofensa pessoal ­ As notícias sobre uma experiência negativa, em uma loja de varejo, tendem a se espalhar mais quando estão relacionadas a problemas com vendedores. A pesquisa mostra que os clientes são 50% mais propensos a divulgar histórias que envolvem dificuldades com vendedores do que sobre outros itens, como a desorganização das prateleiras, por exemplo.

Mulheres valorizam o conhecimento ­ Enquanto homens e mulheres demonstraram opiniões semelhantes em relação à maioria das categorias de insatisfação, a falta de conhecimento dos vendedores sobre os produtos incomodou bem mais às mulheres, diz Courtney.

Resolvendo o problema ­ De acordo com Courtney, bons vendedores podem melhorar a satisfação do consumidor. O estudo apresenta quatro categorias de vendedores que, quando estão presentes na loja, podem reduzir grande parte das causas de reclamações e aumentar o número de visitas ao estabelecimento:

1. Educador: conhece os produtos da loja e ajuda os clientes a encontrá-los.
2. Social: está disponível, é amigável e demonstra interesse em ajudar.
3. Despachado: faz com que o cliente gaste pouco tempo para comprar ou fazer o pagamento.
4. Autêntico: tem um verdadeiro interesse pelas necessidades e preferências o cliente­ mesmo que para atendê-las ele precise abrir mão de uma venda.

Esses protótipos de vendedores, na verdade, representam competências. O estudo conclui que um vendedor bem-sucedido apresenta equilíbrio entre as habilidades dos quatro grupos de competências. Ao estimular o desenvolvimento dessas habilidades nos vendedores, as empresas de varejo podem diminuir drasticamente os problemas com o pessoal, que afugentam consumidores e seus amigos. Com um melhor serviço, as empresas podem oferecer, também, uma melhor experiência ao cliente.

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Os consumidores querem testar

 

É cada vez maior o número de sabores, produtos, destinos, autores, artistas, serviços, tecnologias... Só não fosse isso, cada vez mais consumidores do mundo todo estão com mais dinheiro para gastar, ao passo que muitos produtos e serviços nunca estiveram tão baratos, desde a televisão - seu preço cai 9% ao ano desde 1998 - à passagem aérea. Mas antes de comprar, o consumidor quer testar, quer ter a certeza de que não irá se arrepender, transformando-se em um "trysumer", em tradução livre, "experimentamidor". A afirmação é da agência de tendências Trendwatching.

É crescente o movimento de alugar em vez de comprar. Sites se especializaram nisso, alugam itens de luxo por alguns dias, desde bolsas da moda a acessórios sofisticados. A experimentação antes da compra nunca esteve tão em alta. O Wal Mart americano permite que o consumidor experimente produtos, de tvs a ferros de passar, a maioria de marcas desconhecidas. Um incentivo a mais para experimentar outras alternativas, e além, ser menos leal às marcas tradicionais. Em tempo: apenas 26% dos compradores americanos de câmeras fotográficas digitais dizem que voltariam a comprar sua próxima câmera da mesma marca no futuro; em 2005, o número era um pouco maior, 35%.

A Nike está se esforçando para não entrar nessa estatística. Furgões recheados com mais de mil pares de tênis Nike estão circulando pela França, Inglaterra, Itália e Espanha, em lugares tradicionalmente freqüentados por corredores, convidando-os para experimentar os modelos. A marca de fraldas Evy Baby, da Turquia, quer atrair a atenção das mães. Montou 22 salas coloridas e agradáveis com trocador e poltrona de amamentar, onde todos os produtos - para uso livre - são da marca.

Na mesma linha, a Procter e Gamble instalou banheiros no coração do Times Square, na Broadway, para divulgar sua marca de papel higiênico Charmin.

A facilidade combinava cabines de banheiros, trocador infantil, estacionamento de carrinhos de bebê, bancos de espera e claro, muita amostra-grátis do papel-higiênico. Mais de 430 mil nova-iorquinos usaram a facilidade. Some à tendência as lojas da Apple, hit em todo mundo - no último quarter de 2006 a rede somou 1.1 bilhão de dólares de receita. Seus aparelhos ficam dispostos de maneira que o consumidor é tentado a usar, brincar e descobrir, até se encantar e abrir a carteira, o que fizeram muitos dos 28 milhões que visitaram uma das 170 lojas da marca nos últimos três meses.

As iniciativas têm em comum a alta relevância, e estão posicionadas de forma certeira. Muitas empresas estão tirando proveito especialmente desse último quesito. Chegaram a conclusão que ambientes como salas de espera, lounges e business centers de hotéis, aeroportos e até de navios-cruzeiro, são ótimos lugares para expor sua marca ao estilo experimente-antes-de-comprar. Distribuem amostras e ganham em troca uma audiência permissiva à intromissão.

Para reforçar a tendência dos "experimentamidores", soma-se um fenômeno que cresceu junto com os sites especializados em trocas e vendas entre consumidores, como o eBay. Há a possibilidade de comprar itens, a princípio, de alto valor, a preços de segunda mão. Com um atenuante: caso não goste do produto, ele pode voltar ao site e anunciar a venda. É mais fácil se desfazer caso depois se canse da compra.

Como particularidade a esse nicho, observa-se a irreparável obsessão do ser humano por novas experiências, pela badalada "primeira vez". Os objetos de consumo se tornaram muito óbvios e monótonos, todos aguardam a próxima novidade. Há enorme paridade dos lançamentos, desde o modelo até sua performance - item que vem ganhando relevância extraordinária. O mesmo não se pode dizer da publicidade. Apenas 13% dos americanos admitem que compram baseados em propaganda, e 6% acreditam que a propaganda diz a verdade. Mais motivos para aderir à nova tendência?

 

 

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ERERP vem aí


Acontece em Bauru/SP, entre os dias 21 e 23 de setembro de 2007, o I Encontro Regional de Estudantes de Relações Públicas (ERERP), em iniciativa de graduandos da Universidade Estadual Paulista (Unesp). O evento tem como objetivo principal promover a integração dos estudantes e contribuir para a discussão sobre a atual formação e atuação do profissional de Relações Públicas, através da troca de experiências, conceitos e visões sobre a profissão para fundamentar a identidade da categoria. Para isso, conta com uma programação participativa, na qual todo estudante de RP pode interagir - como gestor ou como participante - através de oficinas, grupos de discussão e exposição de painéis.

A programação apresenta dois grandes temas para debate: no sábado, a temática “Outras relações”, com a participação de RPs formados recentemente, busca novas perspectivas para o futuro da profissão, incluindo alternativas de atuação profissional e acadêmica. Já no domingo, o questionamento “Quais relações?” procura repensar a profissão e as relações existentes entre universidade, sociedade e mercado no âmbito das RP, contando com a presença de Paulo Nassar (diretor-presidente da ABERJE -Associação Brasileira de Comunicação Empresarial - e professor da Escola de Comunicações Artes, da Universidade de São Paulo ­ ECA/USP), Luiz Alberto Farias (diretor da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação - Intercom, diretor da Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas ­ Abrapcorp, vice-presidente da ABRP-SP - Associação Brasileira de Relações Públicas, e professor da Universidade Cruzeiro do Sul - UNICSUL e na ECA/USP) e Márcio Simeone Henriques (professor titular da Universidade Federal de Minas Gerais, Professor do Centro Universitário de Belo Horizonte e Associado do Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional).

"A profissão de Relações Públicas é relativamente nova e encontra-se em franco desenvolvimento, tanto no campo científico como no mercado e na legitimação de seu caráter social. Neste momento histórico de evolução da profissão, o estudante tem um papel fundamental a desempenhar, refletindo questões antigas, pensando questões novas, propondo mudanças e agindo para que elas aconteçam. Apostando alto no potencial dos graduandos em RP, o ERERP pretende estimular o intercâmbio e a organização de idéias, projetos e estudos, criando um espaço horizontal de interação entre estudantes de diferentes lugares. As inscrições já foram abertas e podem ser realizadas pelo site www.ererp.com.br .

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Revista completa 14 anos de circulação

 

Na metade de agosto, aconteceu o lançamento da 29º edição da RP-Alternativo, revista laboratório dos alunos de Relações Públicas da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), sob a orientação da professora Éllida Neiva Guedes. Houve palestra de Sidinéia Gomes Freitas, sobre o tema “Comunicação integrada: os limites entre a realidade e o mito”.

A RP-Alternativo é uma publicação semestral, com o objetivo de oportunizar aos alunos a vivência de todas as etapas da produção de uma revista, ao mesmo tempo que oferece informações sobre temas das Relações Públicas, Comunicação organizacional e assuntos afins, para estudantes, professores e profissionais. Sua distribuição é feita para os estudantes e professores de Comunicação de São Luís, faculdades e entidades relacionadas de todo o Brasil, assessorias de comunicação de organizações públicas e privadas e entidades de classe.

A edição 29 contém matérias sobre questões contemporâneas como gerenciamento de crise, políticas afirmativas, responsabilidade ambiental, avaliação das universidades, tv digital, além de resenhas de livros e dos trabalhos de conclusão de curso dos graduandos do segundo semestre de 2006 nas três habilitações da instituição.

O site da revista (www.rpalternativo.ufma.br), idealizado pelo ex-aluno Gustavo Santana em seu projeto experimental, em 2004, está sendo atualizado com todas as edições anteriores. Em 14 anos de existência e apesar de toda dificuldade de se produzir um veículo impresso em uma universidade pública, a revista nunca sofreu interrupção em suas edições, o que efetivamente é um mérito.

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Como construir um bom assunto para campanhas de E-mail Marketing

 

É comprovado que o assunto é fator determinante na escolha entre ler, apagar ou ignorar os e-mails, e pesquisas apontam que 35% dos usuários abrem seus e-mails de acordo com o conteúdo do assunto, sem esquecer que você estará sempre competindo para conquistar um pouco da atenção dos usuários com muitas outras mensagens nas caixas de leitura. Usuários domésticos receberm cerca de 35 mensagens/dia, enquanto usuários corporativos recebem cerca de 100. O objetivo principal de escrever um bom assunto é aumentar a taxa de leitura, um dos principais indicadores de resultados das ações de E-mail Marketing. Se seu usuário está lendo, ele está confirmando que recebeu sua mensagem, e está iniciando um relacionamento com sua empresa.

Geralmente ações de Marketing Direto buscam estimular a resposta do usuário, o famoso call-to-action, você envia a mensagem esperando que ele interaja de alguma forma com sua comunicação (geralmente clicando em algum link ou encaminhando para um amigo).

Essas são as primeiras conquistas: converter não leitores em leitores, para depois transformar leituras em cliques; o usuário Recebe -> Lê -> Clica (e com um bom trabalho->clica, clica, clica...)

Mas como fazer a diferença no meio de tantas mensagens? É preciso muita criatividade na elaboração do assunto, procure informar e apresentar alguma coisa valiosa, instigue o usuário a ler o e-mail; escreva um assunto relevante, se o

usuário não encontrar nada relacionado no conteúdo do e-mail ele ficará frustrado; personalize com informações do usuário, nome, cidade, estado e reforce sua marca/produto, o usuário terá mais confiança ao clicar; sempre que possível use uma pessoa diferente de quem criou o e-mail para redigir o assunto; faça um teste com os emails que você recebe: quais assuntos mais lhe atraem? Use a mesma inspiração; evite usar textos muito longos, cada leitor de e-mail mostra um número de caracteres como limite, 50 é um número razoável;

Um ponto de atenção é o fato de que o assunto é um dos primeiros itens analisados pelos provedores na busca por mensagens de spammers, principais inimigos dos profissionais que praticam as boas práticas do Marketing de Permissão, então é preciso cuidado com assuntos que levem palavras já tarimbadas por mensagens enviadas em massa. Algumas ferramentas de envio já oferecem recursos para analisar a chance de sua mensagem ser classificada como SPAM antes de efetuar o disparo, isso pode lhe garantir alguma segurança.

Construir um bom assunto faz toda a diferença nos resultados de suas ações de E-mail Marketing, dedique-se para criar algo interessante, incentivando a leitura da mensagem, lembre-se que o início do relacionamento começa com um bom assunto, e o próximo objetivo é transformar as leituras em cliques...

Este texto foi escrito por Fabio Nunes (fabio.nunes@zartana.com), diretor de Serviços da Zartana, com 11 anos de experiência nos mercados de Internet, originalmente para o site da própria empresa no www.zartana.com.br.

 

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Encantadores de Clientes

 

Os mais de oito mil colaboradores da Lojas Renner terão a oportunidade de conferir o resultado de um projeto que consumiu um ano de pesquisas. A empresa lança o livro “Histórias de Encantamento ­ A nossa razão de ser”. Idealizado e organizado pelo departamento de Recursos Humanos, com o objetivo de disseminar a filosofia do encantamento adotada pela empresa, o livro é uma coletânea das 100 melhores histórias escritas pelos próprios colaboradores, selecionadas das mais de 100 mil narrativas catalogadas desde 1996, ilustrando episódios no dia-a-dia das lojas em que a expectativa do cliente foi superada.

Segundo a diretora de Recursos Humanos, Clarice Martins Costa, a filosofia do encantamento é a essência do atendimento diferenciado com o “jeito Renner de ser”. “O livro é uma forma de difundir e estimular a prática do encantamento. Com o tempo, fomos percebendo que os clientes que foram encantados retornam à loja para agradecer ao colaborador com uma palavra de carinho e até mesmo uma mimo simbólico. Foi assim que surgiu o conceito ‘quem encanta é encantado’, explica Clarice.

O livro registra relatos como o da colaboradora que encontrou uma sacola da Renner num banco de ônibus e devolveu à dona graças a uma rifa de escola que






estava no seu interior; ou o da cliente que teve a calça que vestia costurada, enquanto as suas compras eram liberadas; ou ainda o do colaborador que levou para o neto de um cliente o presente que ele havia comprado, mas não conseguiria entregar porque tinha um vôo marcado.

Motivação - Para estimular os colaboradores a registrarem seus “cases” de encantamento, anualmente uma campanha de endomarketing com duração de dez meses é realizada nas 87 unidades da rede no Brasil, em diversas etapas. Assim, mensalmente, cada gerente de loja escolhe a melhor história que é encaminhada para o gerente regional, que por sua vez indica a melhor por região para a equipe regional de Recursos Humanos. As finalistas são publicadas no informativo interno da empresa, Planeta Renner, e cada autor recebe 400 reais. “Não se trata apenas de uma questão financeira ou obrigações profissionais. Cada história de encantamento revela também uma história de realização pessoal de cada narrador”, completa a diretora.

 

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Consumidores esperam mais

 

Mesmo com toda a discussão na mídia em relação ao aquecimento global e dos alertas sobre a problemática ambiental, os consumidores gostariam que as grandes empresas priorizassem educação e treinamento antes das ações voltadas para a preservação do meio ambiente. É o que aponta uma pesquisa realizada pelo Instituto GFK Indicator em parceria com a revista Consumidor Moderno. Numa amostra de 298 entrevistados, com abrangência nacional, 66% dos entrevistados gostariam que as empresas fizessem mais do que a lei determina nas áreas de educação e treinamento.

Vale ressaltar que a educação e o treinamento não se restringem apenas às tarefas realizadas nas empresas. Os consumidores acham que as organizações podem contribuir mais na formação de cidadãos melhores, conscientes de seus atos perante a sociedade. Em seguida, 10% dos entrevistados citaram o meio ambiente, 9% saúde pública, 8% crime e segurança, 7% pobreza e por último, com 1%, arte e cultura.

Outro dado importante da pesquisa é que 74% dos entrevistados acreditam que o grande papel das empresas na sociedade é estabelecer padrões éticos mais elevados, indo além do que é determinado por lei. Na seqüência, 13% responderam que a função de uma empresa consiste em gerar lucro, pagando impostos e gerando empregos e 12% disseram que a empresa deve ter um padrão de comportamento entre os dois pontos de vista.

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Aprendendo a espremer a laranja

 

Os autores de “Criatividade ­ Espremendo a Laranja”, publicado neste ano pela M.Books, pregam que a imaginação é o último mecanismo legítimo para uma empresa ganhar vantagem sobre a concorrência. Em meio a mercados que se tornam restritos e recursos que escasseiam, cada vez mais ela se torna o único diferencial, segundo os autores. Em respaldo a suas idéias, ambos expõem o conhecimento adquirido em 25 anos à frente da Fallon Worldwide ­ agência de publicidade norte-americana que exibe diversos trabalhos premiados. Durante esse período, eles difundiram a expressão “alavancagem criativa” ­ a prática diária de tornar a criatividade o fator responsável por mudanças no comportamento do consumidor. Trata-se de uma reação à “alavancagem da mídia”, na qual os profissionais de marketing bombardeiam os consumidores com propagandas veiculadas no maior número possível de meios. A Fallon tomou como bandeira o humor e a originalidade para ajudar os seus clientes a superar seus concorrentes ­ mas sem gastos estrondosos. É isso que queriam dizer com “espremer a laranja”.

Toda a teoria em que se apóia o livro é repassada ao leitor por meio de histórias de grandes trabalhos que a Fallon Worldwide realizou ­ a maior parte deles com uma boa dose de humor. Dessa maneira, são contados dez episódios de como a agência encontrou soluções para problemas de marketing e branding. Um destes casos relata como a BMW desistiu de seu orçamento destinado à TV para produzir curtas-metragens para a internet. Outro mostra o desafio imposto pelo Citibank, o primeiro caso de um banco que não queria se parecer com um banco.

O livro também inclui algumas dicas para abrir a cabeça quando o assunto é marketing. Comece por incentivar a criatividade dentro do seu próprio quadro de funcionários ­ mudando o ambiente de trabalho, por exemplo, antes de partir para a contratação de mentes mais criativas.

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Behavioral Target cresce nos EUA

 

Behavioral Targeting é a habilidade de entregar mensagens contextualizadas aos usuários durante sua navegação na web. No Brasil ainda é um assunto relativamente novo. Vivemos um momento muito interessante da internet brasileira. Anunciantes e agências têm descoberto novas maneiras de apresentar produtos e serviços aos clientes, de maneira cada vez mais objetiva e eficaz. Para tanto, o mercado percorreu uma grande caminhada digital, passando por ondas como rich media, gestão de mídia online, search marketing, Second Life e as novas marolas, como Web 2.0 e IPTV.
Atualmente, na crista da onda online temos o Behavioral Target, ou em bom português, Target Comportamental. O conceito de Behavioral Target, na minha opinião, é a publicação de anúncios display (banners) ou textos em veículos de comunicação (portais), através de ferramentas de ad servers, que permitem selecionar e publicar anúncios relevantes aos usuários, através da análise de dados comportamentais já coletados.

Através de várias leituras e conceitos, minha visão é que Behavioral Targeting é a habilidade de entregar mensagens contextualizadas aos usuários durante sua navegação na web. Para que essa afirmação seja verdadeira, é fundamental a utilização de ferramentas avançadas de entrega publicitária, que podem ser geridas pelos próprios anunciantes em suas campanhas publicitárias ou pelos próprios veículos (portais, redes, sites), oferecendo possibilidades de entrega de propaganda contextualizada, baseada nos interesses e necessidades dos usuários, devidamente registradas por ferramentas de Ad Servers.

Vejamos, a seguir, algumas formas de se fazer Behavioral Target:
Re-targeting - É baseada na ação do usuário. Imagine uma campanha cujo objetivo é gerar o maior volume de cadastro de prospects para a venda de seguros: Na primeira etapa da campanha, é veiculada a mesma peça para todo mundo. Pessoas que já foram até o site do anunciante, mas ainda não se cadastraram, irão receber uma segunda peça com um call to action mais poderoso, com o objetivo de convencer o usuário a voltar ao site se cadastrar. Pessoas que já cumpriram o objetivo da campanha, ou seja se cadastraram, irão receber outros tipos de peças, como agradecimento ou até mesmos convidando o usuário a adquirir um novo produto, por exemplo: “Agora que você já segurou seu carro, não seria a hora de assegurar o futuro de sua família? Clique agora e conheça nosso seguro de vida…” (É bem verdade que o anunciante e sua agência poderão definir, em conjunto, a criação de peças diferenciadas, a fim de não serem enfadonhos, porém com o mesmo tipo de comunicação, porém não há economia de recursos neste caso, pois todos irão receber todas as peças sempre). A característica desta modalidade é entregar uma comunicação de acordo com as ações feitas pelos usuários.

Behavioral Target Segmentado - Esta modalidade depende exclusivamente dos portais, para que anunciantes possam entregar suas campanhas

baseadas em segmentos de comportamento reais pré-definidos. Na teoria, os portais podem oferecer publicidade específica para grupos com o mesmo comportamento de navegação, e não por área do site. Podem ser consideradas variáveis como canais avegados, tipos de conteúdo, matérias vistas e interesses em geral, por exemplo.

Exemplos de categorias de Behavioral Targeting:
Navegação - Entregar uma peça específica para pessoas que navegam pelos canais de Esportes e Cinema. Desta forma, esta peça pode ser exibida durante a navegação do canal de carros, pois a ferramenta entende que este usuário está dentro de um comportamento e entrega tal publicidade.

Canais múltiplos: navegação e contexto - Adicione ao exemplo acima pessoas que tenham também lido notícias sobre o Palmeiras. Portanto é possível entregar em qualquer área do site, uma peça exclusiva para pessoas que já tenham navegado por Esportes, Cinemas e que também tenha lido notícias sobre o Palmeiras. Um exemplo deste tipo de peça: “AXYZ seguros tem uma promoção especial para Palmeirense que gostam de carros e cinema. Ao se cadastrar em nosso site e comprar um produto, você ganha dois ingressos do Cinemark e o DVD do Ademir da Guia”. Embora este assunto seja sedutor, um refinamento excessivo de dados demográficos, tais como idade da audiência, renda familiar, divisão geográfica, etc. podem estreitar e complicar demasiadamente sua comunicação. A menos que isso faça parte de seu objetivo, tenha cuidado e use por etapas, até atingir a maturidade da disciplina e pontos a favor e contra, para não prejudicar sua comunicação.

Futuro - O Behavioral Targeting veio para ficar. Não se trata de mais uma onda passageira. De acordo com pesquisas, apenas nos EUA o investimento previsto para 2011 será da ordem de U$ 3,8 bilhões. Atualmente 13% do investimento em mídia digital já utiliza Behavioral Targeting. Aqui no Brasil, embora seja um assunto relativamente novo e desconhecido da imensa maioria, já se houve falar aqui e ali, mas ainda há uma nuvem cinza a propósito do que realmente venha a ser esta disciplina.

O cuidado que o mercado todo precisa ter (agências, anunciantes, fornecedores de tecnologia) é não se deixar enganar por falsas promessas de que o Behavioral Targeting é simples e multiplica seus resultados por mil. Temos a responsabilidade na construção e conscientização desta disciplina, assim como temos feito ao longo dos últimos anos com várias disciplinas digitais, pois neste segmento onde tudo ainda é novo e complexo, é fundamental encontrar empresas parceiras dispostas a criar e aprofundar conhecimento e não apenas em vender mais um produto, apesar que neste caso poderia utilizar a velha máxima onde “uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa”. Elcio Santos (elcio@aunica.com) é Sales Manager da Unica Interactive Marketing Solutions e escreveu originalmente este texto no informativo eletrônico e site www.webinsider.com.br .

 

 

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Lovermarks: o futuro além das marcas

 

Essa é uma época de grandes mudanças. Você já está sentindo. Os consumidores estão mudando. O ritmo deles está mais rápido, suas demandas mais barulhentas, seus batimentos cardíacos mais fortes. Eles estão mais seletivos e mais sensíveis às marcas. O consumidor de hoje quer mais ­mais do que preço, mais do que benefícios, atributos, função e performance. Mais do que marcas.

Na Saatchi & Saatchi, nós fizemos a pergunta: o que virá depois das marcas? Nossa resposta foi: lovemarks, ou seja, marcas adoradas pelos consumidores. Quando eu sugeri, pela primeira vez, que o amor era o único jeito de transformar os negócios, os CEOs na sala de reuniões não me deram ouvidos. Mas eu sabia que o amor era a única maneira de atingir a temperatura emocional e de criar as novas formas de relacionamento que as marcas precisavam. Seres humanos são movidos pela emoção e não pela razão. E a emoção mais poderosa é o amor.
Lovemarks são marcas super envolventes que constroem relacionamentos com os consumidores através de maneiras surpreendentes, como o mistério, a sensualidade e a intimidade. Mistério para atrair os consumidores com ótimas histórias, ícones poderosos e a combinação de passado, presente e futuro. Sensualidade para criar conexões físicas com os consumidores através dos sentidos. Intimidade para gerar empatia, compromisso e paixão. Esses são os fundamentos dos relacionamentos de longa duração e colocam os consumidores no lugar onde devem estar: no coração emocional das marcas.

As pessoas não estão mais interessadas em serem catequizadas sobre benefícios funcionais e características. Elas estão buscando conexões em suas vidas e isso é o que elas esperam das marcas com as quais se importam. A não ser que as pessoas realmente amem o que você produz, elas não voltarão para comprar mais; simplesmente, há muita oferta. Ter um ótimo produto que funciona sempre e um desempenho excepcional se tornou lugar comum. Agora é essencial ter algo mais além da performance para que uma marca tenha sucesso no futuro. Eu diria que obter a diferenciação através de conexões emocionais duradouras é o maior desafio com que as empresas e organizações têm que lidar. Dois terços dos consumidores se sentem constantemente bombardeados. Nós não podemos mais incomodar as pessoas. Não podemos agarrá-las e implorar por sua atenção. Temos que aprender como engajá-las, como atraí-las, para encantá-las com mistério, sensualidade e intimidade, com as chamadas lovemarks.

Este texto foi escrito por Kevin Roberts, que está sediado em Nova York e é o CEO da Ideas Company Saatchi & Saatchi, pertencente ao Publicis Groupe, o maior grupo de comunicações do mundo. Antes de se juntar à Saatchi & Saatchi em 1997, Kevin ocupou globalmente cargos de liderança em marcas de primeira linha, incluindo Gillette, Pepsi, e Procter & Gamble. Sob o comando de Kevin a Saatchi & Saatchi cresceu ano após ano e obteve um recorde de premiações criativas. A sua base de clientes inclui: Procter & Gamble, Toyota, Lexus, General Mills, Visa International, Ameriprise, JC Penney, Wendy’s e Novartis. (Fonte: Portal HSM On-line)

 

 

 

 

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Educação é prioridade para consumidores

 

Um levantamento da revista Consumidor Moderno e do Instituto GFK Indicator mostrou que os consumidores acreditam que as empresas podem contribuir na formação de cidadãos melhores junto à sociedade. Mesmo com toda a discussão na mídia em relação ao aquecimento global e dos alertas sobre a problemática ambiental, os consumidores gostariam que as grandes empresas priorizassem educação e treinamento antes das ações voltadas para a preservação do meio ambiente.

É o que aponta uma pesquisa realizada pelo Instituto GFK Indicator em parceria com a revista Consumidor Moderno (Grupo Padrão). Numa amostra de 298 entrevistados, com abrangência nacional, 66% dos entrevistados gostariam que as empresas fizessem mais do que a lei determina nas áreas de educação e treinamento.

Vale ressaltar que a educação e o treinamento não se restringem apenas às tarefas realizadas nas empresas. Os consumidores acham que as organizações podem contribuir mais na formação de cidadãos melhores, conscientes de seus atos perante a sociedade.

Em seguida, 10% dos entrevistados citaram o meio ambiente, 9% saúde pública, 8% crime e segurança, 7% pobreza e por último, com 1%, arte e cultura.

Outro dado importante da pesquisa é que 74% dos entrevistados acreditam que o grande papel das empresas na sociedade é estabelecer padrões éticos mais elevados, indo além do que é determinado por lei. Na seqüência, 13% responderam que a função de uma empresa consiste em gerar lucro, pagando impostos e gerando empregos e 12% disseram que a empresa deve ter um padrão de comportamento entre os dois pontos de vista. “Com esses dados percebemos que os consumidores estão mais exigentes e que as empresas precisam se adequar aos novos padrões de conduta exigidos pela sociedade”, explica Roberto Meir, publisher da Consumidor Moderno. (Fonte: Reuters)

 

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Atue no terceiro setor com seriedade

 

Com a ampla disseminação do conceito de responsabilidade social, empresas e consumidores estão mudando significativamente as regras do jogo empresarial e levando as fronteiras da sustentabilidade e da manutenção das organizações para além da competitividade e do lucro até um ponto de equilíbrio em que os valores inerentes ao mercado sejam enriquecidos e entremeados pelos valores de cooperação e amorosidade.

A competitividade da empresa brasileira esta sendo determinada, entre outros fatores, pelo seu grau de interação com a sociedade. Hoje, no entanto, pode-se afirmar que as empresas e, conseqüentemente, seus produtos e serviços passam a ser julgados cada vez mais pelo seu comprometimento com questões como meio ambiente, cidadania, ética nos negócios e ambiente de trabalho.

Por essa razão, o Instituto Ethos, a principal referência nacional sobre o tema, busca perenizar a experiência na troca de conhecimentos com o meio universitário, publicando a obra "Responsabilidade Social das Empresas". O resultado constitui material de referência de surpreendente qualidade e notável comprometimento, leitura obrigatória para empresários, consultores, universitários, profissionais e qualquer cidadão antenado com as novas tendências empresariais no mundo contemporâneo.

O livro apresenta doze trabalhos autônomos, selecionados como finalistas do prêmio Ethos Valor e oferecem uma visão bastante abrangente sobre conceitos e práticas, estratégias de comunicação e marketing da empresa socialmente responsável e, ainda, alguns cases exemplares da atuação responsável de empresas em relação ao meio ambiente. Contatos para aquisição da obra com Leda Rita Cintra, da coordenação de divulgação e marketing da editora paulista, pelo 11-3816-0699 ramal 25 ou leda@editorapeiropolis.com.br .

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O consumidor está no poder

 

“Pesquisa realizada durante o encontro Verge Digital Summit (http://verge.ogilvy.com.br), promovido pela OgilvyOne em junho em São Paulo, mostrou que nos últimos cinco anos o consumidor mudou hábitos e práticas de 79% das 94 empresas que participaram do evento. Outros 15% disseram que foi a sua empresa que mudou o comportamento do consumidor. E para apenas 6% da amostra tudo permaneceu como antes. Capturados entre 250 executivos de companhias, como Google, Cargill, Intelig, Yahoo, Philips, Vivo e Sky, os dados comprovam que a convergência das mídias vai fazer com que o consumidor controle cada vez mais a presença das marcas na sua vida. “Antigamente, planejávamos a freqüência, cobertura e exposição da marca por meio das mídias tradicionais. Hoje, as pessoas têm acesso a tecnologias capazes de distanciá-las de certos tipos de propaganda. Estamos acompanhando a velocidade com que esse processo se prolifera e nos preparando para adequar as nossas estratégias a essa nova realidade”, diz Renato de Paula, diretor geral da OgilvyOne Brasil e diretor regional da OgilvyOne América Latina.

Os hábitos de compra apontam mudanças. Nos últimos seis meses, 60% da platéia do Verge, por exemplo, realizou mais de três compras via e-commerce. “Os meios digitais mudaram o perfil das empresas de varejo. A internet permite o avanço do e-commerce e também é utilizada como ferramenta para estimular debates, participar de ações especiais, enfim, aproximar a marca do seu público-alvo”, destaca o diretor.

Novas oportunidades - O País já começa a receber o lançamento de serviços de leitura de código de barras por meio do celular. Essa tecnologia funciona a partir da câmera fotográfica. O consumidor tira uma foto do código, seja na máquina, seja num anúncio publicitário, que vai direto para um site mobile, e efetua a transação. Outra tecnologia permite que o consumidor cadastre contas bancárias e o cartão de crédito num provedor. Para comprar um produto, a pessoa deve ligar para um número que aparece no local e digitar um código pessoal. Um comando informa que a transação foi aprovada e pede a aproximação do celular, que é conectado à máquina por meio de um som antifraude. A conta é, então, debitada do banco ou do cartão de crédito.

Além do mobile marketing, há ainda tecnologias “Wireless” (como Bluetooth e Wifi) que vão fazer com que aparelhos eletrônicos falem entre si sem a necessidade de cabos ou fios e permitirão também que estejam conectados à internet. As oportunidades para a propaganda são inquestionáveis, já que há uma variedade de novos canais de comunicação como, por exemplo, enviar cupons de desconto por intermédio de um forno microondas.

A TV Digital também anuncia grandes mudanças. Tecnologias como o PVR (Personal Vídeo Recorder), por exemplo, são fontes de grandes discussões entre os publicitários por provocar alterações expressivas no meio mais tradicionalmente constante no plano de mídia das marcas, a TV. A tecnologia coloca a soberania dos comercias de 30 segundos em xeque ao permitir que o telespectador possa personalizar sua programação, eliminando os filmes publicitários de sua própria grade. Mas o que pode parecer uma ameaça, para a Renato surge como uma oportunidade. “O telespectador pode buscar seu filme preferido na programação, ou também buscar os comerciais que lhe interessem, quando quiser”, explica. Nos Estados Unidos, montadoras já estão implementando ações desse tipo que, de acordo com Renato, poderão ser feitas também a partir do acesso a banda larga no celular.

Varejo - Os 5,7 milhões de e-compradores brasileiros gastaram R$ 4,4 bilhões pela internet no primeiro trimestre de 2007, um crescimento de 57%

 com relação ao mesmo período do ano passado, segundo estudo feito pela E-Consulting e Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). O varejo é um dos setores mais impactados pela convergência das mídias, pois abre possibilidades para fortalecer operações de e-commerce e ainda possibilita a utilização da internet, por exemplo, como ferramenta para o fortalecer o relacionamento da marca com o seu target.

Impacto na propaganda - Renato de Paula lembra que, há alguns anos, a mala direta e o processamento de dados eram as principais ferramentas utilizadas para estabelecer um contato direto com o consumidor. Com a internet, o marketing de relacionamento ganhou espaço pela possibilidade de usar, por exemplo, mensagens eletrônicas como uma poderosa arma para o fortalecimento das marcas.

Era só o começo. No rastro do aprimoramento dos e-mails veio a expansão da banda larga, o surgimento de novas capacidades de utilização da internet, como o search marketing e os advergames, e a possibilidade de se ter dados, vídeo e voz num só aparelho. Essa última inovação transformou o celular num dos mais poderosos canais de negócios mundialmente. No Japão, por exemplo, já é comum pagar contas simplesmente aproximando o aparelho do código de barras dos produtos ou mesmo na catraca do Metrô. É o dinheiro digital. Esse hábito deve se alastrar em breve também no Brasil, ajudando a aumentar a base de celulares existentes por aqui, volume que hoje soma mais de 100 milhões de aparelhos.

Pesquisa da OgilvyOne dos Estados Unidos mostra que, até 2020, 80% das mídias serão digitais. Duas décadas podem parecer distantes, mas essa é uma previsão que já diz muito sobre os dias atuais e quebra um dos conceitos mais tradicionais da propaganda. O mundo digital derrubou as linhas do setor. Não existe mais above the line e bellow the line. Hoje, o poder de algumas ações de awareness na internet é tão grande que não se pode mais classificar o marketing digital como bellow the line. “A revolução digital, a segmentação da mídia e a mudança nos hábitos dos consumidores anuncia uma nova fase no setor de comunicação. Os consumidores escolhem o que querem ver, como e quando. Eles estão no controle e isso é perfeito para o marketing de relacionamento”, explica Renato de Paula.

Hoje, a certeza de que é o consumidor quem lidera o processo de comunicação obriga cada vez mais as agências a se prepararem para acompanhar as preferências e hábitos do target dos clientes. A quantidade de dados sobre hábitos de consumo e as possibilidades de segmentação atingem em cheio o centro das discussões entre os principais profissionais da área nos últimos anos. “A mensagem tem que ser relevante, pertinente e, sobretudo, permitida pelo consumidor, seja qual for a possibilidade ofertada pelo mundo da tecnologia”, afirma o diretor-geral do Grupo OgilvyOne Brasil. Os jovens, por exemplo, estão cada vez mais avessos à simples comercialização de produtos e serviços. A marca precisa ter relevância no contexto das novas gerações para poder ser bem-sucedida junto a esse público.

A primeira edição do Verge - Digital Summit foi realizada em Nova York, em junho de 2004. O objetivo foi preparar os profissionais para liderar o processo de digitalização e entender o seu impacto nos hábitos de consumo dos consumidores mundialmente. “A única certeza que temos é que a indústria do marketing no século XXI estará em constante mudança”, diz Carla Hendra, presidente da OgilvyOne North America. “Acreditamos que a velocidade das mudanças será cada vez maior, especialmente porque as tecnologias digitais e as possibilidades para o marketing são irrestritas. As tecnologias digitais vão estar no centro da vida das pessoas e dos negócios mundialmente”, complementa Hendra.

 

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Conbrarp oficializa programação

 

“O XIX Congresso Brasileiro de Relações Públicas ­ CONBRARP, com o tema Relações Públicas e suas Múltiplas Frentes de Atuação, acontece nos dias 01 a 03 de novembro de 2007 no Hotel Parque dos Coqueiros em Aracaju/SE.

A análise, a discussão e a proposição de soluções para o enfrentamento e para a superação de desafios na área de Relações Públicas e Comunicação Organizacional, assim como, a atualização sobre a produção da academia e do mercado sob o viés do bem estar social e da saúde do meio ambiente é o foco do evento promovido pela Associação Brasileira de Relações Públicas - ABRP, que deve reunir profissionais, estudantes e pessoas ligadas à área em torno de uma construtiva e prazerosa confraria científica.

A décima nona edição do Congresso, que em 1993 e 2002, quando teve Aracaju como sede, registrou excelentes resultados e elevado índice de satisfação dos seus quase 600 participantes, terá como tema central os mercados especializados e as atividades de relações públicas e comunicação organizacional desenvolvidas para estes mercados, apresentadas por profissionais brasileiros por meio de conferências, painéis e oficinas. O evento pretende reunir aproximadamente 400 participantes que durante 03 dias estarão em plena convivência trocando suas experiências. Ainda dentro do XIX Conbrarp acontecerão as reuniões da Associação Brasileira de Relações Públicas, Assembléia Geral dos Sócios, e a reunião do Conselho Federal de Relações Públicas.

Programação
Dia 01/11 (quinta-feira)
9h às 14h - Credenciamento
14h às 17h - Cursos
16h - Assembléia Geral dos Sócios da ABRP
19h - Sessão Solene de Abertura

20h - Conferência de Abertura: As novas circunstâncias e exigências do mercado contemporâneo, com Eloi Zanetti - Consultor em Marketing e Comunicação Corporativa

Dia 02/11 (sexta-feira)
9h ­ Painel RELAÇÕES PÚBLICAS E FRENTES DE ATUAÇÃO
. Relações Públicas Comunitárias: Dimensões e Abrangências, com Profa. Dra. Margarida Maria Kroling Kunsch - Universidade de São Paulo - USP

 . Produção Cultural e as Possibilidades para Relações Públicas, com Prof. Dr. Manoel Marcondes Machado ­ Universidade Federal do Rio de Janeiro
. Relações Públicas na Gestão do Turismo, com Prof. Dr. Mário Carlos Beni - Universidade de São Paulo

12h - almoço
Organizações Convidadas: Instituto Ethos ­ ISSO 26000, Instituto Ecofuturo, Fundação Ayrton Senna, Instituto Luciano Barreto Junior ­ Aracaju e Fundação Roberto Marinho

Organizações Confirmadas: Comunicação Ambiental, Antônio Carlos Belarmino Lago ­ IBAMA (DF) e Cristina Ambrogi Leite Collina ­ Relações Públicas Hospitalares Hospital SamaritanoSP

Dia 03/11 (sábado)
9h - Painel Experiências - Instituições Convidadas: Petrobrás, CVRD, Natura e Souza Cruz

12h - almoço

14h30min às 18h - Conferências
. Reputação e Relações Públicas, com Ana Luisa de Castro Almeida - Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
. Comunicação em Multinacionais, com Gislaine Rossetti - Basf
. Relações Públicas e Construção da Memória Empresarial, com Paulo Nassar - Presidente Executivo da ABERJE

Cursos
. Comunicação de Risco, Prevenção e Gerenciamento de Crises, com Waltemir de Mello, Consultor em comunicação e Sócio gerente da CWM Comunicação - São Paulo

. Processo Criativo em Comunicação, com André Brito, Professor da Universidade Tiradentes - Aracaju

. Eventos, Hospitalidade e Relações Públicas, com Prof. Dr. Waldir Ferreira, Professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo

. Implantação de Ouvidoria Municipal, com Marcelo Gentil Espinheira, Gerente de relacionamento com clientes da Desenbahia ­ Agência de Fomento do Estado da Bahia S.A. ­ Salvador

. Relações Públicas FolkComunicacional, com Severino Alves Lucena Filho

Os valores estão bastante convidativos, tanto do congresso quanto dos cursos opcionais, e bem demonstram o espírito de aglutinação da entidade. Veja mais no site oficial.

 

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