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Leia nesta edição
> Conferência apresenta cases de Comunicação Corporativa |
Novos Cadastrados
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Empresas que são referência no uso da Comunicação organizacional apresentarão suas experiências nos dias 13 a 15 de abril de 2010 em São Paulo/SP. Trata-se da conferência da International Quality and Productivity Center/IQPC. A comunicação corporativa já assumiu papel estratégico nas organizações, mas além disso, ela deve estar à frente de questões relacionadas a gestão de pessoas, desenvolvimento de novos produtos e, especialmente, aos objetivos da empresa com seus diversos públicos, compartilhando com outras áreas chave os rumos da estratégia empresarial.
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Se você vir seu funcionário em uma rede social, vai achar que ele está perdendo tempo, que isso pode colaborar para o trabalho ou que você não tem nada a ver com isso? Bom, a primeira opção parece ser a resposta para a maioria dos empregadores brasileiros, porque 55% das empresas do Brasil têm alguma política de controle sobre o uso de mídias sociais no trabalho, contra apenas 20% da média global. As informações são da pesquisa da empresa de recursos humanos Manpower, realizada com 34 mil empregadores de 35 países.
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Sempre defendi a ideia de que a comunicação empresarial interna, além de funcionar como importante ferramenta de gestão, pode também colaborar, e muito, nas atividades do marketing de relacionamento. Não encantaremos os clientes lá de fora se não combinarmos antes com o pessoal de dentro de casa sobre os deveres a cumprir. Comunicação é trabalho de catequese - é preciso doutrinar, em todas as oportunidades, os colaboradores num propósito comum: o de atender bem aos nossos clientes. Dentro do universo empresarial, a comunicação precisa ser vista como um amálgama - ela tem o poder de juntar os interesses de todos numa única direção.
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Os profissionais da área de Comunicação encontram-se diante de problemas cada vez mais complexos e fronteiras ampliadas. Este cenário exige a compreensão das novas perspectivas e também a aquisição de outras habilidades para criar valor sustentável, por meio da comunicação empresarial, para suas organizações. Neste contexto, a ABERJE que atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional renovou parceria com a Newhouse School of Public Communications da Syracuse University de New York/Estados Unidos confirma para 2010 a quarta edição do Curso Internacional de Comunicação Empresarial. A iniciativa, que é focada nas questões gerenciais e estratégicas, tem carga horária de 90 horas, distribuídas em cinco módulos em três dias por mês em abril, maio, junho, agosto e setembro do próximo ano.
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O Brasil recebe, entre 26 e 30 de setembro de 2010, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães em Brasília/DF, o 27º Congresso Interamericano de Relações Públicas, comemorativo aos 50 anos da Confiarp. O tema é “Relações Públicas e Novos Paradigmas de Responsabilidade Social e Sustentabilidade”.
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ERERP em Recife
Recife é sede do mais importante evento voltado para os estudantes de Relações Públicas do Nordeste Brasileiro, o II Encontro Regional dos Estudantes de Relações Públicas do Nordeste ERERP/NE entre 30 de abril a 2 de maio, sob organização do Diretório Acadêmico da Escola Superior de Relações Públicas de Pernambuco - Esurp, com o apoio os alunos do 7º período e da professora Sônia Amorim. Durante os eventos, profissionais renomados e acadêmicos de todo o Nordeste poderão trocar experiências e dividir conhecimentos sobre as mais diversas áreas de atuação do profissional de Relações Públicas como: Planejamento de Comunicação, Organizacional e Pesquisa; Relações Públicas e o Terceiro Setor; Relações Públicas: Função Política; Cerimonial para Relações Públicas; Mídias Digitais; entre outros. Mais informações com Júlio Simão Nery de Vasconcelos Motta, presidente D.A Esurp, pelo julio_simao@hotmail.com .
Planejamento de Eventos Interatividade e inovação são palavras de ordem na Forma Editora. A empresa que acaba de comemorar seu 25º aniversário lança uma ferramenta exclusiva para planejamento de eventos dentro do site do Free Shop. O software está sendo disponibilizado hoje, com diversos recursos para auxiliar os profissionais que organizam eventos. Simples de utilizar, a novidade facilita a elaboração e o gerenciamento de eventos de todos os tipos. Com ela, é possível fazer o check list do evento, cronograma, solicitar e receber cotações, criar o website, gerar relatórios financeiros, entre outras funcionalidades. Todos estes benefícios são oferecidos gratuitamente, bastando apenas que o organizador de eventos se cadastre no site. Para conhecer melhor a ferramenta basta acessá-la por meio do site www.freeshopeventos.com.br, cadastrar login e senha e seguir os passos propostos. Em caso de dúvida, entrar em contato com a gerente de produto do site de eventos do Free Shop, Ana Julia Rando, pelo e-mail anajulia@freeshop.com.br.
Relacionamento online Em alguns casos, a evolução tecnológica ocorre em uma velocidade incrível. A internet, da forma como surgiu há apenas 15 anos já foi ultrapassada pelos novos recursos da chamada Web 2.0. Isso transformou a forma de se comunicar, tanto na esfera pessoal, quanto na profissional e empresarial. Nesse contexto a Alertse Qualificação Profissional promoverá o curso de Relacionamento Online - Promovendo a visibilidade de pessoas e empresas na web no dia 13 de março de 9h às 16h em Belo Horizonte. Este curso pretende compartilhar essa evolução, mostrar novas ferramentas da Web 2.0, dentre elas as redes sociais online, e apresentar formas de se promover, além de divulgar marcas, produtos e serviços com serviços gratuitos ou com baixo custo. Vai ser ministrado por Bruno Blankenburg. Mais informações pelo fone 31-3243-5774 ou no shirley@alertse.com ou no blog http://alertsequalificacao.wordpress.com.
Relações com Investidores
A Revista RI - associada ao IBRI/Instituto Brasileiro de Relações com Investidores e editada pela IMF Editora, foi lançada há 12 anos, em março de 1998. É tida como a principal publicação financeira brasileira com foco na área de Relações com Investidores, sendo especialmente dirigida a comunidade de investimentos. Em 2007, conquistou o Prêmio APIMEC na categoria "Veículo de Comunicação do Ano", conferido pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais, por meio de votação direta de seus membros associados em todo Brasil. A premiação é dada para profissionais, empresas e órgãos que contribuem para o desenvolvimento do mercado de capitais. O reconhecimento veio coroar o trabalho da Revista RI que, desde seu lançamento, leva aos leitores temas relevantes ao desenvolvimento do mercado brasileiro, tais como: Comunicação Corporativa, Sustentabilidade, Governança Corporativa, Responsabilidade Socioambiental, Criação de Valor, Legislação Societária, Mercado Global e Ativismo, assim como experiências de empresas brasileiras e estrangeiras que possam servir de exemplos ou modelos no campo das relações com investidores. Por primar pela qualidade, a publicação tem ainda, como editor internacional, William F. Mahoney, um dos maiores experts em RI do mundo.
Comunicação Pública
Joinville/SC sedia o Publicom Congresso Sul-Brasileiro de Comunicação no Serviço Público entre 12 e 14 de maio, com um panorama de como a comunicação acontece em empresas e órgãos públicos, além de mostrar de que forma as ferramentas de Comunicação e Marketing podem contribuir para a eficácia da comunicação com os cidadãos. Obter credibilidade com um público abrangente e diversificado, primando sempre pela transparência e objetividade. As palestras irão abordar temas como planejamento e gestão de comunicação, gerenciamento de crise, eventos, estratégias, media training. Além de abordar a comunicação pública digital, divulgação e marketing internacional e também as alterações na publicidade com a nova Legislação Eleitoral. Confira a programação completa no site www.congressopublicom.com.br ou faça contato pelo e-mail atendimento@congressopublicom.com.br ou fone 47-3028 5850.
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Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento. Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:
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Parceiros
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É interessante notar como, nesse mundo dito moderno, as empresas minimamente estruturadas já contam com recursos tecnológicos até pouco tempo inimagináveis. Redes, relatórios com gráficos, planilhas, conexões virtuais e remotas, agendas eletrônicas, e-mail e comunicação em tempo real são apenas alguns dos recursos habitualmente encontrados. Do outro lado, dos usuários, não é segredo que os brasileiros adoram passar horas a fio em redes sociais favoritas, como Orkut, Facebook, Twitter e daí em diante. São as chamadas redes sociais que, ao lado dos facilitadores já citados acima, agora começam a ganhar espaço também dentro das empresas como instrumento de trabalho.
Vestir o Orkut, o Facebook e o Twitter com terno e gravata, ou seja, a criação de redes sociais próprias dentro das corporações, é uma das formas práticas para aperfeiçoar a troca de informações e de conhecimentos, além de estimular a pró-atividade coletiva entre funcionários sem a necessidade de custosas ligações telefônicas ou longas trocas de e-mails. Mesmo assim, a utilização das redes sociais corporativas por parte das empresas brasileiras ainda é tímida, principalmente se comparada à ainda ‘popular’ intranet. Hoje, o que vemos na intranet da maioria das empresas é um apanhado de informações que teoricamente deveriam interessar a todos da companhia, o que na prática não acontece.
Fosse feito um teste dentro das empresas, garantindo o anonimato dos entrevistados, certamente a menor parte realmente avaliaria os conteúdos de sua intranet como relevantes; e poucos responderiam que encontram informações que verdadeiramente os auxiliam na execução de seus serviços. Pode-se argumentar que a simples troca de idéias e integração dos funcionários não |
justifica a adoção de uma rede social corporativa. É verdade. Como também é fato que há outros fatores que, junto a este, deixam claros os benefícios de implantação.
A possibilidade de compartilhar projetos que estão sendo desenvolvidos por diferentes áreas da empresa é um deles. Outro é a possibilidade de aproximação entre os funcionários ditos de “operação” com o alto escalão da companhia. Na prática, basta lembrar que não é tão comum ver uma equipe receber um elogio ou uma mensagem motivacional de seu presidente, a não ser em eventos de confraternização. Com a rede social, uma simples mensagem pode ser postada a todos os profissionais da empresa de uma só vez ou para profissionais de determinada área específica, em questão de segundos.
A rede social corporativa pode despertar no funcionário o sentimento de participação ativa na empresa. Mesmo que em áreas e assuntos restritos, abre-se um canal para a apresentação de idéias ou críticas, que em última análise podem ser úteis para alavancar o negócio e/ou aperfeiçoar um produto. Como na aplicação de qualquer novidade no ambiente empresarial, os responsáveis pela rede social corporativa devem tomar determinados e importantes cuidados, principalmente com ações indevidas dos usuários, como conversas nada proveitosas, fofocas, discussões e intrigas, que podem e devem ser fiscalizadas.
Em redes sociais púbicas são comuns experiências negativas como a criação de perfis falsos e, no meio corporativo, quando não se toma o cuidado necessário, isso também pode acontecer. Com planejamento e tais cuidados, as redes sociais corporativas serão sem dúvida ótimas ferramentas de gestão e de comunicação. O Twitter de terno e gravata chegou para ficar. (Texto de Fabio Baptista, diretor da Gonow Tecnologia, publicado no WebInsider)
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Frase do Mês "Acredito que somente uma pessoa que nada aprendeu, não muda suas opiniões" por Emil Zátopek |topo| |
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Confira a entrevista com Karina Faber, Gerente de Marketing e Comunicação do Grand Hyatt São Paulo sobre a importância dos pequenos detalhes. Segundo Arjun Appadurai (The social life of things, Commodities in a cultural perspective, 1986), os souvenirs são uma forma curiosa de entender a cultura de um povo. Especialmente porque, em sua maioria, são imposições comerciais e estéticas em forma de commodities construídas para contar histórias e ideologias para fazê-las circular mundo afora. Vale para o chaveiro de mini torre Eiffel (que fica na área de “miniaturas” da estante), para o prato com a sua foto no Bondinho (que vira o apoio para o vaso de violetinhas), para a bonequinha de concha “estive na Praia Grande, lembrei de você” (que vai para…). E se o souvenir, além destas funcionalidades, ainda for grátis, tanto melhor!
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Comunicação do Grand Hyatt São Paulo e Coordenadora Regional de Relações Públicas para a Hyatt Hotels & Resorts na América Latina, que tem inúmeros cases para ilustrar a questão.
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As redes sociais contam com mais de cem milhões de membros. Ao criar presença no Facebook, Twitter, ou outros sites, as empresas têm acesso a uma grande quantidade de dados que é gerada nestas mídias sociais, mesmo se apenas uma pequena porcentagem de membros se junta a ela. Quando a Adidas desenvolveu sua fan Page no Facebook, ela rapidamente atraiu 2 milhões de usuários. A empresa adquiriu um número proporcional de seguidores em seu Twitter e em suas páginas do Youtube, levando a uma pergunta: Será que estas comunidades não ficaram muito grandes? A utilidade destas comunidades depende da facilidade em que as mensagens podem ser disseminadas, e o quão rápido as empresas podem obter seus insights. No caso da Adidas, monitorar e analisar postagens de 2 milhões de membros não era viável. Então se criou uma comunidade dentro da comunidade. A empresa trabalhou com a Passenger para criar uma comunidade privada chamada Adidas Insiders, convidando apenas os usuários mais ativos das páginas públicas para se tornarem membros. “Nós estamos sempre procurando maneiras para estar mais perto do consumidor e extrair informações sobre o que acham da nossa marca, produtos, conceitos e comunicação”, diz Chris Murphy, diretor de mídias digitais da Adidas. “Essa é uma oportunidade única para obter um feedback rápido e em tempo real de nossos consumidores.” Para extrair esse feedback, a Adidas gerencia conversas entre consumidores com os grupos de “Insiders”, promovendo discussões sobre percepção de marca, campanhas de marketing, ou canais de comunicação. Murphy diz que um dos maiores desafios tem sido manter a comunicação freqüente e relevante. “Nossa comunidade se tornou ativa rapidamente e é importante continuar alimentando os membros com conteúdo, produtos, atividades e enquetes,” ele diz. “Nossa grande surpresa tem sido o quão dispostos e ativos nossos membros realmente são. É um grande prazer para mim passar tempo com consumidores que amam a marca tanto quanto nós.” Devido ao grande amor dos membros do grupo Insiders pela marca, pesquisas mostram que eles são mais influenciados pelas mensagens que a Adidas transmite. Um relatório da analista Lisa Bradner da Forrester Research, “Social Brand Strategies”, apontou que certos tipos de mídias sociais eram mais eficientes para influenciar na percepção que o cliente tem, dependendo também de quem está falando. Se as críticas online ou os fóruns de reclamação fossem gerados pelos membros da comunidade e fãs, por exemplo, teriam maior impacto do que se fossem gerados pela própria empresa. No entanto, quando a marca favorita de um consumidor está gerando fóruns de discussão, podcasts, e vídeos, eles são ainda mais eficientes do que se fossem gerados por qualquer pessoa. Por testar estratégias e conceitos com grupos de Insiders menores, a Adidas também virou mais sensível às necessidades do público das comunidades maiores do Facebook, Youtube, e Twitter. Mas o ROI (retorno sobre investimento), segundo Murphy, está nas melhorias realizadas pela equipe de marketing de produto, através das informações obtidas no ambiente online. “Nós somos capazes de mexer com cores e materiais, e receber um feedback instantâneo desses fãs, o que nos permite ser mais eficazes no desenvolvimento e planejamento de lançamento de produto,” diz ele. “Nós perguntamos aos nossos membros coisas como o tipo de narrador mais apropriado para certo vídeo promocional, e recebemos um feedback surpreendente que nos fez mudar a criação. Como resultado, esperamos gerar mais visitas, interesse e um alcance por públicos maiores.” A Adidas descobriu que desenvolver uma comunidade privada é mais desafiador do que uma fan page pública, mas os benefícios podem compensar o esforço adicional. “Leva mais tempo para gerenciar a comunidade, já que os membros estão amarrados à sua marca, e tem a percepção que estão sendo assistidos e podem ser alcançados,” Murphy diz. “Há um comportamento específico nesta comunidade, diferentemente do Facebook ou MySpace, onde os membros podem ser anônimos”. Os Insiders são mais propensos a se tornarem advogados de marca, ele completa. “Estas são as pessoas que nós vemos como verdadeiros promotores, dispostos e capazes a ajudar a promover a marca Adidas.” (Texto de Jeremy Nedelka, Editor-Assistente do 1to1Media)
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O valor de uma comunidade online de clientes ativa não pode ser negado: gera membros engajados, potenciais insights para desenvolvimento de produtos, desvio de pontos de contato e uma base de conhecimento orgânica. Mas em primeiro lugar, como uma empresa pode criar uma comunidade ativa e participativa? John Ragsdale, vice presidente de tecnologia de pesquisa daTechnology Services Industry Association (TSIA), diz que existem três obstáculos comuns a serem superados para que sua comunidade tenha sucesso.
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discussões, para manter os membros ativos, desencorajando o mau comportamento. Além disso, alguém precisa ter certeza que os funcionários são membros ativos da comunidade, e deve haver uma pessoa dedicada a monitorar e relatar indicadores de desempenho. Ragsdale recomenda o mínimo de um quarto de trabalhador de tempo integral para cada fórum de discussão principal.
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Você está recebendo esta mensagem por fazer parte do "Mundo das Relações Públicas", voltado à divulgação e à conscientização da importância deste segmento de comunicação no sucesso das organizações. O Boletim tem circulação mensal e gratuita, sob responsabilidade do RP Rodrigo Cogo (Conrerp SP/PR 3674) e com colaborações diversas de interessados. |
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