Boletim nº 201/10 - Ano XIII
Março 2010

Novos Cadastrados

Neste ultimo mês, sejam bem-vindos a nossa comunidade: os universitários Maisa Dantas (Varginha/MG), Jennifer Alves (Belo Horizonte/MG), Tatiana Aguiar (São Paulo/SP), Aline Farias (São Paulo/SP), Francisca Duart (Santos/SP), Joyce Cristine da Silva (Guarulhos/SP), Hellen Cabrobó (São Paulo/SP), Natália Okabayashi (São Paulo/SP), Lilian Alves (Candelária/RS), Cristiane Gomes da Silva (São Paulo/SP), Vanessa Mogi (São Paulo/SP), Camila Ferreira (Curitiba/PR), Roni Silva (Diadema/SP) e Paola Bittencourt (Quissamã/RJ).

E também os relações públicas Vivian dos Santos (Santos/SP), Marcela Nascimento (Cruz das Almas/BA), Vânia Mara Balbino de Souza (Brasília/DF), Pedro Koike (São Paulo/SP), Marcelo Tavares (Cachoeirinha/RS), Gabriela Ignaczak (Porto Alegre/RS) e Tatiana Santos (São Paulo/SP).

E ainda a administradora Gizelle Almeida (São Paulo/SP), a auxiliar administrativo Sandra Machado (Porto Alegre/RS), o assessor de Governo Valter Fortuna (Paraguaçu Paulista/SP) e as jornalistas Samara Busa (São Paulo/SP), Carolina Sales (Niterói/RJ), Mário Brilhante (Santos/SP) e Katia Blandino (São Paulo/SP).




 

Grupos Comunitários

"Gestão de Grupos Comunitários - As bases da comunicação ecológica", de Jerome Liss, é o novo lançamento da Summus Editorial. Esta obra mostra como criar e desenvolver uma comunicação democrática nos grupos. Trata-se de um guia prático que ensina, passo a passo, a exercer a crítica construtiva, resolver conflitos, facilitar o diálogo, desenvolver projetos de interesse pessoal e social e cooperar com outros grupos. Sem perder o bom humor, o autor trata de problemas comuns como a falta de foco e as rivalidades internas, oferecendo dicas valiosas, sempre acompanhadas de divertidas ilustrações que ajudam a compreender as situações descritas e conquistam o interesse dos mais jovens. A obra é indicada para grupos comunitários voltados para a transformação social, contemplando também os profissionais que lidam com o público.

Autor - Jerome Liss é consultor do Programa Alimentar Mundial, da ONU, médico pela Faculdade de Medicina Albert Einstein e psiquiatra pela Universidade Harvard. É fundador e diretor da Sociedade Italiana de Terapia Biossistêmica. No Brasil, publicou Terapia biossistêmica ­Uma abordagem original da terapia psicocorporal, em coautoria com Maurizio Stupiggia, e Energia e caráter 1, com vários autores, ambos pela Summus Editorial.



 

Google Marketing

Conrado Adolpho consegue chegar na 3ª edição de sua obra, o best-seller Google Marketing - uma metodologia inédita para obter resultados em estratégias de marketing digital para empresas e profissionais liberais: Os 8 pês do marketing digital, editada pela Novatec.

Por meio da metodologia dos 8 pês do marketing digital, apresenta como pesquisar seu mercado-alvo levantando tendências e movimentos quase imperceptíveis de concorrentes e consumidores utilizando redes sociais e o próprio Google. Além disso, ensina como desenvolver seu planejamento de marketing digital para alinhar a estratégia corporativa com as ações de marketing digital. Também apresenta técnicas inéditas para produzir conteúdo de forma a garantir uma boa posição no Google e a aumentar a taxa de conversão de visitantes em clientes por meio de um conteúdo persuasivo para internet. Você vai aprender quais funcionalidades devem estar presentes em seu site para gerar tráfego e obter mailing qualificado por meio de iscas digitais, além de como promover seu produto ou serviço na internet por meio de ações de marketing viral e como trabalhar sua marca em redes sociais e desenvolver campanhas eficientes de e-mail marketing.

Há um passo a passo como trabalhar com mensuração de resultados pelo Google Analytics, aumentando continuamente seu faturamento e sua lucratividade. Trata-se de um retrato completo e atual da internet como ferramenta de negócios, mostrando como ela pode alavancar seus negócios indo muito além do que o Google pode fazer por sua empresa ­ mostra o que a internet pode fazer por sua empresa.

Autor - Conrado Adolpho é publicitário interativo, empreendedor serial, escritor, consultor e palestrante. Estudou em escolas de excelência como ITA, Unicamp, IBTA e FIPE, sendo graduado em marketing e pós graduado em economia. É diretor da Publiweb, uma das maiores agências de marketing digital do país. É considerado um dos maiores especialistas do país em marketing digital na atualidade. É um estudioso do impacto social da internet e de como ela transforma o mercado, as empresas e as pessoas.

 

Conferência apresenta cases de Comunicação Corporativa

 

Empresas que são referência no uso da Comunicação organizacional apresentarão suas experiências nos dias 13 a 15 de abril de 2010 em São Paulo/SP. Trata-se da conferência da International Quality and Productivity Center/IQPC. A comunicação corporativa já assumiu papel estratégico nas organizações, mas além disso, ela deve estar à frente de questões relacionadas a gestão de pessoas, desenvolvimento de novos produtos e, especialmente, aos objetivos da empresa com seus diversos públicos, compartilhando com outras áreas ­ chave os rumos da estratégia empresarial.

Entre outras palestras, workshops e um painel de discussão, o evento conta com Pedro Luiz Dias, Diretor de Comunicação da General Motors Brasil, e Cida Cunha, Gerente de Comunicação & Ambiente Organizacional da Embratel, palestrando respectivamente sobre: Comunicação: Práticas, compromissos e resultados e a comunicação interna mobilizando os funcionários em torno de causas comuns, estimulando um clima favorável para o entendimento do negócio e ajudando a fortalecer a marca. Stela Lachtermacher, Mestre em Comunicação da Anhembi Morumbi, falará no workshop sobre as mídias digitais na comunicação corporativa para monitorar sua marca e manter um bom relacionamento com os consumidores. O relações públicas Rodrigo Cogo fala sobre tendências em comunicação organizacional.

Vai ser no Hotel Quality Moema, São Paulo e mais informações podem ser obtidas pelo http://tinyurl.com/portmrpnta e ainda no email atendimento@iqpc.com . Indicações do Portal Mundo RP têm 10% de desconto. Basta mencionar o código 18520001PMR ao fazer sua inscrição.

|topo|


Empresas brasileiras controlam mídias sociais no trabalho

 

Se você vir seu funcionário em uma rede social, vai achar que ele está perdendo tempo, que isso pode colaborar para o trabalho ou que você não tem nada a ver com isso? Bom, a primeira opção parece ser a resposta para a maioria dos empregadores brasileiros, porque 55% das empresas do Brasil têm alguma política de controle sobre o uso de mídias sociais no trabalho, contra apenas 20% da média global. As informações são da pesquisa da empresa de recursos humanos Manpower, realizada com 34 mil empregadores de 35 países.

O segundo lugar ficou com a África do Sul, com 40%. Mesmo a China, que censura até pesquisas no Google relacionadas a Dalai Lama, por exemplo, ficou com 33%. Já os empregadores que mais parecem confiar no bom uso das mídias sociais por seus funcionários são os da Polônia (1%) e França (2%). A pesquisa mostra ainda que, no Brasil, o setor que mais controla os empregados é o de finanças (81%), seguido de transportes (65%) e administração pública e educação (58%).

Pedro Guimarães, diretor comercial da Manpower no Brasil, afirma que “as políticas para mídias sociais ainda estão focadas no gerenciamento de riscos, e não na maneira como as ferramentas podem ser aproveitadas em benefício dos empregados e do negócio”. Ele acredita que permitir o acesso a redes como Orkut, Facebook, Flickr e Twitter pode ajudar a motivar o funcionário, fortalecendo junto a ele a missão e os valores da empresa.

Dos quase mil empregadores brasileiros entrevistados, 77% afirmam que evitam a perda de produtividade com suas políticas de uso de mídias sociais. Para 32%, a regulamentação protege informações confidenciais das companhias, e 19% citaram proteger a reputação da empresa como uma boa razão para esse controle.

O estudo “Social Networks vs. Management? Harness the Power of Social Media” encontra-se disponível em www.manpower.com/research/research.cfm. (Texto de Ricardo F. Santos)

 

|topo|


A batuta do maestro e a comunicação interna

 

Sempre defendi a ideia de que a comunicação empresarial interna, além de funcionar como importante ferramenta de gestão, pode também colaborar, e muito, nas atividades do marketing de relacionamento. Não encantaremos os clientes lá de fora se não combinarmos antes com o pessoal de dentro de casa sobre os deveres a cumprir. Comunicação é trabalho de catequese - é preciso doutrinar, em todas as oportunidades, os colaboradores num propósito comum: o de atender bem aos nossos clientes. Dentro do universo empresarial, a comunicação precisa ser vista como um amálgama - ela tem o poder de juntar os interesses de todos numa única direção.

Porém, por ser uma atividade quase artesanal, que dá muito trabalho e pouco prestígio, os marqueteiros fogem dela, relegando-a a um segundo plano. Solta, a comunicação interna vai encontrar seus defensores entre o pessoal do RH, que, com boa vontade, pouca verba e carente de expertise, tenta fazer o trabalho, embora lhe falte a força do apoio técnico e político para a completa execução do trabalho. Com isso, perde-se a chance de engajar os colaboradores na causa principal de qualquer empresa, a de atender bem.

Se os marqueteiros olhassem para dentro das suas empresas com o mesmo cuidado com que olham para o mercado extramuros, veriam que as estratégias arduamente trabalhadas pelas diretorias vão se perdendo pelo caminho por falta de comunicação interna de boa qualidade. Somente 5% das estratégias emanadas pelos comandantes chegam ao destino final, àqueles que realizam os processos e fazem a empresa andar. Uma estratégia só será estratégia se for bem comunicada e entendida por todos. Sem comunicação, ela é apenas uma promessa de algo ainda não realizado, um sonho.

Outra utilidade da comunicação interna é fazer com que todos toquem seus trabalhos em perfeita sintonia e ritmo. Tal qual a batuta de um maestro, que orienta seus músicos nas noções de tempo e empenho, a comunicação ajuda a criar mais harmonia no ambiente empresarial. Quer ver sua empresa funcionando como uma orquestra? Capriche na comunicação interna. Também temos de deixar de pensar que uma empresa é a figura do seu presidente, sempre exposto à mídia e aos holofotes. A empresa somos todos nós. A ela pertencemos e vice-versa. Fazer esses conceitos serem percebidos com clareza, só com um trabalho de comunicação estruturado, por meio de estratégias bem definidas e realizações primorosas, dia após dia, ano após ano. Como as plantas, a comunicação precisa de tempo para vingar, crescer e produzir resultados. Muitos abandonam o trabalho da comunicação porque não entendem que ela só será bem percebida depois de sedimentar-se. Como na construção de uma parede de tijolos, fiada após fiada. Por isso, trabalhos pontuais e isolados não funcionam direito. Tempo e persistência, sempre.

E se até Zeus dispunha de um mensageiro, Hermes, para dar os recados das suas estratégias aos outros deuses e aos humanos, por que nós, simples mortais, não devemos dispor da comunicação para ajudar nos nossos trabalhos administrativos e de marketing? (Texto de Eloi Zanetti, consultor na área de marketing e comunicação e colunista na Revista Amanhã)

|topo|


Curso Internacional Aberje-Syracuse está marcado para abril

 

Os profissionais da área de Comunicação encontram-se diante de problemas cada vez mais complexos e fronteiras ampliadas. Este cenário exige a compreensão das novas perspectivas e também a aquisição de outras habilidades para criar valor sustentável, por meio da comunicação empresarial, para suas organizações. Neste contexto, a ABERJE ­ que atualmente reúne as Associações Brasileiras de Comunicação Empresarial, Branding e Comunicação Organizacional ­ renovou parceria com a Newhouse School of Public Communications da Syracuse University de New York/Estados Unidos confirma para 2010 a quarta edição do Curso Internacional de Comunicação Empresarial. A iniciativa, que é focada nas questões gerenciais e estratégicas, tem carga horária de 90 horas, distribuídas em cinco módulos ­ em três dias por mês em abril, maio, junho, agosto e setembro do próximo ano.

Estabelecido em 2006, o acordo busca explorar a habilidade de planejar e analisar perspectivas amplas, integrar diversos objetivos estratégicos e identificar oportunidades, com o status de envolver uma grande entidade que garante a adequação para as demandas nacionais e uma instituição reconhecida pelos profissionais norte-americanos por ter o melhor programa de Relações Públicas e Comunicação Organizacional daquele país. O primeiro módulo tem como tema “Gestão da Reputação Corporativa” e acontece nos dias 15, 16 e 17 de abril, ministrado pelo consultor e professor da McMaster University/Canadá, Terry Fynn, buscando mostrar como a reputação é mensurada por stakeholders internos e externos, definir as atividades e competências essenciais para construir a reputação, criar plano de ação com desafios e impactos na marca a partir da avaliação das estratégias e da saúde operacional da organização. Em maio, é a vez de “Conquistando o comprometimento dos funcionários com Comunicação Interna”, com o presidente e diretor global da Edelman Change, Gary Grates. Em junho, é a vez de Maria Russell, diretora da Syracuse, que fala sobre “Tendências Internacionais em Comunicação Empresarial”, e de Phil Gomes, vice-presidente da Edelman me2revolution, tratando sobre “Oportunidade em Social Media”. O módulo de agosto traz “Pesquisa, Mensuração e Avaliação de Estratégias de Comunicação Empresarial”, com Mark Weiner, CEO da Prime Research; finalizando em setembro com “Comunicação em Tempos de Crise” com William Smullen III, professor de Syracuse e ex-Chefe de Pessoal do ex-Secretário de Estado Colin Powell. Todo primeiro dia do módulo (quinta-feira) o horário é das 19h às 21h30min, e nos demais dias (sexta-feira e sábado) o horário é das 9h às 18h.

Já participaram de treinamentos anteriores profissionais de empresas como Alcatel, Amazônia Celular, Anglo American, Aracruz, Siemens, ArcelorMittal Brasil, Avon, Basf, Bayer, Bunge Alimentos, Claro, CPFL, Vale, Gerdau, Holcim, Klabin, Natura, Nestlé, Petrobras, Rhodia, Votorantim e Samarco Mineração, afora gestores de várias agências de comunicação. Órgãos governamentais, como Infraero, TRT 5ª. Região, também fizeram parte. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 11-3662-3990 ou no e-mail internacional@aberje.com.br com Carolina Soares, ou ainda direto com o coordenador James Heffernan pelo 11-3051-2505 e e-mail james.jedi-group@terra.com.br . Todo o detalhamento do curso está sendo atualizado no endereço www.aberje.com.br/eventos/curso_internacional/default.asp .

|topo|


Brasil recebe Congresso da Confiarp em setembro

 

O Brasil recebe, entre 26 e 30 de setembro de 2010, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães em Brasília/DF, o 27º Congresso Interamericano de Relações Públicas, comemorativo aos 50 anos da Confiarp. O tema é “Relações Públicas e Novos Paradigmas de Responsabilidade Social e Sustentabilidade”.

Além de reuniões técnicas e especiais de várias entidades e de uma feira no setor, o evento discute “Relações Públicas no novo cenário global”, com a profissão entendida como responsável pela construção e manutenção das redes de relacionamentos das organizações com seus diversos públicos. No cenário global e, especificamente no contexto latino-americano, além da necessidade de mudança da lógica econômica para a lógica social, existe o grande desafio das organizações se engajarem com competência no intrincado mundo da competição globalizada. Entre os convidados, estão Elisa Prado (Tetra Pak), Gislaine Rossetti (Basf), Gustavo Aresse (Uruguay), Johnny Vargas Durán (Costa Rica), Maria Aparecida Ferrari (USP) e Rosa Maria Gutierez (Presidente do Ciesurp-Cuba).

Outro tema é “Comunicação corporativa - avanços e dilemas”. A formação apropriada, as mudanças provocadas pela globalização, pelo avanço tecnológico e pela sociedade em termos sociais, políticos e econômicos, demonstram que a Comunicação é um investimento necessário nas organizações com ou sem fins mercadológicos. Foram convidados Carlos Henrique (abracom), Francisco Aguadero (Espanha), Jorge Duarte (Secom), Juan Carlos Molleda (Universidade da Florida ­ EUA), Marcelo Chamusca (portal RP-Bahia), Mônica Sotero (Argentina), Ricardo Koenig (Equador) e Selma Santa Cruz (TV1).

Já sobre “Responsabilidade Social e Sustentabilidade - valores e Cidadania”, a intenção é analisar RP como atividade estratégica que contribuiu para o fortalecimento de uma organização quando a gestão da comunicação consegue chegar a todos os seus públicos e permite que cada um deles legitime a organização pelos resultados de suas ações. A sustentabilidade passou a ser o foco principal nas tendências de negócio, seja pela capacidade de prever, conter e aproveitar o risco, transformando-o em oportunidade, sendo um diferencial para todos os stakeholders que se relacionam com a organização. Entre os debatedores, estão Ana Claudia Paes (Diretora de Comunicação da Holcim), Daniela Del Fiori (Wallmart), José Antonio Iglesias Bravo (Venezuela), Luis Fernando (Furnas), Olinta Cardoso (Diagonal Comunicação), Paulo Alvin (Sebrae Nacional), Ricardo Almeida (CEBEDS) e Ricardo Voltolini (Revista Idéia Sustentável).

O último sub-tema previsto é “O papel do profissional de Relações Públicas ­ o estrategista dos relacionamentos” para discutir a responsabilidade social e política no contexto do mercado de trabalho dos profissionais de Relações Públicas e a sua importância como fator determinante de resultados econômicos e sociais para as empresas e instituições, visto que o Relações Públicas atua no nível das tomadas de decisão e da análise de cenários. O profissional de Relações Públicas é o analista de cenários, uma vez que sua função é de preparar a organização para a administração dos conflitos e o enfrentamento de ameaças. Foram convidados Abel Bonaro (Argentina), Eraldo Carneiro (Petrobras), Gilda Meireles Fleury (Ibradep), Jack Corrêa (Coca-Cola), Julio Corredor (Venezuela), Margarida Kunsch (USP), Nemércio Nogueira (Alcoa), Neysi Palmero (Universidade de Guerrero ­ México) e Roman Perez Senac (Uruguai).

Mais dados no www.abrp.com.br ou no acblago@gmail.com, com o Relações Públicas e Jornalista Antonio Carlos Lago, presidente da ABRP/DF e vice-presidente da Confiarp - Zona Sul.

|topo|


ERERP em Recife

Recife é sede do mais importante evento voltado para os estudantes de Relações Públicas do Nordeste Brasileiro, o II Encontro Regional dos Estudantes de Relações Públicas do Nordeste ­ ERERP/NE entre 30 de abril a 2 de maio, sob organização do Diretório Acadêmico da Escola Superior de Relações Públicas de Pernambuco - Esurp, com o apoio os alunos do 7º período e da professora Sônia Amorim. Durante os eventos, profissionais renomados e acadêmicos de todo o Nordeste poderão trocar experiências e dividir conhecimentos sobre as mais diversas áreas de atuação do profissional de Relações Públicas como: Planejamento de Comunicação, Organizacional e Pesquisa; Relações Públicas e o Terceiro Setor; Relações Públicas: Função Política; Cerimonial para Relações Públicas; Mídias Digitais; entre outros. Mais informações com Júlio Simão Nery de Vasconcelos Motta, presidente D.A Esurp, pelo julio_simao@hotmail.com .

 

Planejamento de Eventos

Interatividade e inovação são palavras de ordem na Forma Editora. A empresa que acaba de comemorar seu 25º aniversário lança uma ferramenta exclusiva para planejamento de eventos dentro do site do Free Shop. O software está sendo disponibilizado hoje, com diversos recursos para auxiliar os profissionais que organizam eventos. Simples de utilizar, a novidade facilita a elaboração e o gerenciamento de eventos de todos os tipos. Com ela, é possível fazer o check list do evento, cronograma, solicitar e receber cotações, criar o website, gerar relatórios financeiros, entre outras funcionalidades. Todos estes benefícios são oferecidos gratuitamente, bastando apenas que o organizador de eventos se cadastre no site. Para conhecer melhor a ferramenta basta acessá-la por meio do site www.freeshopeventos.com.br, cadastrar login e senha e seguir os passos propostos. Em caso de dúvida, entrar em contato com a gerente de produto do site de eventos do Free Shop, Ana Julia Rando, pelo e-mail anajulia@freeshop.com.br.

 

Relacionamento online

Em alguns casos, a evolução tecnológica ocorre em uma velocidade incrível. A internet, da forma como surgiu há apenas 15 anos já foi ultrapassada pelos novos recursos da chamada Web 2.0. Isso transformou a forma de se comunicar, tanto na esfera pessoal, quanto na profissional e empresarial. Nesse contexto a Alertse Qualificação Profissional promoverá o curso de Relacionamento Online - Promovendo a visibilidade de pessoas e empresas na web no dia 13 de março de 9h às 16h em Belo Horizonte. Este curso pretende compartilhar essa evolução, mostrar novas ferramentas da Web 2.0, dentre elas as redes sociais online, e apresentar formas de se promover, além de divulgar marcas, produtos e serviços com serviços gratuitos ou com baixo custo. Vai ser ministrado por Bruno Blankenburg. Mais informações pelo fone 31-3243-5774 ou no shirley@alertse.com ou no blog http://alertsequalificacao.wordpress.com.

 

Relações com Investidores

A Revista RI - associada ao IBRI/Instituto Brasileiro de Relações com Investidores e editada pela IMF Editora, foi lançada há 12 anos, em março de 1998. É tida como a principal publicação financeira brasileira com foco na área de Relações com Investidores, sendo especialmente dirigida a comunidade de investimentos. Em 2007, conquistou o Prêmio APIMEC na categoria "Veículo de Comunicação do Ano", conferido pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais, por meio de votação direta de seus membros associados em todo Brasil. A premiação é dada para profissionais, empresas e órgãos que contribuem para o desenvolvimento do mercado de capitais. O reconhecimento veio coroar o trabalho da Revista RI que, desde seu lançamento, leva aos leitores temas relevantes ao desenvolvimento do mercado brasileiro, tais como: Comunicação Corporativa, Sustentabilidade, Governança Corporativa, Responsabilidade Socioambiental, Criação de Valor, Legislação Societária, Mercado Global e Ativismo, assim como experiências de empresas brasileiras e estrangeiras que possam servir de exemplos ou modelos no campo das relações com investidores. Por primar pela qualidade, a publicação tem ainda, como editor internacional, William F. Mahoney, um dos maiores experts em RI do mundo.

 

Comunicação Pública

Joinville/SC sedia o Publicom ­ Congresso Sul-Brasileiro de Comunicação no Serviço Público entre 12 e 14 de maio, com um panorama de como a comunicação acontece em empresas e órgãos públicos, além de mostrar de que forma as ferramentas de Comunicação e Marketing podem contribuir para a eficácia da comunicação com os cidadãos. Obter credibilidade com um público abrangente e diversificado, primando sempre pela transparência e objetividade. As palestras irão abordar temas como planejamento e gestão de comunicação, gerenciamento de crise, eventos, estratégias, media training. Além de abordar a comunicação pública digital, divulgação e marketing internacional e também as alterações na publicidade com a nova Legislação Eleitoral. Confira a programação completa no site www.congressopublicom.com.br ou faça contato pelo e-mail atendimento@congressopublicom.com.br ou fone 47-3028 5850.

 

|topo|



Mercado em Movimento

 

Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento.  Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:



>A relações públicas Cynthia Provedel é Gerente de Comunicação Interna da Ericsson.


>O RP Antônio Carlos Bonassi é Gerente de Assuntos Governamentais e Institucionais da Caterpillar.

|topo|


Parceiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Liberar Orkut e Twitter no trabalho é produtivo

 

É interessante notar como, nesse mundo dito moderno, as empresas minimamente estruturadas já contam com recursos tecnológicos até pouco tempo inimagináveis. Redes, relatórios com gráficos, planilhas, conexões virtuais e remotas, agendas eletrônicas, e-mail e comunicação em tempo real são apenas alguns dos recursos habitualmente encontrados. Do outro lado, dos usuários, não é segredo que os brasileiros adoram passar horas a fio em redes sociais favoritas, como Orkut, Facebook, Twitter e daí em diante. São as chamadas redes sociais que, ao lado dos facilitadores já citados acima, agora começam a ganhar espaço também dentro das empresas como instrumento de trabalho.

Vestir o Orkut, o Facebook e o Twitter com terno e gravata, ou seja, a criação de redes sociais próprias dentro das corporações, é uma das formas práticas para aperfeiçoar a troca de informações e de conhecimentos, além de estimular a pró-atividade coletiva entre funcionários ­ sem a necessidade de custosas ligações telefônicas ou longas trocas de e-mails. Mesmo assim, a utilização das redes sociais corporativas por parte das empresas brasileiras ainda é tímida, principalmente se comparada à ainda ‘popular’ intranet. Hoje, o que vemos na intranet da maioria das empresas é um apanhado de informações que teoricamente deveriam interessar a todos da companhia, o que na prática não acontece.

Fosse feito um teste dentro das empresas, garantindo o anonimato dos entrevistados, certamente a menor parte realmente avaliaria os conteúdos de sua intranet como relevantes; e poucos responderiam que encontram informações que verdadeiramente os auxiliam na execução de seus serviços. Pode-se argumentar que a simples troca de idéias e integração dos funcionários não

justifica a adoção de uma rede social corporativa. É verdade. Como também é fato que há outros fatores que, junto a este, deixam claros os benefícios de implantação.

A possibilidade de compartilhar projetos que estão sendo desenvolvidos por diferentes áreas da empresa é um deles. Outro é a possibilidade de aproximação entre os funcionários ditos de “operação” com o alto escalão da companhia. Na prática, basta lembrar que não é tão comum ver uma equipe receber um elogio ou uma mensagem motivacional de seu presidente, a não ser em eventos de confraternização. Com a rede social, uma simples mensagem pode ser postada a todos os profissionais da empresa de uma só vez ou para profissionais de determinada área específica, em questão de segundos.

A rede social corporativa pode despertar no funcionário o sentimento de participação ativa na empresa. Mesmo que em áreas e assuntos restritos, abre-se um canal para a apresentação de idéias ou críticas, que em última análise podem ser úteis para alavancar o negócio e/ou aperfeiçoar um produto. Como na aplicação de qualquer novidade no ambiente empresarial, os responsáveis pela rede social corporativa devem tomar determinados e importantes cuidados, principalmente com ações indevidas dos usuários, como conversas nada proveitosas, fofocas, discussões e intrigas, que podem e devem ser fiscalizadas.

Em redes sociais púbicas são comuns experiências negativas como a criação de perfis falsos e, no meio corporativo, quando não se toma o cuidado necessário, isso também pode acontecer. Com planejamento e tais cuidados, as redes sociais corporativas serão sem dúvida ótimas ferramentas de gestão e de comunicação. O Twitter de terno e gravata chegou para ficar. (Texto de Fabio Baptista, diretor da Gonow Tecnologia, publicado no WebInsider)

 

|topo|


Frase do Mês


"Acredito que somente uma pessoa que nada aprendeu, não muda suas opiniões"

por Emil Zátopek

|topo|


Os mimos que o mundo dá ou aqueles que pegamos

 

Confira a entrevista com Karina Faber, Gerente de Marketing e Comunicação do Grand Hyatt São Paulo sobre a importância dos pequenos detalhes. Segundo Arjun Appadurai (The social life of things, Commodities in a cultural perspective, 1986), os souvenirs são uma forma curiosa de entender a cultura de um povo. Especialmente porque, em sua maioria, são imposições comerciais e estéticas em forma de commodities construídas para contar histórias e ideologias para fazê-las circular mundo afora. Vale para o chaveiro de mini torre Eiffel (que fica na área de “miniaturas” da estante), para o prato com a sua foto no Bondinho (que vira o apoio para o vaso de violetinhas), para a bonequinha de concha “estive na Praia Grande, lembrei de você” (que vai para…). E se o souvenir, além destas funcionalidades, ainda for grátis, tanto melhor!

Atire a primeira pedra quem, hospedado em um quarto de hotel, nunca levou uma “lembrancinha” para casa. Não estou falando de um condenável ímpeto cleptomaníaco de embolsar roupões, toalhas e talheres, mas sim de pequenos mimos: a caneta, o bloco de papel-carta, a geleinha do café da manhã. No fundo no fundo, e no melhor dos sentidos, frente a uma pia de toilete repleta de ammenities, todos somos um pouco “Ladrões de Sabonete” (alusão ao filme de Maurizio Nichetti, 1989).

Mesmo sem ver uma utilidade a curto prazo, e talvez simplesmente pelo fato de “estar ali à toa”, parafraseando Michel Maffesoli, a acessibilidade que estes objetos propõem gera um desejo irracional de obtê-los, colecioná-los, organizá-los na mala, planejá-los como presentes, recuerdos, souvenirs. E se forem de grife ou se remeterem a algum ícone especial, tanto mais desejáveis serão.

Mas nada disso é por acaso. Estrategicamente, diversos hotéis se preparam para atender o prazer indulgente dos hóspedes de “levar um pouco daquela experiência para casa”, como um ritual de gentilezas. Em troca da preferência pelo estabelecimento comercial, o cliente recebe um tratamento também preferencial com todas as sinestesias de que tem direito para se sentir bem. Ora, ora… Se Madonna gosta de sabonete de banana e iogurte e Spike Lee de gel de banho com óleo de mandarim, o que um concièrge pode fazer por você?

Para os habituès fica mais fácil. A freqüência dá o tom dos gostos e facilita os agrados. Para os flaneurs, todo o cuidado é pouco. Afinal, o gifting é fundamental para que se tornem connaisseus dos mimos e repitam a experiência. Na teoria funciona. Para provar que na prática também dá certo, entrevisto Karina Faber, Gerente de Marketing e

Comunicação do Grand Hyatt São Paulo e Coordenadora Regional de Relações Públicas para a Hyatt Hotels & Resorts na América Latina, que tem inúmeros cases para ilustrar a questão.

MP: Hotelaria tem forte relacionamento com gifting. O que um hóspede espera deste ritual de “dar, receber, retribuir”?
KF: O serviço, que é a alma da hotelaria, já tradicionalmente carrega o “dar, receber, retribuir” gentilezas. O bem-estar do hóspede é nossa prioridade, e com isso, o gifting se transforma em uma ferramenta importante, porque são os pequenos detalhes que sugerem nossa gentileza e confirmam nossa atenção com nossos clientes. O cliente de hotel 5 estrelas espera receber gentilezas. Não acho que é necessariamente algo material, mas definitivamente o toque único de cada lugar é o que o cativa.

MP: Para cada cultura, um valor diferente. Como a hotelaria trabalha para agradar gregos e troianos?
KF: O importante é ter consciência global e espírito local. É preciso manter a perspectiva internacional para respeitar as pessoas e ter discernimento para introduzir os toques locais que são mais apropriados. O Brasil, por exemplo, é tão rico que temos uma infinidade de coisas para explorar. Queremos que o hóspede sinta que ele não está só em um Hyatt, e sim que ele está em um Hyatt no Brasil. Às vezes enviar um potinho simpático com jabuticabas e um cartãozinho explicando o que é a fruta, como se come, etc. tem mais impacto do que presentear com uma garrafa de cachaça, um café ou algo que remeta ao futebol, que são “gifts” mais óbvios do nosso local.

MP: O gift gera fidelidade? Como? Cite alguns cases.
KF: Acho que ajuda porque ele acaba impactando no emocional do hóspede, faz parte da experiência da hospedagem. Por exemplo, temos um menu de sabonetes com produtos típicos do Brasil. Hóspedes, principalmente estrangeiros, se apaixonam em tomar banho com um sabonete de açaí, pitanga, etc. Macarons assinados por nosso chef patissier e servidos em caixinhas de madeira, que podem ser aproveitadas para outro uso no lugar de chocolates, que são mais óbvios, são outro exemplo. Todos os nossos gifts e amenities são pensados para dar um toque de “brasilidade” ao nosso produto, que é internacional. E complementam e enriquecem nossa filosofia e serviço, para uma experiência única em cada um de nossos hóspedes. (Texto de Marina Pechlivanis, Socia-diretora da Umbigo do Mundo, Mestre em Comunicação e Consumo pela ESPM e integante do GEA - Grupo de Estudos Acadêmicos da AMPRO, publicado no Mundo do Marketing)

 

 

|topo|


Adidas obtem feedback através dos seus fãs nas mídias sociais


As redes sociais contam com mais de cem milhões de membros. Ao criar presença no Facebook, Twitter, ou outros sites, as empresas têm acesso a uma grande quantidade de dados que é gerada nestas mídias sociais, mesmo se apenas uma pequena porcentagem de membros se junta a ela. Quando a Adidas desenvolveu sua fan Page no Facebook, ela rapidamente atraiu 2 milhões de usuários. A empresa adquiriu um número proporcional de seguidores em seu Twitter e em suas páginas do Youtube, levando a uma pergunta: Será que estas comunidades não ficaram muito grandes?

A utilidade destas comunidades depende da facilidade em que as mensagens podem ser disseminadas, e o quão rápido as empresas podem obter seus insights. No caso da Adidas, monitorar e analisar postagens de 2 milhões de membros não era viável. Então se criou uma comunidade dentro da comunidade. A empresa trabalhou com a Passenger para criar uma comunidade privada chamada Adidas Insiders, convidando apenas os usuários mais ativos das páginas públicas para se tornarem membros. “Nós estamos sempre procurando maneiras para estar mais perto do consumidor e extrair informações sobre o que acham da nossa marca, produtos, conceitos e comunicação”, diz Chris Murphy, diretor de mídias digitais da Adidas. “Essa é uma oportunidade única para obter um feedback rápido e em tempo real de nossos consumidores.”

Para extrair esse feedback, a Adidas gerencia conversas entre consumidores com os grupos de “Insiders”, promovendo discussões sobre percepção de marca, campanhas de marketing, ou canais de comunicação. Murphy diz que um dos maiores desafios tem sido manter a comunicação freqüente e relevante. “Nossa comunidade se tornou ativa rapidamente e é importante continuar alimentando os membros com conteúdo, produtos, atividades e enquetes,” ele diz. “Nossa grande surpresa tem sido o quão dispostos e ativos nossos membros realmente são. É um grande prazer para mim passar tempo com consumidores que amam a marca tanto quanto nós.”

Devido ao grande amor dos membros do grupo Insiders pela marca, pesquisas mostram que eles são mais influenciados pelas mensagens que a Adidas transmite. Um relatório da analista Lisa Bradner da Forrester Research, “Social Brand Strategies”, apontou que certos tipos de mídias sociais eram mais eficientes para influenciar na percepção que o cliente tem, dependendo também de quem está falando. Se as críticas online ou os fóruns de reclamação fossem gerados pelos membros da comunidade e fãs, por exemplo, teriam maior impacto do que se fossem gerados pela própria empresa. No entanto, quando a marca favorita de um consumidor está gerando fóruns de discussão, podcasts, e vídeos, eles são ainda mais eficientes do que se fossem gerados por qualquer pessoa.

Por testar estratégias e conceitos com grupos de Insiders menores, a Adidas também virou mais sensível às necessidades do público das comunidades maiores do Facebook, Youtube, e Twitter. Mas o ROI (retorno sobre investimento), segundo Murphy, está nas melhorias realizadas pela equipe de marketing de produto, através das informações obtidas no ambiente online. “Nós somos capazes de mexer com cores e materiais, e receber um feedback instantâneo desses fãs, o que nos permite ser mais eficazes no desenvolvimento e planejamento de lançamento de produto,” diz ele. “Nós perguntamos aos nossos membros coisas como o tipo de narrador mais apropriado para certo vídeo promocional, e recebemos um feedback surpreendente que nos fez mudar a criação. Como resultado, esperamos gerar mais visitas, interesse e um alcance por públicos maiores.”

A Adidas descobriu que desenvolver uma comunidade privada é mais desafiador do que uma fan page pública, mas os benefícios podem compensar o esforço adicional. “Leva mais tempo para gerenciar a comunidade, já que os membros estão amarrados à sua marca, e tem a percepção que estão sendo assistidos e podem ser alcançados,” Murphy diz. “Há um comportamento específico nesta comunidade, diferentemente do Facebook ou MySpace, onde os membros podem ser anônimos”. Os Insiders são mais propensos a se tornarem advogados de marca, ele completa. “Estas são as pessoas que nós vemos como verdadeiros promotores, dispostos e capazes a ajudar a promover a marca Adidas.” (Texto de Jeremy Nedelka, Editor-Assistente do 1to1Media)

 

|topo|


Como Alcançar o Sucesso com as Comunidades Online

 

O valor de uma comunidade online de clientes ativa não pode ser negado: gera membros engajados, potenciais insights para desenvolvimento de produtos, desvio de pontos de contato e uma base de conhecimento orgânica. Mas em primeiro lugar, como uma empresa pode criar uma comunidade ativa e participativa? John Ragsdale, vice presidente de tecnologia de pesquisa daTechnology Services Industry Association (TSIA), diz que existem três obstáculos comuns a serem superados para que sua comunidade tenha sucesso.

Obstáculo #1: Adoção dos clients - “O maior obstáculo que a maioria das empresas se depara, especialmente aquelas que acabaram de criar fóruns, é o de fazer com que os clientes participem deles”, diz ele. “As pessoas estão tão so brecarregadas com as comunidades que já participam (MySpace, Facebook, Twitter, LinkedIn, etc.) que é difícil encontrar tempo para mais uma comunidade. Meu conselho é começar movendo processos do cliente já existentes para a comunidade online, o que força visibilidade para a comunidade, ao invés de construí-la externamente”.

Uma comunidade online bem sucedida também precisa de uma grande proposta de marketing que reflita sua real proposta de valor, complementa Nikhil Govindaraj, vice presidente de produtos da nGenera. A comunicação deve ser externa e interna, para gerar awareness e adoção pelos clientes e funcionários. Ragsdale concorda, recomendando que as empresas mencionem/destaquem os fóruns de discussão e outras opções de auto-serviço em cada comunicação com o cliente, incluindo ligações telefônicas, chat, emails, cobranças, comunicação externa e press releases.

Obstáculo #2: Adequação dos recursos de mo deração - “É fácil de criar e estabelecer uma comunidade. O difícil é mantê-la”, diz Govindaraj. As comunidades precisam que as empresas dediquem recursos para moderar os fóruns, respondendo a perguntas não resolvidas pela comunidade e guiando

discussões, para manter os membros ativos, desencorajando o mau comportamento. Além disso, alguém precisa ter certeza que os funcionários são membros ativos da comunidade, e deve haver uma pessoa dedicada a monitorar e relatar indicadores de desempenho. Ragsdale recomenda o mínimo de um quarto de trabalhador de tempo integral para cada fórum de discussão principal.

Obstáculo #3: Participação de clientes Expert - “Quanto mais informados e experientes seus clientes ativos forem, mais dinâmico e eficaz o fórum será”, diz Ragsdale. Entretanto, muitas empresas ativamente recrutam clientes Expert ou usuários com maiores privilégios de imediato. Govind araj diz que os clientes devem ser recompensados pela sua participação. “Não espere que eles apenas entrem na comunidade e a usem”, diz ele. Ele acrescenta que as empresas podem começar fazendo com que alguns funcionários se tornem moderadores, mas que não se deve hesitar em promover um usuário top e confiável, tornando-o moderador.

Em conclusão, uma boa comunidade online gera uma boa reputação para a marca e dá valor aos seus usuários. Isso exige flexibilidade e habilidade para realizar mudanças baseadas na própria comunidade. Ragsdale diz que para empresas B2B especialmente, pesquisas são fundamentais para entender a adoção ao fórum e seu sucesso. Por que os clientes visitam o fórum? O que eles aprenderam? Eles irão retornar e recrutar mais membros? Estão são apenas algumas perguntas que as empresas devem perguntar aos membros de sua comunidade.

“Um ponto fundamental para se manter em mente é que como em outras áreas de serviço e suporte, o sucesso está no processo, e não na tecnologia”, diz Ragsdale. “Independentemente das carasteríscticas da plataforma que você escolher, você não será bem sucedido se não tiver os processos no lugar certo”. (Texto de Elizabeth Glagowski, Gerente Editorial do 1to1 media, publicado no boletim 1to1)

 

|topo|


Você está recebendo esta mensagem por fazer parte do "Mundo das Relações Públicas", voltado à divulgação e à conscientização da importância deste segmento de comunicação no sucesso das organizações. O Boletim tem circulação mensal e gratuita, sob responsabilidade do RP Rodrigo Cogo (Conrerp SP/PR 3674) e com colaborações diversas de interessados.
Para ver o boletim na web, vá em www.mundorp.com.br/rpemacao/mar10. Para sair do cadastro clique aqui.