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Leia nesta edição
> A nova gestão da influência |
Novos Cadastrados
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Se a relação que as organizações têm com seus públicos, sobretudo os mais fiéis, é cada vez mais anímica, então fará sentido repensar o composto estratégico de marketing, propondo um mix onde haja lugar para o “P” de poder, que não é mais exclusivo dos órgãos executivos, legislativos ou judiciários e seus equivalentes do setor privado, mas que se radica em nossos dias em configurações informais. Falamos especialmente do poder informal de quem constrói a opinião e que é assegurado pela capacidade de representação, avaliação e reivindicação, em face dos outros poderes. Certo é que os poderes informais dominam, e por vezes detêm, o espaço de comunicação e, conseqüentemente, o espaço da legitimidade e da autoridade da informação.
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A Corpbusiness promove no dia 11 de março de 2009, no Hotel Tryp Paulista em São Paulo/SP, o II Digital Media Conference. A idéia é apresentar a verticalização dos canais de mídia e convergência digital, com as melhores práticas, tanto no desenvolvimento de estratégias, como no uso das ferramentas disponíveis na mensuração dos resultados.
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Estudo de Pilar García, Guido Stein e José Ramón, especialistas do IESE, explica que o que motiva os profissionais nascidos nos anos 80 e 90 e o que eles podem dar as empresas, a partir da análise do contexto em que cresceram e das mudanças sociopolíticas por que passaram. Pela primeira vez na história do mercado de trabalho, as organizações estão acolhendo pessoas cujas idades cobrem um espectro de mais de 40 anos. Essa tendência vai aumentar na próxima década, devido ao necessário prolongamento dos anos de trabalho motivado pela escassez de profissionais. Na União Européia, por exemplo, a porcentagem de pessoas entre 65 e 90 anos saltará dos 16% da população total registrados em 2000 para 21% em 2020, enquanto aquelas entre 15 e 24 anos representarão apenas 11%. Diante disso, vários países europeus decidiram começar a regulamentar a permanência de trabalhadores além das idades “clássicas” de aposentadoria e a integrar outros grupos tradicionalmente marginais, como mulheres e imigrantes.
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Falar em blogs corporativos no Informa group é algo relativamente novo. O que não é novidade é a importância que nós sempre demos ao relacionamento, ao diálogo com nossos clientes, à troca de informações. Isso está na base do nosso negócio, pois desde que a IBC foi fundada em 1964, em Londres, os intervalos dos eventos já eram organizados para favorecer a troca de cartões e o networking entre os participantes.
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Com periodicidade semestral e abrangência internacional, Organicom - Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas aglutina acadêmicos e profissionais do segmento que são referência no País e no Exterior. Ela é editada em parceria pela Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas (Abrapcorp) e pelo Curso de Pós-Graduação Lato Sensu de Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas (Gestcorp), da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP).
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Cerimonial
O IBRADEP - Gestão da Comunicação realiza em abril de 2009 diversos cursos, sempre entre 9h às 18h no Hotel Augusta Boulevard em São Paulo/SP, ministrado pela relações públicas Gilda Fleury Meirelles, integrante de nosso Mundo-RP. Nos dias 23 e 24 de abril é a vez de "Diplomação, Posse e Transmissão de Cargo", e nos dias 27 e 28 tem "Recepção para Visitas Oficiais Nacionais e Internacionais - hábitos e costumes dos povos", ficando para 29 e 30 de abril o curso filmado "A Arte de Falar em Público - Mestre de Cerimônias, conduzindo a solenidade" . Mais informações pelo www.ibradep.com.br ou no email ibradep@ibradep.com.br e fone 11-4152-8419. Caso queira levar estes cursos para sua cidade, basta entrar em contato direto com os organizadores e encontrar um lugar na agenda.
Comunicação Ambiental Pelo quinto ano consecutivo, Belo Horizonte sedia o Congresso Mineiro de Comunicação Ambiental. O evento, que acontece nos dias 12 e 13 de março de 2009, no Hotel Mercure, na capital mineira, vai reunir os principias profissionais das áreas de meio ambiente, responsabilidade social, finanças sustentáveis e comunicação do país. O objetivo é mostrar ao profissional como atuar, se aprimorar e conhecer os mais novos conceitos e ferramentas de comunicação para sustentabilidade. Com organização da Ambiente Global - Eventos Sustentáveis, o V Congresso Mineiro de Comunicação Ambiental terá este ano temas como a Comunicação Ambiental como instrumento para gerar valor nas organizações; Políticas Corporativas de Comunicação Ambiental e alinhamento de posicionamento aos atendimento de requisitos legais; e estabelecimento de metas. Para inscrições e informações, acesse o www.ambienteglobal.com.br/ ou ligue 11-4777-0260.
Assessoria a Personalidades O curso de Assessoria de Comunicação para Artistas e Personalidades, proposto pela Anhembi Morumbi em São Paulo/SP durante oito sábados entre 28 de março e 30 de maio de 2009, quer mostrar a importância da profissão de Assessor dna área, suas características, transmitir os conceitos e preparar os profissionais e estudantes de comunicação que queiram trabalhar ao lado dos artistas da música e personalidades de uma maneira geral. Existe um crescente mercado para esse tipo de atividade, em função da valorização da visibilidade do artista na mídia e do crescimento da produção cultural. Um exemplo disso é dado pela produção musical independente, na qual o artista necessita cada vez mais dos serviços de empresas e profissionais da área de comunicação para a realização de atividades que eram feitas tradicionalmente pelas gravadoras. É extremamente importante para os profissionais da área e para os que pretendem trabalhar com esse tipo de assessoria entenderem as especificidades de um projeto de comunicação para divulgar a imagem de um artista, uma personalidade e seus diferentes produtos. Quem ministra é a jornalista e locutora Patricia Spínola. Ela atua desde 1995 na área de Comunicação, em assessoria de imprensa, divulgação artística e rádio. Apresentou e participou de programas de rádio e TV no Brasil e em Portugal. Trabalhou com artistas brasileiros na Espanha e em Portugal. Foi supervisora de comunicação da gravadora Virgin e trabalha desde 1999 como assessora de comunicação de artistas como o cantor Daniel, Grupo Tradição, Duda Monteiro, Leandro Lehart, Rionegro e Solimões, Zé Henrique e Gabriel, entre outros. Gerencia desde 1999 todo o departamento de comunicação da dupla Chitãozinho e Xororó. Mais dados pelo 11-3847-3241/3050/3079 ou no site www.anhembi.br .
Congresso MegaBrasil
Entre os dias 27 e 29 de maio de 2009, o Centro de Convenções Rebouças, na capital paulista, abriga o 12º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa. O evento é tradicionalmente organizado pela Mega Brasil e tem como tema central "O novo patamar da Comunicação Corporativa no Brasil". São esperados cerca de 800 profissionais de todo o País nos três dias de encontro, que prevê uma extensa programação com sete conferências (duas delas internacionais). Serão 18 palestras temáticas e oito workshops, além do Prêmio Personalidade da Comunicação e da Feira da Comunicação Empresarial. Ainda está programado o painel final com "O Melhor do Congresso", elaborado por equipe que acompanhará toda a programação para selecionar o que de mais relevante for apresentado. A programação está em fase de elaboração e deve ser concluída até o final do mês. Outras informações, pelo eventos@jornaldacomunicacao.com.br ou 11- 5576.5600, com Aline ou Laura.
Web Expo Fórum
A Converge Comunicações, responsável por organizar os mais importantes eventos nas áreas de telecomunicações, TV por assinatura, novas mídias, internet, produção e distribuição de conteúdo audiovisual, realiza a 3ª edição do Web Expo Forum, de 17 a 19 de março de 2009 no Centro de Convenções Frei Caneca em São Paulo/SP. Estão previstos painéis de discussão com palestrantes nacionais e internacionais, que abordarão temas como: o poder das redes sociais; a utilização a Internet pelos mercados fonográfico e de televisão para atingir o novo consumidor 2.0; programas e novos dispositivos móveis que proporcionam acesso aos recursos da web 2.0; o que os grandes grupos e empresas estão fazendo para entender e competir no novo cenário da web 2.0, entre muitos outros. Dentre os palestrantes já confirmados estão: Gil Giardelli, VP da Permission; Cezar Taurion, gerente de Novas Tecnologias Aplicadas da IBM; Cesar Paz, diretor presidente da AG2; Marcelo Quinan, diretor de criação da AG2; Eduardo Vasques, da Abracom; Monica Ramos, sócia fundadora da Deckdisc; José Papa Neto, diretor de Novas Mídias e TI da ESPN; Gil Torquato, diretor Corporativo e de Relações Institucionais do UOL; Fiamma Zarife, diretora de VAS e Roaming da Claro; Alexandre Fernandes, diretor de Produtos e Serviços da Vivo; Charles Zamaria, professor da Ryerson University - Canadá; Paulo Cesar Queiroz, VP da DM9DDB; Hugo Godinho, diretor de Comunicação Integrada da In Press Porter Novelli; o jornalista Paulo Henrique Amorim, jornalista do Blog Conversa Afiada; Paulo Markun, presidente da Fundação Padre Anchieta; Marcelo Coutinho, diretor de Análise de Mercado e Novos Negócios do IBOPE Inteligência. Inscrições e mais informações pelo www.webexpoforum.com.br .
Gestão de Eventos O instrutor Paulo Bruin desenvolve o curso Gestão de Eventos (Planejamento, Promoção, Organização, Realização e Pós-Evento) nos dias 14 e 15 de março de 2009 no Capcana Gastronomia e Eventos em São Paulo/SP. Com 26 anos de experiência na área, atualmente no cargo de diretor do IBEV - Instituto Brasileiro de Eventos, e reunindo mais de 1.200 participantes em treinamentos nos últimos anos, ele traz um conteúdo dinâmico e ilustrado, além de uma apostila com 141 Páginas e 52 telas em CD, numa proposta intensiva e completa em final de semana. Cadastrados do portal Mundo-RP garantem 20% de desconto na inscrição. Mais informações pelo 11-5581-0921 ou no e-mail info@paulobruin.com.br .
Interop São Paulo 2009
A UBM - United Business Mídia e a TechWeb, líderes de soluções de comunicação e serviços especializados de informação e a IT Mídia, lançam a 2ª edição da Interop São Paulo, a versão latino-americana do maior e mais importante evento global em Business Technology. Uma área dedicada a conferências vai trazer as tendências mais relevantes do mercado. A versão brasileira da Interop acontece em São Paulo/SP nos dias 2 e 3 de setembro no Transamérica Expo Center. Os organizadores prevêem a participação de mais de 100 empresas expositoras, uma vasta programação de conferências e mais de 5 mil profissionais visitantes. O conceito mundial da Interop aborda as tecnologias utilizadas para dar suporte aos processos de negócios e aumentar a competitividade das empresas. A Interop é realizada em Las Vegas há 22 anos e tem versões locais em Nova Iorque, Tóquio, Mumbai e São Paulo. Mais dados pelo www.interopsaopaulo.com.br .
Virtualização
O faturamento do mercado mundial de software de virtualização deve alcançar US$ 2,7 bilhões, em 2009, crescendo 43% sobre 2008. Segundo a expectativa do Gartner, o mercado global, de forma geral, deve alcançar um avanço de 20%, contra 12% verificados no ano passado. Durante o ano, as vendas de desktops virtualizados devem mais do que triplicar, saltando de US$ 74,1 milhões, para US$ 298,6 milhões. Isolada, a área de software para gerenciamento da virtualização de servidores deve aumentar 42%, para US$ 1,3 bilhão. Já as vendas de infraestrutura para virtualização de servidores saltarão 22,5%, para US$ 1,1 bilhão. As razões apontadas para o bom desempenho são a necessidade de redução do custo total de propriedade (TCO), de aumento na agilidade e na velocidade de distribuição das necessidades de TI, acompanhados da diminuição do impacto da emissão de carbono. No estudo, o Gartner inclui aspectos como gerenciamento da virtualização de servidores e infraestrutura de virtualização de servidores e desktops virtuais hospedados (HVD), em que o sistema operacional e as aplicações rodam em um servidor acessado remotamente. Na visão do Gartner, apesar de incipiente, com 11% do mercado de software de virtualização, a tecnologia de HVD tende a responder por uma parcela cada vez maior entre os usuários corporativos, até 2013. Dessa forma, a empresa de pesquisas em tecnologia sugere ao usuário empresarial definir e otimizar os processos de gerenciamento para HVDs, assim como fizeram para os PCs tradicionais, a fim de conhecer suas reais vantagens. Aos fornecedores, a consultoria aconselha que aproveitem os benefícios que o ano traz, criando ferramentas de gerenciamento para dar suporte às iniciativas de virtualização e assegurar que os produtos de gerenciamento específicos para virtualização possam se integrar com as estruturas de gerenciamento existentes.
Café Intercom Saraiva O Café Intercom/Saraiva reinicia sua programação mensal em 2009, debatendo em São Paulo/SP o tema “Comunicação de Vanguarda: Pesquisa, Televisão e Jornalismo”. O encontro de março, previsto para o dia 10 de março, com debates tendo como ponto de partida três livros recentemente lançados por editoras universitárias. Margarida Kunsch vai problematizar os 30 anos de história da ALAIC Associação Latino-Americana de Pesquisadores da Comunicação e ao mesmo tempo apresentar o livro escrito por Maria Cristina Gobbi, sob o título A batalha pela hegemonia comunicacional na América Latina (Editora Metodista, 2008). Lúcia Araújo focalizará os desafios da televisão educativa no Brasil, tomando como ponto de referência o livro Comunicação e Transformação Social: A Trajetória do Canal Futura (Editora Unisinos), organizado por Débora Garcia e Ana Paula Brandão, cujos capítulos foram escritos por intelectuais como Renato Janine Ribeiro, Tania Rosing, Jailson Silva, Ana Lagoa e Antonio Fausto Neto e jovens talentosos como Beatriz Cardoso, Marcelo Briseno e Daniel de Thomaz. Audálio Dantas discutirá o itinerário do jornalismo brasileiro nos últimos 50 anos, ilustrando-o com episódios da trajetória profissional de José Marques de Melo, autor do livro Vestígios da Travessia (Edufal / Paulus). Começa as 19h e acontece na Livraria Saraiva do Shopping Paulista.
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Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento. Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:
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É fato que, no meio do bombardeio de informações ao qual o consumidor está exposto na internet, é preciso se diferenciar. Assim, a principal pergunta que ronda a cabeça dos executivos de marketing hoje é: como? Não há resposta pronta, mas a parte boa da história é que as alternativas não são poucas e crescem rapidamente. Um dos caminhos mais eficazes - e que boa parte das empresas parece já ter entendido que funciona - é o vídeo para internet. Não à toa, há previsão de investimento de cerca de US$ 8 bilhões em empresas de vídeo online nos próximos anos, segundo o Dow Jones Venture Source.
Claro que o sucesso de um videoweb não acontece por acaso. Quem tem acompanhado os mais recentes cases de vídeos que viraram hit no ambiente online percebe o óbvio: o vídeo, assim como a web, precisa ser 2..0. Não só porque seu meio de veiculação é a internet, ou pela expansão da banda larga e a evolução dos formatos de compressão de imagem, mas por tudo aquilo que esse novo formato representa. O pensamento para todos os processos, da produção à reprodução de um vídeo para a rede, deve obrigatoriamente considerar princípios como interação e colaboração.
É por conta desses aspectos que conferimos hoje uma mudança enorme na maneira como as pessoas consomem conteúdo. É importante, portanto, identificar o que é realmente relevante para elas, o que elas estão em busca - e correr atrás do que elas estão atrás. E é possível? É. Esse é o grande barato da internet: o usuário dá pistas sobre o que gosta, estabelece-se em comunidades, classifica-se em nichos, revela seu perfil a partir de graus de interesse e interação. É assim que identificamos a efetividade do story telling marketing, por exemplo - como acontece com a ação desenvolvida pelo jornal NY Times, intitulada "NY Times Conversations".
Com o vídeo na internet é a mesma coisa: é possível ter um feedback quase que imediato das ações de marketing propostas - especialmente porque o consumidor faz questão de falar. A internet e o vídeo 2.0 permitem ao usuário avaliar se ele gosta ou não do que foi produzido, comentar, trocar impressões com quem já assistiu àquele mesmo vídeo, enviar um link para amigos, viralizar... Tudo ao mesmo tempo agora. |
É claro que a capacidade de um vídeo se espalhar a uma velocidade vertiginosa na web é um caminho fatal para seu total sucesso ou completa desgraça. Seja como for, é preciso se arriscar e manter a transparência. Da mesma forma que uma marca disponibiliza um vídeo, é preciso dar ao internauta ferramentas para que ele possa discuti-lo e compartilhá-lo. É impensável hoje, com a quantidade de redes sociais disponíveis, uma empresa ignorar essa premissa. Por isso já aconselhava o especialista em marketing canadense Don Tapscott: "Se é para ficar nu, é melhor entrar em forma".
Para dominar a linguagem e as implicações das ações de marketing que envolvem vídeos na internet é preciso entender, antes de mais nada, que o tipo de experiência procurada pelo internauta na web é diferente daquela que ele busca ao ligar a TV na sala de casa. Não à toa, os vídeos na web precisam ser mais curtos, por exemplo. Na internet, buscam-se tecnologia e inovação - sempre. E da forma mais sucinta possível.
A síntese disso tudo é: o consumidor/internauta precisa ser surpreendido. O vídeo pode até ser simples do ponto de vista técnico (o que não necessariamente pede uma imagem à la Bruxa de Blair), mas uma boa ideia - não só na web - faz toda a diferença na hora da conquista. Assim, o inédito, o ousado, ganham espaço, viram hit. Isso prova que, mais do que o formato, o importante mesmo é sempre o bom e velho conteúdo. Parece um despropósito alertar, mas o vídeo - e isso vale para qualquer plataforma - precisa, antes de tudo, ter uma mensagem. E mais, precisa conectar o público a ela. É aí que está a parte difícil dessa história toda.
Ainda assim, não há dúvidas de que o vídeo é uma das formas mais eficazes de comunicação quando o objetivo é envolver, contar uma história e emocionar. Vale lembrar os vídeos para internet desenvolvidos pela Dove durante a "Campanha pela Real Beleza". Hoje as marcas das empresas têm vida, precisam se expressar e criar empatia com seu público. Nada melhor do que a imagem em movimento para garantir essa experiência. É isso o que prega o emotional branding, conceito criado pelo designer francês radicado norte-americano Marc Gobé. Então, para funcionar, a conexão do consumidor com um vídeo de uma marca na internet precisa, além de ser 2.0, ser emocional. Senão, nada feito. (Publicado no site HSM Management).
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Frase do Mês "A gente não pode viver no artifício do brilho e do sucesso. Tem que ter uma passagem útil nessa vida" por Ney Matogrosso |topo| |
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Dizem que propaganda é a alma do negócio. Não é mais! Essa afirmação hoje é apenas mais um mito urbano. A propaganda televisiva de massa, objeto deste jargão foi, é e será extremamente importante para as empresas e suas marcas, só que cada vez mais de formas diferentes. A ela caberá o nobre ato de posicionar produtos e reforçar a reputação corporativa. Mas isso será insuficiente para as empresas competirem com excelência. No futuro próximo, do negócio mesmo ela será apenas a boca. Se o produto, serviço ou marca não tiverem alma de verdade, podemos dizer que o peixe morrerá pela boca.
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vez mais pensadas em termos de resultados tangíveis, portanto, mais dirigidas, contextualizadas e mensuráveis. E isso ainda é incômodo para muitos profissionais que trabalham com elas.
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Mais que simplesmente checar o status de um amigo no Facebook ou deixar um recado no Orkut, usuários poderão se beneficiar de ferramentas que exploram sua localização geográfica para enfrentarem novas situações sociais. Pense em um bar cujos freqüentadores definiram um nível de privacidade em que seus nomes, estado civil, profissão e interesses. Ao entrar com seu aparelho, o serviço pode indicar pessoas com perfis semelhantes e o celular poderá ser a ponte para conhecer novos usuários, filtrados pelo algoritmo da rede social. Por mais que situações como essa ainda estejam a alguns anos de acontecer na realidade e dependam de um mix de penetração tecnológica com desenvolvimento dos serviços, o IDG Now! selecionou dez redes sociais móveis que já vêm dando um gostinho do futuro pelos celulares. BrightKite Entre todos os serviços sociais que exploram geolocalização, o BrightKite é o que mais se aproxima do exemplo hipotético do encontro de amigos e desconhecidos em um bar pelo celular. O serviço permite que cadastrados publiquem sua posição geográfica e aproveitem serviços diretamente relacionados à informação, como amigos ou pontos de interesse (como restaurantes e bares) pela região e atividades feitas por usuários próximos geograficamente de você. iRovr Dedicada exclusivamente para usuários do iPhone ou iPod touch (a ponto do serviço não entrar em outro navegador que não seja o Safari, da Apple), o iRovr permite a criação de um perfil por onde usuários podem publicar vídeos, fotos, textos e links que aparecerão no seu stream, no mesmo estilo empregado pelo Facebook. A publicação é facilitada pelo suporte a contas de e-mails que enviam diretamente o conteúdo ao seu perfil, o que não exige que o usuário esteja autenticado. A rede social, gratuita, permite ainda que usuários acompanhem seus amigos e deixem recados nos perfis. Fon11 Também voltado exclusivamente para usuários do iPhone no começo, o Fon11 já começa a tomar forma também no sistema Android, do Google, e em aparelhos da Nokia. Com uma interface mais simples e objetiva, o serviço permite que o usuário defina se está disponível ou não, qual seu humor e qual a área que pretende ser descoberto por usuários que também tenham celulares com GPS. É possível cadastrar amigos, indicar pontos de interesse no mapa para futura consulta ou indicação e checar quantos amigos ou desconhecidos estão na sua região por meio de uma interface clara, com apenas quatro botões de opções. No Brasil, o serviço já suporta usuários do Rio de Janeiro. Next2Friends Mais que simplesmente indicar a posição geográfica de amigos inscritos no serviço, o Next2Friends permite que usuários publiquem perguntas ou discussões direcionadas apenas àqueles na região. Além de permitir a transmissão de vídeos online por plataforma própria, o serviço também já começou a testar a indicação de usuários com gostos parecidos na rede social quando ambos estão próximo fisicamente, por meio de um alerta em Bluetooth. Ovi A resposta da Nokia para o iPhone não vem só no formato de um aparelho (no caso, o 5800 Xpressmusic), mas também no de serviços online que usam o telefone celular. O Ovi é uma plataforma de publicação de conteúdo, como define a Nokia. Derivado da compra do Twango, o Share on Ovi permite que fotos e vídeos feitos por aparelhos da fabricante sejam publicados e compartilhados com amigos também inscritos no Ovi. Além da ferramenta social de compartilhamento, o Ovi aposta também em funções mais voltadas à organização do usuário, como sincronização de contatos e arquivos com PCs, compra de canções e indicações por mapas. meetMoi Redes sociais que abusam da geolocalização poderiam ser ótimas ferramentas para serviços de namoro, não? O meetMoi parte deste pressuposto e permite que usuários criem um perfil que será compartilhado com propósitos afetivos. O solteirão (ou solteirona) define as informações que quer que apareçam para potenciais pretendentes e define uma área máxima onde os dados poderão ser exibidos. Caso encontre alguém que lhe interesse, é possível ver mais fotos ou marcar um encontro com o pretendente ao vivo pela ferramenta de mensagem instantânea. Qik Junte uma rede de acesso capaz de transmitir vídeo com a proliferação de celulares com câmera e você cria um vácuo para streaming de vídeos muito bem coberto, nos últimos meses, pelo Qik. Da mesma maneira que sites como o Justin.TV ou o Ustream permitem a transmissão ao vivo de vídeo pelo PC, o Qik faz o mesmo para celulares basta um aparelho suportado pelo serviço (iPhones, BlackBerrys e muitos da Nokia, Samsung e Sony Ericson são) e uma conexão 3G para colocar seu programa no ar. Ainda que não prime pelas ferramentas de interação (é possível, apenas, adicionar amigos também cadastrados), o Qik é um dos novos serviços online que melhor vem aproveitando a crescente penetração da dupla “smartphone/3G”. Groovr Com uma interface mais incrementada que a maioria dos serviços listados aqui, o Groovr também aposta na indicação de pontos de interesse em mapas e as conseqüentes interações com amigos ou desconhecidos no entorno. O serviço não depende apenas do celular e usuários em desktops podem interagir com aqueles que estão em uma cafeteria, por exemplo, e publicam a foto (ou vídeo ou link de algum conteúdo relativo) de um café chamando os amigos para um encontro. Com as informações geográficas publicadas pelos seus usuários, o Groovr monta mapas das cidades (norte-americanas, em sua esmagadora maioria) OndeEstou Único exemplo genuinamente brasileiro da lista, o OndeEstou nasceu dentro da junção de Apontador e MapLink com a pretensão de, no futuro, indicar em tempo real os índices de trânsito ao redor do motorista. Neste meio tempo, a rede social permite que usuários, estejam eles em desktop, dentro do Orkut ou do Facebook ou a partir do iPhone ou celulares com Windows Mobile ou Java, atualize sua localização geográfica. Assim como seus colegas internacionais, o OndeEstou permite que contatos saibam a localização e qual a atividade que o usuário está fazendo no momento. ShoZu O ShoZu pega carona tanto na popularidade como na incipiente atividade móvel de serviços sociais estabelecidos, como Facebook, Flickr, Twitter e YouTube, e dá uma nova maneira para que o usuário publique conteúdo a partir do celular. Pelo software oferecido pelo serviço, usuários podem mandar vídeos e fotos feitos pelo site para os serviços suportados, o que atualizará também o feed do usuário. Todo inscrito pode consultar o feed dos amigos feitos dentro do ShoZu. Grande parte do fator social do ShoZu está aí: é possível comentar ou mesmo replicar conteúdos publicados por outros usuários ou definir a posição geográfica de onde o arquivo foi criado. (Texto de Guilherme Felitti, editor-assistente do IDG Now!, publicado no site da revista).
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Não é hora de cruzar os braços, é hora de ser lembrado. Observe. Empresas de todas as cores e tamanhos se defendem nesses tempos de crise econômica e financeira, a começar pela proteção do patrimônio maior: a marca. Para isso, muitas ações se tornaram inadiáveis, sobretudo na Comunicação Institucional. Realizá-la, diante da nova realidade empresarial, é sinal de bom senso. Não se trata da simples comunicação da marca realizada pelas várias vertentes do marketing e por suas caras campanhas. Refiro-me a algo maior e perene. A reação à crise esperada em comunicação empresarial deve prestigiar os valores e a visão da organização, deve almejar a permanência da marca na mente de um público consumidor que também está sendo afetado pela crise. E, não se iluda, ela pode ser barata.
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Felizmente, observo os gestores mais eficientes já convictos de que ficar parado é prejudicial. Nas ações e orçamentos para 2009, o conjunto de ações que representam gastos supérfluos deve ser tesourado. Mas, alerta: o corte de investimentos vitais para a superação da recessão pode ser a gota d'água para as empresas mais desavisadas.
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A Leo Burnett lançou um vídeo nos Estados Unidos voltado para profissionais de planejamento e anunciantes, com as previsões da rede para o ano de 2009. Confira quais são e veja a versão em vídeo (em inglês) AQUI:
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As pessoas têm assistido TV online há algum tempo, mas agora ela será popular; 6) Ligações de marketing: o conteúdo estará livre de um controle central e será negociável por meio de diversas redes. Idéias, logotipos de marcas ou códigos serão as linhas que formam o link entre conteúdos. Veremos, por exemplo, anúncios em ônibus conectando áreas de trabalho de computador com widgets; 7) Geração games: com o ato de jogar games se tornando uma ocupação de massa e com o ambiente econômico pressionando para diversão no lar, seremos parte da Geração Games muito em breve; 8) O fim da verdade absoluta: o que se entende como sabedoria muda a cada dia. Neste ano deverá haver mais opinião contraditória e muitas soluções sendo apresentadas como definitivas. No futuro iremos considerar mais o que é um fato. Será a versão moderna da relação do hipocondríaco com a prescrição médica; 9) Marcas como veículos: marcas são marcos. A maneira pelas quais buscamos nossas necessidades acabam sempre em uma delas. Tudo isso irá mudar. Os dias da marca estática estão chegando ao fim. Elas cada vez mais serão significados e não fins.
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Em junho, estreia a disputa pelo troféu de relações públicas, o PR Lions, na 56ª edição do Festival Internacional de Publicidade de Cannes, na costa francesa. Antes disso, em maio, será a vez da 50ª edição do Clio Awards, nos Estados Unidos, julgar os casos de comunicação estratégica que se pautaram pela inovação e que serviram para fortalecer a credibilidade, o reconhecimento e a reputação entre empresas e consumidores. Os grandes conglomerados de propaganda global já criaram áreas específicas de relações públicas. A rede Ogilvy, por exemplo, que oferece o serviço também no Brasil, já até inscreveu três cases nas disputas de Cannes e do Clio. Mas a maioria das agências que prestam esses serviços por aqui se definem como empresas de comunicação corporativa. Das cerca de 1,1 mil em atividade em todo o País, 300 - de 24 Estados e que representam mais de 70% do faturamento de R$ 1 bilhão estimado em 2008 - integram a Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom). "Não há dados oficiais", explica Ciro Dias Reis, presidente da entidade e dono da agência Imagem Corporativa. "O faturamento anual médio na maioria das agências em atuação estaria na casa dos R$ 10 milhões por ano, sendo que já há algumas com receitas acima de R$ 50 milhões." A Abracom é novata - foi criada há seis anos. Na opinião de Reis, é decorrência da sofisticação do mercado brasileiro. "As habilidades e necessidades de comunicação se expandiram nos últimos anos, até pelo aumento de empresas que negociaram ações fora do País", diz. Não só o universo dos negócios ficou global, a ponto de exigir que as empresas se apresentem para diferentes culturas e hábitos, como também a sociedade civil está mais participativa. "Uma empresa não pode mais ficar restrita ao que se publica sobre ela na mídia tradicional, porque os canais de comunicação se multiplicaram", diz João Rodarte, sócio fundador do Grupo CDN, um dos maiores nesse segmento por faturamento, R$ 60 milhões, funcionários, 270, e clientes, 95. "As companhias devem saber o que se fala delas nas redes sociais. Precisam se relacionar com ONGs, Ministério Público, entidades ambientalistas, sem falar nos investidores e fornecedores. Todos querem informações e são públicos relevantes", diz Rodarte, que será o jurado brasileiro no PR Lions. "As empresas não podem se limitar a ser pontuais em momentos de crise. Não dá para resolver um problema e depois desaparecer", diz o sócio da CDN, Andrew Greenlees. Para ele, com a internet, tudo se perpetua e a cobrança é mais frequente. Empresa que relaxa em seus padrões vê os estragos respingar nas vendas. Para Tom Camargo, sócio de outra das grandes agências do setor - a FSB, com faturamento de R$ 55 milhões, 287 funcionários e 140 clientes -, o reconhecimento das agências de comunicação corporativa está intrinsecamente relacionado com o fato de que, na era da informação, o conteúdo ganhou relevância estratégica nos negócios. "Hoje, há uma preocupação em se oferecer o máximo de conteúdo. A clareza e precisão devem estar presentes em todas as etapas da comunicação" diz. Tanto isso é verdade que, nos últimos anos, cresceu a demanda pela formação de redes globais de agência de comunicação corporativa. Com toda essa expansão no meio, Camargo acha mais do que natural que a atividade ganhe o reconhecimento. Mais do que isso, ele considera relevante o setor ter um fórum internacional para mostrar o seu trabalho. "Isso valoriza as agências de comunicação corporativa e seus profissionais, o que é ótimo para o setor." (Conteúdo produzido e distribuído pela Agência Estado).
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Você está recebendo esta mensagem por fazer parte do "Mundo das Relações Públicas", voltado à divulgação e à conscientização da importância deste segmento de comunicação no sucesso das organizações. O Boletim tem circulação mensal e gratuita, sob responsabilidade do RP Rodrigo Cogo (Conrerp SP/PR 3674) e com colaborações diversas de interessados. |
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