Boletim nº 191/09 - Ano XII
Maio 2009

Novos Cadastrados

Neste ultimo mês, sejam bem-vindos a nossa comunidade: os universitários Mariana Faro (São Vicente/SP), Natália Eloy (Taubaté/SP), José Dilson Santos (São Paulo/SP), Juliana Amaral (João Pessoa/PB), Márcia dos Santos (Manaus/AM), Leila Castro (Belo Horizonte/MG), Aline Makinodam (Mogi-Guaçu/SP), Marcelo Costa (Uberaba/MG), Caroline Mesquita (Bauru/SP), Natália Guimarães (Caçapava/SP), Thaís Ribeiro (São Paulo/SP), Karina Fensterseifer (São Leopoldo/RS), Anne Caroline de Oliveira (Belo Horizonte/MG), Fabrício Carvalho (Belo Horizonte/MG), João de Souza (São Paulo/SP), Mailane Santana (Lauro de Freitas/BA), Carol Schikovki (Curitiba/PR), Rúbia de Amorim (Rio de Janeiro/RJ), Dayane Silva (São Paulo/SP), Rubiane Spina (Campo Largo/PR), Larissa da Silva (São Luís/MA), Christiano Vital (São Paulo/SP), Téo Carnaúba (Maceió/AL), Juliene Vilela (Contagem/MG), Diego Araújo (São Paulo/SP), Cássia de Macedo (Brasília/DF), Brenda Santiago (Rio de Janeiro/RJ), Isabella Pereira (Belo Horizonte/MG) e Fernanda da Silva (Curitiba/PR). Também os relações públicas José Ribamar Lima (Patos/PB), Daniela Gomes (Porto Alegre/RS), Geórgia Santiago (Belo Horizonte/MG) e Aghata Hilário (Osasco/SP). E ainda o professor de Educação Física Noel Júnior (São Francisco de Itabapoana/RJ), a radialista Camila Sartorelli (São Paulo/SP), o administrador de empresas Valter Faria (São Paulo/SP), a escriturária Daniela Maia (São Paulo/SP), o universitário de Jornalismo Agnaldo Montesso (Viçosa/MG), os publicitários Leonardo Bragança (Rio de Janeiro/RJ) e Fernanda Lucci (São Paulo/SP), os gestores de Marketing Rafael Gomes (Salvador/BA) e Rita Cícero (Rio de Janeiro/RJ), os jornalistas Luciana Aguiar (Rio de Janeiro/RJ), Laíse Rabelo (Salvador/BA), Gabriel Fortes (Porto Alegre/RS), Mariana Costa (Niterói/RJ) e Adriana Panzini (São Paulo/SP), o empresário Paulo Fernandes (São Paulo/SP) e a publicitária e jornalista Inês Azevedo (Rio de Janeiro/RJ).


 

Criatividade e Marketing

Totalmente revisado e atualizado incluindo a nova Régua Heurística Digital, a M.Books lança a nova edição dos 25 anos do best seller, CRIATIVIDADE & MARKETING, de Roberto Duailibi e Harry Simonsen Jr. Em um tempo em que o Marketing engatinhava e Criatividade não era ainda tema de livros nas áreas de Propaganda e Publicidade, no inicio da década de 1980, os autores Roberto Duailibi e Harry Simonsen Jr. lançaram o livro CRIATIVIDADE & MARKETING, incluindo a inédita Régua Heurística, que revolucionou o pensamento dos profissionais e estudantes de Marketing da época. O livro conta com um site www.criatividade-marketing.com.br criado especificamente para proporcionar uma interação permanente online com os leitores sobre o tema do livro, além da disponibilizar a Régua Heurística no formato Digital.

Autores - Roberto Duailibi é sócio de uma das empresas mais criativas do Brasil: a DPZ-Duailibi, Petit, Zaragoza Propaganda Ltda. Foi por duas vezes Presidente da ABAP-Associação Brasileira de Agências de Propaganda. Foi professor de Redação na Escola Superior de Propaganda e Marketing por 6 anos; depois foi Diretor de Cursos da mesma instituição. Lecionou ainda na ECA/USP. Já Harry Simonsen Jr. era engenheiro civil pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Tem Master's Degree em Administração de Empresas pelo Michigan State University e Pós-graduação pelo IMI em International Marketing, na Graduate School of Business Administration, Harvard University. Fundou a Simonsen Associados, uma das mais experientes empresas brasileiras nas áreas de marketing e planejamento estratégico.



 

Comportamento Organizacional

Escrito por Stephen P. Robbins, referência mundial em comportamento organizacional, esta 8ª edição de Fundamentos do comportamento organizacional explica e prevê o comportamento das pessoas nas organizações sem limitar-se meramente à definição de conceitos. Além disso, abrange não apenas as idéias clássicas do comportamento organizacional, mas também tópicos inovadores, como o equilíbrio entre a vida pessoal e o trabalho.

Este livro conta com rigor técnico e é estruturado de forma organizada e abrangente. Apresenta temas clássicos, como personalidade e motivação, e também novos assuntos, como o desenvolvimento de carreira, o lado obscuro da liderança carismática e os diferentes estilos de negociação de homens e mulheres. Além disso, aborda, de forma contextualizada e no decorrer de todo o livro, noções importantes como globalização, diferenças multiculturais, diversidade e ética.

A obra, que equilibra teoria, prática e pesquisa, é adotada em mais de 500 instituições de ensino superior de vários países e destina-se a estudantes de graduação em administração e marketing e também a alunos de MBA.

Autor - Stephen P. Robbins é Ph.D. pela Universidade do Arizona, atuou em grandes empresas, como a Shell e a Reynolds Metal, e lecionou em renomadas universidades no Estados Unidos. Autor de livros-texto e artigos sobre comportamento organizacional, é uma referência mundial área, com obras adotadas em diversas instituições de ensino superior de vários países.

 

Diálogo é fundamental em momento de crise

 

Medidas impulsivas em tempos de crise podem se transformar num grande "pesadelo". Exemplo disso foi a decisão do governo de exigir licenças prévias para importações, que chegou a ser anunciada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Teve de ser suspensa dias depois. Segundo o Ministro da Fazenda, porque ela foi mal compreendida, mas na verdade ela é o contrário. Ela foi muito bem compreendida quanto aos efeitos práticos. Foi uma medida tomada sem diálogo e negociação, sem avaliação das consequências, sustentada apenas em dados desfavoráveis da balança comercial de apenas três semanas. A explicação posterior, a de que o governo queria apenas tomar conhecimento estatístico quanto às importações, não convenceu.

A verdade é que a medida foi no mínimo precipitada e consequentemente inaceitável. Tal situação põe sob suspeita o conhecimento da realidade do mercado, do dia-a-dia das organizações e das implicações em toda a cadeia produtiva por parte do Governo Federal. É necessário que o idealismo não se sobreponha à razão, principalmente quando lidamos com questões como crescimento e produção. Afinal, somos ou estamos no G-20? Somos parte efetiva ou apenas observadores distraídos e desconectados do mundo globalizado?

É necessário que os produtores de leis e regulações entendam que a dinâmica do mundo globalizado, seja como importadores ou exportadores, tende a operar cada vez mais sob condições igualitárias de regulação, operações logísticas e comerciais. O mundo produtivo cada vez mais reduz seus estoques, aproveitando-se da tecnologia disponível e da inteligência aplicada em otimização de processos e logística. Trata-se de ciências exatas. É a matemática a favor dos resultados saudáveis para o mercado democrático. Trabalhar com inventário reduzido é um fator importante e de sucesso para a competitividade mundial.

Não podemos retroceder dez anos e aceitar que se agreguem tempos burocráticos e sem nenhum valor para a cadeia produtiva, diante de tanta tecnologia de informação e inteligência logística a nossa disposição. As empresas investiram e continuam investindo muito para tornar os processos cada vez mais aprimorados, rápidos, eficientes e principalmente eficazes. Alem de ser um retrocesso administrativo, por certo adicionaria custos para a cadeia de suprimentos e consequentemente para os produtos finais.

Certamente os importadores aqui e os exportadores lá fora teriam que rever as políticas e aumentar inventários para compensar a burocracia de uma aprovação prévia de LI´s (Licenças de Importação). O aumento de inventário representa um aumento de custos nos processos de armazenagem e movimentação de seus materiais. Esse incremento diminui a disponibilidade de caixa das empresas e, consequentemente, requer financiamentos adicionais, que já estão escassos.

Enfim, se esta medida permanecesse, seria um ato na contramão de toda a lógica de que neste momento precisamos reduzir despesas, evitar custos que não agregam valor, simplificar e acelerar os processos e pôr nossa criatividade a favor da manutenção do crescimento econômico. Que possamos num futuro próximo olhar para trás e concluirmos: "O Brasil está maduro, e é um só, sejam regulados ou reguladores". O fato é que todos afundaremos nesta viagem se não aprendermos a falar uns com os outros e entendermos que a verdade nunca esteve e nunca estará apenas em um dos lados. É preciso exercitar o equilíbrio para verdadeiramente usufruirmos da inteligência que acreditamos ter. (Texto de Aurimar José Pinto, presidente da Associação Brasileira dos Importadores de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico-Hospitalares/Abimed, publicado no site ClienteSA).

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Congresso de Comunicação Corporativa vem ai

 

Estão abertas as inscrições para o 12º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, que será realizado nos dias 27, 28 e 29 de maio no Centro de Convenções Rebouças em São Paulo/SP, com o tema O novo patamar da Comunicação Corporativa no Brasil. Instituições que apóiam a iniciativa (Abecom, Aberje, Abracom, Abrasca, ABRP, Conferp, Conrerp 2ª Região, Fenaj, Ibri, Intercom, Sinco, Sindicato dos Jornalistas de SP, Sinprorp e Portal Mundo das Relações Públicas) gozam de um desconto.

O evento receberá quatro convidados internacionais, três deles dos Estados Unidos e um outro da Inglaterra, que se somarão a outros cerca de 40 conferencistas brasileiros, entre os mais representativos nomes da comunicação corporativa do País. Serão, no total, oito conferências, 24 palestras temáticas, oito workshops, um painel final com o melhor do Congresso, além da tradicional entrega do Prêmio Personalidade da Comunicação que este ano vai homenagear Nelson Sirotsky, presidente do Grupo RBS, que celebrou recentemente 50 anos de vida, estando atualmente entre os dez maiores grupos de comunicação do País. Conta com o patrocínio máster da Fiat Automóveis e da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e com o apoio de Alcatel-Lucent, Banco do Brasil, BM&FBOVESPA, Cargill, Grupo AES, Henkel, Monsanto, Nestlé, Philips, Tetra Pak e Unimed-Rio. Também se somarão a estas marcas, no conteúdo do evento, organizações como Vale, TAM e Iveco, levando para o encontro algumas das mais premiadas ações de comunicação do período 2008/2009. O Congresso também recebeu a adesão, como patrocinadoras temáticas, de doze das mais importantes agências de comunicação do País, a saber: Andreoli MS&L, CDI, CDN, FSB, Imagem Corporativa, In Press Porter Novelli, Ketchum Estratégia, Martha Becker Comunicação, Ogilvy PR, Publicom, RP1 e Textual. Elas vão apresentar algumas das mais bem sucedidas práticas de comunicação corporativa que desenvolveram para as grandes corporações a que prestam serviços.

Mais importante evento independente de comunicação corporativa do País, o 12º Congresso espera reunir nos três dias de encontro 800 executivos de comunicação de todo o País, entre jornalistas, relações públicas, profissionais de propaganda e marketing, RH e áreas afins. Com a base de apoio recebida, o Congresso nasce com um público de aproximadamente 300 convidados, ou seja, quase 40% do público total estimado. As inscrições e outras informações sobre o evento podem ser obtidas diretamente na Mega Brasil, pelo telefone 11-5576-5600 ou pelo site www.megabrasil.com.br.

 

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Concurso universitário da ABRP-SP chega a 27ª edição

 

Desde o dia 13 de abril e até o dia 16 de maio de 2009, a Associação Brasileira de Relações Públicas, seção estadual de São Paulo (ABRP-SP) recebe inscrições para a 27ª edição do Prêmio ABRP – Concurso Universitário de Monografias e Projetos Experimentais de Relações Públicas, que avalia a produção de alunos de graduação e pós-graduação desta área em âmbito nacional. “As empresas têm uma preocupação maior em entender a comunicação como parte da estratégia de seus negócios, e uma forma de descobrir profissionais que criem novas soluções é olhar para quem está chegando ao mercado de trabalho apresentando conhecimento”, ressalta Sérgio Andreucci, vice-presidente de Cultura da ABRP-SP.

Os trabalhos são avaliados por jurados com experiência no mercado e na academia, que analisa todos os trabalhos com critério, pois a concorrência e a qualidade dos trabalhos exigem este rigor. São observados o uso adequado do português e das normas da ABNT e o embasamento teórico e empírico dos trabalhos. São três categorias (Monografias, Projetos Experimentais e Monografias lato sensu) e 15 temáticas, cujos vencedores serão conhecidos em cerimônia de premiação que acontecerá em setembro. “O Prêmio ABRP dá aos novos talentos que chegam ao mercado de trabalho, um cartão de visitas excepcional, apresentando suas qualidades já na Academia, em um processo de maturação que se inicia na conclusão de seus cursos e passa ainda pelo crivo dos coordenadores de seus respectivos cursos, que os inscrevem no concurso, antes de os recebermos”, diz Luiz Alberto de Farias, presidente da ABRP-SP.

As Universidades e Faculdades com cursos de graduação ou pós-graduação em Relações Públicas interessadas em se inscrever devem preencher a ficha de inscrição que está no site da ABRP-SP e ler atentamente o Regulamento do Prêmio. Os trabalhos devem ser enviados, junto com a Ficha de Inscrição e o comprovante de pagamento correspondente à categoria inscrita para a sede da ABRP-SP, a rua Caramuru, nº. 417 – cj. 74 – CEP 04138-001, São Paulo, SP.

 

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O novo mundo do consumo

 

Parafraseando Jack Nicholson no filme Questão de Honra: "Você quer lealdade? Saiba que é impossível lidar com isso". Ultimamente, parece que chegar à verdade sobre a lealdade do cliente é uma tarefa mais difícil do que deveria ser. Alguns estudiosos e revistas de negócios dizem que ela é a medida, por excelência, do sucesso. Outros discordam da forma como se costuma definir a lealdade, da forma como se costuma medi-la, e até mesmo se faz algum sentido colocá-la entre os objetivos básicos da empresa.

Por que tentar segurar os clientes que só compram produtos de sua empresa quando há alguma promoção? Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que a lealdade do cliente será considerada uma coisa boa, ou não, contanto que se trabalhe com o cliente certo. Se seus clientes mais leais só gastam dinheiro com você quando há alguma promoção nos preços dos bens e serviços oferecidos, será que isso é bom? E se alguns só se mantêm fiéis à sua empresa porque se acham obrigados a isso por contrato, embora se sintam insatisfeitos a ponto de falar mal dela aos amigos, isso é bom?

A verdade é que a lealdade do cliente só pode ser medida, de fato, se estiver associada ao valor que é gerado por ele. "Medir a lealdade à marca pode ser não apenas enganoso como também perigoso", diz Jeffrey Rayport, professor da Harvard Business School. "A melhor coisa que um executivo tem a fazer à frente de um departamento é analisar os parâmetros de lealdade à marca em relação a outros parâmetros." Alguns desses parâmetros, conforme já mostramos em Return on Customer ("Retorno sobre o cliente"), compreendem, entre outros, o lucro estimado que o cliente pode gerar para a empresa ao longo da vida, a receita total que ele pode proporcionar à empresa e sua rentabilidade, bem como o índice de variação desses parâmetros.

Segundo os especialistas que ouvimos para escrever este artigo, há três tarefas a serem cumpridas pelos diretores de uma empresa na hora de avaliar os benefícios da lealdade do cliente:
- mensurar a rentabilidade específica do cliente - Clientes diferentes apresentam níveis diferentes de rentabilidade. Portanto, o benefício decorrente de se preservar sua lealdade dependerá do tipo de cliente. Quando compra um bem ou serviço, ele o faz de tal forma que gera lucro? Clientes que dão pouco lucro também podem ser fiéis. Até mesmo os que geram prejuízo podem ser leais. Para que a lealdade produza resultados positivos, você precisa fazer com que os clientes que geram pouco valor tornem-se mais rentáveis.
- entenda os detalhes - Rayport diz que a lealdade é fruto de diversos componentes. Qual é a intensidade da relação do cliente com a empresa? Qual a sua freqüência de compras? Quantas interações tem com a empresa? Qual o lucro estimado que pode gerar ao longo da vida?
- analise todos os canais - O cliente não compra mais em um único lugar. Portanto, as empresas não devem medir sua lealdade como se o fizesse. Qual o valor do cliente para o seu site? Para a sua loja física? Para o catálogo? Essas métricas podem ajudar a entender o que sua companhia chama de lealdade. (Texto de Don Peppers e Martha Rogers, sócios-fundadores do Peppers & Rogers Group, consultoria em gestão com foco no cliente, publicado originalmente na revista Época Negócios).

 

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Grupo Horizonte RP agora tem rede social

 

O grupo Horizonte RP acaba de lançar uma nova ferramenta de interação: uma rede social voltada especificamente para os RPs mineiros. Baseada no portal Ning.com, a rede tem o objetivo de aproximar os profissionais e estudantes da área e promover a troca direta de experiências e informações. Embora o foco principal sejam as discussões sobre a profissão e o mercado, a rede pretende ser um espaço onde todos se sintam à vontade para compartilhar suas idéias, inclusive sobre outros assuntos. Para participar, basta se cadastrar. O endereço para conferir a novidade é www.horizonterp.ning.com.

Entre as ferramentas disponíveis para os membros estão blogs, fóruns, álbuns de fotos e de vídeos, e até mesmo uma sala de chat. Quem quiser também pode criar um grupo sobre qualquer tema (algo semelhante às comunidades do Orkut) e encontrar - ou divulgar - eventos que ache interessante. No site podem ser vistas ainda notícias e informações mais recentes de diversos blogs da área, além de vagas de emprego e de estágio em Belo Horizonte e no Brasil. A intenção é formar uma comunidade colaborativa, que ajude a construir uma referência onde qualquer interessado possa encontrar e trocar informações sobre a área de RP.

A rede social do Horizonte RP está aberta a todos, e já tem alguns conteúdos interessantes - vídeos, textos e fóruns abertos - para quem quiser conhecer e participar.

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Os Desafios do Novo RH e o Colaborador 2.0

 

Atualmente, tornou-se senso comum dizer que a evolução humana obtida nas últimas décadas dificilmente se compara com outros momentos históricos em termos da quantidade (e qualidade) do conhecimento e inovações desenvolvidas, sejam elas de cunho humano ou tecnológico. Realmente é um fato inconteste que, conforme aumenta o acesso à informação e ao conhecimento, o ser humano, nos seus diversos chapéus e papeis sociais, evolui na forma como se relaciona com o meio e com seus semelhantes. O que nem sempre está claro é para onde este novo ser humano evolui, ou seja, quais as conseqüências e impactos que o contexto tem em sua formação e evolução.

Quando olhamos o aspecto profissional ­ dada sua relevância, uma vez que é das principais dimensões humanas ­ nos questionamos quem será esse novo trabalhador/funcionário/colaborador (o que deseja, o que lhe motiva, como se relaciona com seu empregador, etc) e o que será exigido dele para que possa ser bem sucedido e se realizar profissionalmente.

Com estas e outras interrogações em mente, elaboramos o white paper “O Novo RH e o Colaborador 2.0 ­ A Redefinição do Modelo e da Gestão de Recursos Humanos”, com o objetivo de analisar e entender como os novos direcionamentos de mercado, pressões competitivas e tecnologias estão redefinindo o modelo de gestão de recursos humanos e o papel desempenhado pelos colaboradores nas empresas modernas.

Consideramos tal compreensão essencial para qualquer corporação que deseje se manter atrativa para a nova safra de talentos, bem como rentabilizar o produto do cérebro e da produção de seus colaboradores, o Capital Intelectual, transformando-o em ativo estratégico de valor e diferencial competitivo relevante.

Em linhas gerais, pudemos identificar 3 grandes tendências em Recursos Humanos que analisamos em detalhe:
Colaboração: como as novas tecnologias e ferramentas na Internet (Web 2.0: blogs, comunidades, wikis, etc) estão alterando a forma como o trabalho e a interação profissional acontecem? Como as equipes se beneficiam das redes sociais e colaborativas? Como este processo de aprendizado contínuo agrega valor à produção dos indivíduos e times? Como este processo redefine os modelos de trabalho e formatos de interação colaborador-empresa?
Conhecimento: o Conhecimento, maior ativo estratégico das empresas, passa a ser personalizável, customizado e organizado para a aplicação e obtenção de resultado. Como obter tais resultados? Como sistematizar a gestão deste conhecimento e torná-lo útil e aplicável aos colaboradores? Como componentizar lições aprendidas, metodologias, modelos, processos, conteúdo para replicabilidade e aceleração de produção, ganhos de escala e aceleração de aprendizado?
Auto-Gestão: a autonomia e o empowerment concedidos ao colaborador exigem novos deveres e responsabilidades individuais, mas também abrem portas para novas formas de evolução e desenvolvimento profissional. Qual o novo norte do colaborador? Como ele aprende e evolui? Como gerenciar o colaborador EU S.A., este novo colaborador fruto da reformatação dos modelos de emprego existentes? Como manter a empresa atrativa para que estes colaboradores queiram continuar trabalhando, produzindo, agregando valor e maximizando sua performance?

Uma vez que compreendemos estas 3 grandes vertentes de impacto, pudemos identificar as mutações pelas quais a atividade de Recursos Humanos deverá passar rumo a um novo modelo conceitual e de gestão. Porém, antes se faz necessário entender do que se trata esse novo contexto e suas variáveis de impacto. Veja mais no site da DOM Strategy Partners.

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Revista NIC

A Revista NIC resulta do trabalho da pós-graduação por meio da produção das especializações ofertadas pelo curso de Relações Públicas da Universidade Estadual de Londrina/UEL no Paraná. A proposta de nutrir uma publicação eletrônica se consolidou e a Revista NIC é lançada para divulgar a produção científica de seus alunos, professores, colaboradores e convidados especiais. Dentre seus propósitos, a publicação eletrônica divulga artigos científicos que contenham avanços significativos na pesquisa e no estudo da Comunicação e das Relações Públicas e permite total acesso ao seu conteúdo eletrônico. Veja mais em no site.

 

Cerimonial e Protocolo

O IBRADEP realiza em maio de 2009 dois cursos com a relações públicas Gilda Fleury Meirelles, sempre entre 9h às 18h no Linson Suite Hotel em São Paulo/SP. Nos dias 18 e 19, é a vez de Planejamento e Organização de Eventos Empresariais e Governamentais, e nos dias 20, 21 e 22 de maio tem "Aperfeiçoamento Gestão em Protocolo e Cerimonial". O conteúdo programático integral das ações, os livros da instrutora e mais informações do Instituto podem ser obtidos pelo email ibradep@ibradep.com.br e fone 11-4152-8419.

 

Revista Signos do Consumo

Os editores Prof. Dr. Eneus Trindade e Profa. Dra. Clotilde Perez comunicam o lançamento do primeiro número da Revista eletrônica Signos do Consumo, que pode ser acessada no endereço: www.usp.br/signosdoconsumo. A publicação está sediada na Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e é organizada pelo Grupo/Núcleo Interdisciplinar de Estudos da Linguagem Publicitária - NIELP e pelo Grupo de Estudos de Semiótica da Cultura GESC, Comunicação e Consumo, ambos lotados no Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo da ECA/USP. A revista é semestral e aceita artigos de docentes doutores e de pós-graduandos (mestrandos e doutorandos) que versem sobre as temáticas que transitam entre a comunicação e o consumo. Signos do Consumo recebe artigos e resenhas em fluxo contínuo pelo sistema eletrônico de envio de trabalhos, sitiado na própria página da revista, que traz ainda as normas para apresentação de artigos. Todos os trabalhos encaminhados são avaliados por dois membros do Conselho científico da Revista.

 

Revista digital Brazil Promo

A Forma Editora lança hoje a Revista Brazil Promo, publicação digital mensal voltada às notícias, novidades e tendências do setor de marketing promocional. No site http://brazilpromo.cviewer.com.br, os leitores e interessados podem conferir a primeira edição, com conteúdo selecionado para que a publicação seja ao mesmo tempo informativa e esclarecedora. Temas como promoções que funcionam em tempos de crise, digital signage, marketing de experiência, retorno sobre investimento e o mercado de produtos ecológicos são alguns assuntos que abrem a primeira edição. A Revista Brazil Promo chega ao mercado para atender a demanda de quem precisa estar bem informado, de quem faz parte ou se interessa pelo mercado de marketing e usa a internet para ficar por dentro dos principais assuntos. Para tornar a publicação mais dinâmica e interativa, junto com alguns textos, também serão publicados podcasts em áudio e vídeo, divulgando parte ou a integra de algumas entrevistas.

 

Assessoria de Imprensa

O Senac Lapa Scipião realiza, entre 4 e 13 de maio de 2009, das 19h às 23h, o curso “Assessoria de Imprensa”, ministrado pelo jornalista e professor Gilberto Lorenzon. Acontece de segunda à sexta-feira, e terá 30 horas/aula. O objetivo é fazer os participantes compreenderem o papel estratégico das assessorias na identificação e divulgação de notícias para a mídia. Não escapam ao curso temas como Gerenciamento de Crises e Mídia Training, ou seja, a preparação das fontes de entrevistas, bem como o estudo das principais ferramentas que irrigam o cotidiano de uma moderna assessoria. Gilberto Lorenzon leciona Gestão de Crises, Assessoria de Imprensa e Media Training, na Pós-Graduação da Uninove e Fiam. Foi professor da Cásper Líbero e ministra Media Training para ongs filiadas ao IPAZ - International Peace Agency, instituição ligada à Unesco. Ao lado de Alberto Mawakdiye é autor do livro Manual de Assessoria de Imprensa, pela Editora Mantiqueira. Adotado em universidades, o livro se tornou referência em redações de empresas públicas e privadas. Mais informações pelo fone 11-3475-2200 e www.sp.senac.br. O mesmo professor desenvolve, no Sindicato dos Jornalistas de São Paulo entre 2 e 25 de junho, o curso “Assessoria de Imprensa e Media Training”, para detalhar dois importantes movimentos táticos do trabalho de Assessoria - as missões de “ataque”, quando a agência investe na mídia em busca de espaços, divulgação e consolidação da imagem institucional do assessorado; e de “defesa”, quando a Assessoria atende à imprensa, inclusive nos cenários de crise. Não escapam ao curso uma visão sobre a preparação das fontes de entrevistas, bem como o estudo das ferramentas que irrigam o cotidiano de uma moderna assessoria. Neste caso, mais dados podem ser vistos pelo 11-3217-6294 ou pelo e-mail cursos@sjsp.org.br e www.sjsp.org.br .

 

Congresso Brasileiro de RP

Está marcado entre 12 e 14 de novembro de 2009 o XX Congresso Brasileiro de Relações Públicas/Conbrarp, com o tema "Comunicação, ação e responsabilidade", promovido pela ABRP Nacional e realizado pela unidade do Maranhão. O cenário é a capital São Luís e outras informações vão ser divulgadas pelo presidente do Diretório Nacional, relações públicas - e integrante do nosso Mundo-RP - Esnel Fagundes. Contatos pelo esnelfagundes@uol.com.br .

 

Pão com Manteiga: encontro de comunicação

O Pão com Manteiga foi uma iniciativa da KlaumonForma Comunicação para comemorar seus 10 anos de fundação em 2002 e que até hoje é realizada pela agência paulista. Trata-se de um café da manhã, no formato de mesa-redonda, em que são debatidos uma série de temas relacionados ao dia-a-dia da comunicação empresarial. Realizado na sede da empresa, conta com a participação de profissionais de diferentes segmentos de mercado que trocam experiências e reforçam o networking. O evento é fechado a convidados e seu conteúdo e conclusões serão compartilhados com a opinião pública por assessoria de imprensa e também pela publicação de boletins informativos veiculados pelo site da agência. O objetivo é contribuir com o mercado, não só na prestação de serviço em comunicação, mas também na ampliação do debate, do know how e melhores práticas. É um espaço para ouvir, falar, comentar e tirar conclusões que vão contribuir para o exercício da comunicação. A cada edição, a agência propõe um tema e convida um consultor especializado para debater com empresas de relacionamento da agência ­ clientes e prospects. Desde o primeiro pão, a agência recebeu 50 consultores e profissionais de mais de 200 empresas unidos por um objetivo: colaborar com a disseminação da comunicação, ressaltando sua importância estratégica dentro das organizações. A atividade do mês de maio acontece com o relações públicas Rodrigo Cogo (gerenciador do portal Mundo-RP), sobre o tema "Comunicação Colaborativa".

 

Projetos Sociais e Terceiro Setor

Há um aumento do interesse, principalmente por parte das empresas, pelo investimento em Responsabilidade Social Empresarial (RSE) e Sustentabilidade; seja para construir um mundo mais justo, para trabalhar seu marketing institucional ou para garantir sua sobrevivência no mercado. Já não tarda o momento em que tais práticas serão commodities, ações fundamentais para se manter competitivo, e não mais diferenciais. Em maio, a Alertse Qualificação oferece cursos de capacitação para fortalecer essas áreas e incentivar o crescimento do terceiro setor em Belo Horizonte/MG. "Comunicação e Marketing aplicado ao Terceiro Setor e Ações de Responsabilidade Social Empresarial" acontece em duas turmas distintas, em formato intensivo no dia 9 de maio e de maneira mais alongada entre dias 11 e 14 de maio. Já "Captação de Recursos e Elaboração de Projetos Sociais" é o tema da turma extensiva entre 18 e 21 de maio, e da opção intensiva nos dias 23 e 24. Tem desconto de 30% para estudantes ou de 50% para membros de instituições conveniadas, como o nosso portal Mundo-RP. Mais informações pelos fones 31-3047-8799/8797-8799 e ainda no www.alertsequalificacao.blogspot.com .

 

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Mercado em Movimento

 

Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento.  Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:



>O relações públicas, e integrante do nosso Mundo-RP, Severino Alves de Lucena Filho levou dois orientandos de graduação em RP na Universidade Federal da Paraíba a publicar um livro resultante dos estudos monográficos. A obra "Ações de Cultura e Turismo como Estratégias de Relações Públicas - Prefeitura Municipal de Mogeiro" saiu pela Editora da UFPB, assinado então por José Antônio Alves e João Batista Micena Barbosa. Contatos pelo recifrevo@uol.com.br.


>Com o título "Relações Públicas no Complexo Hoteleiro da Região Nordeste do Brasil: perspectiva de uma nova abrangência para o campo das relações públicas", o relações públicas, e integrante do nosso Mundo-RP, Esnel Fagundes completou seu Doutorado na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo na metade de fevereiro de 2009. O trabalho, sob orientação do Professor Doutor Waldir Ferreira, foi realizado no Programa Ciências da Comunicação, na área de concentração de Interfaces Sociais da Comunicação. Ele ainda exerce o cargo de presidente da Associação Brasileira de Relações Públicas/Nacional. Trabalha como professor do Departamento de Comunicação da Universidade Federal do Maranhão. Contatos pelo esnelfagundes@uol.com.br.


>A relações públicas, e integrante do nosso Mundo-RP, Esmeralda Moura está investindo nas redes sociais para ampliar o espectro de aprendizagem de seus alunos na Escola Superior de Relações Públicas de Pernambuco em Recife/PE. Sua última aplicação foram dois blogs, mantidos agora por estudantes. Os canais valem sua visita pela diversidade temática e forma de condução pelos futuros profissionais. Um é o Blog do Clube do RP, do estudante Danilo Marinho (http://clubedorp.blogspot.com), e o outro é o Blog Innova Comunicação, da aluna Karla Guimarães (http://innovacomunicacao.blogspot.com). Ela é professora da ESURP e da Faculdade de Ciências Administrativas de Pernambuco/ FCAP. Contatos pelo esmeralda.moura@gmail.com.

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Parceiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Feira e Congresso APAS 2009 trazem como tema a valorização das pessoas

 

“Pessoas para pessoas ­ Novas competências para servir o consumidor”. Esse é o tema escolhido pela APAS ­ Associação Paulista de Supermercados para o 25° Congresso de Gestão e Feira Internacional de Negócios em Supermercados ­ APAS 2009, o maior evento do setor no mundo, que acontece entre os dias 18 e 21 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP. “Nossa intenção é alertar os supermercadistas sobre a valorização do capital humano, que é o grande diferencial no atendimento e na prestação de serviços ao consumidor”, afirma João Sanzovo Neto, presidente da associação.

Com 32 mil metros quadrados de área de estandes e uma nova estrutura de auditórios, a APAS 2009 deve reunir 400 empresas fornecedoras de produtos, equipamentos e serviços para supermercados. O evento deverá gerar negócios da ordem de R$ 4 bilhões e a entidade espera receber 70 mil empresários, diretores e executivos de supermercados ­ volume 10% maior do que o registrado na edição anterior. Simultaneamente à feira, haverá a Rodada de Negócios, em parceria com o Sebrae-SP, com reuniões agendadas entre supermercadistas nacionais e fornecedores de todo o Brasil para a promoção expressiva de produtos e serviços das empresas participantes.

Congresso - Com o objetivo de fornecer um painel completo de informações, pesquisas e conteúdos de interesse do setor, bem como

contribuir para a gestão, estratégia e operação dos supermercados, mais de 70 palestras com especialistas, pesquisadores, executivos e CEOs de grandes empresas do setor no Brasil e no exterior serão realizadas durante três dias de congresso. As palestras estão divididas em três blocos: Motivacionais, Fundamentais e Estruturais. Neste, destacam-se: Ranjay Gulati, professor de Administração de Empresas da Harvard Business School; Susan Dumond, vice-presidente de RH da Disney-ABC Television Group; Abílio Diniz, presidente do conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar; Luiza Helena Trajano, presidente da rede varejista Magazine Luiza; o médico e escritor Augusto Cury; e o headhunter e escritor Alfredo Assumpção.

Durante as tardes, em auditório específico para este fim, ocorrerá a Arena do Conhecimento, com ênfase nas práticas cotidianas dos profissionais que lidam diretamente com o público. A programação do congresso inclui ainda as Visitas Técnicas, que levarão grupos de até 20 supermercadistas de outras regiões para lojas da cidade de São Paulo que são exemplos de excelência em gestão do varejo, com acesso aos gerentes e executivos das empresas visitadas. Pelo quarto ano consecutivo, o congresso conta com o apoio técnico-acadêmico do GVcev ­ Centro de Excelência em Varejo, da Escola de Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP). Neste ano, será apresentada a quarta edição da pesquisa “Retrato do Varejo”, desenvolvida pela APAS com os parceiros Latin Panel e GfK Customer Research Brasil.

 

 

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Frase do Mês


"A neve e as tempestades matam as flores, mas nada podem contra as sementes"

por Gibran Kahlil Gibran

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O que é um plano de presença online?

 

Quando foi a última vez que você realizou uma compra sem antes pesquisar sobre o produto/serviço desejado pela internet? Quantas vezes você estava decidido a efetuar um negócio e algumas opiniões negativas o fizeram mudar de ideia? Antigamente, os canais de comunicação eram “unilaterais”. A mensagem era enviada e deveria ser absorvida pelo grande público. Não gerava troca de experiências, muito menos feedback por parte de seus interlocutores. Ou seja, as marcas falavam de si e apresentavam seus produtos de forma parcial, destacando sempre suas qualidades e criando situações, parte das vezes, irreais.

Com a internet esse “formato de comunicação” vem perdendo espaço. A web não democratizou apenas o acesso à informação, mas permitiu que vários novos canais surgissem. Canais de vários tamanhos e formatos. Alguns estruturados e de grande porte, outros tão pequenos como uma pessoa em relação à população de um grande país. Mas todos com sua própria audiência. Com isso novas vozes são ouvidas e as marcas perderam a força absoluta que detinham de falar de si próprias sozinhas.

Agora, a comunicação passa a ser “bilateral” ou interativa, como dizemos atualmente, e todos, que outrora só podiam ouvir, agora também têm espaço/oportunidade para falar. Portanto, mais importante do que falar, as empresas agora se preocupam em conversar com seu público. O estímulo gerado não é limitado à compra (embora este permaneça sendo o objetivo final), mas à interação, que acaba ocorrendo em vários níveis, permitindo às empresas interagir com seu mercado consumidor de uma maneira muito mais profunda e lucrativa. Embora a internet já seja realidade e a necessidade de participar desse novo meio seja evidente, muitas empresas acabam negligenciando essa nova comunicação e protelam sua “inclusão digital”. O que acaba por permitir que os canais criados - mesmo que sejam poucos e pequenos - possibilitem que apenas pontos negativos de sua marca e seus produtos sejam evidenciados.

Muitas empresas ignoram a necessidade de participar do mundo online e não fazem ideia do que é dito pelos seus usuários nas várias redes sociais, blogs pessoais, e-mails e comunicadores instantâneos. Ficam à margem de vários problemas que poderiam ser facilmente evitados, caso se preocupassem um pouco mais em estruturar canais de comunicação interativos, ouvindo seus usuários e trabalhando junto com eles nesse novo mundo colaborativo que se desenha a cada dia.

Fazendo uma analogia com o mundo real, se milhões de pessoas passam por uma avenida na qual a única comunicação relacionada à sua marca é uma única pessoa com um pequeno cartaz falando mal de seus produtos, é muito provável que - mesmo que pequena - uma parcela das pessoas seja atingida por essa mensagem e evite entrar na sua loja. Ou seja, de início você já perdeu possíveis prospects/clientes.

No mundo atual, extremamente competitivo, sabemos que perder clientes, da forma que for, é muito ruim para qualquer negócio. E não somente isso, mas sabemos também que um cliente satisfeito atrai outros 10, porém um cliente insatisfeito acaba por espantar outros 20. Agora, imagine o que um cliente insatisfeito pode fazer em um canal acessado por centenas, milhares ou talvez milhões de pessoas.

Desenvolva seu plano - Por todos esses pontos, hoje é imprescindível que as empresas desenvolvam seus planos de presença online (PPO). É preciso interagir nos canais existentes e trabalhar o que é dito sobre sua marca/produto.

Por ser um ambiente altamente democrático, todos podem falar. E, possivelmente, um concorrente seu pode se valer dessa abertura para não somente fortalecer a própria marca, mas também estimular que prejudiquem a sua. Isso sem considerar também o pool de consumidores que acabam falando do seu produto de maneira direta ou indireta e acabam tendo suas mensagens capturadas e mostradas a partir de uma simples pesquisa no Google, influenciando diretamente no processo de decisão de compra/consumo de um determinado produto/serviço do seu segmento. Portanto, é fundamental que sua empresa saiba como mitigar a mensagem negativa e também, consiga potencializar a positiva. Muitos gestores acreditam que conseguem isso a partir do momento em que lançam um website. Porém, o site é apenas o início da construção da presença online de uma empresa/marca. Ele é um dos canais criados, mas muito longe de ser o único e o mais importante.

Antigamente escutávamos: se sua empresa não possui um site, ela não existe. Hoje dizemos: se seu site não está no Google (entre os primeiros), você está fora do mercado. Amanhã falaremos: se a sua empresa não conversa com seu público e não atua em cada uma das interfaces interativas de contato, ela não sobreviverá. Grande parte dessa estratégia pode ser visualizada pelo conceito que conhecemos como 3C ­ conteúdo, comunidade e comércio. E, basicamente, funciona como uma prova de revezamento de atletismo, onde na passagem de cada etapa existe uma fase de transição ­ como a passagem do bastão ­ que precisa ser trabalhada, gerando sinergia e mantendo a harmonia do processo até o fim.

1º C: Conteúdo - A estruturação do conteúdo é a base da pirâmide. Sem o conteúdo não existirá referencial tangível sobre a sua empresa, logo, não existirá contato entre sua marca e seu público consumidor. As pessoas precisam conhecer sua empresa/produto e o conteúdo existe para isso. Não somente para apresentá-los, mas para mostrar seus benefícios, aplicações e diferenciais. Por conteúdo, entenda elementos como websites, hotsites e blogs, por exemplo.

2º C: Comunidade - Uma vez que a sua empresa existe no ambiente online, ela precisa ser conhecida. Se você possuir uma loja física e não informar ao seu público-alvo de sua existência, pouquíssimas pessoas a visitarão (ou ninguém), logo, como sabemos, quanto maior e mais qualificado o público em relação ao produto, maior a chance de conversão ­ realização de negócios. Alguns dos elementos que compõem o 2º C são: campanhas interativas, social media marketing (comunicação em redes sociais), ações de performance via buscadores (SEO e SEM, por exemplo), dentre outras.

3º C: Comércio - Por fim, quando há um conteúdo estruturado e as pessoas sabem de sua existência ­ seja ele ancorado em um website ou realizado por meio de uma interação dentro de uma comunidade no Orkut ­ atingimos a terceira etapa, que é o trade. Vale lembrar que o comércio não necessariamente precisa/deve ser realizado via internet. A internet, como a TV e o rádio, é um meio de comunicação, cuja função básica, nesse âmbito, é gerar o estímulo de consumo, porém, permite que a compra/consumo seja realizada não somente no meio físico, mas também pela própria internet. Ou seja, sua empresa não precisa de um e-commerce para que seja fundamental ter um plano de presença online. O PPO é importantíssimo também para as vendas no PDV físico. Já que, como foi dito, a internet hoje é um dos grandes referenciais de informações e é amplamente utilizada no que tange ao processo decisório para a compra/consumo de um bem/produto/serviço. (Texto de Mark Ducasble, coordenador de planejamento e inovação da 4Ps Agência Digital, publicado no Webinsider).

 

 

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Quem é popular na vida real também é na internet

Pesquisadores da Universidade de Harvard descobriram que o perfil dos internautas nas redes sociais é bastante parecido com o de suas vidas fora do ambiente virtual. Ou seja: se alguém é popular na universidade, é provável que essa pessoa também tenha muitos amigos no Facebook, MySpace ou Orkut. E se ela é tímida nas ruas, o mesmo comportamento será repetido nos sites de relacionamento.

As conclusões foram divulgadas recentemente pelo jornal espanhol “El País”, que teve acesso à primeira parte completa do estudo. Ainda em andamento, a pesquisa “Tastes, Ties and Time” ­ restrita somente ao uso do Facebook ­ teve início em 2006 e será realizada até o segundo semestre de 2009. Os quatro anos referem-se ao tempo do curso de graduação em uma instituição de ensino nos EUA, que não teve seu nome divulgado, onde 1.640 estudantes já participaram da pesquisa. “Em frente ao computador, acredito que as pessoas dizem muito mais a verdade do que mentem. Ainda que a gente coloque nosso melhor no perfil virtual, também é algo que fazemos na vida real, quando saímos para paquerar ou enviamos um currículo”, afirmou ao “El País” Marcos González, um dos pesquisadores do estudo de Harvard.

Afinidade - Ainda de acordo com ele, essa análise com 1.640 estudantes (1.446 com perfis públicos no Facebook, 152 com perfis privados e 42 sem perfis) indica que a raça pode ser um fator importante na hora de se relacionar socialmente no ambiente virtual. Os negros têm mais contato com os negros, os orientais com os orientais e os brancos com brancos ­ de acordo com o estudo, este último grupo é o que tem contatos racialmente menos diversificados. Os negros, ao contrário, tendem a se relacionar mais com outras raças. Um trecho do estudo ao qual o G1 teve acesso indica que, dos 1.640 voluntários analisados (97,4% com perfis no Facebook), havia 999 brancos, 343 asiáticos, 143 negros e 93 hispânicos, entre outros. Do total, 819 eram homens e 821, mulheres.

Outra curiosidade levantada pela primeira etapa do trabalho é o fato de as mulheres terem geralmente menos amigos virtuais que os homens. Além disso, os gostos culturais de um indivíduo pode ser determinante para a quantidade de contatos on-line que ele terá: os fãs de rock são mais populares do que os de música dodecafônica, por exemplo. “Isso sugere que o número de amigos depende da familiaridade que um usuário tem com a cultura daqueles que o rodeiam”, explicou González ao “El País”. (Publicado no Blog Bondinho 24 Horas).

 

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Porto Seguro adota intranet colaborativa

 

Ter uma intranet colaborativa foi a idéia da área de Recursos Humanos da Porto Seguros com objetivo de organizar a informação para atingir os sete mil funcionários da companhia - além, naturalmente, de automatizar os processos de envio de holerite, entre outras rotinas típicas de um departamento de RH. Para realizar o projeto, no entanto, as áreas de informática e marketing também foram envolvidas. Há quatro meses, a seguradora mantém uma intranet que se tornou a porta de entrada dos funcionários da empresa, inclusive para acessar outros sistemas, como módulo contábil da Peoplesoft ou a ferramenta de CRM para atendimento ao consumidor.

A solução foi desenvolvida pela Navita e, segundo Paulo Rogério Martins, coordenador de informática da Porto Seguro, trata-se de um CMS (sistema de gestão de conteúdo), que permite publicar informações com recursos de interatividade. Ou seja, a intranet colaborativa segue mesmo conceito de um site participativo, porém com acesso limitado e fechado ao ambiente interno. Em 2009, a meta é filtrar alguns recursos para lançar uma extranet, que permitirá o acesso de parceiros e funcionários que estejam fora do ambiente interno.

Entre as principais seções do site estão as bases de conhecimento, cujo principal objetivo é registrar toda e qualquer informação adquirida pelas diferentes áreas da empresa para compartilhar com restante da companhia. São 220 administradores e 390 colaboradores que atualizam as bases de conhecimento, cujo volume de acesso até momento foi de 180 mil visitas. “Funciona como uma wikipedia. Os editores produzem conteúdo, mas qualquer funcionário pode opinar para melhorar o que foi publicado”, conta Martins.

O coordenador revela que a colaboração tem sido bastante tranqüila e não foi necessário nenhum treinamento para que os funcionários entendessem a importância de registrar e compartilhar informações por meio da intranet. “A Porto Seguros já tinha uma cultura colaborativa mesmo offline”, indica. Apesar disso, a seguradora adotou a política de não publicar os comentários nos blogs da intranet, escritos pelos presidentes ou vice-presidentes. Ou seja, ninguém lê o comentário feito pelos funcionários na página dos blogs a não ser a equipe responsável pela moderação. “Essa estratégia foi adotada porque existe uma preocupação em não usar a intranet como passatempo. A gente tenta colocar a colaboração com responsabilidade, como algo útil para todos e não para trocar receita de bolo”, explica Martins. (Texto de Ceila Santos, publicado na Decision Report).

 

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Maior evento de Gestão do Conhecimento e Inovação abre inscrições

 

As melhores e mais importantes práticas mundiais de Gestão do Conhecimento e Inovação serão apresentadas em São Paulo/SP, entre os dias 26 e 28 de maio, durante a 2ª edição do GMC – Global Make Conference, maior evento internacional sobre o assunto, organizado pela TKN Brasil (The Knowledge Network Brasil). Vai ser no Novo Hotel Jaraguá São Paulo Conventions entre 8h e 18h. Este ano o GMC ganha o tema Inserindo o Brasil na rota mundial da Excelência em Gestão do Conhecimento e Inovação, que reflete o objetivo de disseminar os melhores cases brasileiros de Gestão do Conhecimento no mundo. “O evento promete ser um ponto de encontro dos altos executivos da área, a fim de conscientizá-los da importância da Gestão do Conhecimento para as organizações”, explica Rosália Paraíso, diretora da TKN no Brasil.

Durante os três dias, o GMC 2009 reunirá cerca de 300 congressistas e mais de 20 palestrantes, sendo 13 executivos internacionais que exercem cargo de CKO’s (Chief Knowledge Officers) de grandes empresas, como NASA, Wipro, Marinha dos Estados Unidos, Ministério da Defesa de Cingapura, Ernest & Young, Schlumberger, Nalco Company e brasileiras, como Ticket, Kraft Foods, Petrobras, DaiichiSankyo, SEBRAE-GO, Wheaton, Universidade Metodista, entre outras. A maior referência mundial em Gestão do Conhecimento já está com presença confirmada. Considerado o criador da disciplina Gestão do Conhecimento, o professor Hirotaka Takeuchi abrirá com a conferência discutindo o “Redesenho da Espiral do Conhecimento e o que muda na GC com os novos conceitos”. O Professor Hirotaka Takeuchi escreveu juntamente com Professor Nonaka o livro Criação de Conhecimento na Empresa, bibliografia básica para qualquer interessado na área.

Outra participação importante é a do professor Rory L. Chase, um dos principais pesquisadores da área de Gestão do Conhecimento e Inteligência Competitiva. Fundador da The KNOW Network mundial e da metodologia MAKE (Most Admired Knowledge Enterprise), também participará do primeiro dia do Congresso abordando as tendências mundiais em Gestão do Conhecimento e Inovação e a contribuição no Brasil. “Reuniremos os melhores modelos de gestão em um único fórum, promovendo uma rede mundial de benchmarking, usando a troca de conhecimentos







sobre as melhores práticas, como um diferencial competitivo para o país. A rede The KNOW Network é um clube mundial de alta performance em Gestão do Conhecimento”, completa Rosália.

GMC - Considerado o maior evento internacional de melhores práticas em Gestão do Conhecimento e Inovação, o Global Make Conference é organizado pela TKNBrasil (The Know Network Brasil) e tem como objetivo discutir e disseminar a metodologia MAKE nos processos de Gestão do Conhecimento, integrar as melhores práticas mundiais, unir esforços para promover a gestão do conhecimento com excelência nas organizações brasileiras, reunir em um único fórum profissionais das diversas cadeias produtivas e permitir que essa rede de relacionamento prossiga através de um fórum mundial.

No Brasil, o GMC chega em sua 2ª edição, que acontece de 26 a 28 de maio, no Novo Hotel Jaraguá, em São Paulo. Com o tema Inserindo o Brasil na Rota Mundial da Excelência em Gestão do Conhecimento e Inovação, a edição 2009 do evento espera reunir cerca de 300 congressistas e mais de 30 palestrantes, sendo 13 deles internacionais. A primeira edição brasileira, em 2007, reuniu mais de 350 inscritos e 380 participantes, entre presidentes, vice-presidentes, diretores, gerentes e profissionais renomados advindos de grandes organizações, que contribuíram significativamente para o sucesso do evento.

Paralelamente ao evento, será realizada a premiação MAKE (Most Admired Knowledge Enterprise), que apresentará as melhores iniciativas de empresas brasileiras de acordo com os oito critérios de excelência MAKE. Mais informações pelo www.tkn.org.br ou ainda no gmc@tkn.org.br. O evento mantém o blog www.gestaodoconhecimento.ning.com.

 

 

 

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O que explica o sucesso dos vídeos virais?


Por que alguns vídeos na internet conseguem ser divulgados em grande escala enquanto a maioria não obtém tal êxito? Para entender o êxito dos vídeos virais, a OTOinsights, divisão de neuromarketing da agência digital One to One, lançou um estudo sobre o assunto. Analisando os resultados de testes como monitoramento da visão (eye tracking) e entrevistas, a pesquisa chegou a ideias que tentam explicar o sucesso que alguns vídeos conseguem online. Espero que o estudo não tenha sido caro, porque as conclusões são óbvias: as respostas de quem assiste vídeos online são emocionalmente complexas e o engajamento de quem vê e o sucesso dos vídeos estão relacionados. Um dado relevante da pesquisa trata da duração do vídeo: se for envolvente, um vídeo com mais de três minutos pode fazer tanto sucesso quanto um mais curto. Mas o que seria um vídeo envolvente? Apesar de ser um campo interessante, tais pesquisas acabam resultando em algo similar aos livros de negócios que tentam ensinar como ser bem-sucedido: apenas relatam características de quem é vitorioso, mas não a evolução dessa história, que fatos foram preponderantes para isso. Seria o mesmo que dizer: essa empresa obteve sucesso e atualmente possui tais características, e foi exatamente pelos fatores que ela apresenta hoje que a empresa conquistou seu êxito. Ou seja, analisam o fato já consumado, e não como construir algo vitorioso, misturando consequência com causa. Ademais, tais características não são necessariamente replicáveis. Há uma dose de imponderável no sucesso, ainda mais em relação a entretenimento. De toda forma, quem se interessou pelo estudo pode fazer o download do arquivo. Atualmente, os vídeos que fazem sucesso são os mais curtos e com temática humorística (danças curiosas, animais fazendo atividades inusitadas etc.) ou que mostram pessoas em situações constrangedoras. Ademais, vídeos que apresentam momentos emotivos e ternos, como crianças fazendo coisas divertidas, também são campeões de audiência. O sucesso do vídeo de Susan Boyle cantando no programa Britain’s Got Talent mostra que também há espaço para esse tipo de conteúdo (para alguns, cafona). Por outro lado, sites de vídeos como o YouTube muitas vezes são caixa de ressonância para outros meios de comunicação. Procura-se nessas páginas o que está sendo bastante comentado, como trechos de programas exibidos na TV ou o escândalo da hora. Para as empresas que buscam “viralizar” seus vídeos, é um equívoco buscar uma estética “tosca”, precária. Há belos vídeos, propagandas não criadas para a internet, que são extremamente bem feitas e que as pessoas gostam de encaminhar para seus contatos. (Texto de Charles Cadé, jornalista, assessor de imprensa, consultor de projetos online, publicado no WebInsider).

 

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