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Leia nesta edição
> Mobile marketing e os desejos da geração Y |
Novos Cadastrados
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Entender comportamentos sempre foi o grande objetivo das agências de marketing e publicidade. No entanto, apesar de um avanço tecnológico monstruoso e incontrolável, está cada vez mais difícil estudar justamente quem consome o mercado de tecnologia. A conhecida Geração Y (jovens que nasceram nas décadas de 1980 e 1990) vive um mundo completamente virtual, seja através de um gadget que tenha às mãos, seja através dos mais de 170 milhões de celulares habilitados até o fim deste ano, segundo dados da consultoria Tendências.
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Em sua 30ª edição, o Prêmio Opinião Pública – POP, organizado pelo Conrerp SP/PR, sob a chancela do Conferp, abriu inscrições para homenagear projetos de excelência em Relações Públicas a partir do dia 1º de junho, indo até o dia 17 de setembro de 2010. Podem se inscrever trabalhos elaborados entre novembro de 2009 e 17 de setembro de 2010, data limite para inscrição dos cases.
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A VitrineRP é um site acadêmico dedicado à centralização e propagação de informações, notícias, estudos, vagas de emprego, análises críticas, temas controversos, fotos, resenhas de livros e artigos ligados à atividade das Relações Públicas.
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O norte-americano Jeffrey Sharlach é um dos profissionais de relações públicas mais respeitados do mundo. Dono da agência multinacional The Jeffrey Group, há 17 anos apostou no mercado latino-americano para alavancar seus negócios. Deu certo. Hoje tem filiais em quatro países, parcerias em outros 23, e faturamento de aproximadamente US$ 5 milhões.
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Fui atrás de referências acadêmicas que pudessem trazer contradições e levantar questionamentos sobre o comportamento do consumidor frente aos impactos da propaganda em um ambiente de livre expressão, a internet. Os consumidores estão mesmo indicando aos amigos as marcas e produtos porque gostam deles ou porque estão envolvidos em técnicas de persuasão às quais já nem se lembram mais? Mas, então, o que seria esse gostar? Não seria o resultado de um bom trabalho de imagem da marca?
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Cerimonial em Brasília
Saiu a programação de cursos do Ibradep para junho de 2010 em Brasília. Tudo acontece no Metropolitan Flat Hotel, ministrados pela relações públicas Gilda Fleury Meirelles. Nos dias 14 e 15 de junho tem "A Arte de Falar em Público - Mestre de Cerimônias, conduzindo a solenidade", e nos dias 17 e 18 é a vez de "Planejamento e Organização de Eventos, Empresariais e Governamentais", ambos com 16 horas/aula. Já nos dias 21, 22 e 23 de junho acontece o curso de Aperfeiçoamento Gestão em Protocolo e Cerimonial com 24 horas-aula. Informações pelo 11-4152-8419 ou no email ibradep@ibradep.com.br e site www.ibradep.com.br.
Canal Sicom
Comunidade Sicom é um grupo digital formado pelos agentes de comunicação dos órgãos e empresas do Governo Federal. A gestão de conteúdo é do relações públicas e jornalista Jorge Duarte, da Secretaria de Comunicação da Presidência da República. Traz diversas informações de órgãos vinculados e de outras fontes referentes a movimentos em comunicação corporativa - manuais, eventos, livros, campanhas. Para quem quiser receber periodicamente um boletim informativo, chamado Canal Sicom, é preciso prévio cadastramento num ambiente interativo. Mais detalhes podem ser obtidos pelo e-mail forum.secom@planalto.gov.br . Os temas, naturalmente, estão restritos ao ambito do Poder Executivo Federal. Entre as pautas do último número, estão o acesso à Revista Inovação em Pauta da Finep, informações do Portal da Transparência, resultados de uma Pesquisa da Secom que subsidia ações para Copa 2014 e Concurso da Imprensa Nacional e prêmio Cultura Viva. Edições anteriores estão disponíveis para leitura após cadastro.
Reinvenção Empresarial
O 2º Seminário Empresarial - Reinventando Você e sua Empresa acontece no Hotel Transamérica Ilha de Comandatuba nos dias 16 a 19 de setembro de 2010. O evento, com a marca da KLA Eventos Empresariais, tem limitação para 150 participantes numa proposta de exclusividade de contatos e conteúdo - sobre estratégias, gestão, pessoas, operações, marketing e vendas - elaborado pelo conferencista Carlos Alberto Júlio. Ele foi eleito pela Revista Exame como um dos cinco maiores palestrantes do Brasil, e é professor da ESPM, USP, FGV. Escreveu "Reinventando Você", "A Arte da Estratégia", "A Magia dos Grandes Negociadores" e outros. Veja mais em www.klatreinamentos.com.br/reinventando .
Fórum Mundial de RP Os melhores dos melhores irão se reunir em Estocolmo para apresentar novos métodos, novas pesquisas e troca de idéias no campo da comunicação profissional. Grandes nomes mundiais das Relações Públicas estarão presentes no evento. O 6º Fórum Mundial de Relações Públicas começa no dia 14 de junho e vai até o dia 15 de junho e é organizado pela Swedish Public Relations Association (Associação de Relações Públicas da Suécia) em parceria com a Global Alliance For Public Relations and Communication Management (Aliança Mundial para as Relações Públicas e Gestão da Comunicação). Mais informações, acesse o site do evento www.wprf2010.se. (Fonte: Boletim do Conferp)
Mediação de conflitos O conflito é inerente ao ser humano e está presente tanto nas organizações como nos círculos sociais e até mesmo familiares. Infelizmente, nem todos conhecem as técnicas de mediação de conflitos. Esse desconhecimento pode permitir que pequenas desavenças cresçam e tenham grandes consequências. Com esta perspectiva, vai ser ministrado na Alertese Qualificação, em Belo Horizonte/MG, entre 9h e 16h dos dias 12 e 19 de junho de 2010, o curso de Mediação de Conflitos. O instrutor é Rômulo Raymundo, presidente da Associação Brasileira de Árbitros e Mediadores de Minas Gerais, ex-diretor executivo da Câmara Mineira de Mediação e Arbitragem, mediador, árbitro e consultor do Tribunal de Mediação e Arbitragem Juiz Achiles Velloso. Informações e inscrições pelo fone 31-3243-5774 ou email: shirley@alertse.com .
Comunicação, Sociedade e Desenvolvimento
"Sociedad, Desarrollo y Movilidad en Comunicación" é o título de livro eletrônico disponível para download e que reúne 47 trabalhos apresentados no II Congreso Internacional de Comunicación (México). O conteúdo está distribuído em cinco eixos: Comunicación y Desarrollo, Comunicación y Sociedad, Comunicación Audiovisual y Cultura, Nuevo Perfil del Comunicador e Nuevas Tecnologías. Outro livro recém-disponibilizado na web, também em espanhol, é Comunicación Multicultural en Iberoamérica - História Contextual y Teoria Comparada, de autoria do pesquisador brasileiro José Marques de Melo, que reúne ensaios escritos nos últimos anos. Para acessar, clique aqui . (Fonte: boletim Canal Sicom da Secretaria de Comunicação da Presidência da República)
Seminário UERJ A Faculdade de Comunicação Social da UERJ, através do Laboratório de Comunicação Integrada, realiza nos dias 08, 09 e 10 de junho de 2010 a sétima edição do "Seminário Perspectivas Profissionais em Comunicação". O evento acontecerá das 15h às 18h, no auditório 11 do Campus Maracanã no Rio de Janeiro/RJ. O Seminário, que é gratuito, tem como objetivo analisar as áreas de atuação e perspectivas profissionais nas seis habilitações em comunicação. Esta sétima edição conta com a presença de grandes nomes atuantes no mercado de comunicação, entre eles: Sandra Passarinho, jornalista da TV Globo; Marcelo Oliosi (Smigol), repórter do SporTV; Pablo Barros, gerente de negócios da Report Comunicação; André Villas-Boas, professor da Escola de Comunicação da UFRJ; Roberto Cassano, diretor de estratégia da Agência Frog; Aída Marques, professora do departamento de Cinema e Vídeo da UFF. As inscrições poderão ser realizadas pelo email: seminarioperspectivas@gmail.com .
Comunicação Interna
Entre os dias 16 e 18 de junho de 2010, a IBC promoverá a 14ª edição de seu congresso sobre comunicação interna no Hotel Paulista Plaza (Alameda Santos, 85 – Jardins) em São Paulo/SP. O evento promove debates com executivos de grandes empresas em assuntos como o futuro da comunicação interna no Brasil, perfil dos profissionais, endomarketing e mensuração de resultados. Completa o programa um seminário especial sobre redes sociais corporativas. O congresso terá ainda uma seção interativa com a gerente de assuntos corporativos da MSD, Viviane Mansi, onde os participantes poderão tirar todas as suas dúvidas sobre comunicação interna. Completam a programação as apresentações de executivos da Light, Serasa Experian, Philips, Sulamérica Seguros, GM, Fiat, Gol , Comgás, Cosan, Diageo, Anglo American e Comunique-se. A programação completa está disponível no site www.informagroup.com.br/comunicacao ou pode ser solicitada na Central de Atendimento da IBC, pelo telefone 11-3017-6808 e pelo e-mail imprensa@informagroup.com.br.
Inovação e Colaboração Incentivar a inovação e aproveitar ao máximo a colaboração e a inteligência coletiva geradas no ambiente corporativo é desafio para a maior parte das empresas. Para mostrar como dez grandes companhias brasileiras encontraram soluções para esta questão a IBC vai promover a primeira conferência sobre inovação e colaboração. O evento acontece nos dias 23 e 24 de junho de 2010 no Hotel Park Plaza (Alameda Lorena, 360) em São Paulo/SP. Há ainda dois workshops sobre excelência em inovação corporativa e “open innovation”. As informações sobre o evento estão no site www.informagroup.com.br/inovacao ou na Central de Atendimento da IBC, pelo telefone 11-3017-6808 .
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Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento. Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:
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Mais duas novidades em comunicação organizacional foram lançadas pela Difusão Editora - já tradicional nesta área. O livro “A Comunicação como fator de humanização das organizações” é organizado por Margarida M. Krohling Kunsch, professora e pesquisadora da Universidade de São Paulo. Aborda o assunto em dois subtemas: a organização como espaço de diálogo e construção de significado; e a comunicação como lugar e processo de humanização da organização nas relações de trabalho. Baseado nas contribuições trazidas para o terceiro congresso da Abrapcorp, realizado em 2009, destina-se a profissionais, estudantes, professores e pesquisadores da área da comunicação e de áreas correlatas.
As organizações mudaram sua postura em relação à forma como se apresentam à sociedade, hoje elas não vivem mais distantes da complexidade social, política, humanitária e ambiental. As organizações se projetam além de suas dimensões econômicas, buscando criar uma identidade com seus públicos. Nota-se no mercado que em muitas empresas já é possível ver novas práticas de comunicação com os empregados, de relacionamento com a comunidade e de responsabilidade socioambiental. No campo acadêmico, novas teorias incitam o olhar para as realidades criadas e recriadas e estimulam a análise dos próprios seres humanos para que as organizações sejam espaços de criatividade, de satisfação e de reconhecimento. Nesta obra composta de catorze capítulos, o papel da comunicação é visto como primordial na interface dessas relações que se mostram cada vez mais necessárias e inevitáveis. A preocupação das organizações se volta agora à renovação dos estilos de gestão, que passam a ser mais direcionados às pessoas, mais descentralizados, participativos e direcionados à satisfação de necessidades humanas como a dignidade e a valorização das competências individuais. Este é o terceiro volume da Série Pensamento e Prática, publicado em parceria com a Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas (Abrapcorp). |
Outro tema publicado é cultura e comunicação. A cultura se constrói no dia-a-dia de uma organização, por meio dos diferentes grupos, sendo fundamental observar sua diversidade nas organizações da contemporaneidade. Ou seja, não existe uma única cultura, mas diferentes culturas que convivem e se respeitam, e fazem sentido para determinado grupo de pessoas que dela participa. A cultura reflete a essência de uma organização, podendo ser interpretada pelos seus processos, sistemas, comportamentos, os quais são construídos através do tempo. Nas organizações de qualquer tipo, não há fórmulas para seu desenvolvimento. Cada situação é única e o fundamental é conversar com as pessoas para se definir o melhor caminho a seguir. As organizações não trabalham mais exclusivamente a relação diretoria-funcionário, mas desenvolvem novas reflexões sobre o valor da comunicação nas relações entre gestores e colaboradores.
O livro “Faces da cultura e da comunicação – volume II”, organizado por Marlene Marchiori, professora e pesquisadora da Universidade Estadual de Londrina/PR, é resultado de um projeto de pesquisa que buscou entender melhor as relações entre a cultura e a comunicação nas organizações. Os seus 24 autores identificam novas faces e interfaces do cenário comunicacional, em função da multiplicidade de comportamentos. “Essa riqueza de temperamentos e formações enriquece o conjunto de pessoas de uma organização que, em sua essência, é constituída de processos de interação”, explica a idealizadora da obra.
Marchiori reuniu renomados pesquisadores e acadêmicos que apresentam aportes teóricos recentes para as faces anteriormente descobertas no volume I do livro, em que traça um paralelo reflexivo entre a visão de mundo e a evolução das organizações, oferecendo um estudo da cultura e seus significados e conceitos. Neste segundo volume ela aborda as novas faces e interações do discurso, do diálogo, das redes, da cultura e economia nas organizações.
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Frase do Mês "A virtude de uma pessoa mede-se não por ações excepcionais, mas pelos hábitos cotidianos" por Blaise Pascal |topo| |
A proposta mais interessante que encontrei foi, para minha surpresa, a de um antropólogo, o americano Grant McCracken. Ele sugere – absolutamente não de forma inédita, mas de modo bastante assertivo – que profissionais de marketing são, em essência, “gerentes de significado”. Crescimento de market share, resultados financeiros positivos... o sucesso deste executivo é sempre diretamente ligado à eficácia com que ele constrói significado para marcas. E então McCracken acrescenta que significados não são criados do nada, eles têm sua origem na cultura: o conjunto de crenças, valores, comportamentos e instituições que organizam a vida em sociedade. É nesta preciosa fonte que bebem os profissionais de marketing, buscando significados que são então gerenciados para agregar valor a um determinado produto ou serviço, construir marcas e retornar posteriormente para a vida do consumidor. Faz sentido para você? Para mim fez. Tanto que continuei navegando nos mares da antropologia e constatei que diversos autores escreveram sobre as operações mentais que pessoas, vivendo em sociedade, naturalmente fazem para atribuir significados, e portanto valor, a coisas ou objetos (ou, se você preferir, produtos). Sempre comparando os resultados desta investigação com o que efetivamente acontece no universo das marcas, comecei a catalogar essas diferentes, e “ancestrais”, operações mentais e finalmente as organizei em 12 tipos. Claro, não pretendo que esta lista seja exaustiva e definitiva. Espero sim que ela seja fonte de inspiração. Pois acredito que é da profunda compreensão das motivações envolvidas nestas “naturais esculturas de significado humanas” que nasce o talentoso profissional de marketing. Note bem que em cada uma destas “esculturas” o tangível não muda, ou pelo menos, não necessariamente. O que é esculpido e modelado são os significados atribuídos à coisa material: 1. De “coisa” para... “Amuleto” Operação mental em que é atribuído um “poder mágico” a determinado objeto. Exemplo ouvido recentemente de um jovem: “nossa, com este tênis parece sou capaz até de voar...” 2. De “coisa” para... “Ingresso” Objeto cuja posse culturalmente passa a implicar, ou ao menos facilitar, a aceitação em um desejado grupo social, mesmo que não formalmente constituído. Exemplo: ser assinante de determinada revista, contribui para que o consumidor seja percebido como um “intelectual”. 3. De “coisa” para...“Personagem” Operação mental em que o objeto ganha significado e valor ao passar a fazer parte do enredo da vida da pessoa, como um personagem. Exemplo: o cartão de crédito que esteve comigo em todas as fases da minha vida... 4. De “coisa” para...“Caça” Operação em que significado e valor são atribuídos ao objeto em razão de características do próprio processo de busca e aquisição. Exemplo atual: “itens de coleção, quando até uma simples figurinha ganha um valor inestimável”. 5. De “coisa” para...“Ponte” O objeto ganha significado quando culturalmente se torna uma ponte para aproximar pessoas e facilitar a interação social. Esta ponte pode ser “física”, quando por exemplo a coisa se torna um presente, ou “emocional”, quando a ponte surge de um tema de interesse comum que o objeto desperta. Exemplo: uma camiseta com ilustrações inspiradas em um filme ou programa de TV. 6. De “coisa” para...“Autêntico” Normalmente, operação mental que acontece no vetor temporal: objeto ganha significado ao se tornar um representante fiel de iniciativa ou momento valorizado do passado. Exemplo pessoal: o “baleiro” que orgulhosamente exibo na minha sala. 7. De “coisa” para...“Exótico” Operação mental que navega no vetor espacial: objeto ganha valor quando passa a representar outras culturas ou pontos de vista. Exemplo: um vaso com motivos africanos. 8. De “coisa” para... “Troféu” O que se torna escasso ou limitado, inclusive por meio do preço, ganha significado ao delimitar territórios sociais. Exemplos proliferam no mercado de luxo. 9. De “coisa” para...“Saber” Objeto que também passa a delimitar territórios sociais, só que principalmente em função do conhecimento demandado para sua utilização e fruição. Exemplo obrigatório: uma garrafa de vinho. 10. De “coisa” para...“Bandeira” Objeto que se torna símbolo de um desejo humano maior, como liberdade, amor, mudança ou a pátria. Exemplo antológico: uma motocicleta Harley-Davidson. 11. De “coisa” para...“Arte” Objeto que passa a ser descrito como exemplo da inventividade humana e da nossa capacidade de transcender o meramente biológico. Exemplos abundam na gastronomia: “isto não é comida apenas, são pepitas de chocolate trufado”. 12. De “coisa” para...“Sagrado” Objeto cujo significado mais evidente é transferido de outra pessoa, não raramente uma celebridade, que detinha a posse anterior da coisa ou que se envolveu na sua produção e consumo. Exemplo: o “perfume de Antonio Banderas”. Em resumo: profissionais de marketing são gerentes de significado, trabalhando com esculturas de significado que naturalmente os consumidores estão aptos a produzir. Em certo sentido, nós não inventamos nada. Construímos significado quando gerenciamos eficazmente – estimulando e compartilhando com consumidores - um processo que é fundamentalmente humano. (Texto de Fernando Jucá, diretor associado do Grupo Troiano de Branding, publicado no portal Mundo do Marketing)
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Homens e mulheres adotam estilos de comunicação diferentes. A diferença reside, basicamente, nas distintas razões que movem ambos os sexos - e isso tem impacto na maneira como eles e como elas reagem a feedbacks críticos. Constata-se, por exemplo, que o objetivo dos homens, ao se comunicar, é construir independência e status. Embora eles costumem se apoiar em dados, fatos e estatísticas, estão sempre atentos a informações que possam auxiliá-los a galgar posições superiores. E as mulheres?
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até que a situação piore. A pesquisa também se debruçou sobre o modo como homens e mulheres internalizam experiências ligadas a feedbacks - principalmente os negativos, explorando como eles e como elas veem o seu insucesso. A diferença que encontrei nesse estudo é que homens tendem a externalizar falhas (ou seja, transferir a culpa para outros) e mulheres tendem a internalizá-las (assumir a culpa). Para simplificar, pense na prática do dia a dia. Se um homem não tem um bom desempenho num jogo de futebol, o que ele tende a fazer? Frequentemente irá culpar os outros jogadores, o campo, o treinador... Homens têm dificuldade de admitir que talvez não sejam mais os atletas que um dia foram.
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Para que haja esta qualificação não devemos esperar que somente o que é ensinado dentro da universidade venha a preencher as várias facetas e exigências do mercado e da interrelação com as pessoas. É preciso procurar alternativas em cursos extra-curriculares e, após a formatura, continuar em programas de reciclagem. Mas para quem está à procura de orientação sobre quais cursos de graduação existem na área de RP, uma seção no portal www.mundorp.com.br foi criada há 10 anos com links diretos para instituições formadoras de Ensino Superior, além de dicas para Pós-Graduação. O conteúdo foi um repasse do extinto portal Center-RP, elaborado por Patrick Santana e Roberta Garbelloti, numa parceria anunciada em 5 de dezembro de 2001, por meio do boletim RP em Ação n.102 Ano V. Querendo desconhecer a história e o bom senso, recentemente um portal divulgou no Twitter a "novidade" de uma lista de faculdades de RP. E, como se não bastasse a falta de imaginação, ainda plagiou integralmente os links já disponibilizados no Mundo-RP, sem qualquer menção de fonte. Na mesma semana, vale dizer, duas instituições foram acrescentadas no estado de São Paulo, a partir de contribuições de estudantes e professores que detectaram a inexistência de seus cursos na nominata. E é assim que o material vem sendo atualizado, além de um esforço coletivo de cinco membros do Mundo-RP que fizeram um amplo rastreamento nos links. Se você tiver curiosidade, visite a seção clicando aqui. O resto é bobagem.
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Você está recebendo esta mensagem por fazer parte do "Mundo das Relações Públicas", voltado à divulgação e à conscientização da importância deste segmento de comunicação no sucesso das organizações. O Boletim tem circulação mensal e gratuita, sob responsabilidade do RP Rodrigo Cogo (Conrerp SP/PR 3674) e com colaborações diversas de interessados. |
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