Boletim nº 168/07 Ano XI
Junho 2007

Novos Cadastrados

Neste último mês, sejam bem-vindos a nossa comunidade: os universitários Lucimara Silva (São Paulo/SP), Fábio Procópio (Tambaú/SP), Cinthi Santos (Tremembé/SP), Marta Barbosa (São Paulo/SP), Bruna Szewczyk (Porto Alegre/RS), Tatiane Almeida (Goiânia/GO), Jeane Souza (Salvador/BA), Silvana de Oliveira (Gravataí/RS), Nathália de Oliveira (Porto Alegre/RS), Júlia de Vasconcellos (Porto Alegre/RS), Patrícia de Moraes (Campinas/SP), Juliana Matos (Santa Maria/RS), Rafael Guerra (Porto Alegre/RS), Fernanda Andres (Santiago/RS), António Rodrigues (Porto-Portugal) e Emily Stalder (São Paulo/SP). Tambem os relações públicas Marcel Collares (Belo Horizonte/MG), Patrícia Aldiguieri (Londrina/PR), Marta Busnello (Porto Alegre/RS), Roseni Heck (Porto Alegre/RS), Fernanda Wolff (Porto União/SC), Evelyne Matos (Campo Grande/MS), Sabrina Agnelli (Bauru/SP), Mariana Gonçalves (Campinas/SP), Rose Leite (Maceió/AL), Ana Rita de Oliveira (Porto Alegre/RS), Cristiano Santarem (Porto Alegre/RS), Juliana Araújo (Porto Alegre/RS), Karen Gatti (Porto Trombetas/PA), Chana Vasco (Belo Horizonte/MG), Fernanda Baimler (Porto Alegre/RS), Rose Schames (Porto Alegre/RS), Letícia Menger (Porto Alegre/RS), Juliana Souza (Belém/PA), Renata de Oliveira (Belo Horizonte/MG) e Juliana Clementi (Joinville/SC). E ainda a jornalista Ieda Borges (Adamantina/SP), o Comissário da Infância e Juventude João Carlos Brand-Santos (Houston/EUA), a designer Renata Rubim (Porto Alegre/RS), a secretária Maria Aparecida Santana (Itajaí/SC), a turismóloga Patrícia Ferreira (Manaus/AM) e o economista e cerimonialista Francisco Vaz (Curitiba/PR).


 

Comunicação Pública

A Editora Sulina (www.editorasulina.com.br) lançou a tese de doutorado de Nelson Costa Fossati, resultando na obra "Gestão da Comunicação na Esfera Pública Municipal", para abordar a gestão da comunicação na esfera pública envolve questões relacionadas às funções administrativas e ao ambiente de interação social do setor público. Embrenhando-se nos processos de Comunicação, trabalhou as Relações Públicas como uma atividade mediadora identificada pela função política. Dimensões e enfoques foram apresentados para caracterizar a gestão do processo de informação entre governos e seus públicos de interesse. As mediações estabelecidas no espaço público, estruturadas por profissionais vinculados à área de Comunicação Social da esfera municipal, indicam a construção de relações importantes para a função política e o ambiente participativo. A obra ressalta aspectos merecedores de atenção na medida em que as mediações, próprias das atividades de RP, de Jornalismo, de PP, interferem na reeleição.

 

Prêmio Nacional de Opinião Pública abre as inscrições

 

Em sua 27ª edição, o POP 2007 ­ Prêmio Nacional de Opinião Pública, organizado pelo Conrerp SP/PR (www.conrerp2.org.br), sob a chancela do Conferp (www.conferp.org.br), abre as inscrições para homenagear projetos de excelência em Relações Públicas, elaborados entre novembro de 2006 e 14 de setembro de 2007, data limite para inscrição dos cases.

Considerado o reconhecimento máximo da categoria no Brasil, o POP tem como objetivo divulgar as melhores práticas de Relações Públicas, além de premiar profissionais, organizações e agências que contribuem para o desenvolvimento da atividade, em âmbito nacional. Neste ano, o POP inova mais uma vez criando novas categorias, além de conceder ao melhor projeto experimental - entre os primeiros colocados em cada categoria do Prêmio ABRP 2007 - o Prêmio Especial “Abertura”, como incentivo e valorização aos jovens profissionais.

As categorias nesta edição estão classificadas da seguinte forma: Relações Públicas nas Organizações Públicas; Relações Públicas nas Organizações Privadas; Relações Públicas e o Terceiro Setor; Relações Públicas e Responsabilidade Social; Relações Públicas e a Comunicação Pública; Relações Públicas Internacionais; Relações Públicas e o Meio Ambiente; Relações Públicas na Gestão de Crises; Relações Públicas em Novos Mercados e Empreendedorismo; Relações Públicas nas Universidades.

O POP 2007 traz ainda a terceira edição do “Prêmio Vera Giangrande”, atribuído anualmente ao profissional que tem se destacado pelo desempenho de suas atividades acadêmicas ou profissionais, em prol da valorização das Relações Públicas no Brasil. Os melhores cases do POP 2007 serão homenageados em solenidade pública, que acontecerá na última semana de novembro, em São Paulo.

Sobre o 27º POP - O POP - Prêmio Nacional de Opinião Pública - foi criado pelo Conrerp 2ª Região - SP/PR em 1979, tendo sua primeira edição oficial no ano de 1980. Nestes 26 anos, o POP já contemplou mais de 190 cases em diversas categorias. O Prêmio tem caráter exclusivamente cultural e visa a valorizar o trabalho dos profissionais da área e premiar os cases de sucesso das organizações públicas e privadas e órgãos públicos do País.

Para mais informações e inscrições, fale com Lucimara Silva pelo lucimara@conrerp2.org.br ou fones 11-3801-2450, 3872-4020 e 0800 167 853

 

 

|topo|


Educação corporativa ganha atenção

 

As tendências do uso da tecnologia em educação corporativa foi a pauta da discussão encabeçada pela Saba, empresa de gerenciamento do Capital Humano e projetos de e-learning, envolvendo um time de profissionais de Recursos Humanos e Tecnologia da Informação. Entre as conclusões está o fato de que os investimentos em treinamento e desenvolvimento (T&D) no Brasil evoluíram nos últimos anos, mas que as organizações ainda enfrentam algumas dificuldades para disseminarem essa prática. Como resultados das ações em Educação Corporativa, estão a satisfação do cliente, a qualidade dos produtos e serviços, a maior produtividade, satisfação dos funcionários; faturamento; retenção de talentos; redução do ciclo de melhoria e lucro

Segundo Fábio Rocha, country manager da Saba do Brasil, a tecnologia é cada vez mais uma aliada da Aprendizagem Corporativa e afirma que as empresas estão empenhadas em gerir estes investimentos. "Diante das pesquisas realizadas, nota-se que as companhias brasileiras já ultrapassaram o modismo e começaram a ter uma real consciência sobre a importância da aprendizagem", afirma Rocha.

De acordo com a avaliação realizada pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (www.abtd.com.br), o Brasil está quase no mesmo nível de investimento dos Estados Unidos e de países da Europa. Atualmente, as companhias brasileiras investem, em média, US$ 610 per capita, um avanço de quase 165% em relação a 2003, quando o valor era de US$ 370. Os Estados Unidos gastam US$ 826 por treinando e a Europa, US$ 743.

As grandes tendências mundiais apontadas para o setor são: o T&D alinhado com a estratégia do negócio, o aumento da performance; o e-learning mesclado com presencial, o desenvolvimento de liderança e a diversidade. "No Brasil, vamos presenciar a consolidação e a ampliação das experiências já existentes, a internacionalização dos sistemas de Educação Corporativa e inovações, como intercâmbios e atividades compartilhadas", afirma Marcos Baumgartner, presidente da ASTD Global Network Brazil (American Society for Training and Development).

Conforme informações da ASTD, os indicadores de desempenho da função da Educação Corporativa devem levar em conta não só o número de funcionários treinados, mas também o tempo de disponibilização de uma nova iniciativa de aprendizagem, de prontidão e de desenvolvimento de conteúdos; número de funcionários treinados versus quadro funcional da Educação, custos de viagens e estadas, custos de desenvolvimento e economia obtida com o uso de recursos externos.

Pesquisa - A pesquisa feita pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento (ABTD), em 2006, avaliou também de que forma as companhias brasileiras estão investindo em T&D. O estudo, realizado com 476 organizações de pequeno, médio e grande portes, nos setores de Serviços (41%), Indústria (38%), Comércio (8%) e outros (13%), apontou um crescimento de 20% nas horas de treinamento em relação a 2005.

Em média, cada treinando consome 14 dias de trabalho (112 horas) com o treinamento, mas a maioria das empresas (48%) oferece até 40 horas de T&D por aluno. Por outro lado, 16% das organizações investem mais de 300 horas em treinamento. De acordo com a pesquisa, o setor que mais investe em T&D é o da Indústria (116 horas por treinando). Ainda, a média brasileira mostra que 71,5% dos funcionários foram treinados, sendo que 24,5% das empresas entrevistadas declararam que 100% de seus funcionários receberam algum tema de T&D.

Em 2006, as áreas mais beneficiadas com T&D foram Vendas, Qualidade e Administração, respectivamente. As menos prestigiadas foram Saúde, Finanças e Recursos Humanos, nesta ordem. Funcionários em cargos operacionais e supervisores receberam mais treinamento; diretores e os colaboradores administrativos ficaram por último. O principal modelo de treinamento adotado foi o presencial (34%), seguido por in company (21%) e, em terceiro lugar, a distância (16%).

Para 2007, as companhias deverão priorizar T&D em Liderança, Qualidade, Trabalho em Equipe, Gestão de Pessoas, Negociação e Atendimento ao Cliente. 71% das empresas vão aumentar os investimentos em treinamento, enquanto 21% querem manter o mesmo nível de 2006. Apenas 4% declararam que diminuirão a verba. A pesquisa mostra também que as organizações ainda enfrentam dificuldades, como calcular o retorno sobre o investimento, mensurar os impactos do T&D na empresa, a mudança cultural, a falta de alinhamento com outras áreas da companhia e o próprio alinhamento dos programas de T&D com a estratégia corporativa.

 

 

 

 

|topo|


Ombudsman

Como e por que instalar uma Ouvidoria é o tema de curso ministrado desde abril/2002 pela Educator. A idéia é facilitar a instalação de uma ouvidoria, fornecendo ao participante os instrumentos conceituais e práticos para exercer o papel de ombudsman, bem como o passo a passo para a criação e instalação da ouvidoria. Vai acontecer, com extenso programa, nos dias 19 e 20 de julho de 2007, entre 8h e 17h30min no Hotel Paulista Convention Flat em São Paulo/SP, ministrado por Alberto Centurião. O investimento é de R$ 920,00 para inscrições até 29 de junho de 2007, após R$ 980,00. Inclui almoço e coffee­breaks, material didático, certificado e o livro "OMBUDSMAN - A Face da Empresa Cidadã" do ministrante.

 

Revolução do Afeto

Um chefe com cara de poucos amigos, um funcionário que só faz observações negativas e um gerente esquentado. O comportamento emocional dos funcionários interfere no desempenho da empresa? Sigal Barsade e Donald Gibson ­ pesquisadores das universidades norte-americanas de Wharton e de Fairfield, respectivamente ­ acreditam que sim. "As emoções passam de uma pessoa para outra, como se fossem vírus", assegura Barsade. Os dois pesquisadores comprovaram no estudo "Por que o afeto é importante na empresa?" (em inglês, Why Does Affect Matter in Organizations?) que o humor e as emoções do funcionário refletem em diversos processos corporativos. A tomada de decisão, a criatividade, o trabalho em equipe, as negociações e a liderança sofrem alterações, dependendo do estado de espírito das pessoas envolvidas. Ao todo, os pesquisadores analisaram três tipos de emoções: as discretas e passageiras, os humores e as personalidades. Barsade e Gibson observaram que, nos últimos 30 anos, houve uma "revolução do afeto". Os gestores passaram a entender que as emoções dos empregados fazem parte do funcionamento das empresas. Os resultados das companhias são conseqüências não só da razão, mas também da emoção do funcionário, e acrescenta que os empresários precisam desenvolver sua inteligência emocional para gerir o coletivo. O problema deixa de ser nos processos, e sim no desafio de relacionamento.

 

Cerimonial

O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Comunicação, Capacitação Profissional e Empresarial (www.ibradep.com.br) divulga sua relação de opções de treinamento para junho na cidade de São Paulo/SP. São sempre desenvolvidos pela relações públicas Gilda Fleury Meirelles, cadastrada do Mundo-RP. Acompanhe: - Mestre de Cerimônias - com a duração de 16 horas-aula, totalmente filmado, aula prática e dinâmica de grupo, para oferecer aos participantes as técnicas para a apresentação de eventos e solenidades oficiais e empresariais. Este curso, pela sua dinâmica, está limitado a 18 participantes, e acontece dias 11 e 12 de junho de 2007 das 9h às 18h; - Planejamento e Organização de Eventos Empresariais e Governamentais ­ marcado para dias 13 e 14 de junho de 2007, das 9h às 18h, com inscrição incluindo material de apoio, coffee-break, almoço e o livro “Eventos ­ Seu Negócio, Seu Sucesso”; - Gestão em Protocolo e Cerimonial - interação dos cerimoniais universitário, empresarial e público ­ Executivo, Legislativo, Judiciário, Tribunal de Contas e Ministério Público está marcado para os dias 18, 19 e 20 de junho de 2007, entre 9h e 18 h, com inscrição incluindo material de apoio, coffee-break, almoço e o livro “Protocolo e Cerimonial ­ Normas, Ritos e Pompa” (3ª edição). Os três cursos acontecem no Eldorado Boulevard Hotel (Avenida Ipiranga, 234 ­ Centro). Mais informações pelos fones 11-4152-8419 e 4153-3727 ou ibradep@ibradep.com.br .

 

40 Anos RP/Famecos

Uma das comemorações dos 40 anos do curso de RP da Faculdade dos Meios de Comunicação Social (FAMECOS) da Pontifícia Universidade Católica do RS, em Porto Alegre/RS, vai acontecer dia 16 de junho de 2007, das 14h às 17h, em encontro entre diretores, coordenadores, professores, alunos e ex-alunos. O evento, batizado de “40 anos de Relacionamento”, acontece no Parcão (Parque Moinhos de Vento) da capital gaúcha. Vão ser desenvolvidas ações de integração, cujos detalhes podem ser obtidos com o Laboratório de Relações Públicas, através de Silvana Klein de Oliveira, pelo fone 51-9648-1648 ou agenciarp.ni@yahoo.com.br .

 

Legislação

De acordo com a proposta de trabalho apresentada aos profissionais de relações públicas durante a última campanha eleitoral, a diretoria do CONFERP está finalizando os debates a respeito da atualização da legislação vigente da profissão de RP. Conforme compromisso assumido, a discussão será ampla e plural com os diversos segmentos da categoria. Dessa forma, a entidade solicita a todos os interessados que enviem suas sugestões para alteração da Lei nº 5.377, de 11/12/67, especificamente no endereço oficial do processo de consulta: rp@conferp.org.br até o dia 15 de junho. É importante esclarecer aos colegas profissionais que essa consulta pública é uma iniciativa do Conselho Federal de Profissionais de Relações Públicas e não de blogs e grupos de discussão na internet. Houve a impressão que esse movimento tinha se iniciado na Internet, o que não é verdade. De fato, todos os sites de relações públicas estão colaborando para a divulgação dessa consulta pública, pois compreendem a importância da mobilização de nossa categoria.

 

Responsabilidade e Mídia

A responsabilidade social da mídia estará em pauta no VII Congresso de Stress e no IX Fórum Internacional de Qualidade de Vida no Trabalho, que acontecem entre os dias 26 a 28 de junho, no Centro de Eventos do Hotel Plaza São Rafael em Porto Alegre/RS. O diretor da Band/RS, Leonardo Meneghetti, o publicitário e escritor Luiz Coronel e o diretor de Redação de Zero Hora, Marcelo Rech, participam do terceiro dia do evento, apresentando suas visões sobre o papel dos meios de Comunicação como difusores da consciência social, dentro do painel voltado ao terceiro setor. O encontro é promovido pela International Stress Management Association do Brasil. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas através do site da Isma Brasil (www.ismabrasil.com.br). Mais informações pelo fone 51-3235-4409 ou através do e-mail comercial@marprom.com.br.

 

Eventos

Os novos conceitos de gestão empresarial e comunicação corporativa contemplam a realização de eventos (workshops, seminários, convenções) como importante ferramenta de promoção, marketing e vendas. Especialmente a atividade de comunicação corporativa tem lançado mão de eventos direcionados especificamente para a imprensa, visando uma abordagem mais próxima, além de ser um instrumento a mais (muitas vezes, exclusivo) na divulgação de produtos e marcas. De acordo com pesquisa divulgada pela FBC&VB - Federação Brasileira de Convention & Visitors Bureaux (www.fbcvb.com.br), ocorrem 319.488 eventos anualmente no País, envolvendo 79.872.000 participantes e gerando uma renda de R$ 32,7 bilhões. Responsável pelo número significativo de 727.168 empregos diretos e indiretos, o segmento movimenta R$ 3,7 bilhões de tributos através da promoção de feiras, congressos e iniciativas similares. Para suprir essa demanda de mão-de-obra, vai ser realizado o curso sobre GESTÃO DE EVENTOS (Planejamento & Organização) nos dias 16 e 17 de junho de 2007, no Paulista Wall Street Hotel (São Paulo - SP). O treinamento básico intensivo será ministrado por Paulo Bruin. Esclarecimentos podem ser obtidos no fone 11-5583-1620, e-mail: info@paulobruin.com.br ou www.paulobruin.com.br/cursos/gestao/.

 

Relacionamento com o cliente

Em sua oitava edição, o Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente, promovido pela revista Consumidor Moderno (www.consumidormoderno.com.br) em parceria com o Instituto GFK Indicator, apontou quais foram as empresas que mais evoluíram no relacionamento com seus consumidores. Entre as sete melhores empresas avaliadas pelos consumidores, as finalistas foram a DaimlerChrysler do Brasil, Boticário, Marisol, Sul América, Perdigão, Equifax e Telemig. Porém, o Prêmio Consumidor Moderno foi para o Boticário, como a empresa que mais se destacou ao longo do ano nas ações de relacionamento com o cliente. De acordo com Haydée Caruso, antropóloga e coordenadora de projetos da ONG Viva Rio, o Boticário “foi a única empresa que respondeu individualmente aos seus e-mails”. Para a análise foram considerados os aspectos operacionais, o atendimento (foram avaliadas questões de formalidade no atendimento, atenção dada ao cliente e o preparo do funcionário) e as interrupções. Já pelo voto popular, a escolhida foi a Sul América.

 

|topo|



Mercado em Movimento

 

Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento.  Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:


> >A relações públicas gaúcha, e integrante do nosso Mundo-RP, Jeanne Lina, deixou a equipe de Comunicação e Eventos da Prefeitura Municipal de Santa Maria, no interior do Rio Grande do Sul, pra trabalhar com eventos políticos internacionais a partir de Brasília/DF. Contato: jelina@zipmail.com.br.


>>A relações públicas paulista, e integrante do nosso Mundo-RP, Kátia Pecoraro agora faz parte do corpo docente nas disciplinas de Marketing e Comunicação Empresarial da Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (www.uniderp.br e também é Gerente de Planejamento da Central Mídia Comunicação Estratégica, ambas de Campo Grande/MS, tendo deixado suas atividades na Coordenação do Curso de RP da Universidade Católica Dom Bosco. Ela também já ministrou aulas na Metodista de São Bernardo do Campo/SP. Contato: planejamento@centralmidiams.com.br.


Parceiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trade motivado pela emoção

 

Manter bom relacionamento com o trade é necessidade para as empresas efetivarem as vendas motivadas pela propaganda. Nesse setor composto pelos canais de distribuição e redes de fornecedores e revendedores, a figura do vendedor ganha importância pela sua forte influência sobre a decisão de compra dos consumidores. Algumas empresas investem para conquistar a confiança e a preferência (inclusive com criação de vínculo emocional) desses profissionais que já são reconhecidos como responsáveis pelo ganho ou perda de market share dos produtos, pois são eles que efetivam as vendas motivadas pela propaganda.

A evolução do mercado é constante. Para estreitar o convívio com o trade, a opção das empresas passa pelo desenvolvimento de programas de marketing de relacionamento. O objetivo é motivar os profissionais do setor a “vestirem a camisa” da marca promotora das ações na abordagem aos consumidores. Para as empresas, é necessário evitar uma situação comum no varejo, na qual entre 70% e 80% dos consumidores chegam às lojas com preferência por determinada marca e, ao serem influenciados pelos vendedores, de 30% a 40% deles deixam o estabelecimento com produtos de marcas concorrentes.

As empresas têm de estar atentas ao fato de que é o vendedor quem detém as informações sobre os poucos diferencias de um produto sobre o outro. Hoje, os produtos estão “comoditizados” e os consumidores têm à disposição um leque de opções equivalentes para características como qualidade, tecnologia e preço. Com isso, efetivar as vendas e transformar a preferência em compra é tarefa que exige não apenas investimentos para conquistar a confiança do consumidor, mas também do trade.


 

Porém, esse não é o único resultado positivo das ações e programas de relacionamento. Percebe-se que as lojas impactadas destinam espaço maior e mais privilegiado às marcas promotoras das ações, além de o convívio positivo reduzir o turn over em cerca de 10%.

Mas, ao optarem pelo investimento em ações com foco em estreitar o convívio com o trade e estabelecer vínculo emocional com os profissionais do setor, as empresas devem estar atentas que os resultados não aparecem em curto prazo. Os programas de marketing de relacionamento começam a sinalizar resultados apenas a partir de dois anos. Assim, para objetivos a serem atingidos em curto prazo, como metas ou desafios adicionais em vendas, a melhor opção pode ser o incentivo.

O universo do trade tem conquistado espaço nas planilhas dos gestores das empresas e já consomem 25% das verbas de marketing, com tendência de crescer essa participação para 30% em pouco tempo. De modo geral, o mercado percebe crescimento das ações de promoção: antes, 20% das verbas de marketing das empresas eram destinados à promoção e os outros 80% eram destinados à propaganda e, hoje, essa relação já é de 50-50%, com tendência de evoluir para 60-40% no trade. Texto de Silvana Torres, que é sócia-diretora da Mark Up; conselheira da Ampro (Associação de Marketing Promocional) e autora do livro “Marketing de Incentivo”, retirado da e-news da Revista Consumidor Moderno.







|topo|


Frase do Mês


“Para conseguir grandes coisas, é necessário não apenas planejar,mas também acreditar;
não apenas agir, mas também sonhar”


por Anatole France (escritor francês - 1844/1924)

|topo|


PRÓ-RP ­ Em favor das Relações Públicas

 

“A partir da dificuldade que os alunos da relações públicas Ana Manssour encontram ainda hoje, em pleno século 21, no sentido de encontrar trabalho na área de Relações Públicas - e mesmo de profissionais que precisam de recolocação - esclarecer, informar e educar o público em geral sobre Relações Públicas, e, com isso, estimular o mercado de trabalho para a absorção desses profissionais é a intenção principal do PRÓ-RP - http://prorelp.blogspot.com.

A prática atual do mercado, pelo que vem sendo observando pela autora nos últimos dois anos e meio, é contratar estagiários de relações públicas para as mais diversas áreas, inclusive de comunicação, as quais em geral se encontram sob a coordenação de um profissional de jornalismo, publicidade, marketing, ou mesmo engenharia, arquitetura, serviço social, ou qualquer outra. Uma vez que esses profissionais não têm formação nem em nível de graduação, e geralmente nem em nível de pós-graduação, sobre o complexo comunicacional de uma organização, utilizam-se dos estagiários para isso, que trabalham de 8h a 10h por dia, às vezes mais - prejudicando a freqüência às aulas e a realização das atividades do curso -, para fazer o que um profissional formado deveria estar fazendo.

Uma vez formado, o estagiário tem seu contrato rescindido e, com raras exceções, não é integrado no quadro funcional, sendo rapidamente substituído por outro estudante. O egresso então enfrenta uma via crucis à procura de trabalho no mercado profissional, e não encontra, mesmo tendo experiência a partir dos estágios já realizados. E, como geralmente também não dispõe de economias para iniciar a própria consultoria, acaba tendo que trabalhar, como muito bem desabafou uma ex-aluna "em telemarketing, lojas de roupas, etc." .

Bom, a Ana resolveu tomar uma atitude. Foi a idéia, planejamento e início de implantação do site e do blog Pró-RP. O site requer mais trabalho e investimentos, por isso o blog saiu na frente. Mas é apenas uma questão de tempo. Por enquanto, o empreendimento é individual, e apenas o blog está no ar, mas, posteriormente, com a criação e publicação do site.

 A partir da divulgação mais ampla, ela espera poder contar com os alunos do curso de RP da universidade em que leciona, alguns professores e ex-professores, colegas de profissão que quiserem colaborar, alunos e professores de outras universidades.

Os principais objetivos de ambas as iniciativas via web são: informar os públicos quanto ao valor e importância da profissão e da atividade de Relações Públicas em todos os tipos de organizações; estimular empresas e empresários a abrir espaço para o trabalho de profissionais de Relações Públicas em benefício mútuo; disponibilizar espaço para graduandos e profissionais de relações públicas publicarem seus trabalhos acadêmicos, artigos e estudos de caso; e gerar conhecimento na área de relações públicas pelo compartilhamento de informações.

Ela termina relatando: "estamos apenas começando. O caminho é longo mas promissor. Mas tenho confiança e sempre fui teimosa, nunca tive medo dos obstáculos. Acredito que conseguiremos, de fato, ampliar o conhecimento da sociedade sobre a nossa profissão, e com isso dar o apoio necessário aos nossos egressos para que possam subir o próximo degrau da carreira".

Autora - Ana Beatriz Benites Manssour é Bacharel em comunicação Social com habilitação em Relações Públicas graduada pela PUC-RS e Mestre em Administração com ênfase em Organizações pela UFRGS. Trabalhou em várias empresas, por 14 anos no Banco do Estado do Rio Grande do Sul, onde, entre outras funções, criou, implantou e coordenou a área de Comunicação Social da Banrisul Processamento de Dados, empresa do grupo. Lecionou no SENAC do Rio Grande do Sul nos cursos superiores de Marketing de Varejo e Sistemas da Informação e na Faculdade Nossa Senhora dos Anjos, em Gravataí-RS, no curso de Administração Industrial. Foi conselheira do CONRERP-RS em 2004. Desde dezembro de 2006 é diretora de Comunicação da Sociedade Brasileira Teletrabalho e Teleatividades, da qual é membro desde 2003. Desde 2005 é professora na Faculdade de Jornalismo e Relações Públicas da Universidade Metodista, em São Bernardo do Campo/SP, onde também participa da Cátedra de Gestão de Cidades.

 

 

|topo|


Para se comunicar com a periferia

 

O estudo "A democratização do consumo", feito pelo Instituto Fernand Braudel, teve como foco a periferia. "O que nos levou a pesquisar era a necessidade de compreender melhor a periferia, o comportamento do morador não só no que diz respeito à capacidade ou aspiração de compra, a avaliação da situação sócio-econômica comparada com a visão de futuro e a história passada. Envolveu consumo, mas não foi feita só para verificar capacidade e perfil de consumo", comenta Nilson Vieira de Oliveira, economista e coordenador do Instituto Fernand Braudel.

O instituto entrevistou 1.092 famílias, de abril a junho de 2005, em quatro bairros pobres da periferia da Grande São Paulo ­ Serrarria, em Diadema, Capão Redondo, na zona sul da capital paulista, Cidade Tiradentes, no extremo leste de São Paulo, e Montanhão, em São Bernardo do Campo. Da população pesquisada, 6% recebem um salário mínimo, 20% de um a dois salários, 20% de dois a três, 27% de três a cinco, 18% de cinco a dez, 3% de dez a vinte salários, e somente 0,5% ganha mais de vinte salários mínimos.

"Há uma grande concentração de rendimento na faixa de um e dez salários, sobretudo cinco salários", fala o coordenador do Instituto Fernand Braudel. Um terço das famílias pesquisadas tem renda mensal de 600 reais e a média geral é de 1.148 reais. A renda média per capita é de 341 reais. Segundo 54% das famílias, a situação econômica havia melhorado nos últimos anos. Já, para 26% havia piorado e para 16% não havia alteração. A expectativa em relação ao futuro é otimista. 70% dos entrevistados acreditavam que o futuro seria melhor, contra 7% que previa piora. Já, para 20% dos pesquisados a situação econômica de cada um nos próximos anos continuaria a mesma. 3% não responderam. Outra conclusão do estudo é que a população de baixa renda está consumindo mais bens e serviços.

Compras - durante um mês os pesquisadores acompanharam as compras dessas famílias. O total de gastos chegou a 36.500 reais, dos quais 85% com alimentação e 15% com higiene e limpeza. Com base no valor total gasto por todas as famílias pesquisadas, o instituto chegou ao valor médio de 286 reais gastos com alimentação e 53 reais com itens de higiene e limpeza.

Dentre os diferentes formatos de varejo, a padaria se destacou como o mais visitado pela população. De todas as saídas para compras no varejo, 52,3% tinham como destino a padaria, 10,8% feiras livres e sacolões, 11% açougues, 8,6% mercearias e pequenos mercados de bairro, 7% supermercados médios e grandes, e 2% hipermercados. Apesar da alta freqüência nas padarias, o gasto médio ali foi de 31 reais. Já, nos hipermercados, um estabelecimento pouco freqüentado, o ticket médio foi de 234 reais. "As pessoas não ao hipermercado para fazer uma compra maior ou adquirir produtos de maior valor", comenta Oliveira.

A distribuição do gasto médio conforme o tipo de loja fica assim: 234 reais em hipermercados, 177 reais em atacados, 193 reais em grandes supermercados de rede, 197 em supermercados médios, 124 reais em supermercados locais, 67 reais nos açougues, 56 reais em mercearias ou pequenos supermercados, 46 reais em feiras livres ou sacolões, e 31 reais nas padarias.

"Nós quisemos ver se a ida ao varejo era uma forma de lazer, e a nossa pesquisa não é a primeira a apontar isso. 45% das famílias disseram que freqüentemente vão ao supermercado e admitem que é uma forma de lazer. E 36% das pessoas responderam que vão eventualmente, mas também admitem que é uma forma de lazer", comenta o coordenador.

Satisfação - perguntados se estavam contentes ou descontentes com a renda, a maioria respondeu que precisaria ganhar pouco mais que o dobro da renda atual. "Isso traria maior satisfação", disse Oliveira. Caso recebessem aumento na renda, a prioridade de gasto vai para a educação, seguido da alimentação. "É importante que o varejo tenha isso em mente", comenta Oliveira. Em terceiro lugar, entre os produtos e serviços citados, aparece o serviço dos planos de saúde. "Isso foi uma surpresa em uma classe que tradicionalmente deixa com o Estado o papel de prover saúde", diz.

O varejo também pode ficar atento às respostas dos consumidores quando questionados sobre o que comprariam ao gastar mais com alimentação. "A resposta era livre", conta Nilson Oliveira. "E a ênfase que os consumidores deram foi para itens que classificamos como hortifrutis, ou seja, verduras, legumes e ir mais ao sacolão. Na seqüência, eles falavam de alimentos industrializados, como iogurte e similares", completa.

Quem é o consumidor popular?
- Ganha de 0 a 10 salários mínimos;
- Detém 71% do consumo de 65 categorias;
- Segmentos de crescimento em consumo: leites e derivados, fraldas descartáveis, brinquedos, educação, -produtos financeiros, itens de higiene pessoal e beleza, computadores, celulares e outros eletroeletrônicos;
- Principal sonho de consumo: casa própria, seguida por automóvel;
- 41,5% têm menos de 20 anos;
- Estudou, em média, 6,7 anos;
- Tem dificuldade com argumentos abstratos;
- Estabelece fortes laços de confiança e aposta na solidariedade: 44% cuidam da criança da vizinha, contra 6,5% na classe A, 60% dão dicas de oportunidades de compra, contra 20,3% na classe A;
- Tem dificuldade de acesso ao crédito, portanto valoriza produtos e serviços financeiros oferecidos pelo varejo;
- 57% dos brasileiros trabalham na informalidade;
- O crédito é o trampolim para o consumo;
- Desconfia do mercado e de regras rígidas de segurança: acredita que as barreiras são propositais para impedir o acesso ao consumo. Sensação de preconceito social latente;
- Suas referências são fruto da cultura popular brasileira;
- Não é atraído necessariamente pelos mesmos fatores que a classe A.

 

|topo|


Jornada de Relações Públicas reúne atrações em SC

 

Marcada para acontecer de 27 a 29 de junho de 2007 no Teatro Univest, a segunda edição da jornada de relações públicas tem como slogan: idéias mais Relações Públicas igual a resultados, em promoção do curso de Relações Públicas e Agência Experimental de Relações Públicas da Facvest, de Lages/SC.

As inscrições são limitadas e o público alvo são profissionais e acadêmicos de relações públicas, publicidade e propaganda, marketing e aqueles que atuam na área da comunicação empresarial.

Na primeira noite, a Relações Públicas da TV Globo – São Paulo, Marisa Motta abordará o tema: Eventos como instrumentos de Relações Públicas: Case da TV Globo. Marisa Motta é formada em Relações Públicas, pela Faculdade de Comunicação de Santos, e pós-graduada em Gestão de Serviços na Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo. Atua há 32 anos como Relações Públicas em empresas líderes de seus segmentos, multinacionais da indústria química e radiodifusão.Ocupa há 17 anos a posição de Gerente de Eventos e Relações Públicas da Rede Globo de Televisão, em São Paulo, na Direção Geral de Comercialização, Diretoria de Relações com o Mercado.

No dia 28 junho, Rodrigo Cogo, que trabalha como profissional autônomo de Relações Públicas nas áreas de planejamento de comunicação, assessoria de divulgação, produção cultural, cerimonial e protocolo, marketing de relacionamento, ações promocionais e estratégias via internet falará sobre a função das relações públicas na produção cultural.

Rodrigo fez graduação em Relações Públicas pelo Curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria e tem curso de aperfeiçoamento na Escola Superior de Propaganda e Marketing em "Promoção" (97). Gerencia o portal Mundo das Relações Públicas, o boletim pela internet RP em Ação e a lista de discussão Mundo-RP no YahooGrupos desde 1997.

E no dia 29 de junho, sexta-feira, o tema será o profissional de Relações Públicas na área da saúde e suas interfaces diante do mercado de trabalho, com Caroline Giacobbo. Ela é formada em Comunicação Social com Habilitação em Relações Públicas pela Universidade de Cruz Alta UNICRUZ ( 2001) e MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) ( 2003). Desenvolve e coordena o Departamento de Relações Públicas Unimed, e também, na Elaboração do Balanço Social, bem como, na participação da elaboração e execução do Planejamento Estratégico da Unimed Planalto Central-RS. Ministra atualmente a Disciplina Redação em Relações III na Unicruz e atuou como orientadora na Agência Experimental de Relações Públicas da Universidade de Cruz Alta durante os meses de março a julho de 2006.

Acontecerão apresentações culturais com grupos locais. A programação inicia às 19h. As inscrições podem ser realizadas de 2 a 26 de junho, no Banco Real do centro de convivência da Facvest, no valor de R$ 15,00 para acadêmicos de RP e egressos do curso e R$ 20,00 para os demais interessados (inclui material do evento e certificado de 20 horas).Mais informações pelo e-mail: agcomunicacao@sle.br. Texto enviado pela Assessoria do evento.

 

 

 

|topo|


“Padrão F”: é assim que os internautas lêem

 











“Um estudo realizado pela consultoria norte-americana Nielsen/Norman Group revela uma característica interessante sobre o comportamento das pessoas que utilizam a internet. Trata-se do “padrão F”, expressão criada para descrever o caminho que o olho humano costuma percorrer durante a leitura de notícias e textos na web. Primeiro, diz o estudo, o olhar do usuário percorre horizontalmente a parte superior da página. Depois, repete a ação um pouco mais embaixo. Finalmente, o olho faz um percurso vertical de cima para baixo – que, muitas vezes, é vagaroso. Outra conclusão curiosa: normalmente, a pessoa movimenta os olhos com mais velocidade ao ler os textos na web do que ao lê-los em papel. Esse aspecto reforça o nome escolhido para o padrão de leitura na internet: “F” é inicial de fast (“rápido” em inglês). Não por acaso, conclui a pesquisa, os internautas raramente concluem a leitura de um texto.

Para fazer o mapeamento, a Nielsen/Norman observou 232 internautas. Os resultados da pesquisa podem ter implicações na forma como são organizadas as páginas na internet. Segundo a consultoria, como as pessoas lêem de forma diferenciada na web, o responsável pelo conteúdo precisa escrever de forma diferente também.

 Uma das dicas da consultoria para atrair a atenção é usar palavras fortes no começo de cada um dos primeiros parágrafos – como forma de manter o internauta interessado por mais tempo. Outra medida é concentrar as informações mais relevantes nos primeiros dois parágrafos do texto.

Um lugar para o banner – A pesquisa de rastreamento ocular também pode guiar a maneira como a publicidade aparece em um site. Segundo o autor do livro “E-Life: Idéias vencedoras para marketing e promoção na web”, Alessandro Barbosa Lima, os anunciantes de hoje já prestam bastante atenção à parte superior da página, onde normalmente estão dispostos os banners. “É um estudo interessante, mas já se sabia que a parte superior dos websites são as mais importantes”, comenta Lima. Para Renato Fridschtein, consultor de marketing especializado em internet, os anunciantes podem seguir as informações do estudo da seguinte forma: “Quando as primeiras linhas não despertarem interessem, os olhos correm para baixo: pois aí está um bom lugar (embaixo) para imprimir seu banner”, sugere. “O movimento de descida do olhos reflete uma busca por frases em destaque, que chamem a sua atenção. Se encontrar algo, ele pára. Senão, continua varrendo a página rapidamente”, explica o consultor.

Segundo Lima, o principal desafio dos publicitários é vencer a “atenção seletiva” do internauta, que ignora o que não é de seu interesse. “Não adianta apenas saber para onde o internauta olha, mas fazer com que ele exerça alguma interação com o assunto. Nesse sentido, os links patrocinados são mais eficientes do que os banners”, diz o especialista.

 

 

|topo|


Panorama do setor de negócios esportivos é traçado

 

O Instituto de Pesquisa Uniban e a Informídia Pesquisas Esportivas apresentaram ao mercado o estudo Target Sports, cuja proposta é mapear o hábito da população da cidade de São Paulo com relação a esportes em geral. As parceiras informam que o estudo será atualizado ao menos duas vezes por ano e que num prazo de cinco anos deverá cobrir as principais capitais do País.

Dentre os temas pesquisados estão a preferência por modalidades, a prática de atividades físicas, o hábito de acompanhar programação esportiva (pela TV, jornal, internet, revista e in loco), os atributos dos esportes e o recall de marcas que patrocinam o esporte. O objetivo da iniciativa, de acordo com Rafael Plastina, diretor de marketing da Informídia, é auxiliar empresas na tomada de decisões sobre patrocínio esportivo.

“No mundo dos negócios não pode dar zebra. Entendemos que havia uma mingua de informações sobre a intersecção entre negócios e esporte e a Target Sports veio preencher essa lacuna”, aponta Eduardo Fonseca, diretor do Instituto de Pesquisa Uniban. A primeira edição da pesquisa apontou, por exemplo, que a Parmalat foi a quarta marca mais lembrada entre as que se associam ao esporte mesmo estando há sete anos afastada do segmento. Abaixo, confira um ranking dos patrocinadores mais lembrados pelos entrevistados:









Ranking
1 - LG
2 - Samsung
3 - Pirelli
4 - Parmalat
5 - Habib’s
6 - Panasonic
7 - Nike
8 - Kalunga
9 - Pepsi
10 - Bombril
11- Reebok
12 - Adidas
13 - Petrobras
14 - Umbro
15 - Suvinil
16 - Coca-Cola
17 - Topper
18 - Vivo
19 - MSI
20 - Banco do Brasil

 

|topo|


Pesquisa busca egressos da Unesp-Bauru

 

Da curiosidade de conhecer em que área e organizações os profissionais de Relações Públicas formados pela Unesp-Bauru estão atuando, surgiu a idéia da realização do Trabalho de Conclusão de Curso "Comunicação organizacional e a atuação do profissional de Relações Públicas: perspectivas do mercado", pela universitária Patrícia Mello, sob orientação da professora Dalva Dias na instituição paulista.

A discussão está sendo desenvolvida a partir de uma reflexão da trajetória das relações públicas e da comunicação organizacional no Brasil e do cenário em que as relações públicas atuam hoje. Para a discussão, além da fundamentação teórica apoiada em autores como Margarida Kunsch, Paulo Nassar, Wilson Bueno, Waldyr Gutierrez, e da pesquisa com os egressos do curso, será realizada também uma análise das pesquisas desenvolvidas pela Aberje, Abracom, ESPM sobre as características da área de comunicação corporativa no Brasil.

Uma listagem de e-mails de ex-alunos da Unesp é um eixo importante do trabalho, e para a criação deste banco de dados o portal Mundo das Relações Públicas está querendo colaborar - e conta com você para isto. Todos os profissionais formados pela Unesp, mesmo que não estejam atuando na área, podem enviar seu e-mail à patriciabmello@yahoo.com.br. Contribua.

|topo|


E-mail marketing exige bom senso

 

O QAI Brasil (Quality Assurance Institute), especializado em melhoria de qualidade, produtividade e gerenciamento de processos na área de serviços de TI, divulgou em abril dicas para um e-mail marketing bem feito. “Ele requer muito além de simples anúncios de publicidade. Deve também respeitar o cliente e adquirir um estilo personalizado para cada um”, explica Mauricio Aguiar, presidente da empresa. Atenção às dicas a seguir:

1) Peça permissão - Hoje em dia todo mundo tem acesso a um e-mail pessoal, sendo um dos veículos de comunicação mais poderosos do chamado marketing business to business, além de não ter custo algum. Porém, ele pode ser uma ferramenta perigosa se não utilizado com bom senso e com prévia permissão do público-alvo.

2) Construa um mailing list específico - A melhor maneira de conseguir permissão é pedir que seus melhores clientes ou admiradores indiquem outros amigos. Essa iniciativa resulta em um banco de dados feito pela própria pessoa, que possivelmente se interessará por suas ofertas.

3) Trabalhe com um banco de dados claro e objetivo - Lançar mão de uma lista de dados voltada para os interesses da sua empresa é fundamental, desde que esses dados sejam o mais claros possível. Muitas empresas possuem CRM ou SFA para armazenar essas informações, mas há meios de prospectá-las caso não as tenha.

4) Adote a persistência como estratégia - Relações com os clientes requerem tempo para serem formadas. Antigamente causava-se uma impressão com um anúncio após cerca de 7 impactos no mercado. Com o advento da internet, agora em média são 20 anúncios para causar uma impressão no consumidor. Portanto, procure chamar a atenção de seus clientes ao menos 1 vez ao mês para que não corra o risco de fazerem negócios com seus concorrentes.

5) Conte uma história - Há provas substanciais de que contar uma história pode ser uma estratégia de marketing de muito sucesso. O e-mail possibilita que se conte um enredo aos poucos, em forma de capítulos.

6) Considere o design do e-mail - O design do e-mail é especialmente importante porque filtros podem bloquear logos, gráficos e animações em flash. Atenção à elaboração do e-mail para que os conteúdos legítimos não sejam peneirados e descartados pelos clientes.

7) Tenha uma estratégia de saída - As pessoas fornecem seus endereços de e-mail porque querem notícias a seu respeito. Mas tal atitude pode mudar e geralmente acontece.

8) Defina muito bem suas metas - Tenha muito bem definidos os propósitos de manter todas essas práticas e reescreva-as conforme o mercado exigir mudanças. Identifique suas metas de comunicação e questione sempre as maneiras de se conseguir êxito nas campanhas de sua empresa.

 

 

|topo|


A cara do consumidor

 

Ao completar 8 anos de existência, o Target Group Index, produto do Ibope Mídia, já analisa quase 200 categorias de produtos junto a uma amostra de 17.472 pessoas entre 12 a 64 anos, nas principais regiões metropolitanas de todo o Brasil, que serão ouvidas em duas etapas da pesquisa.

O estudo, realizado pela primeira vez em 1999, permite infinitas possibilidades de investigação, uma vez que traz informações de valores e atitudes comportamentais, incluindo variáveis como consumo de mídia, tecnologia, saúde, finanças, compras, cidadania etc.

“Com o Target Group Index, o nosso compromisso se estende à inovação e à busca por acompanhar as tendências de consumo dos brasileiros, de forma cada vez mais aprofundada e precisa, com o objetivo de prover infinitas possibilidades de análise aos nossos clientes que acessam esta importante ferramenta”, afirmou Dora Câmara, diretora comercial do Ibope Mídia.

Com base na primeira onda da 8ª edição da pesquisa, realizada de julho de 2006 a janeiro de 2007, o Ibope desenvolveu um estudo especial, que dividiu a população em três categorias, a partir de suas opiniões em relação a diversos assuntos e intensidade de consumo dos meios de comunicação. As categorias identificadas e seus respectivos percentuais foram:
. 45% - For fun: solteiros de até 24 anos, pertencentes às classes C e DE. Espelham-se nos personagens das novelas, valorizam marcas divertidas, são impulsivos na hora de fazer compras em supermercado, não querem assumir responsabilidades e revistas são sua maior fonte de conhecimento;
. 27% - Exploradores: com idade média de 32 anos, são solteiros das classes AB, fluentes em inglês e realizam trabalhos voluntários. As pessoas desta categoria têm a internet como maior fonte de informação, são independentes e bem-informadas, principalmente em relação aos avanços tecnológicos. Têm interesse por acontecimentos internacionais e estão plenamente felizes com seu padrão de vida.
. 28% - Analógicos: casados, com mais de 35 anos, normalmente acima do peso. Mais da metade destas pessoas têm alguma criança sob sua responsabilidade. Eles aceitam as pessoas (independente da opção sexual), gostariam de particiar de sorteios e promoções e preferem empresas que combatem as desigualdades sociais.

A partir destes dados, o Ibope Mídia analisou cada um dos grupos pelos seus hábitos e comportamento enquanto consumidores. Algumas das conclusões detectadas foram:
. O 1º grupo prefere pagar a prazo e freqüentemente compra por impulso;
. No grupo de exploradores, as pessoas são mais fiéis às marcas, valorizando aquelas mais refinadas e inovadoras, principalmente as que facilitam seu dia-a-dia;
. Já na 3ª categoria, os consumidores procuram preços mais baixos, preferem adquirir produtos de marcas tradicionais e recebem grande influência dos filhos na hora de gastar.

Além destes dados, o Target Group Index também oferece análises minuciosas em torno dos hábitos e atitudes de compra, consumo dos meios de comunicação etc. A ferramenta oferece um retrato preciso do comportamento e dos hábitos de consumo da população de vários segmentos, por meio de 530 veículos de comunicação e 2.700 marcas distribuídas em 196 categorias de produtos.

|topo|


Projeto “Indicadores de Comunicação Transparente” faz consultas

 

A Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (www.aberje.com.br) lançará em breve os Indicadores de Comunicação Transparente. Eles são resultado de um trabalho pioneiro que vem sendo desenvolvido pelo Instituto ABERJE de Pesquisa (DATABERJE). O projeto está na fase de consolidação dos indicadores e nesta etapa estão sendo realizadas consultas públicas, como em Belo Horizonte e São Paulo no mês de maio.

As consultas públicas visam reunir profissionais da área de Comunicação de diversos setores para apresentar o modelo dos indicadores. Na ocasião, profissionais de comunicação corporativa estarão reunidos para discutir conceitos, avaliar propostas e contribuir para a consolidação dos indicadores. Aproximadamente uma centena de profissionais ligados a empresas, meio acadêmico e prestadores de serviços já foram apresentados ao modelo e contribuíram com o trabalho.

Segundo a diretora do DATABERJE, Suzel Figueiredo, o principal objetivo do projeto é posicionar a comunicação corporativa de forma estratégica nas corporações, fornecendo elementos para a gestão profissional e contribuindo para a construção de relacionamentos transparentes e sustentáveis. O trabalho vai permitir que as corporações identifiquem em qual estágio da comunicação corporativa elas se encontram, considerando que a área de comunicação possui diferentes configurações e, por conseqüência, níveis de influência, variando de empresa para empresa. “Ao responder uma série de perguntas de auto-avaliação, os comunicadores organizacionais poderão se localizar numa régua que vai indicar a situação da organização e quais os pontos que podem ser melhorados”, explica Suzel.

Para obter informações sobre as Consultas Públicas, entre em contato com Fernanda, pelo fone 11-3825-1768 ou por e-mail: databerje@aberje.com.br. O projeto é patrocinado pela Accor, Companhia Vale do Rio Doce (CVRD), Natura e Petrobras.

|topo|


ABRP-SP mobiliza categoria de RP

 

A Associação Brasileira de Relações Públicas, inaugurando seu quadro de eventos e cursos para profissionais de Comunicação e Relações Públicas, realiza no dia 02 de junho de 2007, entre 8h30min e 13h, no Unilearn (Av. Paulista, 949, 7º andar), o primeiro Meeting ABRP com o tema “Comunicação e Governança Corporativa”.

O evento traz em sua programação a abertura conceitual sobre o tema a exposição do Prof. Dr. Julio César Barbosa, presidente da ABRP, e de Elaine de Oliveira, presidente do Conrerp 2ª Região. Em seguida, começará a exposição sobre Comunicação e Governança Corporativa pela Profª Tânia Baitello, diretora da Trade Cast Comunicação, coordenadora do curso de Relações Públicas na Faculdade Casper Libero e assessora do Grupo Silvio Santos, juntamente com Silvana Nader, diretora da Mendes e Nader Comunicação.

Após o Cofee Break, a exposição do tema fica por conta de Luiz Carlos Gouveia Pereira, Superintendente Empresarial de Desenvolvimento Organizacional e Processos - ENERGIAS DO BRASIL, e Viviane Mansi, Gerente de Comunicação - Merck Sharp & Dohme.

O objetivo do evento é aprimorar o conhecimento de profissionais que estejam atuando na área. As vagas para o Meeting são limitadas. Os interessados devem acessar o site da ABRP (www.abrpsp.org.br) e preencher a ficha de inscrição. A ficha também pode ser solicitada via telefone ou via e-mail.

Para os associados, o valor da inscrição é de R$ 100,00. Os participante não-associados o valor é de R$ 150,00. O encontro conta com o apoio institucional do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas.

Também acontece na data os encontros universitários, abordando o relacionamento do profissional de comunicação com seus públicos estratégicos. Tem início às 14h, com a palavra do presidente da ABRP Júlio César Barbosa. Em seguida, haverá uma palestra ministrada por Renata Luzzi, responsável pelo departamento de marketing e comunicação da Velocitá artigos esportivos, com o tema “Relacionamento com públicos Estratégicos”.

A segunda palestra da tarde seguirá falando sobre o profissional de marketing. Esta será ministrada por Deborah Peixoto, sócia-diretora da Blue Comunicação. Dessa forma, os presentes conhecerão um pouco mais sobre este profissional indispensável a todas as empresas. Finalizando o encontro, haverá uma mostra de cases, onde o público poderá participar opinando sobre eles.

São esperados, principalmente, estudantes de comunicação, afim de aprimorar seus conhecimentos na área. As vagas são limitadas. Para os associados, o valor da inscrição é de R$ 30,00. Os participantes não-associados, o valor é de R$ 40,00. O encontro tem a coordenação feita por Carolina Alves Borges e Tatiane Moreira Rodrigues, diretoras do grupo de eventos da ABRP.

 

 

|topo|


Relações Públicas Comunitárias é tema de livro

 

A preocupação com a construção da cidadania vem ganhando cada vez mais espaço nas organizações. Para acompanhar essa mudança, faltava à academia e ao mercado profissional um livro que concentrasse informações sobre as possibilidades de cooperação nesse contexto. A obra Relações públicas comunitárias, lançada pela Summus Editorial e organizada por Margarida M. Krohling Kunsch e Waldemar Luiz Kunsch, vem preencher parte dessa lacuna. Com 24 textos de 20 acadêmicos ­ que doaram a renda de seus direitos autorais à Associação Rede Rua, de São Paulo ­, o livro traz experiências enriquecedoras para a formação dos novos profissionais e a atualização dos que já estão em atividade.

A obra concentra o conhecimento de diversos acadêmicos e profissionais envolvidos com a temática. O que antes se limitava a dissertações, teses ou artigos em revistas agora pode ser encontrado em uma espécie de “manual” sobre as relações públicas comunitárias. Organizado por Margarida M. Krohling Kunsch e Waldemar Luiz Kunsch, o livro é essencial para professores, estudantes e profissionais de relações públicas e de comunicação organizacional.

O profissional que pretende trabalhar pela mudança social, segundo eles, precisa adotar princípios libertadores na aplicação das “funções” e das “técnicas” de relações públicas, utilizando o planejamento sistêmico-instrumental de sua atividade para a elaboração de um planejamento político-participativo.

Dividida em quatro partes, traz textos que vão desde a reflexão sobre a sociedade contemporânea e os esforços para construir a cidadania, passando pelas dimensões conceituais da atividade, até as frentes e os instrumentos de atuação concreta no âmbito das relações públicas comunitárias.

Organizadores - Margarida M. Krohling Kunsch é Professora-titular da USP, mestre, doutora e livre-docente pela ECA-USP, onde coordena o curso de Relações Públicas e o curso de pós-graduação lato sensu de Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas. Publicou, entre outras obras, Planejamento de relações públicas na comunicação integrada e Relações públicas e modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional, ambos pela Summus. É também organizadora de um grande número de coletâneas de ciências da comunicação. Já Waldemar Luiz Kunsch é filósofo, jornalista, relações-públicas e editor, mestre em Comunicação Social. Foi professor e coordenador do curso de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo, além de editor das revistas Comunicação & Sociedade e Estudos de Jornalismo e Relações Públicas, publicadas por essa instituição. Lecionou a disciplina Relações Públicas Comunitárias de 2003 a 2005. Publicou o livro O Verbo se faz palavra (Paulinas) e organizou várias coletâneas de comunicação social.

 

|topo|


Marca além do que os olhos vêem

 

A visão que os clientes êm sobre as marcas influencia diretamente na escolha dos produtos. Porém, não são apenas o logotipo, a embalagem ou o design que constroem uma marca. Para isso, é preciso avaliar o contexto em que a empresa está inserida e de que forma ela oferece seus serviços e produtos e lucra com eles.

De acordo com Eduardo Tomiya, diretor da BrandAnalytics (), o valor de uma marca é composto por três pontos importantes: os valores tangíveis, como imóveis, equipamentos, estoques e bens em geral; pelos valores intangíveis como qualidade de produtos e atendimento, nível de comunicação com o público e o mercado, capital humano e intelectual, princípios morais, sustentabilidade, governança corporativa, e finalmente, pelo valor da empresa no mercado.

Mas a marca não é importante apenas para os clientes finais. Na bolsa de valores, por exemplo, o valor da marca é de grande importância para que o acionista opte por uma ou outra empresa. Tomiya conta que a Brand fez uma pesquisa para descobrir quais são as 18 empresas com marcas mais valiosas. “A Brand selecionou as 50 maiores companhias da bolsa e, entre essas, escolhemos 60 marcas diferentes. Depois disso, aplicamos um modelo econômico financeiro para medir o lucro da companhia levando em cosideração os valores intangível e tangíveis.”, afirma Tomiya. Segundo ele, foram mais de 3 meses para se chegar ao ranking abaixo:

Tomiya acredita que é importante fazer esse tipo de análise porque a ausência de uma métrica para este fim faz com que a cultura do “lucro ruim” prevaleça sobre a idéia de sustentabilidade. O executivo explica que essa cultura é na verdade aquela que traz lucros por meio de ações que prejudicam a imagem da empresa. Um exemplo: se um cliente está insatisfeito com seu provedor de internet e deseja encerrar seu relacionamento com aquela marca. Em alguns casos ele precisará ligar insistentemente para um call center e enfrentar um processo altamente burocrático, o que o faz desistir da reclamação e permanecer com o relacionamente.

Ao manter o cliente com esta “estratégia” a empresa gera um lucro de curto prazo. No entanto, a qualidade deste relacionamento no longo prazo não é nada satisfatória e pode desmoronar a qualquer momento com a entrada de um novo produto ou de um novo concorrente.

Uma companhia que se vende como tendo o melhor atendimento, por exemplo, precisa dar conta de realmente oferecer isso aos clientes. “Do contrário, o valor da marca está em risco”, ressalta Tomiya. A marca funciona como um indicador de performance da empresa junto a seus públicos estratégicos. “Ela reflete toda a cultura organizacional da empresa”, afirma o diretor da Brand. Por isso a importância de medí-la e preocupar-se com a sua manutenção.

 

|topo|


Você está recebendo esta mensagem por fazer parte do "Mundo das Relações Públicas", voltado à divulgação e à

conscientização da importância deste segmento de comunicação no sucesso das organizações. O Boletim tem circulação gratuita, sob responsabilidade do RP Rodrigo Cogo (Conrerp RS/SC 1509) e com colaborações diversas de interessados.

Para receber este boletim no formato texto, clique aqui.

Para sair do cadastro clique aqui.