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Leia nesta edição
>A influência da arte nos negócios |
Novos Cadastrados
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Inicialmente, o investimento em marketing cultural se dava devido às leis de incentivo, vantajosas no momento em que retornam parte do valor doado. Agora, já é compreendido que essas ações solidificam a imagem institucional, dando maior visibilidade à marca.
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A JumpEducation Digital Media Academy , empresa voltada à educação e capacitação de profissionais em Novas Mídias e Negócios Online, decidiu aproveitar o atual crescimento da participação da Internet no mercado publicitário e montou uma grade com cursos exclusivos de curta duração para as férias de julho. Serão quatro Oficinas Executivas de um dia; e três Training Programs de dois dias, todos realizados em São Paulo.
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As atualizações do portal Mundo-RP continuam. Quinzenalmente as manchetes são alteradas, afora as inclusões diárias de vagas para RP e de um clipping rigoroso com as melhores matérias da área. Veja junto com este boletim (com links em primeira mão, ainda não disponibilizados abertamente), estão sendo inseridos novos textos para a capa, como no caso da produção realizada para a cobertura do Congresso de Comunicação Interna da Internation Business Communications/IBC - Comunicação interna é área estratégica, Ações de comunicação alinhadas ao negócio recebem prioridade, Mensuração de resultados é a nova ordem da comunicação interna e Comunicação interna é setor em ebulição de idéias. Também o Comitê ABERJE de Relações Governamentais - Relações Governamentais vão muito além do lobby e o Programa ABA de Desenvolvimento Profissional 2008 - Branding é estabelecer relacionamento e Marcas perdem autoridade foram contemplados. E veja muito mais!
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Cerca de 72% dos internautas brasileiros já obtiveram, em blogs, informações que ajudaram a formar opinião sobre uma marca, produto ou serviço. Os dados são de estudo divulgado recentemente pelo Instituto de Pesquisas Qualibest sobre os hábitos e costumes dos internautas brasileiros, no que diz respeito aos blogs. Entre os entrevistados, 12% acredita totalmente e 86% parcialmente nas informações que encontram em um diário virtual. Além disso, mais da metade apontaram que se lembram de ter visto algum tipo de propaganda em um blog que costumam visitar.
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O IBOPE NET/Ratings lançou seu mais novo produto: uma metodologia para coletar informações sobre o comportamento do usuário de redes sociais. A ferramenta usada para coletar esses dados é o Coleta RS, uma parceria do IBOPE com a Universidade de São Paulo. Esse robô é programado para fazer um apanhado das comunidades do Orkut, com base em instruções dadas pelo Ibope. “A partir de um tema, conseguimos iniciar a pesquisa. Os 50 últimos membros a participar de uma comunidade são mapeados e a partir deles mapeamos a participaçao em outras comunidades” explicou Alexandre Magalhães, gerente de análise do IBOPE. “A intenção é entregar ao mercado um medidor mais profundo dessas mídias sociais. É o consumidor do futuro que está na rede social. O impacto pode ser muito rápido. Tratar essas comunidades com a importancia que elas merecem é obrigacao das empresas”.
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Antes de falar sobre o perfil, é necessário entender o que é ser líder e, de uma vez por todas, desvincular o conceito de cargos ou posições que detêm poder nas estruturas hierárquicas. Numa definição simplista "líder é todo aquele que obtém resultados com, para e por intermédio das pessoas". Esse é um desafio que requer um perfil diferenciado, que já se distancia do perfil técnico. O líder da atualidade não tem todas as respostas, mas deve ter todas as perguntas, para permitir que as respostas sejam criadas pela sua equipe. Estimular a criatividade e inovação, o desaprender para reaprender torna-se uma característica importante nesse novo perfil.
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YouTube Corporativo
O banco HSBC está utilizando o Brasil para testar uma ferramenta de endomarketing que deverá ser implantada em todas as suas unidades em 83 países. Trata-se do HSBC-TV, uma rede de televisão interna que transmite programas por meio de uma intranet de alta velocidade. Tal como um youtube corporativo, a ferramenta permite que os empregados do HSBC tenham acesso a programas de diversos tipos tais como tutoriais, treinamentos, e-learning e noticiários internos a partir de um clique. “O objetivo é tornar a comunicação interna mais eficiente e clara, que chegue de maneira uniforme a todos os nossos funcionários que não são poucos”, diz Juliana Marques, superintendente de endomarketing do HSBC. Só no Brasil, afirma ela, o banco emprega mais de 27 mil pessoas. O HSBC-TV começou a ser implantado no Brasil em março de 2004. Na época, os programas eram via satélite e tinham horários pré-definidos de exibição. “A partir de 2006, porém, começamos a buscar um meio de reduzir nossos custos de transmissão, e aí surgiu a idéia de utilizar a web”, explica Juliana. Por enquanto, a tecnologia que foi rebatizada como TV na Web chega a apenas 44% dos funcionários do HSBC no Brasil. Mas a idéia e estender seu alcance a todos os empregados do banco no país posteriormente, do mundo. “Já temos uma experiência semelhante na China e, agora, estamos implantando a ferramenta na unidade da Inglaterra”, explica Juliana.
Patrocínio esportivo Market Analysis, instituto de pesquisa de mercado e opinião pública, realizou estudo sobre a eficiência do patrocínio esportivo no Brasil, cujo objetivo é perceber a eficácia das ações realizadas pelas empresas para atingir o grau de expectativas e cobranças do consumidor. O setor petroquímico teve o melhor desempenho em retorno de imagem obtida pelo investimento realizado, com 13% acima dos outros indicados, à frente de eletro-eletrônico e têxtil, revelando modelo bem sucedido de comunicação e alinhamento. A maior parte dos entrevistados (63%) reconhece a importância do patrocínio esportivo e não a vê como desperdício de verba de marketing pelas companhias. As indústrias voltadas ao esporte e a alimentos, assim como os bancos, representam para os entrevistados setores deficitários no engajamento esportivo. Ainda assim, ficam acima de companhias calçadistas, de telecomunicações, automotivas e de bebidas, além de outros setores de expressão tímida. Estes últimos, segundo os consumidores, atravessam uma fase de indefinições ou transição aos olhos do público. Assim, o estudo conclui que há distância entre a atribuição de responsabilidade esportiva dos principais setores econômicos do país e os resultados de visibilidade obtidos por eles. Pesquisas com recall espontâneo, como esta, se revelam como uma das métricas mais eficazes para análise de retorno obtido por ações de investimento esportivo.
Oratória
O curso "Como falar em público: Técnicas de Apresentação" vai ser desenvolvido pela Universidade Metodista no Campus São Paulo/SP nos dias 26/07 e 02/08/08, das 9h às 13h e das 14h às 18h, pela jornalista Renata Almeida de Souza Aranha e Silva, integrante de nosso Mundo-RP. A prática da oratória oferece mais segurança e habilidade para apresentações em público, proporcionando maior desenvolvimento profissional e pessoal. A idéia é desenvolver o conhecimento de técnica para auxiliar a realização de apresentações em público e capacitar e qualificar profissionais por meio de conhecimentos teóricos e práticos para atuarem com a oratória em diversas situações. Mestre em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC-SP, Renata é ainda especialista em Organizações de eventos e cerimonial público, sendo Presidente da Associação dos Profissionais de Cerimonial do Grande ABC e Delegada do Estado de São Paulo da Associação Brasileira de Cerimonial. Veja mais no site da Metodista ou fale direto com a professora pelo renataranha@uol.com.br.
Brazil Promotion
Além das rodadas de negócio e exposição dos principais fornecedores do setor, dentro do Brazil Promotion, nos dias 6 e 7 de agosto de 2008, ocorre o Seminário Promo Tendências - das 14h às 18h. Especialistas com experiência internacional discutem as tendências mundiais do mercado promocional. A grande novidade dessa edição é o fato de o seminário não ter como foco apenas o Festival Internacional de Publicidade de Cannes, que passará a ser um painel de destaque do evento. O seminário, este ano, será mais abrangente, apresentando diferentes temas importantes e relevantes do setor, sempre sob a ótica de tendências. Marketing de relacionamento; Novas Estratégias de Eventos na Comunicação e no Marketing Presencial; Como Inovar na Comunicação das Marcas; e Responsabilidade Social são assuntos para o primeiro dia de palestras. No segundo dia, compõem a pauta Novas Tecnologias em Promoção; Patrocínios e Leis de Incentivo à Cultura; Digital Signage como Ferramenta Promocional; e o Painel Cannes Promotion com apresentação dos cases nacionais e internacionais do Festival Internacional de Publicidade de Cannes, na categoria Promo Lions. As inscrições podem ser feitas no site www.brazilpromotion.com.br, seção seminários. Mais informações pelo fone 11-3723-5200, com Bianca.
Marcas Valiosas
Pelo segundo ano consecutivo, o Bradesco ocupou a primeira posição no ranking das marcas brasileiras mais valiosas, com valor de marca superior a R$ 11 bilhões em 2007. O estudo anual "As Marcas mais Valiosas do Brasil" acaba de ser lançado pela BrandAnalytics Consultoria. Em 2006, o Bradesco tinha valor de marca de R$ 7,9 bilhões. O Itaú ocupa a segunda posição, com a marca avaliada em mais de R$ 9 bilhões, crescimento de 14,8% em relação ao estudo anterior, seguido pelo Banco do Brasil, valendo mais de R$ 7 bilhões. A primeira marca não financeira listada é Natura, na quarta posição, avaliada em R$ 3,7 bilhões - o valor caiu 9,3% em relação a 2006, quando chegou a mais de R$ 4 bilhões. O estudo considera apenas empresas de capital aberto. A seleção das empresas parte do critério maior valor de mercado na data-base da pesquisa, ou seja, no caso, o ano de 2007. O levantamento passa por perspectivas de lucros futuros dos ativos intangíveis (qualidade de produtos e atendimento, nível de comunicação com o público e o mercado, capital humano e intelectual, princípios morais, governança corporativa, entre outras características) percebidas pelo mercado de capitais, expectativa de lucros futuros da marca, análise de risco, e, finalmente, o cálculo de quanto vale a marca.
Politicom A Cátedra Unesco/Metodista de Comunicação para o Desenvolvimento Regional promove, nos dias 16 e 17 de outubro de 2008, a sétima edição do Politicom (Conferência Brasileira de Marketing Político). O evento será realizado na Faculdade Prudente de Moraes, em Itu (SP), e sendo coordenado pelos professores Adolpho Queiroz e José Marques de Melo. Os resumos dos trabalhos devem ser enviados até o dia 18 de agosto dentro das categorias: Comunicações Científicas (graduados, estudantes de pós-graduação, mestres e doutores) e Relatos de Iniciação Científica (estudantes de graduação do campo de Comunicação Social ou de áreas conexas). A divulgação dos aceites será feita até o dia 19 de agosto, a fim de que os trabalhos completos sejam enviados até o dia 11 de setembro. Outras informações sobre o evento podem ser encontradas no site www.metodista.br/unesco ou pelo e-mail catedra.unesco@metodista.br.
RP em Minas A 22º edição da revista eletrônica RP Online, uma publicação produzida por alunos de Comunicação Social da UFMG, aborda as novas tendências do mercado de trabalho para os RPs. Foram produzidas matérias que procuraram descrever o panorama do mercado de trabalho em Belo Horizonte e no interior de Minas Gerais e também informações sobre as dificuldades enfrentadas pelos profissionais da área e aponta as oportunidades do mercado em diversos setores, como o da sustentabilidade nas empresas, o de produção cultural e de eventos e o das consultorias de comunicação. Uma entrevista exclusiva com o presidente do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 3ª Região (Conrerp), Valdeci Ferreira, integrante do nosso portal Mundo-RP, é apresentada. Ele falou sobre o crescimento do mercado mineiro na área, expôs novas possibilidades para esses profissionais e comentou sobre os desafios que os RPs ainda têm que enfrentar para alcançar visibilidade e reconhecimento nas empresas. Entre os destaques da edição estão a demanda por RPs no setor público, Assessoria de imprensa: qual o profissional mais habilitado? e os RPs e a responsabilidade socioambiental das empresas.
Prêmio USP
Estão abertas as inscrições para a Categoria “Campanha” do Prêmio USP de Comunicação Corporativa 2008. Essa Categoria premia o projeto de Comunicação Corporativa mais relevante, desenvolvido por empresa e/ou agência no período de 2007. Uma comissão, composta por professores da Universidade, selecionará as oito melhores campanhas para a apresentação pública, a partir de critérios estabelecidos no Regulamento, e definirá as cinco melhores - entre elas a vencedora, que será revelada no dia da premiação, 11 de novembro de 2008, no Sesc Pinheiros em São Paulo/SP. O Prêmio é uma iniciativa da Escola de Comunicações e Artes da USP que procura valorizar a comunicação nas organizações, buscando sempre a inovação e os bons resultados, além de destacar os profissionais que atuam nas empresas e reconhecer os seus melhores trabalhos. As inscrições serão feitas on-line no site do Prêmio: até o dia 25 de julho. Mais informações no Laboratório Integrado de Marketing e Cultura (LIMC – ECA/USP) pelo fone 11-3091-4314 e limc.eca@usp.br .
Economia Verde O britânico John Gummer não gosta do termo “sustentabilidade”. Para ele, a palavra se banalizou e perdeu parte de seu significado. “Muita gente não sabe o que é sustentabilidade”, resume. Como presidente do conselho de administração do “Quality of Life Policy Group”, organização que monitora as políticas de desenvolvimento do Reino Unido, Gummer acredita que está na hora de os empresários adotarem um conceito mais específico: o de “economia verde”. Essa expressão, diz ele, ajudaria a difundir o verdadeiro significado do desenvolvimento sustentável, que é o de viabilizar o crescimento econômico em harmonia com meio ambiente. Hoje, afirma Gummer, muitos ambientalistas radicais levantam a bandeira da sustentabilidade apenas para atrapalhar a vida de grandes empresas. Para ele, é preciso manter um equilíbrio. “Não acredito que possa existir um mundo sem crescimento”, afirma ele. Gummer diz que a iniciativa privada deveria assumir a responsabilidade de disseminar a economia verde no Brasil. “Se tiver ajuda pública, ótimo. Mas, como político e empresário, posso dizer que os governos mais atrapalham do que ajudam”, afirma.
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Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento. Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:
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Há hoje um consenso entre especialistas em Valor e Valuation do mundo todo, especialmente os americanos e europeus, de que os intangíveis podem ser agrupados em três blocos:
No bloco 1, Capital intelectual, estão todos os elementos ligados ao fator humano que geram valor para o acionista e para a sociedade, como competência gerencial, competência em vendas, relacionamentos com trade e clientes, capacidade de atrair talentos, programas de participação em resultados; enfim, equipe, cultura interna, capacidade de inovar, de competir e de gerar bons resultados.
No bloco 2, Propriedade intelectual, estão as patentes, os softwares, os registros de marcas e domínios, as licenças, os contratos de franquia, acordos operacionais, a capacidade de atuar com consultorias e assessorias que agregam valor no tempo, os royalties; enfim, qualquer bem ou capacidade imaterial de gerar valor e trazer receitas.
No bloco 3, Patrimônio e portfolio de marcas, estão as marcas devidamente avaliadas em função de algum tipo de metodologia projetiva de geração de faturamento direto ou indireto. Nesse item muitas empresas ainda não dispõem de conhecimentos e competências para verificar o real valor de suas marcas, nem mesmo dispõem de processos formais para construir um portfolio verdadeiramente competitivo de marcas.
Esse território dentro das empresas fica numa área nebulosa entre a diretoria de marketing, quando ela existe, e as áreas |
financeiras e contábeis. Com isso, muitas empresas tratam desse item como se fosse uma questão meramente departamental, seja ela legal, financeira, contábil ou de marketing.
Devido a isso, para muitas empresas criar uma marca é apenas inventar um nome criativo para um produto ou para a empresa, desenhar um logotipo e mandar um despachante registrar no INPI.
Esse modelo de criação de marcas era usado pelas grandes companhias mundiais por volta de 1900 a 1908, quando foi criado empiricamente o primeiro sistema de gerência de produto e de marca. Isso foi exatamente há 100 anos e o conhecimento evoluiu muito daquele tempo até hoje.
Atualmente isso está no terceiro bloco do território dos intangíveis e pertencem à área do conhecimento sistêmico, ou seja, envolve o legal, o contábil, o econômico e o mercadológico. Somente com uma visão sistêmica consistente e com metodologias de padrão internacional e com envolvimento direto do CEO, a pessoa supra-departamental dentro da empresas, é que as marcas poderão ser elementos de real construção de valor para o acionista e para a sociedade.
Augusto Nascimento (augusto@bbn.com.br) é professor universitário, consultor, autor do livro “Os 4 Es do Marketing e Vending” e diretor da BBN Brasil, agência consultiva criativa da International Business Branding Network. Texto escrito para o WebInsider.
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Frase do Mês "A vida é um eco. Se você não está gostando do que está recebendo, observe o que está emitindo" por Lair Ribeiro |topo| |
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estar, ao contrário do que ocorrerá com empresas menores, de âmbito local”, explica João Lins. As carreiras serão longas e planejadas. Já os gestores serão cada vez mais pressionados a justificar seus investimentos na área de RH, mostrando claramente o retorno obtido com a adoção de diferentes ferramentas de qualificação, remuneração, etc. As empresas mais avançadas deverão adotar o cargo de Chief People Officer, ou CPO, que terá a responsabilidade de tomar decisões altamente estratégicas relativas à gestão de pessoas.
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A monitoração e análise das mídias sociais por ser uma ciência recente é controversa e gera muitas dúvidas tanto para quem faz como para quem contrata. Neste post nosso objetivo é discutir e demonstrar alguns dos erros mais comuns na análise da mídia sociais que temos encontrado no mercado. São eles: Análise de sentimento de comunidades pelo nome da comunidade: a análise de sentimento de uma comunidade do Orkut, por exemplo, não pode ser realizada pelo título da comunidade. Observem comunidades como: Eu amo o Citroen C3!. Apesar do título ter sentimento positivo, os posts com maior REPERCUSSÃO (número de respostas relacionadas ao post) são neste caso negativos. Ou seja, há um número considerável de participações de consumidores relatando problemas, o que por si só impede considerarmos a comunidade como positiva apenas pelo nome da mesma. Portanto os 3,464 participantes desta comunidade não obrigatoriamente se cadastraram aí porque realmente gostam do carro, dada a participação e o envolvimento de parte deles em um grande número de discussões de caráter negativo. As discussões sobre uma marca/produto ocorrem sempre em comunidades de mesmo nome da marca/produto: aqui na E.LIFE já aprendemos que nem sempre as discussões mais fervorosas de consumidores sobre uma marca ocorrem em comunidades do mesmo nome do produto. Às vezes as discussões têm lugar em clusters ou comunidades específicas consumidores. Exemplo: um dos nossos clientes uma empresa de alimentos descobriu que uma parcela de consumidores vegetarianos estava discutindo em comunidades para este público sobre características do produto que eles não aprovavam. Estas discussões não ocorreram nas comunidades do produto. Ou seja, nada garante que as discussões em comunidades do mesmo nome de um produto ou serviço sejam as únicas. Pensar na análise das mídias sociais como um clipping: há empresas que associam a monitoração e análise das mídias sociais como uma extensão do seu clipping de imprensa. As redes sociais são mais do que uma coleção de posts. É preciso analisar os incoming links, o blogroll da blogosfera, a repercussão de posts, o volume de postings x termos ao longo do tempo entre outras métricas. Quem executa as estratégias também pode medir os resultados: As agências estão investindo como nunca em departamentos de mídias sociais. Estes departamentos criam e executam estratégias para estimular o buzz na web sobre marcas, produtos e serviços. Porém algumas destas mesmas agências se propõem a monitorar e analisar os resultados das ações. Há um conflito de interesses aqui: quem executa as ações não deve monitorar os resultados. Imagine se todos os institutos de pesquisa fossem além de conhecer a opinião pública realizar ações de marketing? Seria no mínimo polêmico. Os desafios da monitoração das mídias sociais já são bem grandes. E não acredite em propostas de Marketing ou Comunicação em 360 graus. Geralmente o giro completo resulta em chegar ao mesmo lugar. A monitoração do boca-a-boca é um desafio simples: A monitoração e análise da “social media” envolve diversas ciências: mineração de dados (datamining), comunicação, marketing, teoria das redes. Há diversas questões em aberto como motores de busca específicos para este fim, análise automática de sentimento dos postings/comentários, abordagens diferentes para diferentes línguas, enfim, é necessário desenvolver ou customizar aplicações de software e métricas específicas para enfrentar cada novo desafio. E além do mais é preciso alinhar o que se pode extrair deste ambiente com as necessidades dos clientes. Será possível analisar dados sócio-demográficos com exatidão: uma observação detalhada das redes sociais permite observar que geralmente muitos consumidores não informam local de nascimento, idade ou sexo. Através da análise de clusters é possível identificar consumidores com o mesmo perfil sócio-demográfico, mas há uma margem de erro considerável neste tipo de análise. Será possível analisar redes com métricas de audiência: comparar audiência com qualquer outro dado extraído das redes sociais é impreciso e pode gerar falsas interpretações. Por exemplo, comparar número de membros de uma comunidade com acessos a um web site é uma prática que pode gerar desinformação. Primeiro porque ao visitar um site, mesmo que seja por poucos segundos há pelo menos algum envolvimento com o mesmo, como clicar num link, ver uma foto, navegar em algumas páginas, por exemplo. A inscrição em uma comunidade, por exemplo, nem sempre gera uma participação do consumidor nesta mesma comunidade. Há participantes ativos, porém há aqueles que entram nesta comunidade porque se identificam com o nome, ou querem incluir aquela descrição aos seus dados psicográficos, como: “detesto acordar cedo” e coisas do gênero. Porém para muitos consumidores não há envolvimento com a comunidade. Ao me logar no Orkut realizo diversas atividades mas há comunidade das quais faço parte que não vejo por pelo menos 6 meses. Estas comunidades podem nem sequer aparecer na tela do meu login, pois só há espaço para 6 comunidades na primeira página do meu perfil, e participo de outras 42. Qual o stickness dos consumidores nestas comunidades? Pode ser próximo a zero. Então comparar Unique visitors com participantes de comunidades é como comparar banana com laranja. É um dado que nào diz nada. (Fonte: www.elife.com.br) |topo| |
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No dia 20, o evento trará experiências de sucesso da Faber-Castell, Daiichi Sankyo, Pimaco e Centro Internacional de Merchandising e Promoções do Brasil. Entre os temas que serão abordados estão as estratégias para otimizar ações na relação entre marketing, trade marketing e vendas, tendências para ações no PDV, mensuração de resultados, e marketing responsável e sustentável como diferencial competitivo. Um novo painel de debates sobre novas mídias e marketing digital reunirá especialistas da Sony Brasil, Yahoo! e IBOPE NetRatings. A sessão principal será encerrada com uma palestra sobre mensuração de resultados em canais digitais ministrada pela WebTraffic. No dia 21, um seminário sobre melhores práticas em branding completará a programação. O encontro discutirá as estratégias de internacionalização e principais desafios na construção da marca e terá palestras da General Mills - que trará a experiência da Häagen-Dasz, Claro, Bunge Fertilizantes, Embraer, Editora Abril, Novartis Animal Health e Aktuell Promoções e Eventos.
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Ricardo Guimarães, presidente da Thymus Branding, diz que na definição da Fundação Nacional Pela Qualidade (FNQ), de seu Modelo de Excelência e Gestão, “Empresa é um sistema vivo integrante de um ecossistema complexo, com o qual interage e do qual depende”. Esse é um importante ponto de partida para entender as diferenças e complementaridades do marketing e do branding. A visão corporativa e a visão de marca têm de fazer sentido para todos os stakeholders envolvidos com um setor, segundo Ricardo.
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