Boletim nº 181/08 - Ano XII
Julho 2008

Novos Cadastrados

Neste último mês, sejam bem-vindos a nossa comunidade: os universitários Talita Griebeler (Santos/SP), Laina de Araújo (Bauru/SP), Leana Mattei (Salvador/BA), Wilian de Oliveira (Curitiba/PR), Elisa Ramirez (Colombo/PR), Luiz Fernando de Souza (Belo Horizonte/MG), Mariana Benega (São Paulo/SP), Thales Cecílio (Belo Horizonte/MG), Luciana Bahia (Salvador/BA), Amanda Brasileiro (João Pessoa/PB), Andréa Cavalcante (Salvador/BA), Luciana Barbosa (Salvador/BA), Wanessa Araújo (Recife/PE), Fernanda Peduto (São Caetano do Sul/SP) e Kelly de Oliveira (Belo Horizonte/MG). Tambem os relações públicas Thiago Sá (Brasília/DF), Renata Siqueira (São Paulo/SP), Renata Salles (São Paulo/SP), Fernando Paula (Belo Horizonte/MG) e Luciano Suminski (Viamão/RS). E ainda o consultor de RP Leonildo Aguiar (Osasco/SP), os jornalistas Fernando Félix (São Paulo/SP), Juliana de Moraes (Rio de Janeiro/RJ) e Fernanda Domingues (São Paulo/SP), a administradora Tais Monteiro (Curitiba/PR) e o bibliotecário Ronilson da Silva (Tamarana/PR).


 

Inteligência

Tendo como ponto de partida o conceito de Inteligências Múltiplas de Gardner, passando pela Inteligência Emocional de Golemen, pela Inteligência Social de sua própria autoria, Karl Albrecht apresenta agora os conceitos da Inteligência Pratica (IP) e a qualifica como uma das habilidades de vida fundamentais e oferece uma estrutura conceitual para definir e descrever o bom senso. Albrecht explica os aspectos científicos da inteligência prática e a aborda de um modo objetivo, com exemplos concretos, histórias, cases e exercícios práticos.

Karl Albrecht, mostra como as pessoas com inteligência prática podem empregar habilidades de linguagem, tomar decisões melhores, pensar em termos de opções e possibilidades, adotar a ambigüidade e a complexidade, articular problemas claramente e procurar soluções, ter idéias originais e influenciar as idéias dos outros. Albrecht mostra que as habilidades de todos podem ser aprimoradas com a educação e o treinamento adequados e desafia todos nós a aperfeiçoarmos nossas próprias habilidades e ajudarmos os outros a desenvolverem suas capacidades de inteligência prática. Albrecht descreve a estrutura real do bom senso. Ele apresenta os quatro hábitos mentais fundamentais que podem destravar a capacidade mental: desenvolver flexibilidade mental; pensamento afirmativo; adotar hábitos de linguagem que sejam semanticamente sadios e valorizar idéias.

Então ele nos mostra, passo a passo, como desenvolver as quatro “mega-habilidades” integradoras do Pensamento Bivergente, Pensamento Helicóptero, Pensamento Intulógico e Pensamento Visceracional. Albrecht divide o livro em exemplos, ilustrações, histórias e exercícios para nos guiar para níveis cada vez mais altos de inteligência prática. Albrecht explica os aspectos científicos da inteligência prática e a aborda de um modo objetivo, com exemplos concretos, histórias, cases e exercícios práticos.

Autor - Karl Albrecht é consultor empresarial, conselheiro executivo, futurista, palestrante e autor. Chairman da Karl Albrecht International, ele supervisiona a aplicação prática de suas idéias através de consultoria, seminários e publicações. É autor do best-sellers Inteligência Social publicado pela M.Books em 2006.



 

Diálogo

“Tudo é uma questão de saber ouvir”. Partindo deste princípio, o jornalista e mestre em RH Gustavo Gomes de Matos escreveu A cultura do diálogo: uma estratégia de comunicação nas empresas, lançado pela Editora Campus/Elsevier e com prefácio do presidente da Organização Odebrecht, Norberto Odebrecht . O objetivo é entender o que precisa e pode ser feito para melhorar não apenas os resultados financeiros da empresa, mas o relacionamento interno.

O primeiro e mais importante passo para o sucesso é saber ouvir. Porém, a escuta precisa ser ativa, atenta aos detalhes e disposta a entender o que o ouvinte quer e está propondo. Em seguida, é fundamental confiar no instinto e analisar, inclusive, as entrelinhas. Para Gustavo Matos, assim fica mais fácil compreender o todo e estimular uma participação pautada no diálogo e na troca de idéias e experiências.

É muito comum aparecerem os ruídos de comunicação nas relações sociais. Uma informação mal transmitida desmotiva e atrapalha o andamento do trabalho. Segundo Gustavo Matos, apesar do saber ouvir ser o fator mais importante para o sucesso da comunicação é, ao mesmo tempo, um dos aspectos mais negligenciados no seu processo. As necessidades individuais de valorizar suas idéias, determinar conceitos e preconceitos, expressar opiniões e ditar regras, seguem na contramão da proposta central de estabelecer uma dinâmica de diálogo.

A cultura do diálogo oferece aos leitores ferramentas para a construção de uma comunicação eficaz. “De uma simples conversa podem nascer idéias inovadoras, soluções criativas, projetos originais e empreendimentos de sucesso. Os princípios básicos são saber ouvir, dar retorno da informação, ter abertura de diálogo, conviver criativamente com as diferenças, valorizar o relacionamento humano e buscar o bom senso”, analisa.

Autor - Gustavo Gomes de Matos é jornalista, com pós-graduação em Administração de Recursos Humanos (PUC-Rio) e especialização em Economia (UERJ). Escritor, professor, conferencista e consultor de Comunicação Corporativa, com 18 anos de atuação em grandes organizações. Como editor de publicações empresariais, recebeu destaque do Prêmio Aberje (1996 e 2004). É autor de Comunicação sem Complicação (Campus/Elsevier) e de livros institucionais, como PUC-Rio 60 anos de Solidez e SENAI 60 anois - Décadas Vitoriosas.

 

A influência da arte nos negócios

 

Inicialmente, o investimento em marketing cultural se dava devido às leis de incentivo, vantajosas no momento em que retornam parte do valor doado. Agora, já é compreendido que essas ações solidificam a imagem institucional, dando maior visibilidade à marca.

O conteúdo psíquico da marca e a sua esfera mítica estão diretamente conectados aos aspectos dos sonhos, das fantasias e dos desejos, e funcionam como um espelho psicológico, capaz de moldar o comportamento do consumidor. Tendo como origem e finalidade o inconsciente coletivo, as marcas atingem seu ápice quando projetam significados já intrínsecos e, portanto, facilmente decodificados.

Embora exija uma integração de todos os instrumentos de comunicação, a fim de divulgar uma consistente imagem institucional, a arte é um elemento fácil de ser trabalhado. Através de sua característica lúdica, capaz de transmitir sensações e sentimentos, envolve o receptor, criando uma empatia com seus próprios sonhos, fantasias e desejos.

Por agregar valores especiais e diferenciados, gerando forte identificação junto aos públicos relevantes, a cultura traz um retorno à organização que se sobressai aos investimentos realizados na mídia tradicional. Quando a empresa patrocina um projeto cultural, os valores relativos a ele, como tradição, modernidade, competência, criatividade e popularidade, passam a fazer parte dos valores da instituição.

Utilizar a criatividade como combustível para se comunicar é também uma maneira de mostrar à sociedade que a empresa não está preocupada apenas com a lucratividade de seus negócios, mas que é responsável socialmente e se envolve com o desenvolvimento da comunidade em que atua. Afinal, a arte permite que o espectador reflita e forme uma opinião própria.

Desse modo, percebe-se que a cultura é uma oportunidade e até uma ferramenta para as empresas participarem do desenvolvimento da sociedade, moldando o target ao seu negócio, visão, missão e valores. (Texto de Elisandra Borges, Relações públicas do Grupo Habitasul escrito para www.amanha.com.br)

 

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Escolha seu treinamento digital

 

A JumpEducation ­ Digital Media Academy ­, empresa voltada à educação e capacitação de profissionais em Novas Mídias e Negócios Online, decidiu aproveitar o atual crescimento da participação da Internet no mercado publicitário e montou uma grade com cursos exclusivos de curta duração para as férias de julho. Serão quatro Oficinas Executivas de um dia; e três Training Programs de dois dias, todos realizados em São Paulo.

Pesquisa do Projeto Inter-Meios, do jornal Meio & Mensagem, mostra que a participação da web no bolo publicitário brasileiro atingiu 2,8%, ou R$ 507 milhões em 2007, um aumento de 45,7% em relação ao ano anterior. Apesar do montante pequeno, o ritmo de crescimento no Brasil foi muito superior ao mundial ­ 25% em relação a 2006. E a estimativa para 2008 é que atinja R$ 712 milhões, ou 3,5% do mercado publicitário, chegando a 10% do bolo em 2015. Mais detalhes do estudo no www.buzzinesswordpress.com.br

Segundo Maristela Alves, coordenadora dos cursos da JumpEducation, os números positivos estão chamando a atenção dos profissionais de marketing de grandes e médias empresas que querem entender como ele funciona. Por isso esse ano resolvemos lançar uma grade mais extensa de cursos e aproveitar as férias de julho.

As aulas serão dadas por profissionais de renomadas agências digitais, entre elas as maiores do país, e destinam-se a profissionais de comunicação, publicidade e marketing, que queiram atualizar-se em assuntos como blogs corporativos, mobile marketing, sites de busca, marketing viral e projetos digitais.

Um dos cursos mais procurados é o Blogs Corporativos, onde blogueiros e responsáveis pela comunicação de grandes empresas discutem essa nova ferramenta de marketing. A Oficina Executiva - Blogs Corporativos será realizada no dia 17 de julho. Contam suas experiências o blogueiro e publicitário Ian Black (http://www.enloucrescendo.com) e o empresário Gil Giadelli, editor do Humanidade 2.0; Carolina Terra, coordenadora de comunicação coorporativa do MercadoLivre.com, e Cátia Lassalvia, especialista em comunicação com experiência em dois dos maiores conglomerados financeiros do mundo.

Jump - A JumpEducation é a única empresa de educação e capacitação de profissionais em Novas Mídias e Negócios Online que oferece regularmente uma grade de cursos, oficinas executivas, treinamentos in company e seminários. Os professores são os maiores especialistas em publicidade e marketing online do país, o que permite aos alunos atualizarem-se sobre as tendências do mercado. Tem como objetivo prover Conhecimento e Informação de alto valor, gerando produtividade e capacitação Premium a seus clientes (publicitários, jornalistas, profissionais de Marketing, TI, Internet etc). Oferece informação de qualidade para profissionais do mercado de negócios digitais no portal JumpExec.

Programação
. Oficina Executiva - Estratégias Avançadas de Mobile Marketing
: 14 de julho de 2008

. Oficina Executiva - Marketing de Relacionamento em Meios Digitais: 15 de julho de 2008

. Oficina Executiva - Estratégias Inovadoras em Marketing Viral: 16 de julho de 2008

. Oficina Executiva - Blogs Corporativos: 17 de julho de 2008

. Training Program - Gestão de Atendimento, Processos e Novos Negócios em Projetos Digitais e Training Program - Ações de Marketing em Sites de Busca: 18 e 19 de julho de 2008

Inscrições e informações pelo site www.jumpeducation.com.br ou com amagalhaes@jumpeducation.com.br e fone 11-5012-5939 .

 

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Conheça os novos textos do Mundo-RP

 

As atualizações do portal Mundo-RP continuam. Quinzenalmente as manchetes são alteradas, afora as inclusões diárias de vagas para RP e de um clipping rigoroso com as melhores matérias da área. Veja junto com este boletim (com links em primeira mão, ainda não disponibilizados abertamente), estão sendo inseridos novos textos para a capa, como no caso da produção realizada para a cobertura do Congresso de Comunicação Interna da Internation Business Communications/IBC - Comunicação interna é área estratégica, Ações de comunicação alinhadas ao negócio recebem prioridade, Mensuração de resultados é a nova ordem da comunicação interna e Comunicação interna é setor em ebulição de idéias. Também o Comitê ABERJE de Relações Governamentais - Relações Governamentais vão muito além do lobby e o Programa ABA de Desenvolvimento Profissional 2008 - Branding é estabelecer relacionamento e Marcas perdem autoridade foram contemplados. E veja muito mais!

 

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Blogs ajudam consumidores a formar opinião

 

Cerca de 72% dos internautas brasileiros já obtiveram, em blogs, informações que ajudaram a formar opinião sobre uma marca, produto ou serviço. Os dados são de estudo divulgado recentemente pelo Instituto de Pesquisas Qualibest sobre os hábitos e costumes dos internautas brasileiros, no que diz respeito aos blogs. Entre os entrevistados, 12% acredita totalmente e 86% parcialmente nas informações que encontram em um diário virtual. Além disso, mais da metade apontaram que se lembram de ter visto algum tipo de propaganda em um blog que costumam visitar.

No quesito acesso, 89% confirmaram que entraram pelo menos uma vez em algum blog, e a média de acessos diários é de uma para a maioria dos entrevistados, e de duas ou mais vezes, para 25%. Entre os temas preferidos estão curiosidades (18%), humor (15%), internet (10%), seguidos de notícias e tecnologia em geral (9% cada). Apenas 9% dos entrevistados costumam acessar blogs internacionais. Os sites de busca (48%) e recomendações de outras pessoas (30%) foram as maneiras mais citadas para se conhecer um blog novo. A leitura do conteúdo é o recurso mais utilizado (86%) sendo que a maioria acredita que fotos e vídeos são os recursos mais importantes em portal do tipo.A pesquisa foi realizada por e-mail com 1820 participantes em todo o Brasil.

 

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IBOPE começa a medir redes sociais na internet

 

O IBOPE NET/Ratings lançou seu mais novo produto: uma metodologia para coletar informações sobre o comportamento do usuário de redes sociais. A ferramenta usada para coletar esses dados é o Coleta RS, uma parceria do IBOPE com a Universidade de São Paulo. Esse robô é programado para fazer um apanhado das comunidades do Orkut, com base em instruções dadas pelo Ibope. “A partir de um tema, conseguimos iniciar a pesquisa. Os 50 últimos membros a participar de uma comunidade são mapeados e a partir deles mapeamos a participaçao em outras comunidades” explicou Alexandre Magalhães, gerente de análise do IBOPE. “A intenção é entregar ao mercado um medidor mais profundo dessas mídias sociais. É o consumidor do futuro que está na rede social. O impacto pode ser muito rápido. Tratar essas comunidades com a importancia que elas merecem é obrigacao das empresas”.

Os resultados de uma primeira análise mais mercadológica definem que o usuário que gosta de uma marca passa mais tempo numa comunidade sobre ela do que no site institucional. No setor automotivo, por exemplo, o tempo de uso médio por pessoa na internet residencial está concentrado em cerca de 14 minutos por mês para os sites de automóveis e mais de 4 horas nas comunidades sobre automóveis. Uma diferença gritante, de 1,864%.

Os números envolvem somente a plataforma de rede social Orkut, do Google, e as comunidades dentro dela. Nesse primeiro momento, o robô coleta informações apenas do Orkut, mas a idéia, segundo Alexandre Crivelaro, diretor de inovação do IBOPE, é melhorar a ferramenta gradativamente não só para alcançar outras redes, mas também realizar um trabalho qualitativo. “É um trabalho novo, em evolução. Nosso próximo passo seria identificar pessoas que podem influenciar outras pessoas”, comentou. "Imagine essa metodologia aplicada para mapear as reações sobre polícita", acrescentou Magalhães. Hoje o IBOPE já tem seu braço para audiência na internet, o NETRatings. Segundo o IBOPE, o Coleta RS será um produto complementar, que por ventura terão os dados cruzados para venda de papers e pesquisas customizadas. (Texto de Anderson Costa para Consumidor Moderno)

 

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O perfil de um líder

 

Antes de falar sobre o perfil, é necessário entender o que é ser líder e, de uma vez por todas, desvincular o conceito de cargos ou posições que detêm poder nas estruturas hierárquicas. Numa definição simplista "líder é todo aquele que obtém resultados com, para e por intermédio das pessoas". Esse é um desafio que requer um perfil diferenciado, que já se distancia do perfil técnico. O líder da atualidade não tem todas as respostas, mas deve ter todas as perguntas, para permitir que as respostas sejam criadas pela sua equipe. Estimular a criatividade e inovação, o desaprender para reaprender torna-se uma característica importante nesse novo perfil.

Outro fator determinante é o envolvimento total, a "paixão", como tem sido chamada, é a única forma de um líder contagiar as pessoas e conduzi-las a resultados efetivos. Não estamos nos referindo a "falar o que deve ser feito, com entusiasmo", mas a liderar pelo exemplo, ser o reflexo do comportamento esperado dos liderados.

Compete, também, a esse líder, saber identificar e reconhecer os potenciais, ser o fio condutor do processo de desenvolvimento de sua equipe. Técnicas para isso são facilmente aprendidas, estão à disposição no mercado. Porém, de nada adiantam sem a pré-disposição pessoal, inclusive em compartilhar seu poder. A liderança eficaz se estabelece, ainda, com o entendimento e a valorização das diferenças, de forma a otimizar as competências individuais, extraindo de cada um o seu melhor, gerando melhores resultados para a organização e aumento no nível de satisfação dos profissionais.

O líder de nossos tempos sabe que reter talentos só é possível se for instalado um ambiente de total transparência e confiança; se os compromissos forem claramente definidos; se os valores forem explicitados e compartilhados, sendo ele seu grande disseminador. Esse líder administra o hoje enquanto constrói o amanhã e seu principal desafio é "ser líder de futuros líderes". Nielce Camillo Filetti é psicóloga e diretora de gestão de pessoas da Gilbarco do Brasil S/A Equipamentos. (Texto produzido para o site CallCenter)

 

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YouTube Corporativo

O banco HSBC está utilizando o Brasil para testar uma ferramenta de endomarketing que deverá ser implantada em todas as suas unidades em 83 países. Trata-se do HSBC-TV, uma rede de televisão interna que transmite programas por meio de uma intranet de alta velocidade. Tal como um youtube corporativo, a ferramenta permite que os empregados do HSBC tenham acesso a programas de diversos tipos ­ tais como tutoriais, treinamentos, e-learning e noticiários internos ­ a partir de um clique. “O objetivo é tornar a comunicação interna mais eficiente e clara, que chegue de maneira uniforme a todos os nossos funcionários ­ que não são poucos”, diz Juliana Marques, superintendente de endomarketing do HSBC. Só no Brasil, afirma ela, o banco emprega mais de 27 mil pessoas. O HSBC-TV começou a ser implantado no Brasil em março de 2004. Na época, os programas eram via satélite e tinham horários pré-definidos de exibição. “A partir de 2006, porém, começamos a buscar um meio de reduzir nossos custos de transmissão, e aí surgiu a idéia de utilizar a web”, explica Juliana. Por enquanto, a tecnologia ­ que foi rebatizada como TV na Web ­ chega a apenas 44% dos funcionários do HSBC no Brasil. Mas a idéia e estender seu alcance a todos os empregados do banco no país ­ posteriormente, do mundo. “Já temos uma experiência semelhante na China e, agora, estamos implantando a ferramenta na unidade da Inglaterra”, explica Juliana.

 

Patrocínio esportivo

Market Analysis, instituto de pesquisa de mercado e opinião pública, realizou estudo sobre a eficiência do patrocínio esportivo no Brasil, cujo objetivo é perceber a eficácia das ações realizadas pelas empresas para atingir o grau de expectativas e cobranças do consumidor. O setor petroquímico teve o melhor desempenho em retorno de imagem obtida pelo investimento realizado, com 13% acima dos outros indicados, à frente de eletro-eletrônico e têxtil, revelando modelo bem sucedido de comunicação e alinhamento. A maior parte dos entrevistados (63%) reconhece a importância do patrocínio esportivo e não a vê como desperdício de verba de marketing pelas companhias. As indústrias voltadas ao esporte e a alimentos, assim como os bancos, representam para os entrevistados setores deficitários no engajamento esportivo. Ainda assim, ficam acima de companhias calçadistas, de telecomunicações, automotivas e de bebidas, além de outros setores de expressão tímida. Estes últimos, segundo os consumidores, atravessam uma fase de indefinições ou transição aos olhos do público. Assim, o estudo conclui que há distância entre a atribuição de responsabilidade esportiva dos principais setores econômicos do país e os resultados de visibilidade obtidos por eles. Pesquisas com recall espontâneo, como esta, se revelam como uma das métricas mais eficazes para análise de retorno obtido por ações de investimento esportivo.

 

Oratória

O curso "Como falar em público: Técnicas de Apresentação" vai ser desenvolvido pela Universidade Metodista no Campus São Paulo/SP nos dias 26/07 e 02/08/08, das 9h às 13h e das 14h às 18h, pela jornalista Renata Almeida de Souza Aranha e Silva, integrante de nosso Mundo-RP. A prática da oratória oferece mais segurança e habilidade para apresentações em público, proporcionando maior desenvolvimento profissional e pessoal. A idéia é desenvolver o conhecimento de técnica para auxiliar a realização de apresentações em público e capacitar e qualificar profissionais por meio de conhecimentos teóricos e práticos para atuarem com a oratória em diversas situações. Mestre em Lingüística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC-SP, Renata é ainda especialista em Organizações de eventos e cerimonial público, sendo Presidente da Associação dos Profissionais de Cerimonial do Grande ABC e Delegada do Estado de São Paulo da Associação Brasileira de Cerimonial. Veja mais no site da Metodista ou fale direto com a professora pelo renataranha@uol.com.br.

 

Brazil Promotion

Além das rodadas de negócio e exposição dos principais fornecedores do setor, dentro do Brazil Promotion, nos dias 6 e 7 de agosto de 2008, ocorre o Seminário Promo Tendências - das 14h às 18h. Especialistas com experiência internacional discutem as tendências mundiais do mercado promocional. A grande novidade dessa edição é o fato de o seminário não ter como foco apenas o Festival Internacional de Publicidade de Cannes, que passará a ser um painel de destaque do evento. O seminário, este ano, será mais abrangente, apresentando diferentes temas importantes e relevantes do setor, sempre sob a ótica de tendências. Marketing de relacionamento; Novas Estratégias de Eventos na Comunicação e no Marketing Presencial; Como Inovar na Comunicação das Marcas; e Responsabilidade Social são assuntos para o primeiro dia de palestras. No segundo dia, compõem a pauta Novas Tecnologias em Promoção; Patrocínios e Leis de Incentivo à Cultura; Digital Signage como Ferramenta Promocional; e o Painel Cannes Promotion com apresentação dos cases nacionais e internacionais do Festival Internacional de Publicidade de Cannes, na categoria Promo Lions. As inscrições podem ser feitas no site www.brazilpromotion.com.br, seção seminários. Mais informações pelo fone 11-3723-5200, com Bianca.

 

Marcas Valiosas

Pelo segundo ano consecutivo, o Bradesco ocupou a primeira posição no ranking das marcas brasileiras mais valiosas, com valor de marca superior a R$ 11 bilhões em 2007. O estudo anual "As Marcas mais Valiosas do Brasil" acaba de ser lançado pela BrandAnalytics Consultoria. Em 2006, o Bradesco tinha valor de marca de R$ 7,9 bilhões. O Itaú ocupa a segunda posição, com a marca avaliada em mais de R$ 9 bilhões, crescimento de 14,8% em relação ao estudo anterior, seguido pelo Banco do Brasil, valendo mais de R$ 7 bilhões. A primeira marca não financeira listada é Natura, na quarta posição, avaliada em R$ 3,7 bilhões - o valor caiu 9,3% em relação a 2006, quando chegou a mais de R$ 4 bilhões. O estudo considera apenas empresas de capital aberto. A seleção das empresas parte do critério maior valor de mercado na data-base da pesquisa, ou seja, no caso, o ano de 2007. O levantamento passa por perspectivas de lucros futuros dos ativos intangíveis (qualidade de produtos e atendimento, nível de comunicação com o público e o mercado, capital humano e intelectual, princípios morais, governança corporativa, entre outras características) percebidas pelo mercado de capitais, expectativa de lucros futuros da marca, análise de risco, e, finalmente, o cálculo de quanto vale a marca.

 

Politicom

A Cátedra Unesco/Metodista de Comunicação para o Desenvolvimento Regional promove, nos dias 16 e 17 de outubro de 2008, a sétima edição do Politicom (Conferência Brasileira de Marketing Político). O evento será realizado na Faculdade Prudente de Moraes, em Itu (SP), e sendo coordenado pelos professores Adolpho Queiroz e José Marques de Melo. Os resumos dos trabalhos devem ser enviados até o dia 18 de agosto dentro das categorias: Comunicações Científicas (graduados, estudantes de pós-graduação, mestres e doutores) e Relatos de Iniciação Científica (estudantes de graduação do campo de Comunicação Social ou de áreas conexas). A divulgação dos aceites será feita até o dia 19 de agosto, a fim de que os trabalhos completos sejam enviados até o dia 11 de setembro. Outras informações sobre o evento podem ser encontradas no site www.metodista.br/unesco ou pelo e-mail catedra.unesco@metodista.br.

 

RP em Minas

A 22º edição da revista eletrônica RP Online, uma publicação produzida por alunos de Comunicação Social da UFMG, aborda as novas tendências do mercado de trabalho para os RPs. Foram produzidas matérias que procuraram descrever o panorama do mercado de trabalho em Belo Horizonte e no interior de Minas Gerais e também informações sobre as dificuldades enfrentadas pelos profissionais da área e aponta as oportunidades do mercado em diversos setores, como o da sustentabilidade nas empresas, o de produção cultural e de eventos e o das consultorias de comunicação. Uma entrevista exclusiva com o presidente do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 3ª Região (Conrerp), Valdeci Ferreira, integrante do nosso portal Mundo-RP, é apresentada. Ele falou sobre o crescimento do mercado mineiro na área, expôs novas possibilidades para esses profissionais e comentou sobre os desafios que os RPs ainda têm que enfrentar para alcançar visibilidade e reconhecimento nas empresas. Entre os destaques da edição estão a demanda por RPs no setor público, Assessoria de imprensa: qual o profissional mais habilitado? e os RPs e a responsabilidade socioambiental das empresas.

 

Prêmio USP

Estão abertas as inscrições para a Categoria “Campanha” do Prêmio USP de Comunicação Corporativa 2008. Essa Categoria premia o projeto de Comunicação Corporativa mais relevante, desenvolvido por empresa e/ou agência no período de 2007. Uma comissão, composta por professores da Universidade, selecionará as oito melhores campanhas para a apresentação pública, a partir de critérios estabelecidos no Regulamento, e definirá as cinco melhores - entre elas a vencedora, que será revelada no dia da premiação, 11 de novembro de 2008, no Sesc Pinheiros em São Paulo/SP. O Prêmio é uma iniciativa da Escola de Comunicações e Artes da USP que procura valorizar a comunicação nas organizações, buscando sempre a inovação e os bons resultados, além de destacar os profissionais que atuam nas empresas e reconhecer os seus melhores trabalhos. As inscrições serão feitas on-line no site do Prêmio: até o dia 25 de julho. Mais informações no Laboratório Integrado de Marketing e Cultura (LIMC – ECA/USP) pelo fone 11-3091-4314 e limc.eca@usp.br .

 

Economia Verde

O britânico John Gummer não gosta do termo “sustentabilidade”. Para ele, a palavra se banalizou e perdeu parte de seu significado. “Muita gente não sabe o que é sustentabilidade”, resume. Como presidente do conselho de administração do “Quality of Life Policy Group”, organização que monitora as políticas de desenvolvimento do Reino Unido, Gummer acredita que está na hora de os empresários adotarem um conceito mais específico: o de “economia verde”. Essa expressão, diz ele, ajudaria a difundir o verdadeiro significado do desenvolvimento sustentável, que é o de viabilizar o crescimento econômico em harmonia com meio ambiente. Hoje, afirma Gummer, muitos ambientalistas radicais levantam a bandeira da sustentabilidade apenas para atrapalhar a vida de grandes empresas. Para ele, é preciso manter um equilíbrio. “Não acredito que possa existir um mundo sem crescimento”, afirma ele. Gummer diz que a iniciativa privada deveria assumir a responsabilidade de disseminar a economia verde no Brasil. “Se tiver ajuda pública, ótimo. Mas, como político e empresário, posso dizer que os governos mais atrapalham do que ajudam”, afirma.

 

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Mercado em Movimento

 

Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento.  Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:



>Milene Gonçalves, gestora da lista de discussão Metrópole, que envolve estudantes e profissionais de RP de São Paulo, está agora trabalhando na ENVOLVERDE - Revista Digital de Meio Ambiente e Desenvolvimento. Contatos pelo lenegonrp@gmail.com .

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Parceiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Artigo discute o valor das marcas

 

Há hoje um consenso entre especialistas em Valor e Valuation do mundo todo, especialmente os americanos e europeus, de que os intangíveis podem ser agrupados em três blocos:
1. Capital intelectual;
2. Propriedade intelectual e
3. Patrimônio do portfolio de marcas.

No bloco 1, Capital intelectual, estão todos os elementos ligados ao fator humano que geram valor para o acionista e para a sociedade, como competência gerencial, competência em vendas, relacionamentos com trade e clientes, capacidade de atrair talentos, programas de participação em resultados; enfim, equipe, cultura interna, capacidade de inovar, de competir e de gerar bons resultados.

No bloco 2, Propriedade intelectual, estão as patentes, os softwares, os registros de marcas e domínios, as licenças, os contratos de franquia, acordos operacionais, a capacidade de atuar com consultorias e assessorias que agregam valor no tempo, os royalties; enfim, qualquer bem ou capacidade imaterial de gerar valor e trazer receitas.

No bloco 3, Patrimônio e portfolio de marcas, estão as marcas ­ devidamente avaliadas em função de algum tipo de metodologia projetiva de geração de faturamento direto ou indireto. Nesse item muitas empresas ainda não dispõem de conhecimentos e competências para verificar o real valor de suas marcas, nem mesmo dispõem de processos formais para construir um portfolio verdadeiramente competitivo de marcas.

Esse território dentro das empresas fica numa área nebulosa entre a diretoria de marketing, quando ela existe, e as áreas

financeiras e contábeis. Com isso, muitas empresas tratam desse item como se fosse uma questão meramente departamental, seja ela legal, financeira, contábil ou de marketing.

Devido a isso, para muitas empresas criar uma marca é apenas inventar um nome criativo para um produto ou para a empresa, desenhar um logotipo e mandar um despachante registrar no INPI.

Esse modelo de criação de marcas era usado pelas grandes companhias mundiais por volta de 1900 a 1908, quando foi criado empiricamente o primeiro sistema de gerência de produto e de marca. Isso foi exatamente há 100 anos e o conhecimento evoluiu muito daquele tempo até hoje.

Atualmente isso está no terceiro bloco do território dos intangíveis e pertencem à área do conhecimento sistêmico, ou seja, envolve o legal, o contábil, o econômico e o mercadológico. Somente com uma visão sistêmica consistente e com metodologias de padrão internacional e com envolvimento direto do CEO, a pessoa supra-departamental dentro da empresas, é que as marcas poderão ser elementos de real construção de valor para o acionista e para a sociedade.

Augusto Nascimento (augusto@bbn.com.br) é professor universitário, consultor, autor do livro “Os 4 Es do Marketing e Vending” e diretor da BBN Brasil, agência consultiva criativa da International Business Branding Network. Texto escrito para o WebInsider.

 

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Frase do Mês


"A vida é um eco. Se você não está gostando do que está recebendo, observe o que está emitindo"

por Lair Ribeiro

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O admirável mundo novo da gestão de pessoas

 








É surpreendente o cenário delineado pela PricewaterhouseCoopers (PwC) no estudo “A Gestão de Pessoas no Futuro”, que mostra como as relações de trabalho deverão se assentar até 2020. Baseado em pouco mais de 2,7 mil entrevistas realizadas nos Estados Unidos, na China e no Reino Unido, o levantamento revela quais são as expectativas dos profissionais da chamada “Geração Y” ­ formada por aqueles que estrearam no mercado de trabalho no início desta década. “São pessoas que, hoje, ocupam cargos técnicos de destaque e que, até 2020, começarão a ditar os rumos dos negócios ao redor do mundo”, explica João Lins, sócio da PwC na área de Organização e Capital Humano ­ que realizou uma palestra durante o lançamento oficial da edição 2009 do Congresso Gaúcho de Recursos Humanos ­ CONGREGARH, promovido pela ABRH-RS em Porto Alegre/RS na última semana de junho.

O estudo não se detém sobre uma única tendência. Em vez disso, identifica quais serão as principais forças que afetarão a dinâmica do trabalho nos próximos 12 anos. Uma dessas forças, por exemplo, é a do individualismo ­ que se confrontará com a necessidade de um pensamento coletivista nas organizações; outra é a da fragmentação ­ que se chocará com a tendência de consolidação de grandes conglomerados empresariais. Num exercício prospectivo, a PwC extrapolou essas forças e chegou a três ambientes distintos de negócios. Esses ambientes, conhecidos como “mundos”, são muitas vezes antagônicos, mas tendem a coexistir pacificamente. Eles determinarão como as pessoas se relacionarão com o trabalho na próxima década, segundo a PwC. Confira abaixo os detalhes:

- Mundo Azul: será o mundo do trabalho típico das grandes corporações. Os profissionais que estiverem inseridos neste ambiente gozarão de um estilo de vida diferenciado ­ já que essas organizações farão de tudo para retê-los. “Isso levará a uma situação nova: os empregados das megacorporações terão à disposição tudo de que necessitam para o seu bem

estar, ao contrário do que ocorrerá com empresas menores, de âmbito local”, explica João Lins. As carreiras serão longas e planejadas. Já os gestores serão cada vez mais pressionados a justificar seus investimentos na área de RH, mostrando claramente o retorno obtido com a adoção de diferentes ferramentas de qualificação, remuneração, etc. As empresas mais avançadas deverão adotar o cargo de Chief People Officer, ou CPO, que terá a responsabilidade de tomar decisões altamente estratégicas relativas à gestão de pessoas.

- Mundo Laranja: será o mundo do trabalho dentro de empresas de pequeno e médio porte. Aqui, o ambiente será bem diferente daquele retratado pela PwC no “Mundo Azul”. As pequenas empresas deverão ser ágeis e extremamente competitivas para enfrentar as grandes. Isso só será possível por meio de uma política de gestão de pessoas baseada na terceirização. Os gestores de RH terão de encontrar meios de atrair talentos para vagas temporárias, existentes somente durante a execução de determinados projetos. Por isso, a tendência é de que as empresas do “Mundo Laranja” sejam dependentes das associações de profissionais e das redes de relacionamento especializadas. “Serão redes formadas por fornecedores confiáveis, que poderão ser acionadas a qualquer momento, com custos reduzidos”, explica Lins, da PwC.

- Mundo Verde: será o mundo resultante das atuais pressões por sustentabilidade e responsabilidade social. As empresas buscarão abordagens mais holísticas para suas políticas de gestão de pessoas. Na guerra pelo talento, elas deverão lançar mão de novas armas, tais como a possibilidade de os funcionários equilibrarem vida pessoal e trabalho ou a oportunidade para planejarem suas carreiras com foco em “recompensa total” ­ isto é, baseada em objetivos não quantificáveis, como qualificação, saúde, qualidade de vida, etc. “Esse contexto remete a uma forte tendência de os gestores de RH centralizarem o desenvolvimento das políticas e as principais decisões das organizações na área de sustentabilidade e responsabilidade social”, afirma João Lins. (Texto de Andreas Müller publicado na newsletter da Revista Amanhã)

 

 

 

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Conheça os erros mais comuns em redes sociais

 

A monitoração e análise das mídias sociais ­ por ser uma ciência recente ­ é controversa e gera muitas dúvidas tanto para quem faz como para quem contrata. Neste post nosso objetivo é discutir e demonstrar alguns dos erros mais comuns na análise da mídia sociais que temos encontrado no mercado. São eles:

Análise de sentimento de comunidades pelo nome da comunidade: a análise de sentimento de uma comunidade do Orkut, por exemplo, não pode ser realizada pelo título da comunidade. Observem comunidades como: Eu amo o Citroen C3!. Apesar do título ter sentimento positivo, os posts com maior REPERCUSSÃO (número de respostas relacionadas ao post) são neste caso negativos. Ou seja, há um número considerável de participações de consumidores relatando problemas, o que por si só impede considerarmos a comunidade como positiva apenas pelo nome da mesma. Portanto os 3,464 participantes desta comunidade não obrigatoriamente se cadastraram aí porque realmente gostam do carro, dada a participação e o envolvimento de parte deles em um grande número de discussões de caráter negativo.

As discussões sobre uma marca/produto ocorrem sempre em comunidades de mesmo nome da marca/produto: aqui na E.LIFE já aprendemos que nem sempre as discussões mais fervorosas de consumidores sobre uma marca ocorrem em comunidades do mesmo nome do produto. Às vezes as discussões têm lugar em clusters ou comunidades específicas consumidores. Exemplo: um dos nossos clientes ­ uma empresa de alimentos ­ descobriu que uma parcela de consumidores vegetarianos estava discutindo em comunidades para este público sobre características do produto que eles não aprovavam. Estas discussões não ocorreram nas comunidades do produto. Ou seja, nada garante que as discussões em comunidades do mesmo nome de um produto ou serviço sejam as únicas.

Pensar na análise das mídias sociais como um clipping: há empresas que associam a monitoração e análise das mídias sociais como uma extensão do seu clipping de imprensa. As redes sociais são mais do que uma coleção de posts. É preciso analisar os incoming links, o blogroll da blogosfera, a repercussão de posts, o volume de postings x termos ao longo do tempo entre outras métricas.

Quem executa as estratégias também pode medir os resultados: As agências estão investindo como nunca em departamentos de mídias sociais. Estes departamentos criam e executam estratégias para estimular o buzz na web sobre marcas, produtos e serviços. Porém algumas destas mesmas agências se propõem a monitorar e analisar os resultados das ações. Há um conflito de interesses aqui: quem executa as ações não deve monitorar os resultados. Imagine se todos os institutos de pesquisa fossem além de conhecer a opinião pública realizar ações de marketing? Seria no mínimo polêmico. Os desafios da monitoração das mídias sociais já são bem grandes. E não acredite em propostas de Marketing ou Comunicação em 360 graus. Geralmente o giro completo resulta em chegar ao mesmo lugar.

A monitoração do boca-a-boca é um desafio simples: A monitoração e análise da “social media” envolve diversas ciências: mineração de dados (datamining), comunicação, marketing, teoria das redes. Há diversas questões em aberto como motores de busca específicos para este fim, análise automática de sentimento dos postings/comentários, abordagens diferentes para diferentes línguas, enfim, é necessário desenvolver ou customizar aplicações de software e métricas específicas para enfrentar cada novo desafio. E além do mais é preciso alinhar o que se pode extrair deste ambiente com as necessidades dos clientes.

Será possível analisar dados sócio-demográficos com exatidão: uma observação detalhada das redes sociais permite observar que geralmente muitos consumidores não informam local de nascimento, idade ou sexo. Através da análise de clusters é possível identificar consumidores com o mesmo perfil sócio-demográfico, mas há uma margem de erro considerável neste tipo de análise.

Será possível analisar redes com métricas de audiência: comparar audiência com qualquer outro dado extraído das redes sociais é impreciso e pode gerar falsas interpretações. Por exemplo, comparar número de membros de uma comunidade com acessos a um web site é uma prática que pode gerar desinformação. Primeiro porque ao visitar um site, mesmo que seja por poucos segundos há pelo menos algum envolvimento com o mesmo, como clicar num link, ver uma foto, navegar em algumas páginas, por exemplo. A inscrição em uma comunidade, por exemplo, nem sempre gera uma participação do consumidor nesta mesma comunidade. Há participantes ativos, porém há aqueles que entram nesta comunidade porque se identificam com o nome, ou querem incluir aquela descrição aos seus dados psicográficos, como: “detesto acordar cedo” e coisas do gênero. Porém para muitos consumidores não há envolvimento com a comunidade. Ao me logar no Orkut realizo diversas atividades mas há comunidade das quais faço parte que não vejo por pelo menos 6 meses. Estas comunidades podem nem sequer aparecer na tela do meu login, pois só há espaço para 6 comunidades na primeira página do meu perfil, e participo de outras 42. Qual o stickness dos consumidores nestas comunidades? Pode ser próximo a zero. Então comparar Unique visitors com participantes de comunidades é como comparar banana com laranja. É um dado que nào diz nada. (Fonte: www.elife.com.br)

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Marketing Strategies Summit Brasil acontece em SP

 





Entre os dias 19 e 21 de agosto de 2008, a IBC – International Business Communications promove o congresso Marketing Strategies Summit Brasil no Hotel Pergamon em São Paulo/SP. O evento vai mostrar estratégias adotadas por grandes companhias na elaboração de ações inovadoras para ganhar competitividade no mercado. As palestras serão ministradas por executivos do Banco Bradesco Cartões, Bunge Fertilizantes, Claro, Ericsson, Fedex, General Mills, IBOPE NetRatings, Pepsico, Sony, Warner e Yahoo!, entre outros. Um seminário sobre melhores práticas em branding completa a programação. “Vamos abordar os principais desafios enfrentados hoje pelos profissionais de marketing, além de promover discussões sobre novas tendências de mercado”, afirma a gerente de projetos da IBC e responsável pelo encontro, Carolina Lemos. “Entre os assuntos que serão debatidos estão o futuro das mídias, técnicas de pesquisa do consumidor e soluções de gerenciamento da área”, completa a gerente.

O primeiro dia de conferência trará seis estudos de caso e um painel de debates. O mapeamento da concorrência e do consumidor será o tema da apresentação do Banco Bradesco Cartões. Logo em seguida, executivos da Ericsson e Niasi falarão sobre planejamento estratégico de marketing e soluções de gerenciamento. Já a inovação como diferencial competitivo será discutida nas palestras da Warner, Pepsico e CBSS. Um painel sobre marketing viral reunirá o diretor de marketing para América Latina da Fedex Express e um especialista da Salem.

No dia 20, o evento trará experiências de sucesso da Faber-Castell, Daiichi Sankyo, Pimaco e Centro Internacional de Merchandising e Promoções do Brasil. Entre os temas que serão abordados estão as estratégias para otimizar ações na relação entre marketing, trade marketing e vendas, tendências para ações no PDV, mensuração de resultados, e marketing responsável e sustentável como diferencial competitivo. Um novo painel de debates sobre novas mídias e marketing digital reunirá especialistas da Sony Brasil, Yahoo! e IBOPE NetRatings. A sessão principal será encerrada com uma palestra sobre mensuração de resultados em canais digitais ministrada pela WebTraffic. No dia 21, um seminário sobre melhores práticas em branding completará a programação. O encontro discutirá as estratégias de internacionalização e principais desafios na construção da marca e terá palestras da General Mills - que trará a experiência da Häagen-Dasz, Claro, Bunge Fertilizantes, Embraer, Editora Abril, Novartis Animal Health e Aktuell Promoções e Eventos.

O evento é uma iniciativa do Informa Group Latin America com a marca IBC. A programação completa está disponível no site www.informagroup.com.br/marketing ou na Central de Atendimento, pelo telefone 11-3017-6808 e ibc@ibcbrasil.com.br.

IBC - A IBC – International Business Communications – está no Brasil há 11 anos, atuando como catalisadora de conhecimentos para o mercado empresarial, por meio de conferências, seminários e workshops para executivos em todos os setores da economia. Fundada em Londres em 1964, hoje a IBC integra o Informa Group plc. (FTSE-250: INF), líder mundial em informação empresarial.

 

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Branding x Marketing

 

Ricardo Guimarães, presidente da Thymus Branding, diz que na definição da Fundação Nacional Pela Qualidade (FNQ), de seu Modelo de Excelência e Gestão, “Empresa é um sistema vivo integrante de um ecossistema complexo, com o qual interage e do qual depende”. Esse é um importante ponto de partida para entender as diferenças e complementaridades do marketing e do branding. A visão corporativa e a visão de marca têm de fazer sentido para todos os stakeholders envolvidos com um setor, segundo Ricardo.

A Apple se construiu sob a filosofia de que “o homem não deve se render às máquinas”, criando a missão de fazê-las cada vez mais fáceis de serem utilizadas. É um verdadeiro caso de diferenciação, palavra muito usada em planejamentos estratégicos, mas que, em geral, ficam vazias em sentido.

O branding bem sucedido não necessariamente envolve o nome de uma marca. “Se mudássemos o nome da Google para qualquer outro nome, mas avisássemos as pessoas com um tempo de antecedência e mantivéssemos os produtos do mesmo jeito, os serviços com a mesma eficiência, não haveria grandes danos para a corporação.” Isso se deve ao branding. Trata-se de uma abordagem de gestão que busca aumentar a percepção de valor da marca junto a todos os seus públicos de interesse.

Enquanto o marketing fala de imagem e comunicação, o branding trabalha com a cultura, o jeito de fazer e a identidade de uma empresa. (Fonte: Portal HSM On-Line – junho de 2008)

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Você está recebendo esta mensagem por fazer parte do "Mundo das Relações Públicas", voltado à divulgação e à conscientização da importância deste segmento de comunicação no sucesso das organizações. O Boletim tem circulação mensal e gratuita, sob responsabilidade do RP Rodrigo Cogo (Conrerp SP/PR 3674) e com colaborações diversas de interessados.
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