Boletim nº 199/10 - Ano XIII
Janeiro 2010

Novos Cadastrados

Neste último mês, sejam bem-vindos a nossa comunidade: os universitários Carolina Rodrigues (São Bernardo do Campo/SP), Camila Guimarães (Belo Horizonte/MG), Cássio Paulo (Guarulhos/SP), André Raimundo (São Paulo/SP), Caroline de Melo (Maceió/AL), Maira de Oliveira (São Caetano do Sul/SP), Thaís Alves (São Paulo/SP) e Giselle Batista (Belém/PA).

E também os relações públicas Joel Santos (Itapevi/SP) e Amanda Rodrigues (Belo Horizonte/MG).

E ainda a jornalista Mariana Gandolfi (Piracicaba/SP), a secretária executiva Geysa Galvão (Jaboatão de Guararapes/PE) e a administradora Mônica de Araújo (Salvador/BA).




 

Neoconsumidor

Consumidores cada vez mais bem educados e informados e com instrumentos cada vez mais poderosos de atualização, comparação e avaliação, trocando informações e percepções entre si, precipitam o desenho de uma nova realidade. Estamos falando do Neoconsumidor. O conceito vem sendo delineado nos últimos dez anos, por conta das mudanças nos hábitos de consumo e das formas de relacionamento entre o varejo e os consumidores. Mudanças que foram fortemente motivadas pela adoção de tecnologias digitais, como internet e celular. No livro recém-lançado pela GS&MD - Gouvêa de Souza, “Neoconsumidor digital, multicanal & global”, o autor Marcos Gouvêa de Souza e seus convidados Alberto Serrentino, Daniela Siaulys, João Rios, John Strand, Luiz Goes, Pedro Guasti e Renato Müller falam sobre as múltiplas possibilidades de acesso e escolha oferecidas ao consumidor global, que transformam o mercado de uma maneira estrutural e irreversível, ao colocar a preferência pessoal acima de qualquer outra contingência.

Somado a essa transformação, é apresentado um cenário de maturidade da convergência de mídias e canais que o celular acrescenta ao conjunto de alternativas existentes. Graças aos avanços da tecnologia da comunicação, logística e informação, as limitações se tornaram mínimas. O poder revolucionário de mudança que o celular, integrado com outros canais de distribuição, promoção e vendas, desencadeará em todo mundo irá desenhar uma nova estrutura e uma nova lógica nas relações entre marcas, produtos e serviços em todo o mundo. E estamos apenas vivendo o momento inicial de todo esse processo. No livro está a síntese inicial de tudo que permeia a importância estratégica do consumidor digital, multicanal e global. Imaginar que possam ser mantidas as mesmas práticas, processos, design, atendimento, serviços, localização, layout, relacionamento, preços, condições e informações nos pontos de vendas para atender o Neoconsumidor será uma miopia incorrigível que, se não percebida a tempo, poderá contaminar todo o negócio. Uma simples questão de ótica e tempo.

Entre os subtemas tratados com riqueza de detalhes, apresentação de cases de sucesso e linguagem acessível estão: a evolução rumo ao Neoconsumidor; Multicanal; E-commerce; Varejo Multicanal 2.0; T-commerce: a televisão como canal de vendas; M-commerce: convergência, fronteiras, perspectivas e oportunidades; Neovarejo: a evolução genética do Multivarejo; e Visão do futuro: as possibilidades do varejo no mercado MVNO (Mobile Virtual Network Operator, que consiste em operações de telefonia celular desenvolvidas com a marca dos varejistas, em parceria com as empresas de telecomunicações). Outro destaque vai para o Estudo mundial sobre o Neoconsumidor, realizado em 11 países em parceria com o Grupo Ebeltoft (aliança internacional de empresas de consultorias em varejo), que traz, de forma completa, o universo do consumidor digital e seus multicanais de compra.

 

Fullsix revela 10 tendências da comunicação para 2010

 

O Grupo Fullsix identificou dez tendências que irão influenciar a comunicação das marcas durante o próximo ano. Segundo a Fullsix tem havido um aumento da importância das redes sociais no dia-a-dia dos consumidores em todo o mundo e Portugal não é excepção. Existem, no país, 3,2 milhões de utilizadores inscritos no Hi5, mais de 900 mil no Facebook e aproximadamente 60 mil no Twitter. Fique a conhecer as tendências identificadas pelo Grupo Fullsix.

1 - Realidade Aumentada - utiliza uma câmara para sobrepor informação virtual à realidade. Esta experiência permite à marca adicionar um sexto sentido na relação com o consumidor.

2 - Inteligência Geo-espacial - com o aumento da mobilidade as marcas que proactivamente fornecerem respostas em tempo real sobre um contexto distinguem-se das restantes.

3 - Comércio de conteúdos - com a proliferação dos vídeos interactivos os consumidores vão poder comprar itens enquanto assistem aos conteúdos multimédia.

4 - Cross-screen - o universo de media tem vindo a aumentar assim como o número de ecrãs onde a informação está disponível. Para os marketers isto significa que as mensagens terão que estar acessíveis quando, onde e como os consumidores as desejem.

5 - Micro-comércio - oferecer bens e serviços em micro-pagamentos pode ajudar uma marca a transformar o comportamento de compra, até agora premeditado, em compras impulsivas.

6 - Mundo que fala - os objectos poderão ser convertidos em canais de comunicação eficazes, capazes de envolver e interagir com o consumidor.

7 - Ground-swell surfing - a velocidade do vento, a duração e abrangência são factores chave para a produção das maiores ondas de surf; o mesmo acontece online: novas tecnologias sociais emergem rapidamente (velocidade), todos os segmentos despendem mais tempo em social networking (duração), em todos os pontos do globo (abrangência).

8 - Guerra de dados - se o Facebook fosse um país seria o quarto maior a seguir aos EUA. Em 2011 o universo digital será 10 vezes maior do que era em 2006. Isto significa que as oportunidades para as marcas são imensas.

9 - Premium Model - é benéfico deixar uma vasta audiência experimentar sem custos, uma oferta de uma marca. Rapidamente, a elevada procura por esses produtos convertem-nos em bens Premium.

10 - Long Tail vs DNA - imagine-se a oportunidade de negócio para uma empresa que, recorrendo a sistemas flexíveis de fabrico computorizado, consiga produzir de acordo com as características de cada indivíduo. Qual será o futuro da ultra-costumização? (Texto de Maria João Lima, publicado no portal Meios e Publicidade)

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TNS Research vê mais verba para marketing digital

 

O Marketing Digital terá maior notoriedade em 2010, principalmente em companhias que investem até R$ 1 milhão em Marketing por ano. Para estas, o meio digital será usado em 50% das ações. Já as empresas que gastam mais de R$ 10 milhões devem ter nas ações digitais 25% do investimento. Isto é o que informa a pesquisa realizada pelo Mundo do Marketing em parceria com a TNS Research International. Ao todo participaram da pesquisa 427 profissionais da área de Marketing de companhias brasileiras e multinacionais dos setores de serviço, varejo, bens de consumo e bens duráveis. As entrevistas aconteceram entre 22 e 28 de setembro. O estudo mostra que o investimento em ações digitais não significa redução nos gastos em Marketing, já que 40% das empresas que investiram no segmento tiveram aumento no orçamento.

É bem verdade que o Marketing caminha de acordo com novas tendências de bens de consumo e serviços e pelo comportamento do consumidor. Com a internet disseminada pelo mundo e a utilização cada vez maior desta ferramenta, o Marketing Digital ganha espaço nas ações desenvolvidas por empresas nacionais e multinacionais. Divulgar produtos e criar ou manter o relacionamento com consumidores são os principais objetivos das companhias pesquisadas ao investir em Marketing Digital. Para 78% delas, o meio digital é ideal para a divulgação de produtos, enquanto que 69% preferem usar a internet para se relacionar com consumidores. “Os resultados comprovam que não há mais como se relacionar com os consumidores ou vender produtos sem a utilização do meio digital”, afirma Bruno Mello, Editor Executivo do Mundo do Marketing.

Entre as estratégias digitais realizadas com maior freqüência, além de relacionamento e divulgação de produtos, a pesquisa aponta ações de branding para divulgar a marca (59%) e promoções (55%). Das corporações nacionais, 32% investem mais em ações para a divulgação de produtos. Já as multinacionais têm o mesmo percentual só que para ações de relacionamento. O e-mail marketing é a principal ferramenta usada por 88% das companhias pesquisadas, seguido por anúncios em sites segmentados e ações em sites de relacionamento, com 53% e 52%, respectivamente. Atualmente 74% das empresas de maior investimento em Marketing já desenvolvem ações digitais, tanto as nacionais quanto as multinacionais.

Ferramenta da moda no meio digital, os blogs corporativos são comuns em 1/3 das empresas que participaram da pesquisa. Dados mostram que 44% delas atualizam seus blogs semanalmente e 38% preferem postar informações diariamente. O uso de blogs corporativos é maior entre as companhias nacionais (29%) comparado às multinacionais (22%). Das redes sociais disponíveis na web, Twitter e Orkut são as mais usadas, com 30% e 16%, respectivamente. Também figuram entre as ferramentas preferidas dos profissionais de Marketing o YouTube (8%) e o Facebook (2%).

De acordo com o estudo, as companhias nacionais de pequeno porte realizam ações digitais mais básicas, que envolvem e-mail marketing, anúncio em portais e em sites segmentados e links patrocinados. Por outro lado as multinacionais investem em ferramentas de SEO (Search Engine Optimization), SEM (Search Engine Marketing), além de jogos e entretenimento digital. Em 2009, 59% das empresas nacionais incluíram o Marketing Digital no plano de Marketing, número parecido com o que foi revelado para multinacionais, com 60%. Esta inclusão não significou diminuição no orçamento das empresas, já que para 52% das nacionais a verba não teve nenhuma variação e manteve-se igual ao outros anos. Porém, para 14% das companhias multinacionais o valor diminuiu. O estudo afirma que o segmento que mais perde investimento para as ações digitais é o Marketing Direto, com 32%. “Em 50% das organizações não houve alterações no budget e em 40% delas aumentou” afirma Luciana Piedemonte, gerente de marketing da TNS Research International para a América Latina.

Segundo as empresas que participaram da pesquisa, o investimento em ações digitais deve crescer em 2010. Das companhias que investem até R$ 1 milhão em Marketing, a previsão é de que a verba seja dividida em 50% para ações tradicionais ­ ou off-line ­ e a outra metade para o segmento digital. Para as que destinam até R$ 10 milhões em Marketing, o on-line terá 34% da verba. Já as corporações que superam os R$ 10 milhões em Marketing, em 2010, terão 25% do valor destinado a ações digitais, somando três pontos percentuais ao número atual. Para o ano que vem, a maioria das empresas vê o Marketing Digital como ferramenta que será usada. Isto porque 84% das que participaram do levantamento afirmam que será realizada alguma ação digital em 2010. A pesquisa ouviu profissionais de Marketing (58%), comunicação (14%), comercial (12%), vendas (6%), administração / recursos humanos (5%) e de outras áreas (5%). Das companhias participantes, 26% delas são do segmento de serviços, 20% agências, 12% varejistas, 11% consultorias, 7% bens de consumo, entre outras. Veja mais no Slideshare. (Texto de Thiago Terra, publicado no portal Mundo do Marketing)

 

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Convergência redefinindo interações e relacionamentos

 

O desenvolvimento acelerado das tecnologias convergentes tendo como palco principal a Internet trouxe impactos significativos nos meios de comunicação e formas de relacionamento. As formas e canais tradicionalmente utilizados estão gradativamente convergindo para um mesmo ambiente. Os canais eram tipicamente destinados a vídeo e voz, do relacionamento oral, escrito, ao pessoal, presencial. Da mesma forma, a publicidade e a comunicação, que outrora possuíam formas e formatos específicos para determinados canais, agora, e, cada vez mais, têm praticamente todas as variações de formas, formatos e finalidades num só ambiente, a Web, com uma só categoria de mídia - a multimídia - e com o relacionamento como ingrediente principal desta nova maneira de interagir, vender e se comunicar. Não restam dúvidas acerca da veracidade e atualidade do fenômeno chamado Convergência, ou seja, o movimento para um ponto comum ou de junção para um foco ou ainda a união de interesses comuns.

O crescimento do uso dos meios digitais para os seus mais diversos fins fez surgir novos elos nas cadeias de valor dos mercados, pois não somente as formas de comunicação, interação e relacionamento mudaram, mas setores e indústrias inteiras foram afetadas (como música, mídia, educação, conhecimento, entretenimento, meios de pagamento, varejo, etc), impactando diretamente suas atividades, produtos, serviços e modelos de negócio.

No passado recente tivemos o surgimento com incrível padrão de adoção e crescimento das chamadas redes sociais multimídia, como Youtube, My Space e Facebook, assim como ferramentas colaborativas como Twitter, Blogs e YouTube. Esse fenômeno chega com toda força ao mundo corporativa e praticamente obriga as empresas a se manifestarem e estarem presentes onde seus consumidores e demais agentes de relacionamento estão, interagindo intermitentemente ­ de forma transparente - das mais variadas formas (o que certamente essas empresas não estão acostumadas ou sequer têm interesse em fazer).

A propaganda e a publicidade, essencialmente calcadas no objetivo de influenciar decisões com base na percepção gerada, passam a ter que pensar sistematicamente em meios digitais e sua integração com as formas tradicionais de comunicação. E isso quer dizer aprofundamento, opinião, debate, contextualização, comparação, emoção X razão... ou seja, muito mais que a simples intenção de motivar e influenciar para a preferência de consumo.

As tecnologias digitais estão quebrando a barreira dos PCs e invadindo todo o resto a nossa volta. A Web está cada vez mais presente em praticamente tudo o que fazemos, seja para conseguir uma informação, para acessar um serviço, para falar ao telefone etc. A rede está praticamente invisível, permeando nossas vidas de forma tão sublime quanto importante, trazendo a tira-colo mudanças significativas na maneira como realizamos e percebemos nosso entorno.

Particularmente o varejo, como sendo a ponta da cadeia de valor mais intimamente ligada ao consumidor final, vem gradativamente sendo impactado pelas mídias digitais em todos os aspectos, sejam elas relacionadas a seus cliente e consumidores, fornecedores ou até mesmo processos internos. As novas formas de midias digitais estão redefinindo a maneira como se transmite informações e se interage com sua audiência, seu público-alvo, agora redefinido como indivíduo+grupo+rede de relacionamentos.

As experiências de consumo, de persuasão e interação estão e irão continuar sofrendo grandes alterações. Os níveis de percepção de serviços e comunicação multimídia, por parte dos clientes e consumidores, ainda são demandados de forma “passiva”, para a maioria das empresas; porém são percebidos e comparados de forma ativa. O que isso quer dizer? Oportunidade com alguma chance de aprimoramento, uma vez que este modelo maduro ainda não se constitui numa exigência sine-qua-non dos diversos agentes de relacionamento da empresa - um critério qualificador, mas sim um diferenciador valorizado.

Uma loja de cimento e tijolos, por mais bonita e mais bem localizada que seja não é mais garantia de sucesso. É preciso sobretudo saber encantar e levar a loja aonde as pessoas estiverem, usando internet, televendas, porta-a-porta, visitas pessoais e diversas outras alternativas, sem desprezar nenhuma das mídias, nem mesmo a loja, é claro. A loja ainda é a galinha de ovos de ouro que alimenta a todas as demais alternativas de venda. Quem ficar parado esperando os clientes encastelado em quatro paredes estará fazendo o bolo ao gosto do confeiteiro, e não dos convidados. E o mercado cobra muito caro de quem desrespeita as suas leis. As estatísticas do Sebrae comprovam isso com sobra de dados. (Texto publicado no site da E-Consulting Group)

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Cursos Ibradep

Está sendo divulgada a programação de cursos do primeiro trimestre de 2010 do Ibradep nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, ministrados pela relações públicas Gilda Fleury Meirelles. Na capital paulista, a única possibilidade é o curso "Diplomação, Posse e Transmissão de Cargo" nos dias 27 e 28 de janeiro. Já em terras cariocas, as opções envolvem "Aperfeiçoamento Gestão em Protocolo e Cerimonial" nos dias 08 a 10 de fevereiro e ainda "A Arte de Falar em Público ­ Mestre de Cerimônias, conduzindo a solenidade" nos dias 11 e 12 do mesmo mês. Para a capital federal, são várias iniciativas em março: dias 4 e 5 com "Planejamento e Organização de Eventos, Empresariais e Governamentais", dias 8 a 10 com "Aperfeiçoamento Gestão em Protocolo e Cerimonial", dias 11 e 12 com "A Arte de Falar em Público ­ Mestre de Cerimônias, conduzindo a solenidade", dia 15 com "Postura Empresarial para Atendimento ao Público" e ainda dias 16 e 17 o curso "Recepção para Visitas Ofiiciais - Hábitos e Costumes dos Povos". Para mais dados, consulte Mauro Lima Wu pelo 11-4152-8419 , ou maurowu@ibradep.com.br. Veja mais do conteúdo programático de cada atividade no site www.ibradep.com.br.

 

Signos do Consumo

A revista eletrônica Signos do Consumo chega à sua segunda edição e traz artigos sobre o tema “Os Signos do Consumo e suas Múltiplas Expressões”. A publicação é coordenada pelo Núcleo Interdisciplinar de Estudos da Linguagem Publicitária (NIELP) e pelo Grupo de Estudos Semióticos da Cultura, Comunicação e Consumo (GESC³), ambos da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. É semestral e tem como proposta criar lugares de discussão sobre os recentes estudos e reflexões acerca dos efeitos da mediação sígnica do consumo nas realidades culturais contemporâneas. Professores doutores, bem como mestrandos e doutorandos, podem enviar artigos sobre comunicação e consumo para avaliação do Conselho Científico da revista. Informações sobre envio de artigos podem ser encontradas no www.usp.br/signosdoconsumo.

 

Congresso Internacional de Reputação

Em 2010, o Rio de Janeiro será a sede da 14ª Conferência Internacional sobre Reputação Corporativa, Brand, Identidade e Competitividade. Esse evento é organizado anualmente pelo Reputation Insitute e, pela primeira vez, ocorrerá no Brasil. Nos anos anteriores, a conferência foi realizada em diversos países, tais como Holanda, China, Noruega, Estados Unidos e Espanha. No Rio, será de 19 a 21 de maio, no Hotel Sofitel, localizado na Avenida Atlântica, 4.240, na praia de Copacabana. Em breve, mais informações pelo site oficial.

 

Conferência de Comunicação Interna

Você sabe como desenvolver um Business Plan para aperfeiçoar a área e garantir retorno financeiro nos investimentos? Este é um dos temas da Conferência Internal Communications Intelligence, que a International Business Communications/IBC ­ integrante do Informa Group ­ promove nos dias 24 e 25 de fevereiro de 2010 no Hotel Park Plaza em São Paulo/SP. Há desconto de R$ 300,00 para inscrições até dia 22 de janeiro. Entre as empresas confirmadas para troca de experiências no tema estão Alstom Brasil, Bunge Alimentos, Caterpillar Brasil, CPFL Energia, DASA ­ Diagnósticos da América, Deloitte, Ericsson Telecomunicações, Hospital Santa Rita de Cássia de Vitória ­ ES, Merck Sharp & Dohme, Nokia Siemens Networks e Press & Mídia Comunicação. Na estrutura de conteúdos, estão previstos dois briefings introdutórios: Conceito de Inteligência em Comunicação Interna e KPI’s em Comunicação Interna. Para mais informações, ligue 11-3017-6888 ou escreva para comunicacao@informagroup.com.br. Veja ainda mais dados no site www.informagroup.com.br/comunicacao.

 

Blog Execução da Estratégia

O blog Execução da Estratégia é um espaço livre de debate entre pessoas envolvidas com gestão estratégica. O objetivo é oferecer conteúdo de qualidade para fomentar a interação da comunidade interessada em discutir o tema. Você pode utilizar o blog para sanar dúvidas, postar suas opiniões e comentários, além de dividir suas experiências e práticas relacionadas ao tema. Alinhamento Organizacional, Balanced Scorecard, Comunicação da Estratégia, Execução da Estratégia, Gestão Estratégica de Projetos, Governança Estratégica, Planejamento Estratégico e Remuneração Variável estão entre os temas.

 

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Mercado em Movimento

 

Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento.  Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:



>A relações públicas Aline Talavera é Analista de Comunicação Corporativa da Henkel do Brasil.


>O relações públicas Aislan Greca, integrante do nosso Mundo-RP, é especialista em Comunicação da Refinaria Henrique Lage da Petrobras. Contatos pelo greca@petrobras.com.br.


>Rosélia Viana, integrante do nosso Mundo-RP, ministra cursos na área de Ouvidoria e é Gerente de Comunicação da Concessionária de Rodovias Concepa no Rio Grande do Sul. Contatos pelo roselia@portalouvidoria.com.br.

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Parceiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Web movimenta campanha Palco HSBC

 

O Banco HSBC realiza a campanha Palco HSBC nas ruas de grande cidades e no computador de milhares de pessoas. A ação ouviu cerca de 2 mil brasileiros sobre temas como Casamento, Honestidade, Liberdade, Tecnologia, Responsabilidade, Beleza e Jogos Olímpicos. Na web a ação movimentou mais de 250 mil internautas, entre visualizações no YouTube, uploads de fotos, tweets e comentários nos blogs envolvidos na campanha.

Além de ajudar a marca HSBC a entender ainda mais os valores do brasileiro e quais princípios norteiam suas decisões financeiras, a ação reforçou a presença do banco no Brasil. Criado pela JWT, em parceria com a Mídia Digital, o Palco HSBC continua movimentando pessoas do Brasil inteiro na internet: colecionando vídeo-respostas, fotos, tweets e comentários em redes sociais e blogs como Irmãos Brain, Contraditorium, Sedentário Hiperativo, Viaje na Viagem e Cinema com Rapadura. "Até agora, a ação já movimentou mais de 250 mil internautas - entre visualizações no YouTube, uploads

de fotos, tweets e comentários nos blogs envolvidos na campanha. Esse trabalho foi fundamental para conhecer melhor o brasileiro que, voluntariamente, se dispôs a dividir com a marca HSBC suas ideias e valores", comenta Carlos Alves, diretor de Brand Management do HSBC.

A ação descobriu que o tema mais recorrente foi Casamento, que contou com a maioria dos depoimentos positivos capturados pela ação, seguido por Jogos Olímpicos. "Nos mais de 80 países em que atuamos, esta é a segunda vez que o HSBC realiza esta ação. O Brasil foi escolhido, justamente por ser um mercado prioritário para o banco. Fica registrado o nosso muito obrigado pelas colaborações e a promessa de que vamos utilizar essa informação da melhor maneira possível: revertendo-a em beneficios e serviços diferenciados para o brasileiro", conclui o executivo. Confira aqui o site ‘Palco HSBC'. (Texto publicado no portal Meio&Mensagem Online)

 

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Frase do Mês


"Para alcançar o conhecimento, acrescente coisas todos os dias.
Para alcançar a sabedoria, remova coisas todos os dias"

por Lao Tsé

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Congresso discutirá Comunicação Pública e interesses públicos e privados

 

O IV Congresso Brasileiro Científico de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas - Abrapcorp 2010 está confirmado entre 20 a 22 de Maio de 2010 em Porto Alegre/RS. O tema central é "Comunicação Pública: interesses públicos e privados”. A programação conta com painéis, conferências com convidados internacionais, seis Grupos Temáticos (GTs Abrapcorp) e o III Fórum de Debates sobre Comunicação Organizacional e Relações Públicas. Trará, ainda, sessões voltadas exclusivamente para alunos de graduação, com a manutenção das oficinas já realizadas em anos anteriores e o "Espaço para Iniciação Científica", destinado à apresentação dos resultados de trabalhos monográficos e de pesquisas de iniciação científica.

Comunicação Pública é o tema central. Trata-se de um conceito complexo e, como tal, permite atrair abordagens teóricas e reflexões sobre a sua prática nas diferentes perspectivas do campo comunicacional, mais especialmente, a partir da comunicação organizacional e de relações públicas. A organização desse debate num congresso científico permite aprofundar questões, trocar experiências e contribuir para a produção de conhecimento sobre as disputas e convergências em torno de interesses públicos e privados que desembocam na produção da comunicação pública. Como desdobramentos, são apontados como subtemas os estudos de Comunicação Pública e Política no Brasil: Avanços e Perspectivas, Estratégias e Produtos de Comunicação do Estado; Opinião Pública e Construção de Imagem Institucional e A Comunicação de Interesse Público entre o Estado, Mercado e Sociedade.

O debate sobre comunicação pública abrange diversos campos de conhecimento, bem como práticas sociais e profissionais sendo que as áreas de comunicação organizacional e relações públicas abrigam, de modo privilegiado, essa experiência, na medida que as instituições públicas e privadas desenvolvem ações estratégicas dirigidas a públicos específicos, com instrumentos de comunicação, em defesa do interesse público. De modo complementar, os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário que constituem o Estado, também se valem de estruturas e profissionais capazes de informar e estabelecer comunicação ­ pública ­ como a própria tradução de democracia. Como espaço estratégico de visibilidade, os meios de comunicação de massa são essenciais à consecução da comunicação pública, assim como defendem interesses públicos e, também, aqueles privados.

Destaques - O maior destaque será a participação do professor e pesquisador italiano Rolando Stefano, da Universitá IULM, um dos maiores estudiosos

e especialistas em comunicação pública, que fará a conferência inaugural e ministrará um curso no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFRGS, antes do congresso. Outra convidada internacional é a Nicole d’Almeida da Universidade Sorbonne de Paris, França. Participará como conferencista e irá também ministrar um curso no Programa de Pós-Graduação - em Comunicação da PUC-RS. Além destes dois convidados internacionais o congresso contará com expositores nacionais, conforme programa do evento, considerados como os mais destacados estudiosos do tema da comunicação pública e das questões relacionadas com a esfera pública e privada.

O I Congresso Abrapcorp aconteceu na USP em 2007 com o tema central “A Comunicação Organizacional e as Relações Públicas no século XXI: um campo acadêmico e aplicado de múltiplas perspectivas”. No ano seguinte, foi a vez da UFMG sediar em Belo Horizonte/MG o evento que discutiu prioritariamente “Comunicação, Sustentabilidade e Organizações”. Já a versão 2009 aconteceu em auditório da FAPCOM na capital paulista, com o tema “Comunicação, Humanização e Organizações”. A próxima edição conta com a marca da Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (Famecos/PUC-RS) e da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Fabico/UFRGS).

Entidade - A Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas (Abrapcorp), constituída em 2006, tem como objetivo geral “estimular o fomento, a realização e a divulgação de estudos avançados, resultantes de pesquisa, nos campos da comunicação organizacional e das relações públicas”. Esta nova entidade expressa a existência de uma comunidade atuante de pesquisadores, originariamente integrados aos núcleos de pesquisa em Comunicação Organizacional e Relações Públicas da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), hoje a maior e mais importante associação das Ciências da Comunicação no país. Uma entidade autônoma, a Abrapcorp, juntamente com outras 11 associações, se vincula à Federação Brasileira das Associações Acadêmicas e Científicas de Comunicação (Socicom), criada em setembro de 2008.

Para informações e inscrições, consulte a Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas, que funciona na Escola de Comunicações e Artes -Universidade de São Paulo (Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443 ­ prédio 8, sala 30 ­ Cidade Universitária), através do fone 11-3091-2949 ou ainda nos canais digitais: www.abrapcorp.org.br, www.twitter.com/abrapcorp e abrapcorp@abrapcorp.org.br.

 

 

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Os 20 “mais” de 2010

Os caçadores de tendência da comunidade trendhunter.com apontam 20 comportamentos e preferências que já estão aí e tendem a ganhar força em 2010. Confira.

1ª A próxima melhor alternativa
Moda vintage, alta costura versátil, submarcas e joias acessíveis. Ao longo do último ano, as pessoas se tornaram mais sensíveis ao consumo excessivo e começaram a ligar seu sucesso não apenas ao que é luxuoso, mas também ao que é funcional e tem a ver com experiência de vida. Assim, em vez de comprar o produto mais caro e a melhor marca, as pessoas estão experimentando novos produtos na busca pela melhor alternativa seguinte.

2ª Decoração “faça você mesmo”
Arte, mobília e itens decorativos são produzidos pelos próprios usuários e constituem a solução perfeita para aqueles que estão com pouco dinheiro. Mantenha suas bolas de pingue-pongue, suas garrafas de vinho ou suas jarras de plástico, porque decorar sua casa nunca foi tão acessível e culturalmente aceitável.

3ª Troca-se tudo
Hoje você pode trocar casas, peças de arte, serviços ou mesmo seu guarda-roupa completo. Cidadãos empobrecidos que não querem comprometer seu estilo de vida estão trocando, permutando e comercializando em busca de uma vida melhor.

4ª Ações “pop-up”
Conceitos temporários surgem inesperadamente para atrair consumidores com o apelo de exclusividade e novidade. Vitrines diferentes, bares instalados em contêineres de carga, serviços bancários surpreendentes. É a maneira “pop-up” de rapidamente colocar seu produto em novos mercados.

5ª Moradias nômades
A recessão, somada à arquitetura criativa, criaram um influxo de casas temporárias e únicas. Apartamentos portáteis, casas-barcos futuristas e moradia em cubo são apenas alguns exemplos da vida nômade moderna.

6ª Eco-utensílios domésticos
Lavadora de louças que não usa sabão, mini-máquinas de lavar roupas e pias de cozinha não apenas ajudam o meio ambiente, mas que, ao longo do tempo, levam à economia de dinheiro também, por seu desempenho eficiente.

7ª “Ecóprole”
Pode ser uma morada subterrânea, uma casa flutuante ou nas alturas ­os desenvolvimentos “ecoprolitanos” estão rapidamente se tornando um estilo de vida. Além de revitalizar os centros urbanos com elementos ecológicos, as nações estão criando cidades-nichos especificamente para atingir objetivos ecológicos.

8ª “Simpletising” (comunicação com simplicidade)
Embalagens inspiradas em frutas e caixas de leite com úberes. Em um mundo abarrotado de coisas e informações, a clareza visual acaba se destacando. Também se encaixa bem no desejo de uma vida mais simples.

9ª “Emocionologia”
Os humanos não são os únicos com sentimentos; joias, aparelhos telefônicos, listas de músicas e outros aparatos sensíveis às emoções manifestam seu humor fisicamente. Cientistas estão estudando o mundo das emoções e descobrindo como ele pode ser aplicado à tecnologia.

10ª Exposição de vulnerabilidade
As mídias sociais redefiniram nosso acesso à vida pessoal de celebridades e amigos. Agora, vemos de tudo: de mulheres “twitando” na hora do parto até estrelas publicando fotos não-tratadas pelo Photoshop ou que retratam momentos embaraçosos.

11ª Campanhas via crowdsourcing
Envolver o consumidor na criação de comerciais de TV agora se chama crowdsourcing ­a inteligência coletiva a serviço da geração de soluções. Os exemplos incluem cartazes, displays de vitrine e até mesmo comerciais de TV.

12ª Marketing saudosista
Motivos de contos de fadas em joias ou anúncios. Alice no País das Maravilhas ou monstros ajudam consumidores a escapar do baixo astral econômico, buscando refúgios em fantasias do passado.

13ª Auto-assistência médica
Chegou a nova era dos cuidados médicos com produtos que ajudam os consumidores a cuidar de sua saúde sem precisarem chamar um médico: medidores de pressão arterial, monitores de fertilidade, relógios que medem o estresse e outros itens que são uma resposta às dificuldades experimentadas com os serviços públicos de saúde.

14ª Exigente sim, chato não
Anos atrás, vimos alimentos importados como o tofu saírem da categoria de exóticos para entrarem no uso comum. Agora, vemos a proliferação de alimentos que servem necessidades únicas, como os isentos de glúten ou os vegetarianos. Não é mais chato ser “enjoado”.

15ª Produtos pró-dependência
Os casais da nova geração já tendiam a andar mais juntos do que os de gerações passadas. A crise do crédito aumentou a demanda por produtos a favor da dependência, como as tatuagens separadas (uma em cada pessoa) que se combinam para formar um desenho, copos que se complementam e decoração compartilhada ­tudo reforçando a condição de casal.

16ª Traje “metade formal”
É a mistura de peças de roupas formais com descontraídas, num visual híbrido adotado por jovens profissionais: shorts com blazers e paletós com jeans, por exemplo.

17ª Cultura do aluguel
Artigos de luxo, roupas, brinquedos e objetos de arte são pequenos exemplos de um mundo de itens que podem ser alugados. O movimento teve início em 2008, mas a recessão acelerou a busca por posse temporária, status de mentira e muitas permutas.

18ª Empavonar-se
A graça é aparecer tanto quanto um pavão, não necessitando de grifes caras para gritar “Olhe para mim!”. Um antídoto contra a depressão da crise. A receita: cores exageradamente vibrantes em roupas, acessórios e maquiagem.

19ª Compras “sem-serviço”
Os clientes se servem. Em bares, você mesmo tira seu chopp; entre os hotéis, opção self-service. O resultado: economia de dinheiro e senso de independência e controle criativo.

20ª Personalização tangível
Presentes que têm a sua cara. Literalmente. Você estampado em taças ou notas de US$ 1 milhão. A personalização de produtos, já em voga em 2009, agora ultrapassa o segmento de luxo, impulsionada pela crise econômica. (Texto publicado no portal HSM Online)

 

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Como Construir Fidelidade Online

 

A competição entre as empresas de varejo online é acirrada, especialmente durante o período de festas. Basta apenas um clique para ir de uma empresa para outra. Mecanismos de procura e ferramentas de comparação de produtos nivelam a disputa entre sites de todos os tamanhos. A fidelidade do cliente é crucial para que os negócios sobrevivam por muito tempo. Tendo isso em mente, o que faz com que os clientes se tornem fiéis também no espaço online? De acordo com um novo relatório do Aberdeen Group, Online Customer Loyalty: Converting Occasional Shoppers Into a Loyal Consumer Base, até o momento, nenhuma estratégia de fidelidade online emergiu como modelo. No entanto, as empresas melhor qualificadas apresentaram práticas em comum, tais como: promoções dirigidas ao público alvo baseadas em fatores comportamentais (56%), personalização da comunicação dirigida ao cliente baseada nas suas preferências (28%) e aumento dos pontos de contato com o cliente antes, durante e após a compra (28%). “É evidente que a indústria está mudando da velha atitude [se tiver oferta haverá procura], para uma que valorize e maximize o valor do cliente existente”, diz Greg Belkin, analista da Aberdeen e autor do relatório.

Muitos consideram um programa de pontos como sinônimo de estratégia de fidelidade com os clientes. Mesmo que sejam importantes, eles são apenas um elemento, diz Belkin. Ele recomenda que as empresas combinem esforços formais e informais no processo de fidelização de seus clientes, como ações de marketing personalizadas, iniciativas de cross-selling e up-selling e acompanhamento pós-venda. “Pontos e recompensas são importantes, mas são apenas uma peça do quebra-cabeça”, ele completa. Belkin aponta que existem três pilares para ter uma estratégia online bem sucedida de fidelização de clientes:

Atração de clientes: Campanhas de marketing direcionadas ao público-alvo e planejadas com base nas análises dos clientes podem ajudar a aumentar os gastos dos clientes existentes. Podemos dar como exemplo os cupons eletrônicos, emails personalizados, anúncios, pesquisas, avaliação dos clientes e blogs.

Conversão de clientes: Deslumbrar os visitantes do site com experiências altamente personalizadas utilizando estratégias promocionais específicas, precificação, oferecendo conteúdo e vendas cruzadas ao usuário. Faça análises, utilize sistemas de CRM e dados dos cartões de fidelidade multicanal para desenvolver interações altamente personalizadas.

Suporte ao cliente: Ofereça suporte de pós-venda a seus clientes com estratégias de gerenciamento de retorno multicanal, e acompanhe o serviço oferecido ao cliente. “Os varejistas estão começando a considerar a idéia de implementar programas de fidelidade de maior investimento, desenvolvendo-os pouco a pouco”, diz Belkin. Por exemplo, o relatório destaca um varejista do setor de vestuário que tinha um resgate de pontos online e um

programa bastante estruturado, mas deixava as especificidades dos seus clientes de lado nos seus programas de marketing. A empresa investiu na personalização para melhorar os benefícios de seu programa de pontos. Agora, ela coordena promoções entre os canais, utiliza e-mails para um contato personalizado e integra os dados de CRM com os dados de recompensas.

Oportunidades para crescimento - Enquanto muitas empresas estão trabalhando a personalização e a relevância nos seus esforços de marketing e de serviço ao cliente, Belkin diz que muitas esquecem as oportunidades de fidelização com merchandising. “Na minha opinião, muitos varejistas perdem a oportunidade de alavancar o seu website com o merchandising”. Ele aponta que nesta indústria, entre os varejistas médios, “a coordenação de promoções e a organização online é terrível, além de possuírem inciativas de cross-selling e up-selling irrelevantes. O merchandising é um ingrediente crucial para o processo de fidelização”.

Para os varejistas online que pretendem adentrar no espaço das mídias sociais, Belkin ressalta que primeiramente é necessário ter a casa em ordem. “Muitos dos varejistas estão focados nas mídias sociais, porém, sinto que é um erro confiar e utilizar estas plataformas sem ter seu próprio site funcionando bem”. Belkin recomenda que as empresas interessadas em criar uma lealdade efetiva com seus clientes deveriam:

• Ampliar as estratégias existentes de fidelidade online através de um aumento dos pontos de contato, proporcionando ao cliente uma experiência online mais personalizada.
•Criar uma estratégia de promoção online que garanta visitas freqüentes no site.
• Complementar as estratégias de fidelização existentes utilizando dados dos clientes, estratégias internas de venda coordenadas e um maior resgate de pontos.
•Incluir o resgate de pontos e outros programas de fidelidade para, conseqüentemente, aumentar a satisfação do cliente.

O objetivo da maioria dos varejistas é desenvolver uma estratégia integrada e multicanal, que permita às empresas personalizarem suas ações, através de diversas plataformas e atender às crescentes expectativas dos seus clientes. Os dados obtidos nos pontos de venda podem ser integrados com os dados do website, para desenvolver interações personalizadas e relevantes em todos os pontos de contato. Entretanto, apenas uma pequena parte dos varejistas está fazendo isso, diz Belkin. “É um mercado extremamente empolgante para se estar agora”, ele completa. “Os gastos em e-commerce tem sido um dos poucos pontos de destaque no cenário de varejo atual. Os varejistas estão ficando mais inteligentes e perceberam que não fazer nada não funciona mais”. (Texto de Elizabeth Glagowski, Gerente Editorial do 1to1 media , publicado na newsletter do portal 1to1)

 

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