Boletim nº 200/10 - Ano XIII
Fevereiro 2010

Novos Cadastrados

Neste ultimo mês, sejam bem-vindos a nossa comunidade: os universitários Viviane Cerqueira (Salvador/BA), Luana Romariz (Salvador/BA), Marcela Fonseca (Belo Horizonte/MG), Paulo Brito (Londrina/PR), Tatiana Bastos (Porto Alegre/RS), Laura Petró (Porto Alegre/RS), Karen Silva (São Paulo/SP), Matheus Montanheri (Franca/SP), Vanessa Vargas (Porto Alegre/RS), Priscila Monteiro (Lauro de Freitas/BA), Lívia Dugais (São Paulo/SP), Érica Frazão (Manaus/AM), José Carlos Pereira (São Paulo/SP), Bruna Martins (São Paulo/SP) e Gabriel Sandrini (São Paulo/SP).

E também os relações públicas Cíntia de Morais (Pouso Alegre/SP), Fabiana Silva (Itajubá/MG), Renata Sebastião (Sabarã/MG), Tiago Zaniratti (Cachoeirinha/RS), Rodrigo Bosshard (Recife/PE), Ana Rosa Bertolucci (São Paulo/SP), Danielle Antunes (Joinville/SC), Daniela Seibt (Gramado/RS), Thaís Tosato (Várzea Paulista/SP), Débora Taveira (Campinas/SP), Fernanda Tonezer (Porto Alegre/RS) e Rafael Leal (Guaíba/RS).

E ainda a assistente comercial Jussara Junho (São Paulo/SP), as jornalistas Juliana Lolato (São Paulo/SP) e Ana Cristina Andrade (São Paulo/SP), a advogada Lúcia Derenusson (Rio de Janeiro/RJ), a bibliotecária Lília Reis (Rio de Janeiro/RJ) e a tradutora Maria Cecília Mendes (São Paulo/SP).




 

Comunicação Empresarial

A AberjEditorial, unidade de publicação de obras de referência da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial, lança o terceiro volume da coleção "Capítulos ABERJE". Integrado por 17 artigos de executivos de mercado e pesquisadores acadêmicos, o livro "Comunicação Empresarial Estratégica: práticas em Minas Gerais - o pensamento global na ação local" procura mostrar a diversidade de vivências em informação e relacionamento de organizações representativas de diferentes segmentos econômicos no cenário mineiro, dando continuidade ao registro formal das percepções e aplicações dos capítulos regionais da entidade.

Entre as empresas e comunicadores selecionados para repassar conhecimentos e levantar reflexões, estão Ana Cristina Reis Faria Neves, Grupo Algar; Ana Gabriela Dias Cardoso, ex-Usiminas; Ana Vilela, Casa Fiat de Cultura; André Elesbão, Anglo Ferrous Brazil; Antônio Achilis Alves da Silva, ex-Fundação TV Minas e Associação Brasileira das Emissoras Públicas, Educativas e Culturais/ABEPEC; Cássia Cinque, Vale; Ivone de Lourdes Oliveira, PUC Minas; Lúcio Pérez, Assembleia Legislativa de MG; Luiz Guilherme Queiroz Gomes, Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa, Fundep; Luiz Henrique Michalick, Cemig; Márcio Simeone Henriques, Universidade Federal de Minas Gerais; Marco Antonio Lage, Grupo Fiat no Brasil; Marco Antonio Piquini, Iveco Latin America; Maria do Carmo Reis, Universidade Federal de Minas Gerais, e Dulcemar da Costa, BH Press Comunicação; Robson de Almeida Melo e Silva, ex-ArcelorMittal Brasil; Varda Kendler, V&M do Brasil, Grupo Vallourec; com apresentação de Paulo Nassar, diretor-geral da Aberje, professor doutor da ECA/USP e organizador da obra.



 

Modelos de Gestão

Lançada pela Pearson Education, a segunda edição de Modelos de gestão é um guia prático e indispensável a qualquer gestor ou aspirante a gestor que prezem pela excelência e praticidade em seu dia a dia. A obra traz os 60 modelos de gestão mais comuns organizados em ordem alfabética e dispostos de acordo com a categoria em que são aplicados. Cada modelo é dividido em seções que indicam como e quando devem ser usados. Prático, o livro auxilia o gestor em sua tomada de decisões de maneira rápida e direta, apresentando tanto os modelos já tradicionais quanto aqueles mais modernos no mundo dos negócios.

Autores - Marcel van Assen é consultor sênior do grupo de gestão de operações na Berenschot e professor da Rotterdam School of Management, Erasmus University. É mestre em engenharia mecânica pela Universidade de Twente e em administração de empresas pela Open University e doutor em administração de empresas pela Erasmus University Rotterdam. Gerben van den Berg é consultor sênior de estratégia do grupo de estratégias de negócios da Berenschot. Aconselha a diretoria e a gerência de empresas de todos os setores a respeito de planejamento estratégico e reestruturação organizacional. Já Paul Pietersma é mestre em administração, consultor sênior de estratégia e diretor-presidente de estratégias de negócios da Berenschot.

 

"Work in Progress - 10 Trends for 2010" fala em tendências da sociedade de consumo

 

Uma das tendências é a aceleração da mudança de força política e econômica do mundo para as nações do chamado BIC, que compreende Brasil, Índia e China (com a Rússia um pouco atrás neste processo). "As empresas não apenas mudarão seus recursos para o Novo Mundo, mas olharão para esses mercados para encontrar produtos mais lucrativos e com preços menores, que poderão substituir concorrentes nos mercados desenvolvidos". O texto fez referências ainda ao efeito psicológico da vitória do Rio de Janeiro na disputa pelo direito de sediar os Jogos Olímpicos de 2016. "Enquanto sambistas, freqüentadores de praia e fãs do esporte enlouquecidos comemoravam com bandeiras, no hemisfério norte, habitantes de Chicago estupefados sentiam a derrota. Todos sentiram que os pólos da Terra estavam invertidos. O Brasil, e não os Estados Unidos, estava no topo". Para a JWT, a vitória parece ser um símbolo dessa mudança da influência econômica, já que a China deverá crescer 11,9% em 2010 e o Brasil outros 4,5% no ano que vem, enquanto a União Europeia terá alta de 0,7% e os Estados Unidos de 1,5%.

Confira as 10 tendências da JWT:

- Busca pela estabilidade - consumidores esperam para ver sinais mais fortes de estabilidade para voltar a gastar

- Leitura do rodapé do anuncio - detalhes das embalagens e letras pequenas em anúncios serão mais notadas

- Transparência máxima - pessoas demandarão informações sobre ingredientes, calorias, emissão de carbono por causa da produção e fontes dos produtos.

- O diabo veste embalagem - com o foco da sociedade no custo ecológico de embalagens, as marcas irão mudar para soluções recicladas, de reuso, etc.

- BIC - Brasil, Índia e China estão emergindo mais rápido do que nunca, sob os pontos-de-vista econômico e político.

- Fluxo da inovação - os produtos criados em mercados emergentes estão invadindo o mundo desenvolvido, onde já são considerados alternativas mais simples e baratas

- Novas ferramentas para um mundo mais idoso - proliferação de produtos e serviços para a terceira idade, que quer viver de maneira independente pelo máximo de tempo possível.

- Vida em tempo real - a internet move a percepção do que é ser atual para o "exatamente agora"

- Importância do local - com tecnologia de mapas e dispositivos móveis, a conversa das marcas deverá entender onde o consumidor está, o que ele faz e o que ele pensa naquele momento.

- Fluência do visual - o processo de mudança das palavras para as imagens irá acelerar, e veremos novas maneiras de explicar e dar luz a assuntos complexos. (Texto publicado no portal Meio&Mensagem Online)

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Mês de fevereiro dá partida aos cursos Aberje 2010

 

O calendário de cursos para o mês de fevereiro 2010 da Aberje já está na rede. Temas como organização de eventos empresariais, comunicação corporativa, comunicação interna, avaliação de resultados, redação empresarial e intranet fazem parte das opções de treinamento entre os dias 4 e 26, ministradas por profissionais reconhecidos no mercado. Há várias novidades na programação.

A agenda tem início pela cidade do Rio de Janeiro/RJ nos dias 4 e 5 com a relações públicas Gilda Meirelles desenvolvendo o curso “Organização de Eventos Empresariais”. A área é complexa e envolve grandes responsabilidades: se bem articulado, o evento tende a gerar uma infinidade de vantagens à organização, como relacionamento direto com públicos de interesse, prospecção e conquista de novos clientes, apoio ao processo de marketing - o que resulta em maiores vendas, aumento de visibilidade e aproximação dos funcionários da organização. Para gerar resultados positivos e obter ganhos para as organizações, como forma saudável de entrosamento, lazer e relacionamento, o evento deve ser detalhadamente programado, sendo necessário o domínio de todas suas fases.

Uma das estreias na grade acontece dia 09 com o curso “Desafios Estratégicos da Comunicação Corporativa”, em que o administrador Carlos Parente fala sobre a multiplicação de alternativas de comunicação e novas mídias, sendo de fundamental importância, para qualquer empresa, estabelecer canais de relacionamento com todos os públicos com os quais têm envolvimento – os stakeholders. No dia a dia, devem ser construídos relacionamentos consistentes e duradouros, uma vez que relações saudáveis representam um dos fatores para que a empresa atinja seus objetivos e tenha sucesso. Neste processo, é essencial estabelecer quem são os públicos estratégicos, aqueles que são potenciais parceiros na realização de negócios e/ou na disseminação de crenças e valores.

Outra novidade vem na seqüência: no dia 10 é a vez do jornalista e publicitário Luiz Gaulia desenvolver o curso “Comunicação Interna como Ferramenta de Gestão”. A comunicação interna nas organizações é ferramenta fundamental nos processos diários de trabalho, seja para o atingimento de metas e objetivos empresariais, nas mudanças culturais, na aproximação de lideranças e subordinados, na integração e na motivação das equipes, nos processos de aprendizado, de gestão do conhecimento e de colaboração entre diferentes times de trabalho com vistas à inovação e à criação de modelos de negócios sustentáveis. Além disso, a sistematização estratégica da comunicação interna é capaz de anular ruídos e falhas causados pela “rádio corredor”.

No dia 23, é a vez de "Gestão de Crise de Imagem", com o jornalista Valdeci Verdelho. A imagem é o reflexo das atitudes e valores da organização. Então, crises diplomáticas, crises de idoneidade, crises fabricadas influenciam diretamente na percepção do público, e para evitá-las ou saber como enfrentá-las, é preciso a categorização da potencialidade de ocorrência de cada situação, onde se deve diferenciar o que é "possível" do que é "provável". Crise de imagem é uma situação anormal de conhecimento público. Tem o poder de desorganizar o funcionamento, afetar relações, comprometer carreira dos executivos, onerar com processos judiciais e deixar heranças na memória coletiva.

Outro acontece dia 24 e também constitui uma renovação de temas. A socióloga Cristina Panella preparou o tema “Diagnóstico, Monitoramento e Avaliação de resultados na Comunicação Corporativa”, onde fala da demanda crescente pela mensuração de resultados que acabou por propiciar a proliferação de medidas e índices que, na maior parte das vezes, concentram-se exclusivamente na avaliação e medição, produzindo uma clara ruptura entre o diagnóstico e o tema em questão. Não resta dúvida que cabe ao profissional de comunicação corporativa medir. Porém, para desempenhar essa tarefa com propriedade é necessário saber definir os objetivos e conhecer as diferentes técnicas que podem ser mobilizadas, impedindo a dispersão de esforços e investimentos.

O tema “Redação Empresarial Moderna” marca o retorno da lingüista e consultora corporativa Laila Vanetti para cursos na capital paulista no dia 25 de fevereiro para falar da evolução das tecnologias digitais e maior rapidez na comunicação e os impactos na redação profissional. As características essenciais de um bom texto empresarial passam necessariamente pela clareza da comunicação e da informação a ser transmitida. Os produtores ou emissores de textos empresariais devem estar cientes da importância da comunicação, sobretudo nas empresas, e do alto grau de responsabilidade da informação segura, precisa e ágil. Portanto, a credibilidade é característica indispensável a toda redação empresarial de qualidade.

No encerramento da programação, “Como transformar sua Intranet num eficiente Portal Corporativo” é o título de curso no dia 26. Os portais corporativos entram em uma nova fase de desenvolvimento. Estes canais, como a intranet, se transformaram em grandes agregadores de conteúdo, reunindo num só ponto toda a interface com diferentes públicos. O que muda é a personalização das seções internas e a disposição ao diálogo, demonstrada pela crescente oferta de uma série de ferramentas de colaboração digital. Afinal, se as pessoas alteram seu comportamento online, uma renovação precisa ser aplicada aos espaços tradicionalmente estáticos e oficiais. A instrutora é a jornalista Pollyana Ferrari.

Todos os participantes dos cursos, sejam aqueles que acontecem na sede da entidade em São Paulo/SP (Av. Angélica, 1757 – 12. andar) ou em outros estados, vão receber gratuitamente a segunda edição do Dicionário de Mensuração e Pesquisa em Relações Públicas e Comunicação Organizacional, de Don W.Stacks. Independente do local, as atividades acontecem entre 9h e 18h. Detalhes do conteúdo programático podem ser conferidos no www.aberje.com.br, onde também constam ações marcadas até junho de 2010. Mais dados podem ser obtidos através do e-mail cursos@aberje.com.br ou ainda no telefone 11-3662-3990, com Carolina Soares ou Fernanda Peduto.

 

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O que é uma estratégia multiplataforma

 

Uma estratégia multiplataforma não pertence apenas ao mundo da propaganda. Multiplataforma é a forma como grande parte da sociedade atual consome informação e entretenimento. As pessoas não consomem mais um produto (informação, entretenimento, história e etc…) de forma isolada, utilizando apenas um meio de comunicação. Anteriormente fazer cinema, era produzir um filme e reproduzi-lo nos cinemas. Fazer televisão era gravar um programa exibi-lo na programação. Escrevíamos um livro e vendíamos nas livrarias, com sorte ele podia virar um roteiro para um filme ou minisérie.

Atualmente, a indústria do entretenimento e informação busca a produção de narrativas multiplataformas. Para isso, primeiramente é necessário entender que o foco é a narrativa. Uma boa história pode se desdobrar de várias formas, se multiplicando em vários meios. É preciso desenvolver um conteúdo que interesse as pessoas. Um conteúdo que seja possível dar continuidade em novas versões, em novas mídias, em novas histórias.

Entretanto, é preciso entender que o conteúdo não é apenas adaptado e repetido em diferentes mídias. Cada meio possui seu papel na convergência de informação que chegam as pessoas. O produto final é a soma da narrativa de todos os meios. Cada meio é responsável por contar parte ou detalhes da história. Entretanto, a história pode ser entendida, mesmo que você não tenha acesso a todas as plataformas.

Algumas das principais produções dos últimos anos realizadas na indústria do entretenimento são narrativas multiplataformas, como Matrix, Star Wars, Harry Potter e Heroes. Levando o conceito para o mundo da propaganda. Veja o case Best job in the world, um verdadeiro trabalho multiplataforma. Premiada nas categorias Cyber, Direct e Promo em Cannes, a campanha soube usar de maneira magistral várias mídias e meios. Possui belas peças publicitárias, hotsites bem desenhados, vídeos interessantes e etc…

Mas a questão central não são as peças isoladas com suas frases inteligentes, imagens criativas e sacadas publicitárias. O grande chamariz foi a chance de ganhar um emprego para trabalhar em uma ilha paradisíaca, algo que muitas pessoas pagariam por isso, e ainda ganhar 20 mil dólares por mês. Outra questão fundamental do case, foi como esse grande chamariz convergiu nas diferentes mídias, sabendo que cada uma tem o seu papel dentro da ação. Uma importante ação foi entender que o conteúdo não é só seu. O efeito viral da campanha com indicações e comentários, tanto dos meios de comunicação tradicionais, como das pessoas comuns foi um dos grandes destaques da ação (esse foi a principal plataforma que a grande massa teve acesso a propaganda). Claro que a divulgação tradicional que foi realizada através de anúncios em cadernos e portais de empregos foi bastante oportuna e ajudou no inicio da divulgação.

Outra questão importante foi desenvolver o processo de seleção em várias etapas, utilizando as plataformas corretas em cada momento. Primeiro pedindo o cadastro dos vídeos pela internet, depois fazendo a seleção dos integrantes com cobertura de programas de TV. Até chegar ao vencedor, que você pode acompanhar hoje seu dia-a-dia, através de blogs, twitter e etc… Ou seja, a criatividade não foi produzir uma campanha cheia de anúncios com frases inteligentes. Mas a construção de uma narrativa que interessou seu público, utilizou as ferramentas corretas para propagar essas informações, que se desdobrou em diferentes mensagens em diferentes momentos e, o mais importante, entendeu que a participação e colaboração das pessoas são fundamentais.

Desenvolver estratégias multiplataformas não é uma tarefa simples. É necessário agregar conhecimento de várias áreas, como entretenimento, propaganda, internet e novas tecnologias. Também não é o tipo de estratégia que deve ser usada a todo o momento, para todos os anunciantes. Mas com certeza é hoje a maneira mais eficiente de construir e posicionar uma marca, que é o papel mais importante da Indústria da propaganda. (Texto de Rafael Andaku, consultor da inbate e diretor de criação da e-brand, publicado no Webinsider)

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Comunicação corporativa

O IQPC promove a Conferência Comunicação Corporativa de 13 a 15 de abril de 2010 no Hotel Quality Moema em São Paulo/SP, onde serão apresentados cases avançados de empresas que se comunicam adequadamente com seus públicos de interesse usado a comunicação integrada de forma estratégica e alinhada com todas as outras áreas da organização, além de abordar a importância da construção de identidade corporativa e o posicionamento e lançamento de novos produtos. Foram convidados para três dias de discussão profissionais de empresas como Coca – Cola Femsa, HP Brasil, TAM, Votorantim Cimentos, General Motors Brasil, Accenture, dentre outras, que compartilharão suas experiências na área. Além disso, estão previstos três workshops inéditos e um painel de discussão sobre a importância da Comunicação integrada para fortalecer a imagem e reputação da empresa. Eu vou ser palestrante no dia 13 sobre tendências na área. Para mais informações, consulte a Central de Atendimento pelo fone 11-3164-5600 e e-mail atendimento@iqpc.com ou ainda veja toda a programação no http://tinyurl.com/portmrpnta . Cadastrados no Portal Mundo RP têm 10% de desconto. Mencione o código 18520001PMR ao fazer sua inscrição.

 

10. Mix Aberje

O 10º Mix Aberje de Comunicação Interna e Integrada está confirmado para o dia 15 de abril de 2010. A edição pretende debater a importância do diálogo entre organizações, colaboradores e públicos estratégicos em todas as interfaces de comunicação e relacionamento. E, através de aprendizagens geradas na experiência cotidiana de qualificados profissionais, propõe ser um ponto-de-partida para produtivas discussões com os participantes. O evento acontece entre 8h30 e 18h30 no Auditório Amarelo do Centro de Convenções Rebouças (Av. Rebouças, 600) em São Paulo/SP. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 11-3662-3990 ou por e-mail com Bruno Affonso ou Jovanka Mariana. Detalhes do currículo de cada palestrante e inscrições podem ser obtidos pelo hotsite exclusivo.

 

Geração Y

Velocidade, liberdade, consumo, individualidade e tecnologia. Esses são os valores apontados como primordiais no estudo divulgado pela Bridge Research sobre a Geração Y - nascidos entre 1978 e 1990. A pesquisa envolveu 672 pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto Alegre, num universo estimado em oito milhões de indivíduos, sendo 48% de homens e 52% de mulheres das classes A, B e C. Para Renato Trindade, presidente da empresa, "características como valorização do jovem e da juventude, além de forte influência da cultura do hedonismo estão presentes nos jovens Geração Y, que são autores da maioria dos blogs e gestores de comunidades nas redes sociais". Segundo o resultado, consumir é melhor do que ostentar marcas. "Os Y's não fogem necessariamente de modismo, mas as marcas assumem uma função de qualificadoras do produto e não de quem os usa", explica Trindade. Os números apontam que, em eletroeletrônicos, o principal é ter uma boa experiência anterior com a marca. Nos veículos, a marca é mais importante porque remete à qualidade. Entre as marcas de celular mais citadas estão iPhone (classe A), Motorola, Nokia, Sony Ericsson; as de TV são Sony, Samsung (classe A), Philips e Gradiente. A pesquisa ainda aponta que, quando o tema é banco, "quanto mais propaganda, maior a sensação de que se trata de um banco grande". Itaú e Bradesco foram apontados como os mais fortes e sólidos. Veja mais aqui

 

Portais Corporativos

Será realizada entre os dias 23 e 25 de março de 2010 a 12ª Conferência Portais Corporativos, organizada pela IBC do Brasil. A edição visa discutir as estratégias para elaborar um projeto moderno e que atenda às necessidades dos usuários, com a apresentação de novas tecnologias e tendências para o mercado, como a web 3.0. Durante o evento serão apresentados cases de empresas como Sadia, Camargo Corrêa Cimentos, Transit Telecom, BrasilPrev, Grupo Schincariol; um talk-show com profissionais de companhias como Samarco, Eletrobrás e Banco do Brasil, e práticas do Sebrae Nacional, Hospital Santa Cruz Curitiba, Universidade de São Paulo e Accor. Mais informações pelo site do evento.

 

Proxxima 2010

Mulheres, comunidades de marca, cases nacionais e internacionais e parceria entre agências e anunciantes são alguns dos temas do ProXXIma 2010 - Seminário Internacional de Comunicação e Marketing Digital, que acontece nos dias 27 e 28 de abril, no hotel Sheraton, em São Paulo. Os palestrantes e convidados, nacionais e internacionais, vão mostrar cases de grandes marcas que conseguiram atingir seus objetivos de mercado usando ferramentas e estratégias digitais. A febre das redes sociais e as novas tecnologias baseadas na web 2.0 estão movendo empresas de diversos setores a planejar e a investir em comunidades em volta da própria marca. Um exemplo clássico, que inspira o mercado até hoje é o da Harley-Davidson. Para mostrar na prática como criar uma comunidade de marca de sucesso, como a revista ProXXIma adiantou na última edição de 2009, uma das estrelas do evento será Lara Lee, responsável pela criação da comunidade Harley-Davidson. Lara trabalhou por 14 anos como executiva de marketing, gerente-geral e vice-presidente de atendimento a fãs da marca nos Estados Unidos. É o off inspirando o on. Hoje, a executiva integra o comitê executivo da consultoria americana Jump Associates, especializada em estratégia. Acompanhe aqui mais novidades do ProXXIma 2010.

 

Cerimonial

Comprovando a teoria de que tradição e modernidade podem caminhar juntas, os Cerimonialistas Marcílio Reinaux e Marcelo Pinheiro desenvolvem, nos dias 8 e 9 de fevereiro de 2010 em São Paulo/SP, o Seminário Nacional "Tendências e Experiências em Cerimonial e Protocolo". Vai acontecer no Le Premier Othon Suítes. As inscrições são feitas, exclusivamente, pelo Portal do Cerimonial. A participação no Evento dá direito, também, a dois livros: um de Marcílio Reinaux e um de Marcelo Pinheiro, que fazem um Sessão de Autógrafos especial ao término da programação.

 

Congresso GIFE

Estão abertas as incrições para o 6° Congresso GIFE sobre Investimento Social Privado, que reunirá cerca de mil lideranças nacionais e internacionais ligadas ao campo social. Com o tema Visões para 2020, o evento será realizado no Rio de Janeiro, de 7 a 9 de abril de 2010. Em busca de uma visão estruturante para o Brasil que queremos, estarão em pauta durante o Congresso as complexidades dos novos arranjos do Investimento Social Privado, sua legitimidade e sustentabilidade, e a reflexão sobre quais serão os rumos a seguir pela próxima década. Com foco na diversidade e diálogo, foram programadas formas inovadoras de organizar os espaços, horários e atividades durante os três dias de evento. O conteúdo será dividido em duas grandes plenárias (no período da manhã) e uma série de mesas de debate (à tarde), abrangendo uma multiplicidade de temas. Veja programação completa no www.congressogife.org.br.

 

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Mercado em Movimento

 

Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento.  Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:



>O relações públicas Gustavo Lima, formado em Relações Públicas pela PUCRS e integrante do Mundo RP, assume como Analista de Comunicação e marketing no Hospital Beneficência Portuguesa de Pelotas/RS, atuando tanto na comunicação institucional quanto na comunicação interna. Contatos pelo golima.rp@terra.com.br.


>A relações públicas e jornalista, membro do Mundo-RP, Maria Inês Möllmann, sócia-gerente da Influence Imprensa e Relações Públicas, de Porto Alegre, é responsável pelo atendimento de Veirano Advogados, uma das mais tradicionais bancas do País, no Rio Grande do Sul. Contatos pelo mariaines@influence.com.br.

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Parceiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cases de implementação de BSC estão em conferência

 


Empresas que são referência no uso do Balanced Scorecard apresentarão suas experiências nos dias 23 e 24 de fevereiro de 2010 em São Paulo/SP no Hotel Quality Moema. Natura, Brasilprev, Volkswagen, O Boticátio, Pfizer, Energisa, Fleury, FIRJAN, Itaú-Unibanco, Mapfre, AES Eletropaulo, Schincariol e Symnetics se reunirão na terceira edição da conferência Melhores Práticas em Balanced Scorecard, realizada pelo IQPC.

O Balanced Scorecard (BSC), criado pelos doutores da Harvard Business School Robert Kaplan e David Norton, foi apresentado inicialmente como um modelo de avaliação e performance empresarial. Porém, sua aplicação nas empresas proporcionou seu desenvolvimento para uma metodologia de gestão estratégica. A metodologia apresenta um equilíbrio entre objetivos de curto e longo prazo, medidas financeiras e não-financeiras e indicadores de tendências. Atualmente, milhares de empresas no mundo todo utilizam o BSC para executar suas estratégias com excelência, obtendo assim resultados concretos.

Entre outras palestras e workshops, o evento contará com Irany Strumiello, Gerente de Planejamento do Itaú-Unibanco, e Christopher Junior, Gestor do BSC da Volkswagen do Brasil, palestrando respectivamente sobre: como alcançar a excelência na aplicação da metodologia BSC e o desafio de tornar o Balanced Scorecard sustentável. Dilermando Pessoa, Gerente de Planejamento Estratégico do Grupo Schincariol, falará no workshop sobre a implementação bem sucedida do BSC na empresa e como eles mantém o projeto e suas diretrizes vivos dentro da cultura da organização.

IQPC - O IQPC é uma multinacional de informação empresarial, com sede nos EUA. e escritórios em 10 países. No Brasil, a empresa segue a missão do grupo de levar conteúdo atrativo e atualizado para executivos, promovendo, assim, o desenvolvimento de diversos setores da economia. A elaboração de nossos produtos é baseada na imparcialidade e na qualidade do conteúdo, respeitando as expectativas e as necessidades de informação de cada mercado.

Mais informações pelo www.balancedscorecardbrasil.com ou ainda no e-mail atendimento@iqpc.com . Cadastrados do Portal Mundo RP têm 10% de desconto, que pode ser obtido mencionando o código 13324.003_NRE.

 

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Frase do Mês


"As perguntas mais simples são as mais profundas.
Pense sobre isso, de vez em quando, e observe as suas respostas se modificarem"

por Richard Bach

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Manual para voar baixo

 

Eugênio Esber, da Redação do Portal AMANHÃ, fez entrevista com a consultora e relações públicas Analisa de Medeiros Brum. Para a diretora da HappyHouseBrasil, em tempos de más notícias, a comunicação com empregados exigirá muito dos líderes. Veja o início da conversa aqui e o restante aqui.

Como desembrulhar um pacote de medidas duríssimas em plena época de Natal? Aliás, fazer ou não fazer a festa de confraternização? Em fins de novembro, esses e outros dilemas tumultuaram a agenda de companhias acostumadas a distribuir agrados inesquecíveis a seus funcionários. Foi um período especialmente tenso para Analisa de Medeiros Brum, fundadora da HappyhouseBrasil, uma agência que cuida do relacionamento das empresas com seu público interno. Ao mesmo tempo em que precisava tomar decisões sobre sua própria empresa e os 70 funcionários que trabalham na sede, em Porto Alegre, Analisa tinha de orientar seus clientes - entre eles, mamutes corporativos como Vale e Gerdau, além de Amanco, Braskem e Brasil Telecom, entre outras companhias. Autora do primeiro livro publicado no Brasil sobre endomarketing, tema que já lhe rendeu cinco outro títulos desde 1994, expõe nesta entrevista a AMANHÃ muito do que disse a seus clientes e do que pôs em prática na sua agência em meio ao vendaval do final do ano passado. Confira.

Pergunta - Muitas empresas silenciam ante a dificuldade de comunicar decisões difíceis. Há circunstâncias que recomendam minimizar as ações de comunicação?
Existe uma crença de que toda informação deva ser repassada pela empresa aos seus empregados, independentemente do momento. Não concordo. Afinal, existe a informação estratégica. É quando a empresa ainda está tomando sua decisão. Toda a informação é decorrente de uma decisão. No momento em que a direção ainda está decidindo o que fazer, realizando estudos e avaliações para definir suas estratégias, não há como transformar isso em informação e repassar às pessoas. Se repassar possibilidades, hipóteses, a empresa vai acabar com a segurança das pessoas. Muitas vezes as pessoas reclamam que a empresa está em silêncio. Mas ela está em silêncio porque não tomou suas decisões, este é o ponto. No momento em que toma sua decisão, aí, sim, ela tem de comunicar. O errado é a empresa ter tomado a decisão e não transformar isso rapidamente em informação. É desse gap que as pessoas reclamam, e com razão. O tempo entre a decisão e a informação é que gera a rádio corredor, a rádio peão, o boato e a insegurança. É nestes tempos que as empresas têm que prestar atenção. Tomada a decisão, ela tem que ser transformada em decisão o mais rápido possível.

Pergunta - O que é mais daninho: silêncio na hora errada ou comunicação precipitada, pautada pela supervalorização da agilidade?
As duas coisas são daninhas. Silenciar quando já se tem a decisão é errado porque as pessoas vão criar suas próprias verdades. Mas a comunicação precipitada, antes de a empresa ter certeza, antes de a decisão ter sido tomada, é muito daninha. Porque as pessoas esperam segurança dos seus líderes. Uma empresa não pode repassar uma informação e depois voltar atrás. É isso que diferencia a comunicação dos sindicatos da comunicação das empresas. Por que ainda se diz que os sindicatos são mais competentes na comunicação interna do que as empresas? Exatamente porque o sindicato não precisa se responsabilizar pela informação. Ele pode dar uma informação hoje e amanhã voltar atrás.

E, muitas vezes o sindicato, recua na informação dizendo que... por causa da empresa teve de voltar atrás. A empresa demora mais para dar a informação porque precisa ter certeza. Ela não pode voltar atrás. Por isso é que nestes momentos de dissídio, de negociação salarial, o sindicato informa tanto, e tão rápido, e a empresa fica um pouco mais silenciosa. O sindicato vai informando sem muito compromisso com a verdade. Enquanto a empresa tem este compromisso. Eu acho que agilidade só é importante no momento em que a decisão já foi tomada. Porque decisão tomada vai vazar de alguma forma. Então é melhor que a empresa transforme em informação, oficialize e repasse para as pessoas.

Pergunta - Não acontece de empresas praticarem um expediente muito comum no universo da política que é deixar vazar uma informação como balão de ensaio para sondar as reações e, então, dependendo da repercussão, confirmar ou não a decisão?
Existe esta hipótese. Mas não vi nenhuma empresa fazer isso de livre e espontânea vontade. As empresas sofrem muito com o boato. Sofrem muito com a informação não oficial, que circula entre as pessoas. Então, nestes mais de dez anos trabalhando com as empresas em comunicação interna, eu nunca vi a empresa tomar a decisão de fazer isso, de sã consciência. Mas muitas vezes, sim, a informação vaza e a empresa tem que administrar isso depois.

Pergunta - Em tempos de crise, redução de salários e outras medidas duras, como a empresa deve lidar com o medo, depois que este sentimento se instala em sua força de trabalho?
Eu substituo medo por insegurança. Se a gente for perguntar para qualquer tipo de público interno, hoje, o que mais eles desejam, dentro de uma empresa, é segurança. Todos querem segurança. O problema é que a insegurança se instala muito rapidamente. Basta qualquer boato, qualquer movimento do mercado... E não há outra forma de combater a insegurança que não seja por meio da informação. Imagine um avião em turbulência. Não tem nada melhor do que ouvir a voz do comandante, sentir que existe alguém na cabine. Eu, que viajo bastante, adoro ouvir a voz dos comandantes e acho que eles tinham de falar mais. Saber que tem alguém no comando transmite segurança. Assim é, também, na empresa. Se o medo está instalado entre o público interno, como lidar com isso? Pela voz do comandante. Nada é melhor do que ouvir o líder maior da empresa. Eu sempre digo que as empresas deveriam falar mais com seus empregados, não tanto por intermédio de materiais informativos. A voz do presidente tem muito valor, faz com que o sentimento de insegurança se dissipe no meio da confusão. Mesmo que o ambiente seja inseguro, sempre é bom saber que existe alguém comandando o avião.

Pergunta - Quando a empresa percebe alguma angústia em seus funcionários mas não tem a resposta para estas questões, o que deve fazer? Admitir que não tem as soluções?
Eu sempre digo que, em comunicação interna, a verdade, por pior que seja, tem o mérito de ser verdade. Se nós não temos um cenário bom, se nós não temos perspectivas positivas, é melhor dizer. É melhor preparar as pessoas nesse caso, mas avaliar de onde vem esta angústia, se ela tem cabimento. Também é preciso dizer que uma empresa não é obrigada a ter todas as respostas. O presidente não precisa e nem pode ter soluções para tudo. Mas deve dizer que não tem as respostas. "Olha, a gente não sabe como estará o nosso contexto daqui a seis meses, mas trabalharemos nesta direção." O caminho é este: é não saber, mas falar da sua intenção. Da sua boa intenção.

 

 

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Sete passos para que as empresas utilizem corretamente as mídias sociais

Não há dúvidas que boa parte das empresas que já investiam em comunicação, voltaram os olhos para as redes sociais ao longo do último ano. Porém, de que forma foi e está sendo feito esse trabalho? É eficaz usar as mesmas técnicas da comunicação tradicional (emissor - mensagem - receptor) nesses veículos? Afinal, como fidelizar clientes por meio do Twitter? A máxima "falem bem ou falem mal, mas falem de mim" também funciona nesses canais?

Segundo Diego Monteiro, consultor de mídias sociais da Direct Labs, essas e outras questões reafirmam a posição de que 2010 será o ano da maturidade das empresas em relação aos canais sociais. "O que vimos até agora representou um importante passo, ou seja, muitas empresas já estão investindo na interação por meio das redes. Por outro lado, acredito que no próximo ano haverá uma profissionalização e uma preocupação maior com a forma de abordagem do público e das necessidades específicas desse formato de comunicação", explica.

A Direct Labs definiu as principais orientações para as empresas que querem começar 2010 com o pé direito nas redes sociais:

- Comece monitorando a marca: o primeiro passo, e também o mais fácil, é a criação de um monitoramento simples para entender o que estão falando sobre você, sua marca e/ou produtos nas mídias sociais. Essa estratégia pode trazer informações imprescindíveis para você entender qual é o status da marca na web. A partir daí, você pode pensar em ações adequadas para atuar nas mídias sociais.

- Defina sua equipe: é muito importante definir quem da equipe atuará no trabalho com as mídias sociais. Em geral, esse trabalho é destinado aos profissionais de marketing e comunicação que entendam muito bem do negócio, que tenham disponibilidade para falar pela empresa, sejam usuários das principais redes sociais e estejam sempre conectados (respostas rápidas são um grande diferencial para o usuário).

- Defina a linha de comunicação: é preciso tomar cuidado na estratégia que você vai usar para interagir nas mídias sociais. Por isso, a melhor dica é seguir um padrão. Definir uma linguagem para ser usada sempre, o público alvo, a abordagem ideal, a periodicidade de seus posts e um tempo máximo para responder às interações dos usuários. A linha de comunicação também define as ações que serão tomadas em casos de crises e a postura tomada diante de críticas. Em ambos os casos, transparência é essencial.

- Crie os canais sociais (Twitter, Blog, Youtube, Flickr, etc.): Muitas empresas tomam esse passo muito antes do que deveriam. O conceito base aqui é "estar presente onde seus clientes estão". Se os usuários gastam a maior parte do tempo visitando canais sociais, estar presente nesses locais é essencial. Um detalhe importante é que tais canais devem ser criados seguindo uma premissa: você realmente estará presente diariamente neles, atualizando e se relacionando.

- Relacione-se, interaja: o mais importante quando você insere sua empresa/marca nas mídias sociais é interagir com o usuário. Isso é essencial para que ele se sinta ouvido e para que entenda o quanto a opinião dele é importante para você. Todo o tipo de interação relevante do usuário deve ser respondida o mais rápido possível. Dê atenção especial para os usuários mais ativos.

- Produza conteúdo: gerar conteúdo é um passo importante para estreitar a relação com essas pessoas, gerar valor, manter todos informados de novidades e mostrar que a empresa é viva, dinâmica e atualizada. Muitas empresas já geram muito conteúdo, mas deixam restrito ao site institucional, newsletters ou campanhas específicas. Um trabalho de Spreading (replicar o conteúdo em seus canais sociais) é muito importante para, mais uma vez, estar onde o usuário está.

- Fique de olho no mercado e concorrentes: é possível também encontrar diversas oportunidades explorando seu mercado nas mídias sociais. Uma boa maneira de fazer isso é monitorar comentários sobre palavras-chaves relacionadas ao negócio. Trabalhar com esses dados e se relacionar com os usuários pode render pesquisas valiosas e uma nova fonte de identificação de possíveis clientes. Também é sempre bom observar como está a imagem de seus concorrentes nas mídias. Acompanhar as ações deles se torna muito importante como benchmark e análise do mercado. (Publicado no site ClienteSA)

 

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Grandes empresas são mais resistentes a novas ideias

 

A maioria das empresas grandes e consolidadas no mercado são mais resistentes a novas ideias e projetos. Os empreendimentos inovadores são mais bem aceitos em empresas nascentes, que ainda estão buscando se colocar no mercado. A constatação é fruto de um estudo do Instituto de Psicologia (IP) da USP, que avaliou a importância da criatividade humana no mundo dos negócios.

A psicóloga Lisete Barlach, autora da pesquisa, relata que o interesse no assunto começou ainda no mestrado, quando investigou como as pessoas desenvolvem ideias criativas para lidar com situações adversas. “Uma pessoa com uma doença terminal pode desenvolver uma solução criativa para que consiga viver o resto da vida com qualidade, apesar da doença” exemplifica a pesquisadora. O tema da criatividade no trabalho é muito próximo ao da inovação, mas são coisas diferentes. “Por exemplo, um cata-vento de criança e uma usina eólica têm o mesmo princípio de funcionamento. A ideia de transformar um cata-vento em uma usina é uma ideia criativa. Já uma inovação é o ato de investir em pesquisa, desenvolver a usina e conseguir pessoas que patrocinem esse empreendimento, ou seja, é transformar a ideia criativa em realidade”, explica Lisete.

Muitas vezes o profissional tem uma ideia criativa que não produz uma inovação. Hoje, o trabalho humano dentro das organizações demanda que cada profissional seja um empreendedor inovador e criativo. “Não há mais espaço para uma coisa pronta, para tarefas pré-determinadas, com horário, ordem e formas fixas. Nada é tão previsível e tão linear”, enfatiza Lisete. Para o estudo, defendido como tese de doutorado em novembro passado, Lisete analisou 6 das 20 entrevistas realizadas com empreendedores que criaram novos negócios inovadores no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), que é a incubadora de empresas da USP. “Eu fiz entrevistas qualitativas, em profundidade, sem intenção de generalizar os dados. As perguntas abordavam o surgimento da ideia, como nasceu, quais as dificuldades enfrentadas para os novos empresários viabilizarem aquele negócio, entre outras”, esclarece.

Lisete observou que a maioria dos novos empreendedores tinha tentado vender a ideia

dentro de grandes empresas (como intraempreendedores), que resistiram em levar adiante esses projetos. “Uma das entrevistadas era uma engenheira química, que trabalhava como gerente de projetos numa indústria de adesivos. Num determinado momento, ela resolveu desenvolver adesivos que fossem ecologicamente corretos e sem substâncias tóxicas na sua composição. A empresa recusou sua proposta alegando que o tempo e o custo para desenvolver tais adesivos seriam muito altos. Então, ela pediu demissão e resolveu abrir uma pequena empresa para viabilizar aquela ideia”, narra a psicóloga.

Pouco espaço - A partir das entrevistas, Lisete observou que inovação e criatividade são mais fáceis em empresas nascentes, porque aquelas que já estão inseridas no mercado de uma maneira sólida e consolidada têm a tendência de não enxergar mais aquilo que é novo. “O motivo principal é o que chamamos de ambidestria organizacional, que é o fato de uma empresa ter que, ao mesmo tempo, manter aquilo que já conquistou e inovar permanentemente para não ficar para trás e sair do mercado”, analisa.

Embora se reconheça a importância da inovação e da criatividade para o mundo de hoje, pouco se estuda sobre o assunto. As técnicas para desenvolver o tema da criatividade são muito incipientes e pouco fundamentadas. “Todos dizem que é preciso ter um diferencial competitivo, mas como se desenvolve esse diferencial? Quais fatores ajudam a desenvolver a criatividade e que fatores bloqueiam ou impedem a pessoa de ser criativa?”, questiona a psicóloga. “O estudo é importante porque podemos mostrar às pessoas o que pode ajudá-las a serem mais criativas e o que pode ser um obstáculo para a criatividade”, destaca. Muitas vezes a cultura da empresa breca a criatividade das pessoas. Ideias geniais, que poderiam salvar empresas, são abandonadas dessa forma. “Um fator que ajuda, por exemplo, é a segurança psicológica. Uma pessoa precisa se sentir confortável para colocar uma ideia na mesa, assim como precisa aprender a receber críticas. É preciso um clima favorável para novas ideias”, conclui.

Hoje, a empresa de adesivos ecologicamente corretos é uma indústria grande, consolidada no mercado. Antes, porém, a engenheira química teve de convencer o mercado que seus adesivos eram tão bons quanto aqueles que continham substâncias tóxicas em sua composição. (Texto publicado na Agência de Notícias da USP)

 

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Construção de relações duradouras

 

No quinto programa da série Usina de Valor, exibida pela ManagemenTV e produzida pel Escola de Marketing Industrial, o tema apresentado é a importância da construção de relações duradouras. Para isso, é necessário que as empresas mudem o seu posicionamento para que atraia clientes leais e se tornem admiradas. Segundo o professor José Carlos Teixeira Moreira, as relações duradouras devem ser baseadas em significados do que ele chama de ‘organograma invisível’ de uma organização.

Neste programa, o antiquário Manoel Jorge Dias, explica que a música é onipresente em nossas vidas. Portanto, pequenos gestos ­ como dar um presente ­ se torna fundamental na relação entre duas pessoas. São músicas antigas que marcam determinadas épocas e têm o poder de proporcionar uma mensagem imensurável. “Como é possível entender o que é cliente? Simples, é aquela pessoa que faz parte daquela freguesia”, diz o professor Teixeira Moreira. Ele explica que conhecer e ser conhecido pelo cliente é muito importante. “Relações que duram tem a ver com o sucesso que permanece”, completa. Hélio Fucs é um típico ‘freguês’, frequenta a Padaria São domingos, em São Paulo, há 50 anos. “Venho aqui, religiosamente, todo dia. Eu vinha com meu pai, isso aqui faz parte do nosso coração. Quando meu pai fez 80 anos, a dona Nita (proprietária) fez um pão especial para ele e o presenteou”, conta o freguês. “Aquilo que tem valor é o que tem significado para o cliente. Portanto, significado é o que interessa”, ressalta José Carlos Teixeira Moreira. O professor ensina que as empresas que estabelecem relações duradouras trabalham no que ele denomina de “campo do significado”, ou seja, que entrega além dos benefícios dos produtos.

Organograma invisível - O contato com o cliente é fundamental na construção de marca de uma empresa. A relação duradoura é estabelecida pela confiança que o consumidor tem com o funcionário. O professor explica que, por isso, o cliente acredita que o atendente tem um cargo muito maior do que ele tem na prática. “Existem organogramas invisíveis nas empresas. Os clientes promovem, inconscientemente, os funcionários por causa da relação de confiança. Eles passam ser ‘notáveis’ para os clientes”, diz Teixeira Moreira. Para finalizar, o professor ressalta que no processo de construção de relação duradoura é fundamental apostar na lealdade do cliente. Buscando significados que faz ‘o todo’ mais duradouro e torna o negócio sustentável. (Texto publicado no site da HSM)

 

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Empresas patinam na internet

 

Os sites das empresas estão perdendo audiência. O último dado de navegação na internet que capta essa tendência, monitorado pelo IBOPE Nielsen Online, indica que, em setembro, a audiência de busca por informações corporativas caiu 7,6% em relação ao mês anterior. Entre os profissionais que trabalham com prestação de serviços online no meio publicitário para empresas não há surpresa nessa queda. "Falta funcionalidade nos sites corporativos, que não evoluíram no mesmo ritmo da própria internet", diz Marcelo Perrone, diretor de estratégia digital da agência de propaganda Giovanni+DraftFCB. "A cada ano há mais gente usando a rede global", afirma. "Um processo de democratização de acesso que não vem sendo atendido pelas empresas em seus sites com facilidades proporcionais. Existe tecnologia disponível para interfaces melhores no que diz respeito à busca de informações, por exemplo, assim como recursos de adaptação com fontes mais amigáveis para os internautas."

Na Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os associados passaram, desde o ano passado, quando a instituição anunciou a renovação de sua logomarca, a discutir questões relativas à funcionalidade do site. Querem incrementá-lo. Em consenso, decidiram que vão implementar medidas como a divulgação de um quadro de informações sobre a cobrança de tarifas bancárias. Com isso, acreditam que vão facilitar a comparação dos preços pelos correntistas, dando mais transparência à atuação dos bancos.

Não existem dados sobre o total de sites corporativos em português nas páginas da rede global. O mais próximo que pode se chegar do que representa esse universo seria a soma dos registros de domínios de pessoas jurídicas no site do Comitê Gestor da Internet no Brasil. Na semana passada, havia pouco mais de 37 mil endereços cadastrados. Porém, existe aí sobreposição de registros, uma vez que algumas companhias podem ter, além do site de informações institucionais, outros para vendas ou, ainda, hot sites temporários para ações específicas de marketing. Fora isso, uma pesquisa realizada no fim do ano passado pela Associação Comercial de São Paulo com 1,2 mil empresas no Estado mostrou que 34% delas não possuem páginas institucionais na internet. A indústria é o setor que mais investe em sites próprios, com 80% de adesão, seguido do comércio atacadista, com 70%, e das instituições financeiras, com 58%.

Obsoleto - No início da era digital, na avaliação de Luciana Iodice, diretora de Estratégia e Marketing da agência Media Contacts, do grupo Havas, "estar presente" na rede significava ter um site estruturado de forma bem tradicional, com itens como a história da empresa, sua missão e outras informações do gênero. "Esse tipo de informação básica continua sendo relevante, e o meio interativo ainda é uma das melhores formas de fornecer dados da empresa no momento em que o usuário busca proativamente pela informação", diz. "No entanto, marcar presença na internet evoluiu não só no formato, mas também conceitualmente. Hoje, estar online significa também abrir um diálogo com o usuário." Para Luciana, o tom que deve pautar um site corporativo não deve ser tão básico, o que pode t orná-lo obsoleto, mas deve promover interação e, principalmente, oferecer algo de valor aos seus consumidores.

Entre os setores que mais têm explorado o potencial da rede para valorizar os seus negócios estão o automobilístico e o de aviação. Cristina Ponte, gerente de marketing e de relacionamento e mídias da General Motors, garante que, hoje, muito do contato da empresa com seus clientes passa pelos sites do grupo, sempre muito acessados, embora ela não revele, por alegadas questões estratégicas, os volumes de tráfego registrados. O site da empresa está no ar desde 1998 e ferramentas como a criação de sites específicos para lançamentos de veículos são recurso comum. "O hot site permite personalizar um ambiente dedicado exclusivamente àquele produto", diz Cristina. "Hoje, nenhum cliente chega numa concessionária completamente desinformado."

Na companhia aérea Gol, como explica sua assessoria, o site mistura informações corporativas e vendas. A partir deste ano, o endereço virtual da empresa evoluirá, como eles definem, para o conceito de portal. Ou seja, será um site amplo, também com serviços sobre roteiros de viagens, dicas de restaurantes e hotéis, onde o usuário poderá fazer reservas, escolher programas e comprar ingressos para eventos, assim como alugar carros. Com verba de marketing estimada em R$ 60 milhões para o ano, a companhia vai aplicar metade desse dinheiro em ações online. (Matéria assinada pela jornalista Marili Ribeiro, no jornal O Estado de São Paulo, em 11 de janeiro de 2010 - veja link)

 

 

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