Boletim nº 174/07 Ano XI
Dezembro 2007

Novos Cadastrados

Neste último mês, sejam bem-vindos a nossa comunidade: os universitários Ana Carolina Azevedo (Belém/PA), Juliana Matos (Santa Maria/RS), Saimon Selau (Viamão/RS), Elaine Crisostomo (Bauru/SP), Gabriela Maia (Belo Horizonte/MG), Ariane Suaiden (Bauru/SP), Roberta de Souza (Balneário Camboriu/SC), Rafaela Castro (Rio de Janeiro/RJ), Juliana de Menezes (Goiânia/GO), Flaviane Nascimento (São Paulo/SP), Elisângela Liberatti (Londrina/PR), Rafael Bastos (Goiânia/GO), Tatianne Marquetti (Cuiabá/MT). Tambem os relações públicas Alexsander Mendes (Brasília/DF), Denise Dutra (Novo Hamburgo/RS), Milena Guimarães (N.Bandeirante/DF), Jorge Duarte (Brasília/DF), Janaína Provenci (Ijuí/RS), Juliano Cruz (Lages/SC), Caroline Rocha (Maceió/AL) e Silen Ribeiro (São Luis/MA). E ainda a jornalista Aline Calamara (Rio de Janeiro/RJ), o universitário de Publicidade e Propaganda Leandro Silvério (Foz do Iguaçu/PR) e o corretor de imóveis Nelson Cidade Kuchenbecker (Porto Alegre/RS).


 

Eventos

Poucos sabem explorar, de maneira adequada, a realização de eventos como estratégia de comunicação de uma organização com seus públicos. Isso acontece, na opinião da profissional de relações públicas e professora Mariângela Ramos Silva - em seu livro "Evento como Estratégia de Negócios: Modelo de Planejamento e Execução" -, pelo desconhecimento dos profissionais acerca das potencialidades mobilizadoras do evento como valioso fator de promoção que permite melhora de imagem e alcance de resultados. Por outro lado, a pura consciência desse valor não é suficiente: é indispensável um planejamento competente aliado à compreensão de que, diante das complexidades do ambiente empresarial moderno, os eventos fornecem possibilidades imensuráveis para combinação de marcas, união de empresas ou oportunidade de negócios, ou ainda, de projeção na mídia para promoção da imagem da empresa.

Congressos, seminários, convenções, fóruns, inauguração de um novo ponto comercial, uma nova fábrica, mais um posto de saúde no sistema de saúde da prefeitura, lançamento de um novo produto no mercado, constituem meios de aumentar a integração da organização com o seu público. Eventos mobilizam multidões, promovem as cidades, geram empregos e são opções de lazer e entretenimento para milhares de pessoas. É uma área fascinante pêlos seus desafios, quebra de rotina, relações com as outras pessoas, oportunidade de fazer as coisas acontecerem e, principalmente, pela aprendizagem constante.

Mariângela vem suprir essa lacuna com uma obra que aborda a técnica de planejar e organizar eventos, com clareza de objetivos, sem desperdício de recursos e energia, e com suporte no conhecimento de passos envolvidos e de decisões a tomar. Ela ilustra e descreve, por meio deste instrumental, os resultados de sua experiência aperfeiçoando técnicas e transformando eventos em ferramentas eficazes. Ideal para profissionais de todas as áreas.

Autora - Doutora em Ciências da Comunicação na área de pesquisa Relações Públicas, Propaganda e Turismo, na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, ECA/USP, Mariângela Silva é ainda Mestre em Administração de Empresas - Área de Marketing na UNOPAR Universidade Norte do Paraná e especialista em Relações Públicas Empresariais pela UEL - Universidade Estadual de Londrina, onde fez sua graduação e onde dá aulas desde 1991. Sócia Proprietária da IMMO-Assessoria de Comunicação, trabalha em Planejamento e Organização de Eventos e Cerimonial e Protocolo, além de integrar o CNCP - Comitê Nacional do Cerimonial Público.

Compra - Se houver interesse das instituições, professores ou alunos em adquirir o livro, o contato é feito pelo e-mail mariah@sercomtel.com.br ou pelo fone 43-3301-6967. O preço da obra é R$ 40,00 por unidade, com envio pelo correio já incluso. Valor especial para aquisições de 10 unidades.

 

Dia Nacional marca mudança do Mundo-RP

 

O primeiro domingo deste dezembro traz a comemoração do Dia Nacional de Relações Públicas. A data oficial da profissão no Brasil é em 2 de dezembro por conta da Lei nº 7.197, de 14 de junho de 1984, que a instituiu e declarou Eduardo Pinheiro Lobo o "Patrono de RP". Foi uma homenagem ao dia de nascimento, em 1876, deste alagoano de Penedo, gerente do primeiro departamento do setor no país, criado em 1914 na Light, em São Paulo.

Pois esta foi a inspiração do portal Mundo-RP (www.mundorp.com.br), criado em abril de 1997 justamente na intenção de divulgar a profissão e os profissionais da área, para inaugurar um novo design e uma nova proposta. O espaço, progressivamente acrescido de informações básicas do setor nos últimos 10 anos e a partir da colaboração de uma série de universitários, professores e profissionais de todo o Brasil, vê o início de sua reconstrução no dia 2 - as quase 100 páginas internas vão ser enquadradas no novo formato e seus textos recriados por um conjunto de convidados, afora a constante avaliação dos internautas interessados. A remodelação visual foi feita pelo designer paulista Marco Aurélio Teixeira.

O conteúdo é mantido pelo RP Rodrigo Cogo. Ele é graduado em RP pela Universidade Federal de Santa Maria, interior do Rio Grande do Sul, com curso de aperfeiçoamento em Qualidade Total pelo SEBRAE, Promoção de Vendas e Marketing de Relacionamento pela ESPM e Pesquisa de Mercado pela FGV. Mas estas credenciais não revelam o maior acerto da idéia: a importância do intercâmbio e do saber coletivo. Isto é buscado não somente pelo site, mas também pelo enews RP em Ação enviado mensalmente para cadastrados, num mailing superior a quatro mil nomes de oito países, e pela lista de discussão Mundo-RP, com 400 integrantes. O trabalho inclusive já foi reconhecido pelo Conselho Regional de Profissionais de RP 4. Região RS/SC em 2002, com o prêmio "RP que faz e acontece", e em 2007 pelo Conselho Regional de Profissionais de RP 2.Região PR/SP com destaque especial no prêmio "Opinião Pública".

História - Eduardo Pinheiro Lobo é o pioneiro das Relações Públicas no Brasil por ter sido o primeiro chefe do setor especializado nessa atividade. Nascido na cidade de Penedo/AL dezesseis anos antes de se ter usado, pela primeira vez no mundo, a expressão "Public Relations" - em 1892, conforme pesquisas realizadas no Estados Unidos, é considerado o "Patrono" por ser o primeiro a exercer essa função em um Departamento de Relações Públicas propriamente dito. Implantou diretrizes fundamentais que sobrevivem até hoje ao lado de novas técnicas.

No início do século 20, no Brasil, nada se fazia de Relações Públicas. Nos Estados Unidos, o relacionamento entre as grandes empresas e a opinião pública americana era um verdadeiro "estado de guerra", coroado pela famosa expressão do milionário Vanderbilt "the public be dammed" - o público que se dane. A multinacional canadense de energia Light comprovou seu pioneirismo no campo de Relações Públicas no Brasil, através da emissão de um documento que pode ser considerado como "a certidão de nascimento das Relações Públicas no Brasil". É um "aviso geral", redigido em inglês e assinado por W.G. MacConnel, assistente do Superintendente Geral daquela companhia, nomeando Eduardo Pinheiro Lobo chefe do referido departamento. Ele faleceu em SP a 15 de fevereiro de 1933. (pesquisa do RP José Grandjean dos Santos Pinto, em seu artigo “A VIDA E A OBRA DE EDUARDO PINHEIRO LOBO”, originalmente publicado no periódico Relações Públicas em Revista, n. 55, p. 24-27, set. 1976 - veja mais em Portal-RP)


Instale a janela de notícias do Mundo-RP

RSS é a sigla para RDF Site Summary, um padrão definido para agregação de conteúdo na internet. Serve como índice de alterações que ocorram em determinado espaço, também conhecido como Feeds, evitando que você precise visitar todos os sites de que gosta a todo instante em busca de novidades. O sinal gráfico que ilustra esta nota posiciona o website, o blog, o canal interativo que você visita como passível de leitura de atualizações através do RSS. Para isto, basta que você instale um programa específico para esta visualização, ou utilize as opções on-line, como o Google Reader (www.google.com.br/reader), e vá incluindo lá os endereços. Depois de fazer isto, bem ao gosto do compartilhamento da web 2.0, é possível ainda dar acesso a sua lista de feeds, através de widgets - uma janela informativa, um componente de software que viabiliza interação com o usuário (este conceito embasa, por exemplo, o novo IGoogle - www.google.com.br/ig ). Quem desejar ver qual é a minha seleção de notícias de cada dia, é só visitar www.google.com/reader/shared/01571031169551057349 . Para quem quiser complementar o conteúdo de seu site ou blog, incluindo a janela de notícias do Mundo-RP (veja como fica procurando na capa do nosso portal - www.mundorp.com.br), envie uma mensagem com a solicitação que imediatamente retorno com o código de programação, um processo bastante fácil e que nos deixa ainda mais conectados. Se você quiser apenas ter minhas indicações de notícias no seu próprio leitor RSS, então inclua www.google.com.br/reader/public/atom/user /01571031169551057349/ state/com.google/broadcast . Se você quer ter acesso às manchetes do enews RP em Ação antes de todos os cadastrados, assine o feed - http://feeds.feedburner.com/mundorp/rpemacao ou clique no ícone no final da última nota deste boletim. E se ainda não entendeu nada do que eu escrevi, mas tem interesse no tema, vamos conversar por email que tento ser mais claro.


Outras palestras são agendadas
O Instituto Superior e Centro Educacional Luterano Bom Jesus/IELUSC, de Joinville/SC, confirmou a realização da disciplina de férias "Planejamento e Divulgação da Cultura", com 60 horas de atividades entre 21 de janeiro e 9 de fevereiro de 2008, válida como hora complementar para o currículo dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da instituição. O ministrante é o RP Rodrigo Cogo, com mais de 10 anos de experiência na área, tanto em empresas patrocinadoras quanto em produtora independente e órgãos governamentais de município e de estado. A idéia é aprimorar o conhecimento em planejamento, marketing e divulgação no campo artístico. Mais informações no www.ielusc.br/revi/index_ie.html .

Contatos para agendamento de atividades congêneres podem ser feitos pelo rodrigo@mundorp.com.br .

 

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RP tem espaço consolidado no Orkut

 

No Orkut, onde a quantidade expressa de membros estabelece a prevalência das comunidades ­ embora seja muito mais relevante a qualidade das interações possibilitadas, tem despontado um espaço específico para os Relações Públicas que garante os dois parâmetros: o maior número de pessoas e alta atividade de discussões. Falo da comunidade RP (www.orkut.com/Community.aspx?cmm=48788), criada pela profissional gaúcha Katine Walmrath em abril de 2004, hoje com mais de 8.750 integrantes.

A criação da comunidade foi um reflexo dos movimentos de euforia daquele período com o que hoje se chama “redes sociais”. Katine terminava a graduação na área na Fabico ­ Universidade Federal do Rio Grande do Sul/UFRGS, e trabalhava num projeto de ensino, orientando colegas nos seus próprios projetos ­ a ação Comunicação e Atendimento, que inclusive acaba de receber o prêmio Opinião Pública 2007 (veja mais em www.orkut.com/CommTopics.aspx?cmm=2942880. Deste convívio permanente com todos os questionamentos dos estudantes sobre a profissão, é que veio a idéia da reunião virtual.

Sobre a intrigante proposta, manifestada na descrição do canal, de adotar o ornitorrinco como mascote da profissão, ela explica: “surgiu de uma conversa com o Fabio Martins, também estudante, que sempre provocava esta discussão no Núcleo Experimental de RP sobre nossa suposta crise de identidade ­ o que, na época, pululava na minha cabeça”. A adoção do nome sem complementos e em caixa alta, simplesmente RELAÇÕES PÚBLICAS, veio a demonstrar-se um grande acerto, porque se torna o primeiro resultado no sistema de busca do Orkut.

Perguntada sobre o que as redes sociais significam para a área de RP, Katine aponta que todas as possibilidades de interação e de trocas, como estas viabilizadas por estes instrumentos, certamente habilitam e capacitam o profissional para a sua realidade de trabalho. “Esta é mesmo uma tendência irreversível”, acredita. De toda maneira, ela reconhece que se está numa fase de transição, em que se divide em dois mundos (real e virtual) e que muita gente com extrema capacidade não está integrada no Orkut, não participa das discussões e faz os dois elos perderem potência.

Ela já vê uma mudança de perfil: antes eram somente estudantes iniciantes, hoje já chegam vários profissionais mais experientes. “Certamente, a comunidade poderia ser infinitamente melhor. Mas ela ainda está conseguindo proporcionar aquilo a que se propôs desde o princípio: um lugar auto-sustentado, onde as pessoas que participam decidem os rumos do espaço a partir da própria participação. As coisas não são ditas por ninguém, de cima, elas são construídas no processo. Sim, é bastante utópico e idealista. Mas o possível está acontecendo”, enfatiza. A moderação, recentemente instalada e de responsabilidade dos RPs gaúcho Rodrigo Cogo e mineiro Pedro Pinto, apareceu apenas para fazer uma “limpeza” cotidiana dos tópicos impróprios (não ligados à área) ou deslocados (eventos que são reposicionados na parte correta), afora liderar a participação.

Como “criadora”, dentro do espírito de liberdade proposto, a RP assume que é apenas uma integrante, lendo sempre todos os posts e acompanhando o andamento, sendo isto também uma forma de participar: “é um jeito de preparar o terreno pras pessoas poderem interagir. O silêncio é uma forma de discurso, sim”. Além disso, ela responde freqüentemente mensagens nos scraps ou por email com demandas variadas da comunidade.

A opção por não relacionar nenhuma outra comunidade veio da limitação do espaço imposta pelo Orkut ­ e da impossibilidade então de congregar todas as comunidades de RP, criadas por pessoas, cursos universitários, agências experimentais, agências de mercado, professores. Portanto, sem privilégios.

Quem é - Katine Walmrath tem 35 anos, natural de Rondônia e gaúcha de coração. Vive em Porto Alegre desde 1995. Cursou Publicidade e Propaganda na Facos/UFSM, em 1990, até o 6º semestre. Formou-se em Relações Públicas pela Fabico/UFRGS, em 2005. Trabalha com Comunicação desde 1992. Da redação publicitária ao planejamento de comunicação, incluindo mídia, produção, negociações e relações, em pequenas e médias estruturas, em geral, trabalhou nas agências de propaganda: Gimic Publicidade e Propaganda, Grupo Hera, Acori Comunicação, MB Comunicação de Resultados, Nova Idéia Comunicação e FABICO/UFRGS. Desde 2005, trabalha na Catálise Propaganda, e desde junho produz o Mapa Mundi Inteligência em Turismo, programa da Band AM 640 e Band News FM. Contatos pelo katinewalmrath@hotmail.com .

 

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Marketing ANPAD

O III Encontro de Marketing da ANPAD está marcado para Curitiba/PR de 14 a 16 de maio de 2008. A realização do III EMA atesta a consolidação, o avanço e a fecundidade dos estudos em Marketing no Brasil. Abre a oportunidade para que os acadêmicos da área possam divulgar e debater artigos de forma mais específica. Os formatos de apresentação deverão privilegiar o debate aprofundado dos artigos e uma maior interação entre os participantes. A fim de captar e refletir o desenvolvimento dos estudos em Marketing, os trabalhos deverão ser apresentados em quatro áreas de interesses para as quais deverão ser preparados e enviados. Maiores informações no www.anpad.org.br/evento.php?cod_evento_edicao=37 .

 

Organicom

A Organicom - Revista Brasileira de Comunicação Organizacional e Relações Públicas convoca pesquisadores, profissionais e professores - dedicados ao campo da comunicação - a apresentarem artigos para os dois próximos números. Os textos devem ser inéditos, relatar ou analisar resultados de pesquisa ou se caracterizarem como ensaios que abordem tópicos de comunicação organizacional. Os temas específicos dos próximos dossiês serão: Organicom 7 – Identidade, marca e gestão da reputação corporativa e Organicom 8 – Ética nas organizações e os processos de relacionamentos públicos. Os interessados devem enviar seus artigos, até o dia 15 de Janeiro de 2008. Todos os trabalhos serão submetidos à avaliação preliminar do Conselho Editorial para verificar a adequação às normas e ao escopo da revista. Os trabalhos aprovados serão encaminhados à publicação. Outras informações com Margarida Maria Krohling Kunsch, diretora da Organicom, presidente da Abrapcorp e professora titular da ECA/USP, pelo www.eca.usp.br/organicom ou organicom@eca.usp.br e 11-3091-2949/4224.

 

Eventos Abracom I

A Associação Brasileira das Agências de Comunicação vai realizar no dia 3 de dezembro de 2007, das 9h às 11h, em São Paulo/SP, mais um encontro da série “Diálogo ­ Cases de Comunicação”. Nesta edição, será abordado o case “Merck Sharp & Dohme ­ Compromisso com a comunidade e com o meio ambiente”. A apresentação será conduzida pela diretora da campinense Mendes & Nader, Silvana Nader. O evento é voltado aos profissionais de comunicação de empresas, agências e organizações, além de pesquisadores, estudantes e para quem tiver interesse no tema. O encontro acontece no campus Vila Olímpia da Universidade Anhembi Morumbi e a entrada é gratuita. Inscrições pelo contato@abracom.org.br ou 11-3079-6839 .

 

Eventos Abracom II

Sustentabilidade empresarial: o lugar estratégico da comunicação na agenda das organizações, é o tema da palestra que marca o evento de confraternização anual da Abracom, que será realizado no dia 5 de dezembro de 2007, a partir das 19h, no Centro Brasileiro Britânico em São Paulo. A palestra será proferida pela professora e consultora Luciane Lucas, doutora em comunicação pela UFRJ e professora do Núcleo de Pesquisa em Comunicação e Práticas de Consumo da ESPM-SP , com mediação do professor Clóvis de Barros Filho, da ECA/USP. O evento, que conta com o apoio da PR Newswire do Brasil, será aberto às 19h00, com o balanço de atividades da Abracom em 2007, feito pelo presidente da entidade, José Luiz Schiavoni. Na seqüência, palestra sobre sustentabilidade, seguida de debate. Às 20h30, os convidados participam do coquetel de confraternização que celebra um ano de significativos avanços para o mercado de comunicação corporativa. No foyer do Centro Britânico, uma exposição de organizações não governamentais vai mostrar sugestões criativas de brindes para as festas de fim de ano. Também será anunciada a programação do 1º Fórum Abracom de Gestão e Comunicação Empresarial, marcado para 11 de março de 2008. A confraternização é aberta a profissionais de comunicação de agências, empresas, governos, organizações, universidades, bem como a todos os parceiros, patrocinadores e fornecedores da Abracom. As reservas de vagas devem ser feitas pelo e-mail contato@abracom.org.br. Informações pelo fone 11-3079.6839, com Ana Maria Pereira.

 

Comunicação no Terceiro Setor

A Diálogo Social, em parceria com a Revista Filantropia, promove no dia 13 de dezembro de 2007, das 9h às 18h, em Campinas/SP, o curso “Comunicação e Marketing para Organizações do Terceiro Setor”. A palestra pretende mostrar como é possível dar visibilidade e ajudar na captação de recursos para uma instituição. O programa aborda desde o be-a-bá da comunicação e do marketing, passando por relacionamento com jornalistas e captação de recursos até eventos como forma de divulgação. A apresentação será conduzida por Márcio Zeppelini e é voltado para quem trabalha com Terceiro Setor e tem pouco ou nenhum conhecimento sobre o tema do curso. O investimento varia de acordo com a data de inscrição e se é assinante ou não da Revista Filantropia. A aula acontece no Centro de Convenções Inácio de Loyola. Informações e inscrições: www.dialogosocial.com.br ou ainda no email dialogo@dialogosocial.com.br e fone 11-6281-9906.

 

Comunicação Empresarial

A Trevisan Escola de Negócios vai oferecer no dia 3 de dezembro de 2007, das 19h30min às 21h, em São Paulo/SP, a palestra “Comunicação Empresarial Aplicada ao Planejamento Estratégico das Empresas”. A apresentação será conduzida por Cassiano Polesi, jornalista e especialista em gestão de comunicação e marketing. O evento é voltado para profissionais que atuem na área de planejamento estratégico, marketing, comunicação, tecnologia da informação, recursos humanos e administração. Para participar do encontro basta levar um quilo de alimento não perecível. Toda a arrecadação será doada à Associação de Auxílio à Criança Portadora de HIV (AACPHIV). Mais informações: www.trevisan.edu.br ou 11-3138-5199 .

 

Blog Universitário

Em menos de dois meses, 18 mil visitantes visitaram o Blog UnB abre aspas (www.unb.br/abreaspas), o primeiro do gênero a ser criado por uma instituição de ensino superior no país. Administrado pela Secretaria de Comunicação da Universidade de Brasília (Secom/UnB) ele foi desenvolvido para apresentar, diariamente, informações, opiniões e análises de professores e pesquisadores da instituição sobre alguns dos assuntos de maior repercussão na vida nacional. Uma das vantagens do blog é a possibilidade de discutir temas de interesse público no momento em que o debate está ocorrendo. O blog UnB abre aspas aumentou ainda mais os acessos ao Portal UnB, que possui mensalmente 3,6 milhões de visitas. Hoje o portal da UnB é o mais visitado entre todas as universidades brasileiras.

 

Responsabilidade Social Empresarial

A associação GRACE (www.grace.pt) foi formada em fevereiro de 2000 por um conjunto de empresas, maioritariamente multinacionais e com sede em Portugal. Elas tinham como denominador comum o interesse em aprofundar o papel do setor empresarial no desenvolvimento social. A entidade foi pioneira enquanto associação portuguesa sem fins lucrativos dedicada à problemática da Responsabilidade Social das Empresas. Sua principal área de ação é a reflexão, fomento, construção e partilha de conhecimento sobre RSE. Entre os serviços prestados estão: reflexão sobre RSE, recolha e disponibilização de informação, divulgação e comunicação, fomento à construção de conhecimento sobre RSE, realização de estudos, criação de Ferramentas de Apoio a empresas, intervenção sobre RSE, organização de iniciativas conjuntas de voluntariado empresarial e estabelecimento de pontes entre empresas, ONG’s e universidades. Para tanto, mantém acordo operacional internacional com o brasileiro Instituto Ethos (www.ethos.org.br). No site, constam publicações em PDF para download: “Como implementar projetos de voluntariado empresarial”, “As Empresas pela Educação” e “Primeiros Passos ­ Guia Prático para a Responsabilidade Social das Empresas”.

 

Tele-Trabalho

A SOBRATT - Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades está reestruturando seu plano estratégico e redirecionando táticas e ações para estimular a adoção do teletrabalho no Brasil. Membro da sociedade desde 2001, e atualmente diretora executiva e de comunicação, a relações públicas gaúcha Ana Manssour, moradora e também professora universitária em São Bernardo do Campo/SP, participa do 2º Fórum Brasileiro de Teletrabalho no dia 5 de dezembro de 2007. A ação tem como objetivo demonstrar que o trabalho à distância traz contribuições às três dimensões da sustentabilidade: a econômica, a social e a ambiental (mais a geográfica e a cultura, no conceito de Sachs). Antes do Fórum, aconteceram reuniões prévias, mesa-redonda e oficina. Todos os eventos serão no Auditório do Conselho Regional de Administração de São Paulo, que é parceiro da SOBRATT, bem como o grupo de excelência Convergência Tecnológica e Mobilidade Corporativa. Mais informações pelo eventos.participe@crasp.com.br .

 

Assessoria de Imprensa

Nos dias 8 e 9 de dezembro de 2007, acontece, no Hotel San Martin em Curitiba/PR, a 14ª turma do curso de Assessoria de Imprensa e Relacionamento com a Mídia, ministrado pelo jornalista Aldo Antonio Schmitz, que tem mais de 20 anos de experiência em assessoria de comunicação pública e empresarial. O curso destina-se a assessores de imprensa, jornalistas, relações públicas, publicitários, profissionais de marketing, estudantes de Comunicação Social e quem se relaciona com a imprensa, que terão acesso a pesquisas, vídeos, estudos de casos, exercícios práticos e elaboração de um plano de divulgação. O programa trata da assessoria de imprensa na comunicação integrada, com ênfase na prevenção e ações em situações de crise na imprensa, media training (treinamento de fontes), formas diferenciadas de relacionamento com a imprensa, análise da presença na mídia e avaliação de resultados. O instrutor Aldo Antonio Schmitz atua na gestão da comunicação pública e empresarial há mais de 20 anos. Foi gerente de Comunicação da WEG e EDM Logos, em Blumenau (SC), atendendo clientes como prefeitura de Jaraguá do Sul, Karsten, Bunge, Haco, Unimed SC, Hering e Mueller Eletrodomésticos. Ele é jornalista, formado em Administração, com pós-graduado em Gestão da Comunicação Empresarial. O curso é uma realização do Instituto Superior de Comunicação (ISCOM) - www.iscom.com.br .

 

Assessoria de Imprensa II

Está disponível no site da Federação Nacional dos Jornalistas a quarta edição do Manual de Assessoria de Comunicação, editado pelo Departamento de Mobilização em Assessoria de Comunicação. Além de uma contextualização da situação atual do exercício da atividade, perfil do profissional, áreas de atuação, produtos e serviços, o trabalho de 45 páginas traz a legislação da profissão e o Código de Ética do Jornalista em sua versão atualizada, entre outros conteúdos. O primeiro Manual de Assessoria de Imprensa da Fenaj foi editado em 1985, sistematizando e organizando nacionalmente o trabalho no segmento, a partir de deliberações do Encontro Nacional dos Jornalistas em Assessoria de Imprensa, realizado no ano anterior. Em 1999, passou a se chamar Manual em Assessoria de Comunicação. Para conferir, baixe o arquivo AQUI

 

Premiação Conrerp RS/SC

O Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 4. Região RS/SC e o curso de RP da Faculdade de Comunicação Social/Famecos da PUC/RS, sediada em Porto Alegre e que completa 40 anos em 2007 - assim como a própria profissão, homenagearam, no dia 13 de novembro de 2007, personalidades que se destacaram nas áreas ‘Academia’ e ‘Mercado’ na premiação ‘Os relações públicas que fazem e acontecem’. Na categoria Academia, foram agraciadas com um troféu as professoras Souvenir Dornelles, da Famecos, e Maria Helena Weber, da Ufrgs (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Já as profissionais Caroline Capitani, da ACM (Associação Cristã de Moços), e Vavá D´Arriaga, da Rede Plaza de Hotéis, foram escolhidas na categoria Mercado. Os próprios registrados fizeram votação on-line, a partir de listagem determinada pela Diretoria da entidade e por premiados da edição anterior. Fui homenageado na primeira edição, em 2002.

 

Eventos Brasil 2007

“Mercado de Eventos Globalizado”. Esse é o conceito da programação do 24º Congresso anual da ABEOC - Eventos Brasil 2007 -, que acontece de 4 a 7 de dezembro no Parque Anhembi em São Paulo/SP. Com foco na capacitação e na qualificação profissional, a grade técnica do evento é formada por cursos, conferências, palestras e painéis, nacionais e internacionais. Contando com a consultoria técnica de Vaniza Schuler, o temário do Congresso da ABEOC engloba temas relativos ao setor de Eventos como Empreendedorismo, Economia da Experiência, Multiculturalismo, Direito Autoral, Políticas Públicas, Sustentabilidade, Marketing de Luxo e Legislação e Regulamentação de Eventos. Fornecedores e clientes também terão a oportunidade de discutir questões de seu interesse nas apresentações “Vantagens de contratar empresas organizadoras de eventos”, “Excelência na parceria com fornecedores” e “Demanda corporativa: a visão do cliente sobre critérios utilizados na contratação de organizadores de eventos”. Walter Méndez deve abordar a tendência internacional dos “Concentivos: A produtiva junção de Congressos e Incentivos”. Outro destaque é a palestra “Compreendendo a Importância de Comprovar o Valor da Organização e Realização de Eventos: Metodologia Philips ROI”, sob a responsabilidade da especialista Valéria Blanco. O assunto também é tema da oficina “Metodologia Phillips ROI: Avaliação Estratégica de Eventos”, que acontece no primeiro dia de evento, 04/12. Além dessa oficina, será promovido o “Curso Básico de Captação de Eventos Internacionais”, com apoio da Embratur. O Instituto também apresentará suas políticas de incentivo aos promotores e organizadores de eventos brasileiros para fomentar o setor. Registrados no Conrerp 4.Região RS/SC têm desconto promocional. Informações e inscrições: AB Eventos 51-3061-2957 e eventos@abeoc.org.br ou ainda www.eventosbrasil2007.com.br .

 

Cerimonial para Municípios

O Instituto Brasileiro de Desenvolvimento da Comunicação, Capacitação Profissional e Empresarial - IBRADEP Gestão da Comunicação promove o curso "Cerimonial para Municípios", com a relações públicas, e integrante do nosso Mundo-RP, Gilda Fleury Meirelles. Vai ser no Hotel Boulevard Eldorado em São Paulo/SP das 9h às 18h dos dias 6 e 7 de dezembro de 2007. No programa, o Decreto 70.274 e seus reflexos no Município, o Protocolo Municipal (precedência nos Municípios, determinação de lugares, formas de tratamento, regras para convites e cartões e trajes), o Papel da Primeira Dama, Símbolos, Recepção de visitas no Município, Representação, Discursos e Pronunciamentos, Sessão de abertura e de encerramento e ainda Tipos de Eventos (solenidade de posse do Prefeito e vice-Prefeito, transmissão de cargo, assinatura de Protocolos e Acordos, concessão de Títulos e Medalhas, almoço, jantar e coquetel comemorativo e pedra fundamental e Inauguração). Ela é graduada em Comunicação Social, com habilitação relações públicas pela FAAP / SP, pós graduada em Ciências da Comunicação USP/SP, Doutor Honoris Causa pela Faculdade de Comunicação Social, Cásper Líbero/SP, com cursos de especialização nas áreas de cerimonial, protocolo, organização de eventos nacionais e internacionais. É consultora, assessora, instrutora e professora de comunicação empresarial, protocolo, cerimonial e eventos. Participou das diretorias do CONRERP, ABRP/SP e CIESURP ­ Centro Interamericano de Estúdios Superiores de Relaciones Públicas y Opinión Pública, da CONFIARP ­ Confederación Interamericana de Relaciones Públicas, com vários prêmios nacionais no setor. É autora dos livros “Tudo sobre Eventos” (1999); “Eventos ­ Seu Negócio, Seu Sucesso” (2003); “Protocolo e Cerimonial - Normas, Ritos e Pompa” (2ª edição ­ 2003 e 3ª edição ­ 2006, revista, atualizada e ampliada); e co-autora do livro “O Negócio é o Seguinte ­ Hábitos e costumes dos povos e sua influência na vida empresarial” (2005). Articulista de jornais e revistas, ministra cursos em todo o país. Mais informações pelos fones 11-4152-8419, 4153-3727 e 4153-6436 ou ainda no email ibradep@ibradep.com.br .

 

Promoção Editora Referência

Cadastrados no portal Mundo-RP ganham desconto na assinatura das revistas Marketing e Propaganda e do Jornal Propaganda e Marketing, e ainda na compra do Dicionário de Propaganda e Marketing, publicações da Editora Referência, neste final de ano. Uma mala-direta foi especialmente mandada sobre o tema. Lembre de aproveitar, porque ainda ganha como brinde o CD Marketing Best, com os cases premiados no certame. Pra saber mais sobre os periódicos, procure no www.editorareferencia.com.br . Os contatos comerciais são feitos direto com rose@editorareferencia.com.br .

 



Governança Corporativa

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) lançou, durante o seu 8°. Congresso de Governança Corporativa, o Guia de Sustentabilidade para as Empresas, quarto caderno da série "Cadernos de Governança Corporativa". A meta principal do IBGC é contribuir para otimizar o conceito de governança nas empresas do país. Ao abraçar essa missão, o instituto visa cooperar com o aprimoramento do padrão de governo das empresas nacionais, para seu sucesso e perpetuação. Para acessar o conteúdo do novo guia, clique aqui .

 

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Mercado em Movimento

 

Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento.  Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:



>A relações públicas, e integrante do Mundo-RP, Patrícia Córdova, assumiu há três meses a Comunicação da Câmara de Dirigentes Lojistas de Lages/SC, especificamente no relacionamento com os associados, tanto da comunicação administrativa cotidiana quanto de eventos. Contato pelo: rp_cordova@yahoo.com.br .


>O relações públicas, e integrante do Mundo-RP, Aislan Greca, formado em Londrina/PR e atualmente morando em São José dos Campos/SP com trabalho pela Petrobras, ganhou o prêmio Opinião Pública na categoria Novos Mercados e Empreendedorismo, com o projeto "Encontro de Negócios Petrobras", ação de relacionamento com a comunidade e fornecedores. Contato pelo: asgreca@gmail.com .


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Muda o perfil dos profissionais de comunicação corporativa

 

As empresas hoje estão tratando a comunicação corporativa de forma mais estratégica, o que implica em mudanças no perfil de quem atua na área. Em 35,4% delas, já existe uma diretoria para cuidar da comunicação interna e muitos dos executivos vêm ocupando cadeira no board. Há também uma redução do percentual de profissionais formados em jornalismo no comando da área nas organizações no Brasil.

Em 2002, 54% eram jornalistas e agora eles não ultrapassam os 35%. Já o número de profissionais de relações públicas cresceu, passando de 15,4% em 2005 para 22% em 2007. Os dados são de estudo realizado pelo Databerje, instituto de pesquisa da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), onde foram ouvidas 164 empresas, que juntas faturaram no ano de 2006 cerca de US$ 360 bilhões ou 33,7% do PIB brasileiro. De acordo com o levantamento, as maiores equipes - aquelas que contam com mais de seis funcionários - estão nas companhias de serviços, 35%. Embora metade delas não tenha um plano integrado de comunicação. "É curioso ver que existe uma diversidade de formação, com antropólogos e filósofos", afirma Suzel Figueiredo, diretora do Databerje.

Outro ponto de destaque é que em 53% dos casos, as diretorias e gerências de comunicação interna ficam sob a responsabilidade da comunicação e relações públicas. Em 40% das companhias, quem cuida é a área recursos humanos. No entanto, em 3% das organizações ouvidas, o setor de comunicação passou a se reportar às áreas como assuntos corporativos/institucionais e até mesmo à presidência, 2,4%.

 "No passado, era comum o RH controlar a comunicação com os funcionários", diz Suzel. Mas isso mudou e a área de comunicação corporativa ganhou mais poder". Tanto que aumentou em 6,9% o índice de empresas que possuem equipe interna, se comparado a 2005 (quando foi feita a última pesquisa) .

Em relação aos investimentos feitos pelas companhias na área de comunicação, se comparado a 2005, aumentou o percentual de empresas que investem até R$ 500 mil reais por ano na área, pulando de 28,2% para 35,4% este ano. "Os investimentos são tímidos para uma organização que emprega 5 mil funcionários", diz Suzel. "Ou seja, ela aplica apenas R$ 100 per capita por ano". Vale ressaltar que 20,7% dos entrevistados não sabiam qual era o investimento atual da empresa. Desses, quase metade ocupa cargos de analista/especialista e estão concentrados nas áreas de recursos humanos.

A pesquisa aponta ainda que o mercado de comunicação corporativa é composto, predominantemente, por mulheres, com 76,2%. Embora os homens sejam maioria nos cargos de diretoria. Mesmo com a área tendo crescido e se estruturado nos últimos anos, 65% dos profissionais investigados acreditam que o trabalho de comunicação interna não atende completamente às necessidades de informação dos funcionários. (Fonte: texto de Andrea Giardino, para o Jornal Valor Econômico, no dia 5 de novembro de 2007)

 

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Frase do Mês


"Assim que todo o mundo concorda com uma idéia, um líder deve começar a trabalhar na próxima"

por Roger Enrico

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IBOPE Inteligência mostra RP em alta

 












Durante o II Marketing Round Up - evento promovido pela AmCham (Câmara Americana de Comércio) no final de novembro, que reúne executivos e publicitários para um debate sobre como acompanhar as tendências de marketing para 2008 e o comportamento do consumidor - o IBOPE Inteligência apresentou uma pesquisa inédita sobre os resultados atingidos pelas empresas em 2007 e as perspectivas para o mercado de marketing em 2008. Relações Públicas despontou nos resultados.

O levantamento foi realizado entre os dias 24 de outubro e 8 de novembro de 2007 com mais de 140 executivos de empresas associadas à AmCham em todo o Brasil. Dentre os profissionais pesquisados, 45% são diretores e 30% gerentes, sendo que grande parte deles estão relacionados com a área de marketing em suas corporações. A pesquisa detectou que as empresas estão otimistas quanto ao futuro da economia brasileira, com exceção da carga tributária, que apareceu como a grande preocupação dos executivos para 2008 (73%). Dos entrevistados, 48% disseram estar apreensivos no que diz respeito à desaceleração da economia nacional e 44% apontaram mudanças na legislação/regulamentação como a principal inquietação em relação ao macro-ambiente econômico do País.

O ambiente de otimismo também pode ser notado quando o assunto são as perspectivas para o próximo ano: 90% dos entrevistados acreditam que a receita líquida de suas empresas deverá continuar crescendo

 no próximo ano e 79% afirmam que o lucro das corporações também continuará em linha ascendente. No que diz respeito a investimentos, 75% dos executivos entrevistados dizem que suas empresas continuarão aplicando dinheiro, principalmente nas três principais estratégias de crescimento:

- Exploração de novos mercados (72%)
- Desenvolvimento de novos produtos e serviços (67%)
- Novos canais de vendas (55%)

Supremacia de RP - Quando perguntados sobre as ferramentas de marketing que mais utilizaram em 2007, os executivos apontam eventos em 1º lugar (72%), seguido por meios de comunicação dirigida, como e-mail marketing, mala direta, etc (68%) e, em terceiro, assessoria de imprensa e Relações Públicas com 46%. Comunicação de massa, promoções e merchandising foram as ferramentas menos utilizadas em 2007 com, respectivamente, 40%, 29% e 17%. Em relação às ferramentas que devem crescer em utilização no decorrer de 2008 destacam-se comunicação dirigida (62%), eventos (55%) e assessoria de imprensa e RP (40%).

Na opinião dos entrevistados, o comportamento do consumidor também vem passando por diversas mudanças, sendo que a mais evidente é a busca do cliente por informações sobre produtos e serviços. “Para 75% dos entrevistados, o consumidor dos nossos dias está muito mais pró-ativo e toma a iniciativa de ir atrás de informações sobre determinada marca ou pr oduto. O consumidor não espera mais que a marca vá até ele. Ele mesmo procura saber mais sobre aquilo que deseja consumir e isso é muito positivo. Tanto que as empresas pretendem investir cada vez mais em relacionamento one to one, para atingir de forma efetiva esse consumidor ativo e preocupado com aquilo que consome”, acrescenta Laure.

 

 

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O amor pela marca

 











Kevin Roberts, CEO mundial da Saatchi & Saatchi, uma das maiores empresas de publicidade do mundo, e autor dos livros Lovemarks: O futuro além das marcas e Sisomo: the future on Screen, empolgou a platéia em sua apresentação sobre "Como criar e manter marcas poderosas", no ExpoManagement 2007 nos primeiros dias de novembro em São Paulo/SP. “O poder das marcas foi mudado. Agora o poder é do consumidor. É ele quem manda”, revelou.

O executivo pontuou as sete idéias que, em sua opinião, podem fazer a diferença de uma marca comum para uma marca amada, ou lovemark. Para ele, não importa se o negócio é B2B ou B2C, o que importa é que trata-se de um negócio P2P, de pessoa para pessoa e por isso deve ter emoção. “O sucesso de uma empresa é igual ao tempo inverso que você passa fazendo planejamento estratégico. Nós estamos nos negócios das ações, no negócio de vender”.

Para Roberts, trata-se da diferença entre o racional e o emocional. “As pessoas tomam suas decisões 80% emocionalmente e 20% racionalmente. O racional nos leva a conclusões, o emocional nos leva a ações. É preciso vender com amor, com paixão”. O CEO explicou que passamos a fase da economia da informação, uma vez que hoje muitos têm acesso aos mesmos dados. A idéia agora, segundo o CEO, é a economia da atração, do engajamento.

Segundo ele, hoje, a maior parte dos comerciais tem que ter romance, tem que atingir diretamente o consumidor. “O marketing de massa já era. Morreu. Temos que tratar o consumidor individualmente. O consumidor quer interagir. Se você trabalha no departamento de marketing, mude-se para o departamento da conectividade. Você precisa ser um conector”, revelou. Segundo Kevin, as marcas hoje são construídas com respeito e amor e não só com respeito, como foi no passado. “Não importa o que você ofereça, seja preço, benefício, a fidelidade do cliente vai depender do amor que sente pela marca. E lovemarks são irresistíveis”, disse.

Segredo - O CEO contou que para tornar uma marca amada é necessário elementos como, mistério, sensualidade e intimidade. “Quanto mais você sabe a respeito de algo, menos interessante isso se torna. Dizemos tudo ao consumidor, nossos websites estão repletos de informações sem importância”. O palestrante citou o Brasil como exemplo de sensualidade. “Vocês têm cores, têm barulho, são uma experiência sonora. O Brasil é uma lovemark”. Já a intimidade tem a ver com a conectividade. “É preciso manter contato”, afirmou. Outra idéia defendida pelo executivo é que as empresas não fiquem presas numa montanha de informação e conhecimento. “Os vencedores serão os que tiverem insights”, revelou. A impressão do executivo é que no Brasil as empresas têm medo de errar. “Fale rápido, pense rápido e aprenda rápido”, aconselhou. Ao final ele advertiu para importância da sustentabilidade para o meio ambiente, cultural e socialmente. “Você deve fazer da sustentabilidade parte do seu cotidiano. Faça do mundo lugar onde todos possam viver bem, trabalhar e se divertir”, acrescentou.

 

 

 

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Livro discute comunicação e estratégia de RH

 

“A obra "A Comunicação com Estratégia de Recursos Humanos", lançada pela Qualitymark, reveste-se de características que a distingue da maioria dos livros dedicados à comunicação empresarial. Traz a visão de dois autores que entrelaçam suas experiências nas áreas de Recursos Humanos e da comunicação.

O livro não é, segundo os autores, um tratado sobre a comunicação empresarial, mas uma análise de idéias que compõem as inter-relações da organização com seus colaboradores diretos. A obra é inovadora, apoiada em estudo bibliográfico e em pesquisas, que procuram identificar os elementos que provocam transformações no segmento, influenciando-o de maneira positiva ou negativa. Ao lado de pensadores estrangeiros que abordam as mudanças do mundo do trabalho, como Jeremy Rifkin, William Bridges. Domenico de Masi, Daniel Goleman, são valorizados os autores nacionais, na tentativa de se produzir uma obra que reflita o pensamento dos empresários brasileiros dedicados à gestão de pessoas.

A Comunicação como estratégia de recursos humanos chama a atenção para o fato de que os pioneiros da comunicação empresarial foram os profissionais de Recursos Humanos. Antes da chegada dos atuais comunicadores, com suas soluções midiáticas, nem sempre eficazes, o departamento de RH se dedicava a transmitir informações para os empregados, utilizando uma multiplicidade de instrumentos para atingir seus objetivos: manuais de empregados, programas de integração, festas de confraternização, edição de jornais e boletins internos. Embora desconhecessem as técnicas de produção jornalística, o setor de RH “se comunicava de maneira eficaz porque seu ponto forte era manter contato direto com os empregados e desenvolver a interação de todos dentro da organização”. E a razão desse êxito é que o pessoal de RH conhecia de forma muito mais completa o perfil, as expectativas e as necessidades de seu público. A profissionalização da comunicação empresarial, a criação de setores responsáveis por ela, não conseguiram até hoje elaborar um processo de comunicação plenamente satisfatório, nem alterar o fato de que, em perto de 50% das empresas, a comunicação seja ainda uma atribuição do setor de RH. A ele se deve a criação do padrão básico do Jornal de Empresa, que continuou a ser reproduzido pelos novos comunicadores seguindo por muito tempo a pauta dos hobbies, aniversários de companhia, nascimentos, perfil (as personalidades da empresa), você sabia? o que faz o nosso departamento, passa tempo (cruzadas, piadas).

Do ponto de vista prático, a obra trata com precisão da comunicação dirigida como a mídia mais tradicional e eficaz de transmissão das mensagens empresariais em recursos humanos. Os autores chamam a atenção para a necessidade de se considerar na comunicação empresarial temas pouco estudados como a assertividade, o papel da emoção e as situações de crise dentro do ambiente interno.

Os autores dedicam-se a investigar se as idéias divulgadas pela mídia influenciam de maneira expressiva, e de que forma, no cenário atual de RH. Três pesquisas ­ uma quantitativa e duas qualitativas ­ tendo por objeto a “mídia-revista” foram desenvolvidas com este objetivo, tendo sido selecionadas quatro revistas de grande circulação ­ três semanias: Veja, IstoÉ, Época e uma quinzenal: Exame -- e quatro revistas especializadas em RH, mensais: Você S/A; Melhor, Vida&Trabalho; RH em Síntese/Gestão Plus; e Treinamento de Desenvolvimento de Pessoas.

A pesquisa qualitativa indagou dos profissionais que trabalham no setor de RH se as matérias divulgadas pelas revistas interferem no comportamento das empresas. Os resultados tornaram evidente que algumas idéias exercem forte influência no setor, como, por exemplo, a empregabilidade (79,69%), a tecnologia (78,12%), a inteligência emocional (73,96%); a necessidade de treinamento de pessoal

 (72,39%); a necessidade de conhecimento de línguas estrangeiras (72,40%); a influência dos autores que tratam de RH (72,40%); a necessidade de se ter as habilidades adequadas (58,33%) e, finalmente, a busca do empreendedorismo (48,44%).

Aos empresários do setor de RH indagou-se, da mesma forma, qual o nível de influência das idéias divulgadas pela “mídia-revista”, o que traziam em termos de inovação, mudanças, pertinência ao setor, qual a sua importância, e que tipo de contribuição apresentavam. As respostas foram mais reticentes do que as da primeira pesquisa. Há claramente duas posições: os que manifestam cautela em admitir que as idéias divulgadas pela “mídia-revista” tenham influência direta sobre RH, fazem ressalvas sobre a profundidade dos textos, dizem que omitem fatos importantes como a relação capital/trabalho e que, muitas vezes, são frutos de modismos, apresentando fatos conhecidos sob nova roupagem. Outro grupo afirma que as revistas tratam o tema com seriedade e trazem teses e artigos sobre o perfil do novo executivo de RH diante da inovação e da globalização. Admite a importância das contribuições que provocam a reflexão sobre o novo perfil a ser dado ao setor de RH, a necessidade de retenção de talentos, reciclagem profissional e de aquisição de novos conhecimentos. Uma posição comum é a de que a mídia-revista não interfere nas decisões do setor.

Os editores e articulistas dedicados à divulgação de temas sobre Recursos Humanos admitem que têm a intenção de informar, acompanhar o desenvolvimento do setor, as tendências internacionais, dar oportunidade à área de se atualizar e, afinal, declaram que pretendem influenciar as transformações do setor, por vezes, visto como conservador e pouco desenvolvido. O livro questiona o desempenho da comunicação, a falta de planejamento do processo e defende a necessidade de que profissionais de RH e de Comunicação trabalhem como parceiros, criando um programa unificado de comunicação. As diretrizes desse programa estratégico estão delineadas e detalhadas no Capítulo 9, que descreve o que deve ser o planejamento da comunicação da organização e como deve ser estruturada para ser efetiva e de caráter permanente.

João Evangelista Teixeira, autor de resenha da qual este material foi resumido, é graduado em Filosofia pela Faculdade D. Bosco de Filosofia, Ciências e Letras de São João Del Rei e em Relações Públicas pela Universidade Anhembi Morumbi. Consultor de empresas e instituições, é ainda professor e coordenador do Núcleo de Eventos da Agência Experimental de Relações Públicas da Faculdade de Jornalismo e Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo.

Autores - Fábio França é professor pesquisador do curso de Relações Públicos da Universidade Metodotista de São Paulo. Mestre e doutor em Ciências da Comunicação ­ Relações Públicas ­ pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Graduado em Filosofia e Psicologia. Ganhador do Prêmio Opinião Pública do Conselho Regional de Relações Públicas (CONRERP ­ RP/PR). Ampla experiência como executivo em empresas nacionais e multinacionais, tendo atuado na implantação de programas de Qualidade Total, de comunicação com empregados e de assuntos corporativos. É conferencista e consultor de empresas nas áreas de Relações Públicas, Comunicação Organizacional. Já Gutemberg Leite é mestre em Ciências da Comunicação. Pós-graduado em Comunicação Empresarial pela Faculdade Gásper Líbero e em Administração com ênfase em recursos Humanos pela FECAP ­ Faculdade Escola Comércio Álvares Penteado. Tem especialização em “Novas Tecnologias da Comunicação” pela Universidade da Flórida - EUA. Graduado em Administração de Empresas. Iniciou a carreira em Recursos Humanos em 1972. Trabalhou em empresas nacionais e multinacionais em recrutamento, seleção e desenvolvimento de pessoas. Em 1983 fundou a Meta Seleção de pessoal, empresa de assessoria de Recursos Humanos, que presta serviços de recrutamento e seleção de pessoal efetivo, temporário, administrativo CLT e terceirização.

 

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Profissionais de comunicação não têm clareza sobre conceitos

 

Para comunicadores de organizações da iniciativa privada, além de desconhecimento, jornalistas dos mais diferentes meios têm certo preconceito sobre as ações sociais das empresas. Enquanto isso, nas redações, repórteres e editores percebem que as informações passadas não têm impacto comunitário avaliado ou mesmo interesse jornalístico. No Workshop GIFE-Aberje de Comunicação, realizado na primeira semana de novembro, os dois grupos de profissionais se reuniram com o objetivo de criar estratégias para melhorar e qualificar o relacionamento entre ambos. Nesse sentido, propor entendimentos sobre a confusão conceitual sobre a Responsabilidade Social Empresarial (RSE) e Investimento Social Privado (ISP).

Com o patrocínio da Comgás e do Instituto Avon, o evento promoveu um diálogo aberto com 66 profissionais, entre jornalistas dos mais variados veículos, assessores de imprensa, publicitários, relações públicas e gestores de comunicação de empresas. Ao trabalharem em grupos focais, eles responderam a três perguntas: para que serve, como é percebida e quais as principais estratégias para lidar com os conflitos entre interesses privados e públicos na comunicação sobre RSE e ISP? “Estamos em um processo de mudança desses conceitos. Por isso, a confusão sobre nomenclaturas e seus significados. Isso afeta a todos e dificulta a construção de consensos”, afirmou o secretário-geral do GIFE, Fernando Rossetti.

Dissonâncias - Embora a troca de farpas entre assessores de imprensa e jornalistas seja comum nas mais distintas áreas, quando se trata da cobertura de uma agenda social pautada pela iniciativa privada, o debate ganha novos contornos. Afinal, segundo o gerente de marketing para o segmento financeiro da Microsoft Brasil, Roger Melo, o bem comum pode estar ligado à atuação da empresa. “Deve estar claro que o objetivo da comunicação empresarial é a empresa. A Microsoft, por exemplo, combate a exclusão digital, uma questão hoje de cidadania. Os projetos trazem impactos e benefícios à população, que não podem ser dissociados da imagem da organização”, argumentou Melo.

A colocação levantou algumas dúvidas em outros participantes. Uma jornalista, que preferiu manter seu nome in off (jargão jornalístico empregado quando é para manter tudo em segredo) questionou: “mas as pessoas assistidas pelos projetos de inclusão digital de uma empresa de informática não serão, futuramente, os consumidores dessa mesma organização?” Analisados de perto, esses dois personagens são exemplos claros das rusgas entre a comunicação do setor privado e das redações. Enquanto o primeiro evidencia a influência do investimento social ao negócio, o segundo parte para uma tese fundamentada em um descrédito pessoal como base de apoio ao discurso “fazer transparecer a intenção real”, e não a investigação jornalística do caso.

Pesquisa ­ As dissonâncias entre os dois públicos foram dissecadas na pesquisa especialmente elaborada para o Workshop, Os Desafios na Comunicação da Ação Social Privada. Realizada pela Databerje, a mensuração tem como base um questionário enviado aos responsáveis pela área de comunicação de 71 organizações associadas ao GIFE.

Um dos pontos que mais chama atenção é a falta de alinhamento conceitual, que trouxe uma situação paradoxal. Embora a maioria (91%) se considere muito bem informada sobre o campo social, quando são

testadas as conceituações em voga sobre as diferenças entre ISP e RSE, grande parte dos entrevistados se equivoca.

Nesse sentido, fica em suspeição o argumento que, as dificuldades de se comunicar se devem a falta de compreensão dos jornalistas nas redações sobre o tema (como apontado em 35% das respostas).

Para entender o problema é preciso analisar as definições acordadas entre o Instituto Ethos e o GIFE nos últimos anos. Segundo Fernando Rossetti, na RSE os recursos são privados e voltados para fins também privados, pois se tratam de ações éticas voltadas ao negócio. Já o ISP corresponde a recursos privados para fins públicos, quando o investimento é condicionado para uma comunidade ou causa social. O equívoco dos entrevistados se encontra nesse ponto: apenas 28% dos respondentes entendem essa diferenciação. “Mas não é culpa deles. Esses conceitos estão em transformação no mundo inteiro”, defendeu Rossetti.

Outro resultado que tende a ­ desnecessariamente, na opinião dos especialistas ­ polemizar o debate é o fato de que 87,3% acreditarem que o investimento social gera vantagens de mercado para empresas. Segundo a diretora do Databerje, Suzel Figueiredo, o ISP objetiva o interesse público. “É legítimo que as empresas tenham um maior valor agregado para sua imagem como conseqüência de um investimento gerador de impacto social. No entanto, isso deve ser subproduto e não atividade-fim”, analisou, com base nas conclusões da pesquisa. A mesma lógica que Roger Melo diz seguir.

Conclusões - Nos grupos de trabalho, os participantes abordaram essa linha de raciocínio, ao apontar estratégias para lidar com os conflitos. Um dos consensos é o dever de quem faz a cobertura em acompanhar a trilha do investimento realizado na ação social e avaliar o impacto produzido na sociedade. Além disso, deve acabar com a cultura de trabalhar com cases, mas debater o tema com um conjunto maior de fontes e trabalhos similares.

Segundo o ombudsman do jornal Folha de S. Paulo, Mário Magalhães, o dever do repórter é investigar. “O jornalista informa. Não existe aquele idealismo universitário que ele vai mudar o mundo. Ele deve simplesmente dizer o que acontece com o máximo de dados e isenção”, afirmou, ao analisar os resultados das discussões dos grupos. Por outro lado, quando a discussão se voltou para as organizações, apontou-se como estratégico ter transparência nos objetivos da comunicação e alinhar, por meio de um relacionamento mais efetivo, os conceitos de RSE e ISP. “Cansei de ver releases vendendo o Éden na Terra. O assessor deve contextualizar, dizer honestamente o que deu certo dentro das metas objetivas do programa que pretende divulgar. Será pior o resultado se o jornalista investigar e vir que a o resultado não tem o monitoramento sugerido”, advertiu Magalhães. (Fonte: Rodrigo Zavala, no site do GIFE)

 

 

 

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Diversidade de atuação caracteriza o RP

 

O Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 3ª Região (MG-BA-ES) realiza no dia 4 de dezembro de 2007 o evento “Inserção e Diversidade para a Co-Responsabilidade ­ As Relações Públicas no Cenário Social”. A ação é alusiva ao Dia Nacional das Relações Públicas e acontece no INAP ­ Instituto de Arte e Projeto, com entrada franca.

Vai ser um dia inteiro de atividades, palestras, cases, apresentação de trabalhos, mostra das agências experimentais, numa demonstração da representatividade da categoria no estado. São esperadas 300 pessoas, dentre alunos e profissionais de comunicação e relações públicas, nas 20 atividades listadas abaixo. Mais detalhes no www.conrerpmg.org.br/diversidade .

Programação
8h30min - Cerimônia Oficial de Abertura do Evento
8h50min - Atividades paralelas
. Relações Públicas e Terceiro Setor / Case ONG Mudança Já!, com Miguel Corrêa Jr. (Deputado Federal, Bacharelando em Relações Públicas e Presidente da ONG Mudança Já)
. Os Desafios da Comunicação Empresarial, com Lindolfo Paoliello (sócio-diretor da Lindolfo Paoliello Consultoria de Comunicação Social)
. O Cinema como ferramenta de Comunicação Comunitária / Case Newcine Social, com Kênia Fernandes (Coordenadora do Curso de Relações Públicas do Centro Universitário Newton Paiva)
. Cerimonial e Protocolo na Sociedade Contemporânea, com Pedro Baggio (professor de Cerimonial e Eventoso do Curso de Relações Públicas do Centro Universitário Newton Paiva)

10h45min - Atividades paralelas
. As Relações Públicas em um time de futebol, com Rita de Cássia (Cruzeiro Esporte Clube)
. Relações Públicas e Política, com Daniela Santiago (ALMG)
. A importância do Monitoramento de Informação na Comunicação Empresarial, com Adriana Nadaes (Coordenadora do Curso de Relações Públicas da FABRAI e Conselheira do CONRERP/3)
. Relações Públicas e Responsabilidade Social, com Chana Sanches Vasco (Gerente de Comunicação da Associação Divina Providência e Conselheira do CONRERP/3)
. Tendências em novas tecnologias de informação, com Juliana Dias (Professora do Centro Universitário de Belo Horizonte e Centro Universitário Newton Paiva, Coordenadora da SETA ­ Agência Experimental de Relações Públicas do UNI-BH e Conselheira do CONRERP/3)

14h - Atividades paralelas
. Comunicação estratégica no contexto organizacional, com Ivone Lourdes (Doutora em comunicação e cultura. Pesquisadora da área de Comunicação Organizacional. Professora do mestrado e Diretora da Faculdade de Comunicação e Artes. Autora do livro: O que é Comunicação estratégica nas organizações? Vice-presidente da Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas - Abrapcorp)
. Comunicação Comunitária, com Marcelo Cunha (Presidente do CONRERP/3 - 2003) e Wilmar Alves (foi membro do Conselho de Programação da Fundação Educativa Cultural de Belo Horizonte, Associação Cultural de Comunicação Comunitária Rádio Favela)
. Aplicação de novas tecnologias em Clipping e Monitoramento de Informações Cases Ideia-Fixa e Circuito Integrado, com Ildefonso Bassani (sócio diretor da Idéia-Fixa Clippagem, Presidente da ABEMO ­ Associação Brasileira das Empresas de Monitoramento de Informações) e Júnia Barros (sócia diretora da Circuito Integrado Clipping Eletrônico ­ Diretora da ABEMO)
. Comunicação como ferramenta para a gestão de relacionamentos e desenvolvimento da sustentabilidade, com Annemarie Richter (Integratio Comunicação Empresarial)

15h55min - Atividades paralelas
. Gestão de Marcas e o Valor da Imagem, com Angela Camargo (Mestre em Engenharia de Produção, com ênfase em Psicologia Organizacional. Especialista em Comunicação Empresarial e Governamental pela FAFI-BH. Graduada em Comunicação Social, habilitações em Jornalismo, Publicidade e Propaganda, Relações Públicas, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Esteve à frente das Assessorias de Comunicação do Centro Universitário Newton Paiva e Instituto Mineiro de Ciências Administrativas e Tecnológicas ­ IMCAT)
. Memória Institucional, com Patricia Bragança (Analista de comunicação do Christian Children’s Fund/ CCF ­ Brasil (Fundo Cristão para Crianças) e foi responsável pela implantação do Centro de Documentação e Memória da organização (2007). Desde 2005, desenvolve trabalho voluntário com famílias em situação de risco social em Belo Horizonte, MG)
. Relações Públicas e suas Transdiciplinalidades, com Carolina Scott (Supervisora da LUNA - Agência Experimental de Comunicação Integrada UNA-BH)
. Assessoria de Comunicação do Governo Aécio Neves, com Paulo Henrique Silva Alves (TCC-FABRAI)

19h - Atividades paralelas
. Tudo e todos conectados: os novos modelos para a comunicação institucional, com Carlos d’Andréa (Jornalista, especialista em Gestão Estratégica da Informação e mestre em Ciência da Informação
Atualmente é professor da Faculdade de Comunicação e Artes do Centro Universitário UNA, onde coordena o F5 - Laboratório de Comunicação Digital e o curso de pós-graduação em Projetos Editoriais Impressos e Multimídia. Especializado em mídias digitais, como editor do site do Palácio das Artes, ganhou duas vezes o prêmio Aberje Minas - Internet)
. O Esporte como ferramenta de Comunicação Interna, com Carlos José Soares (Petrobras REGAP e Conselheiro do CONRERP/3)

20h45min - Atividades paralelas
. A evolução da comunicação empresarial nos últimos 20 anos, com Maria Cristina Bahia (Sócia Diretora da Idéia Comunicação ­ Relações Públicas e Jornalista, com especialização em Planejamento. Atuou emredações de jornais e emissoras de TV e rádio e em diferentes organizações públicas e privadas. Na Idéia Comunicação responde pelo atendimento à Braskem, Camargo Corrêa, Embratel, Natura e Vallourec & Mannesmann do Brasil)
. Relacionamento com a Imprensa, com Érika Pessoa (Sócia diretora da Pessoa Comunicação - Profissional Premiada como Relações Públicas 2007 pela Revista PQN)

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Colaboração entre gerações

 

A Geração Virtual, ou Geração V, começa a tomar o poder de forma definitiva. Em dez anos, a maior influência nas compras será a experiência virtual associada a elas. Segundo o Gartner, em 2015 mais dinheiro sertá gasto em marketing e vendas para múltiplas personas anônimas online do que para indivíduos offline. Essa transição na interação com o consumidor está sendo conduzida pela tal Geração V.

Segundo analistas do instituto, a Geração V é o reconhecimento de que o comportamento, as atitudes e interesses gerais estão começando a convergir num ambiente online. A idéia de Geração X (e, mais tarde, Geração Y) foi concebida como uma maneira de entender novas gerações que pareciam não ter quaisquer conexões com os ícones culturais dos baby boomers (pessoas nascidas imediatamente após a 2ª Guerra Mundial, período em que houve uma "explosão" de nascimentos). Profissionais de marketing usam as categorias "baby boomers", "Geração X" e "Geração Y" para segmentar a população e lançar produtos e serviços com foco na idade. No entanto, conforme mais e mais baby boomers (que estão vivendo mais) e gerações mais jovens ficam online para participar/comunicar em um ambiente virtual, as distinções entre gerações começam a ruir. Os consumidores vão transitar entre segmentos em vários momentos da vida por uma sére de razões; e é provável que ajam parecido com várias gerações a qualquer momento.

"Para a Geração V, o ambiente virtual oferecer muitos aspectos de um campo de jogo nivelado, onde idade, gênero, classe e rendimento de indivíduos são menos importantes e menos reconhecidos do que competência, motivação e esforço", afirma Adam Sarner, analista do Gartner. "Um garoto de 11 anos de idade, por exemplo, pode ser a principal fonte de dicas sobre como fazer upgrade um gravador digital

de vídeo, ou hackeá-lo para ter mais espaço de gravação. Um funcionário impopular pode ser um semi-elfo de 40º nível altamente reverenciado e bem sucedido no mundo virtual World of Warcraft. A oportunidade de reputação, prestígio, influência e crescimento pessoal provê uma atração social poderosa para que as massas gastem mais tempo em um mundo virtual".

Oportunidade - Para as companhias, tudo isso significa acesso a novas economias. Até 2030, por exemplo, haverá o dobro de pessoas acima dos 65 anos de idade nos EUA com o equivalente a 70 vezes do rendimento da mesma faixa etária em 1990. Essas pessoas gastarão mais tempo online, como membros da Geração V. As empresas terão novo alcance. "Enquanto a sabedoria tradicional deu foco na identificação do consumidor para campanhas de marketing direcionado one-to-one, cross-selling e assim por diante, a realidade de pessoas criando múltiplas personas online (como em Second Life ou World of Warcraft), blogs, comunidades online, significa que todo consumidor terá múltiplos representantes virtuais conduzindo relações de negócios com empresas", afirma Sarner.

O Gartner oferece às empresas as seguintes recomendações para lidar com a Geração V:
- Organizar produtos e serviços ao redor de múltiplas personas online;

- Vender para a persona, não para a pessoa. Uma persona, ou representante virtual, mostrará como quer ser tratada;

- Criar ambientes virtuais como uma forma de orquestrar a exploração do consumidor até a compra;
- Mudar investimentos de clientes conhecidos para desconhecidos. Dar foco aos mais influentes dentro da meritocracia;

- Desenvolver e reter novas habilidades para atrair, conectar, contribuir e adquirir conhecimento sobre a Geração V e seu ambiente virtual.

 

 

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Jornalistas&Cia atualiza setor


Lançado em setembro de 1995, o informativo Jornalistas&Cia é hoje uma das referências do mercado editorial brasileiro, debruçando-se tanto sobre o mundo do jornalismo, quanto da comunicação corporativa. Circula eletronicamente para um público estimado em 35 mil pessoas, no Brasil e Exterior, com informações sobre o vaivém profissional, lançamentos de livros e publicações, eventos e outras atividades da área, entrevistas com lideranças do mercado.

Em 2005, J&Cia deu origem a um outro produto, que também circula eletronicamente, denominado Protagonistas da Imprensa Brasileira. São grandes entrevistas mostrando a opinião e o pensamento de algumas das mais reconhecidas lideranças de nosso mercado editorial, entre elas Otavio Frias Filho, Roberto Civita, Nelson Sirotsky, Domingo Alzugaray. A equipe de Jornalistas&Cia, dirigida por Eduardo Ribeiro, é integrada por oito profissionais, a saber: Wilson Baroncelli, editor-executivo; Silvio Ribeiro, diretor Comercial e de Assinaturas; Luiz Anversa, assistente; Cristina Vaz de Carvalho, editora regional no Rio de Janeiro; Kátia Morais, correspondente em Brasília; Ana Cecília Rezende, correspondente em Belo Horizonte, Paulo Sant’Anna, diagramador. Circula por assinatura paga, com desconto especial para agências de comunicação. Outros dados com o jornalista Eduardo Ribeiro pelo eduribeiro@jornalistasecia.com.br .

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Estudo trata de sustentabilidade

 

Um estudo internacional realizado pela Intelligence Unit da revista Economist e patrocinado pela BT revela que as organizações não estão conscientes dos benefícios trazidos pelos programas de sustentabilidade. Ainda que cerca de metade dos entrevistados (46%) tenha declarado que os programas de sustentabilidade ajudam a melhorar o valor da marca de suas empresas, somente um de cada cinco entrevistados (20%) reconhece estesprogramas como fatores de aumento de rentabilidade.

O estudo mostra que embora a idéia de sustentabilidade esteja firmemente presente na agenda da direção das empresas - uma vez que competem pela reputação de "responsáveis" - os diretores ainda têm que encontrar a fórmula para utilizá-la de um ponto de vista comercial. Um terço dos entrevistados (33%) admitiu que sua empresa faz esforços pela sustentabilidade somente em mercados onde crê que tenham impacto positivo sobre a percepção de seus clientes; uma porcentagem semelhante (31%) reconhece que os esforços de sustentabilidade de suas companhias estão, como regra geral, centrados mais na comunicação do que em mudanças reais.

James Watson, editor sênior da Economist Intelligence Unit, afirma que "muitas empresas estão passando da simples retórica a iniciativas reais de negócios. Entretanto, ainda existe uma lacuna entre o que as companhias dizem alcançar em termos da gestão do impacto social e ambiental que exercem e o grau de envolvimento de seus executivos nestas atividades. As companhias precisam conceber estratégias que levem seus empregados a um maior envolvimento com a sustentabilidade como parte de atividades cotidianas". François Barrault, CEO da BT Global Services, explica que "a relação entre sustentabilidade e sucesso comercial fica, sem dúvida, cada vez mais clara. Nossa própria atuação em sustentabilidade nos ajuda a obter novos negócios, a criar novas ofertas e a gerar entusiasmo entre nossos empregados".

A pesquisa identifica que os programas de sustentabilidade precisam estar mais próximos do nível de direção. Em duas de cada cinco organizações (40%), a pessoa responsável por questões de sustentabilidade não reportava suas atividades diretamente à alta direção da empresa, enquanto que 23% das organizações não haviam designado uma pessoa responsável por essa área. De acordo com Barrault, "a liderança é a chave para fazer com que os programas de sustentabilidade beneficiem a sociedade, o meio ambiente e a rentabilidade da empresa. Todas as organizações, incluindo a BT, apenas começam a trilhar este caminho, mas este é o momento em que os CEOs e diretores financeiros devem assumir a liderança. Nossa experiência mostra que a sustentabilidade pode ser uma relação em que todas as partes envolvidas saiam ganhando: comunidades locais, economias emergentes, meio ambiente e, também, os resultados da empresa".

O estudo completo, intitulado, "Action or Aspiration? Sustainability in the workplace" ("Ação ou aspiração? Sutentabilidade no local de trabalho") pode ser baixado de www.biggerthinking.com.

Outras conclusões do estudo são as seguintes:
- "O compromisso com práticas suntentáveis" é considerado pelos entrevistados o fator menos importante na hora de decidir parcerias ou relações de colaboração com terceiros;

- "A reputação das empresas em práticas sutentáveis" também foi qualificada como o fator menos importante para se considerar um posto de trabalho em uma nova empresa;

- As práticas de sutentabilidade estão mais presentes nas atividades ligadas ao relacionamento com investidores ou relações públicas (32%) e funções de recursos humanos (29%);

- Cerca de um quarto dos entrevistados (24%) concordavam que os esforços de sustentabilidade de suas organizações estão sendo impulsionados mais pelos empregados do que pelos diretores da empresa;

- Mais de um terço dos entrevistados (37%) possui objetivos específicos de sustentabilidade como parte de suas responsabilidades;

- Mais de um terço dos participantes (34%) afirmou que o compromisso de sua companhia com as práticas sustentáveis não se coloca em termos de fornecedores ou da totalidade da cadeia de valor.

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Portal peruano busca interação

 












Este é o texto de abertura do Comunicação Estratégica (www.comunicacion.com.pe), portal da área no Peru organizado por Walter Ibarra:

"Desde este lugar en la Internet pretendemos dar un alcance sobre lo que es la comunicación estratégica para que se comprenda, de la manera más sencilla, el potencial y la necesidad de ésta en las organizaciones, tanto lucrativas como no. Nuestra motivación radica en la experiencia, directa e indirecta, de múltiples acciones de comunicación llevadas a cabo, intencionalmente o no, por organizaciones públicas y privadas que esperan lograr resultados positivos y terminan en una situación muy desfavorable.

A partir de nuestra experiencia, consideramos necesario iniciar una aproximación al extenso concepto (y aplicación) de la comunicación estratégica a los encargados de tomar decisiones en las empresas, directivos, gerentes y funcionarios. Queremos darles una luz que los guíe en su comunicación, en hacerla estratégica, y así ayudarlos a construir un sector empresarial más eficiente y competitivo a favor de nuestro Perú. Le invitamos a leer los contenidos de este portal y conocer la muy redituable relación que existe entre la administración de negocios y la comunicación estratégica. También le invitamos a explorar y comentar ejemplos concretos y actuales de la comunicación estratégica en nuestro blog".

Como acredito que o espanhol seja de fácil entendimento, evitei fazer traduções. O espaço tem artigos sobre "Comunicação Estratégica nas Organizações", "A Comunicação e o Plano Estratégico da Organização", "Empresas e a Comunicação no seu Entorno", "A Famosa Imagem Corporativa", "As Crises de Comunicação". Contatos pelo comunicador@comunicacion.com.pe .

 

 

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Marketing boca-a-boca tem associação nos EUA

 

O último encontro da Word of Mouth Marketing Association marca o primeiro olhar realmente sério para o tamanho e o crescimento da indústria do marketing boca-a-boca. De acordo com a pesquisa apresentada, que foi entregue pelo presidente e CEO da PQ Media, Patrick Quinn, profissionais de marketing devem gastar mais de 1,35 bilhões de dólares até o final do ano nesta modalidade, performando o maior crescimento entre todos os segmentos dos serviços de marketing. A projeção da PQ Media mostra que a indústria WOM deve receber investimentos na ordem de 3,7 bilhões de dólares em 2011.

Ed Keller, CEO do Keller Fay Group e presidente da WOMMA, destaca que o desempenho ilustra claramente a potencialidade do marketing boca-a-boca no mix de marketing, com um crescimento considerado explosivo. Neste sentido, a entidade está buscando instrumentalizar os associados com ferramentas e técnicas para alavancar a conversação com o consumidor. "É gratificante ter dados e análises que atestem aquilo que muitos de nós já acreditávamos - que o marketing boca-a-boca é o mais importante driver (componente) de decisão que nós temos como consumidores", entusiasma-se Sean O’Driscoll, da Microsoft.






“Isto reforça o fato de que a percepção dos consumidores é estatisticamente significativa”.

De acordo com o PQ Media, a razão principal para o crescimento de 37,7% em 2007 inclui o declínio de uso da mídia convencional pelo consumidor, um consumidor que vai em direção às mídias alternativas, e o fato de que consumidores estão menos engajados (menos suscetíveis) às mídias tradicionais. O site da WOMMA atualiza frequentemente e coloca nas mãos dos estrategistas todo dia grandes doses de notícias, idéias, cases, campanhas e pesquisas.

Sobre WOMMA - A Word of Mouth Marketing Association é a entidade oficial do trade de marketing boca-a-boca nos EUA. Seus mais de 385 members estão buscando construir uma profissão próspera baseada nas melhores práticas, em modelos efetivos e na liderança ética.

 

 

 

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Chefes recebem opiniões favoráveis

 

Mais da metade dos trabalhadores (54%) tem opiniões favoráveis sobre seus chefes, os superiores seniores, segundo pesquisa realizada pelo insituto Kenexa Research que ouviu mil trabalhadores em seis países. No entanto, os critérios variam consideravelmente de uma nação para outra.

A pesquisa foi realizada no Brasil, China, Alemanha, Índia, Reino Unido e Estados Unidos e revela que os brasileiros e britânicos são os menos satisfeitos. Entre os indianos entrevistados, 68% manifestaram ter uma visão favorável dos chefes, porcentagem que entre os brasileiros e britânicos cai para 47%. Na China, EUA e Alemanha, as porcentagem de satisfação são, respectivamente, de 56%, 55% e 50%.

Enquanto os indianos valorizam em seus líderes principalmente a rápida resposta às oportunidades de mercado e as características cmopetitivas, os brasileiros dão importância ao cuidado do serviço ao cliente e a transparência sobre a direção corporativa. Os alemães, por sua vez, esperam dos superiores a promoção de idéias inovadoras e o esforço para melhorar a qualidade dos produtos e serviços da empresa. Os chineses adotam critérios mais individuais, como o de seus líderes que mostrem o futuro promissor na organização e que esta seja capaz de criar produtos e serviços de mais qualidade que seus competidores. O critério com que se importam os norte-americanos é o esclarecimento sobre as questões e problemas da empresa e a pronta resolução dos problemas para os clientes.

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Redes sociais nas empresas?

 

Embora em um primeiro momento pareça que as chamadas redes sociais são mais usadas por estudantes e para fins de entretenimento, quem tem aumentado cada vez mais o uso são as companhias. A sentença se confirmou durante o Nokia Mobile Mashup 2007. No evento, também foi destacado que os mashups móveis enfatizam a mobilidade, as redes sociais e sua extensão aos dispositivos móveis. Ainda que a maioria dos 200 participantes da conferência reconheçam sua participação na página de contatos profissionais Linkedln, somente uma pequena parte conhece e participa do MySpace.

Entretanto, a medida que profissionais da geração milênio saem das escolas para entrar e formar parte da força de trabalho, as empresas tem que acompanhar e abrigar os novos profissionais desenvolvendo capacidades de rede social a que estão acostumados, para que as usem durante suas rotinas, diz o analista Bem Bajarin, da Creative Strategies. “Será muito interessante ver como querem trocar as formas de comunicação e colaboração nas empresas quando esta geração estiver plenamente integrada ao ambiente de trabalho”, assegura Bajarin.

Para a Nokia, as redes sociais, móveis ou não, vão se popularizar nas empresas, embora reconheça que isso possa levar um tempo para acontecer. Evidentemente, os responsáveis da companhia finlandesa se consideram que o espaço móvel é um dos mais adequados para as redes sociais nas organizações. Assim, Rob Trice, um dos responsáveis, põe como exemplo os wikis no mundo PC, que começaram como um gadget de consumo e em alguns casos se transformou em um jogo empresarial. “Creio que provavelmente ocorrerá o mesmo, mas no mundo móvel. A colaboração pode caminhar em paralelo, o que significa mais eficiência e produtividade”, diz.

Também se considera que, enquanto nos Estados Unidos as redes sociais serão uma extensão do mundo online, em outros lugares do mundo não seja igual, especialmente naqueles países em que os PCs não são difundidos. O vice-presidente executivo e máximo responsável técnico da Nokia, afirma que, até 2010, a empresa pretende ter 300 milhões de produtos preparados para este tipo de conexão em todo o mundo.

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Marketing Cultural mostrado sob vários enfoques

 

A revista Marketing Cultural surgiu no formato impresso em julho de 1997 – tendo de imediato virado item de colecionador pelo rigor gráfico e pelo tipo de abordagem: várias visões do mundo das artes, fartas em exemplos práticos, divulgação de pesquisas e até aconselhamento jurídico. Foram rodados 52 números, para depois fazer a transposição para o meio digital – onde permanece em edições no Adobe Acrobat (PDF).

O foco é o mercado do planejamento, da gestão, do marketing e da divulgação da cultura, uma área de crescente interesse no investimento em Comunicação das organizações públicas e privadas e de boa absorção de profissionais de Relações Públicas – basta dizer que a presidente do Conferp, Angelina Gonçalves, é RP de estrutura governamental da cultura em Minas Gerais; a RP Gisele Nussbaumer faz papel semelhante no Governo da Bahia; o RP gaúcho Rodrigo Cogo, gerenciador do portal Mundo-RP e dos canais agregados, trabalha na área desde 1990; a RP Simone Farret é produtora autônoma em Natal/RN, e a RP Milene Gonçalves, gerenciadora da lista paulista Metrópole, numa lista bastante significativa.

Para o Chefe de Produção da revista, jornalista Sandro Ramos, trata-se de um segmento com desenvolvimento satisfatório, embora careça de maior profissionalismo em muitos setores. “É um mercado em franca expansão, cuja riqueza ainda não

foi exatamente mensurada, que a cada dia recebe mais integrantes sedentos por informação e experiência e neste aspecto creio que a revista tem um papel importante. Verifica-se, ano a ano, maior adesão de empresas no apoio a projetos culturais e o volume de patrocínio quase dobrou em quatro anos”, atesta.

Perguntado sobre a eficiência das assessorias de comunicação de órgãos culturais, de grupos ou artistas e produtoras, ele vê com reticências: seriam raríssimos casos. E completa: “as assessorias de comunicação das empresas, em sua vasta maioria, desconhecem o assunto. Alguns institutos, como o Itaú Cultural e o Santander Cultural, costumam manter alguma atualização em suas agendas e, se forem procurados, respondem. Mas o que se encontra, em geral, é dificuldade até para se achar um telefone de contato”. Neste sentido, vê a entrada de profissionais da Comunicação Social com bons olhos, numa formação vantajosa.

A revista contém um rico acervo sobre patrocínio cultural e marketing cultural do País. No acervo, há pontos-de-vista de empresas, de produtores, números do mercado da cultura, informações preciosas sobre captação de recursos, formatação de projetos, investimentos do exterior. Uma novidade é um levantamento exclusivo - o Perfil dos 100 maiores patrocinadores culturais do País, inédito e importante para o mercado, nos moldes de publicações extras já feitas como Manuais de formatação de projetos para o mecenato e para captação de patrocínio. Veja mais em www.marketingcultural.com.br .

 

 

 

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O consumidor está no poder

 

Não tem mais volta: a Web 2.0 deu a deixa para o consumidor tomar de vez o poder nas relações de consumo. A chamada nova internet, permitindo ao usuário a geração e compartilhamento virtualmente ilimitados de conteúdo, abre novas possibilidades e muda de forma definitiva o comportamento do consumidor. Para entender como ocorre essa mudança, a consultoria Booz Allen conduziu um estudo de tendências em relação à utilização desse novo universo de possibilidades. Uma pesquisa realizada com 4.600 pessoas, em diferentes partes do mundo, fundamenta o estudo e comprova que a utilização da Web 2.0 é um fenômeno com significativos impactos no comportamento do consumidor - o que representa, para as empresas, um enorme desafio. Aquelas que não atentarem para isso, correm grandes riscos.

“O estudo mostra com muita clareza que a utilização da Web 2.0 está crescendo e continuará a crescer mundialmente entre pessoas de ambos os sexos e de todas as idades”, afirma Roberto Leuzinger, diretor da Booz Allen Hamilton no Brasil. “A menos que as empresas reconheçam e respondam às conseqüentes transformações no comportamento do consumidor, provavelmente suas taxas de aquisição e de retenção de clientes serão seriamente afetadas”.

Definição - O termo “Web 2.0” descreve atividades, sites e aplicações online que possibilitam, às pessoas, a interatividade em comunidades na Internet, a troca direta de informações e o compartilhamento de conteúdo próprio. A Web 2.0 envolve aplicações tecnológicas tais como: blogs, wikis (ou seja: websites como o Wikipedia, que permitem aos visitantes, adicionar, remover, editar e mudar conteúdos, normalmente sem necessidade de cadastramento), sites de relacionamento social (MySpace, Orkut, LinkedIn, Classmates.com), ambientes virtuais (Second Life, FunkySexyCool), sites de compartilhamento de mídia (YouTube, Flickr), podcasting e vidcasting.

A Web 2.0 inclui também novas maneiras pelas quais as pessoas utilizam a Internet, tais como: escrever em um blog, ao invés de criar um site pessoal estático; participar em sites de relacionamento e networking, em vez de enviar emails individuais a amigos e contatos; ou adotar tecnologias VoIP (Voz sobre Protocolo de Internet), em substituição às linhas de telefonia fixa. De forma geral, os sites da Web 2.0 se aproveitam, em larga escala, da inteligência coletiva ­ como faz, por exemplo, a onipresente enciclopédia online Wikipedia ­ e da participação de usuários virtuais como co-desenvolvedores de conteúdo.

Estudo - O trabalho foi estruturado de forma a testar um conjunto de hipóteses formuladas pela Booz Allen, referentes ao comportamento social e ao relacionamento entre usuários, ao uso que estes fazem da comunicação e dos serviços de Internet, e a seus gastos na rede. Como parte do estudo, entre agosto de 2006 e janeiro de 2007, 4.600 pessoas foram entrevistadas no Brasil, no Oriente Médio, na Alemanha, na Inglaterra e nos Estados Unidos.

As plataformas de comunidades MySpace e de download de músicas iTunes, além da tecnologia de comunicação de mensagens instantâneas, foram utilizadas como referências para testar, detalhadamente, o comportamento do consumidor. O trabalho de pesquisa foi executado pela Vocatus - empresa de pesquisa de mercado com sede na Alemanha -, por meio de entrevistas via Internet, utilizando um questionário idêntico a todos os entrevistados.

Entre os resultados obtidos na pesquisa, destacam-se:

1. A Web 2.0 é um fenômeno mundial - A utilização da Web 2.0 é um fenômeno de massa. Em todo o mundo, 50% das pessoas que acessam a Internet visitam sites de relacionamento, o que confere à Web 2.0 um número global de usuários, superior a 420 milhões de pessoas. Além disso, estes não são usuários eventuais. No Brasil, 76% dos usuários visitam sites de relacionamento com freqüência (ao menos, uma vez por semana). Na Alemanha, 73% dos entrevistados revelaram o mesmo, enquanto nos Estados Unidos essa parcela é de 71%, e na Inglaterra, de 41%. Já no Oriente Médio, a penetração dos sites de relacionamento ainda não

 alcança níveis semelhantes: apenas 15% dos usuários pesquisados visitam com freqüência os sites da Web 2.0.

Outro ponto a se destacar é que os usuários da Web 2.0, com crescente acesso a laptops, dispositivos móveis (como Blackberries), e cyber cafés, estão utilizando plataformas de Web 2.0 fora de suas residências e escritórios, comprovando a demanda pela navegação virtual “a qualquer hora e em qualquer lugar”. No Brasil, por exemplo, 67% dos usuários do MySpace dizem acessar o site fora de suas residências. Na Alemanha, este contingente chega a 86%, enquanto nos Estados Unidos são 59% e na Inglaterra, 63%.

2. Utilização significativa da Web 2.0 abrange todos os sexos e faixas etárias - O fenômeno da utilização da Web 2.0 não é uma tendência apenas entre os usuários jovens e do sexo masculino. Alguns dos sites mais populares, como Amazon, Wikipedia, MySpace e YouTube, apresentam uma divisão equilibrada (50/50) entre visitantes homens e mulheres, com leve tendência para a prevalência masculina.

No que se refere à idade dos usuários, apesar dos sites mais recentes ainda contarem com comunidades predominantemente formadas por jovens (50% dos usuários do MySpace, por exemplo, têm menos de 25 anos de idade), uma significativa parcela, 24%, dos visitantes possui entre 35 e 49 anos. E quanto mais estabelecido o site, maior é o equilíbrio entre os grupos etários: 25% dos usuários do Amazon, por exemplo, estão acima dos 50 anos de idade. Com o tempo, sites mais recentes, como MySpace e YouTube, também deverão apresentar tendência de adoção similar.

3. Usuários da Web 2.0 compartilham e participam, sem preocupações com privacidade - Um significativo número de usuários compartilha, online, não apenas conteúdo, mas também informações pessoais. Entre os usuários do MySpace ouvidos na pesquisa, 78% nos Estados Unidos, 70% no Brasil e na Inglaterra e 51% na Alemanha, disseram haver criado, recentemente, seu próprio conteúdo online. “Criar conteúdo” significa uma variedade de coisas: páginas da web, blogs pessoais, upload de fotos, músicas ou vídeos, e até a participação em games pela Internet.

Além disso, à medida que os usuários, mundo afora, vêm compartilhando conteúdos livremente, apenas uma pequena parcela deles, mostra preocupação relevante sobre privacidade e proteção de dados. Por exemplo: 58% dos usuários brasileiros do MySpace permitem o acesso irrestrito às suas mensagens enviadas ou recebidas ­ ou seja, qualquer pessoa, em qualquer lugar do mundo, pode ler ou mesmo participar de conversas de terceiros, via mensagens instantâneas. Usuários no resto do mundo apresentam resultados similares: na Inglaterra, 61% dos usuários permitem que suas mensagens no MySpace sejam lidas pelo público; nos Estados Unidos são 64% e na Alemanha, 73%.

4. Usuários da Web 2.0 confiam em recomendações de desconhecidos - Cada vez mais, a Internet é percebida como uma fonte confiável de informação, à medida que seus usuários a enxergam como uma fornecedora de notícias e informações sobre produtos, mais rápida ­ e freqüentemente, mais honesta e neutra ­ do que os canais tradicionais de mídia. As pessoas não só usam a Internet para reunir recomendações e opiniões de terceiros sobre produtos, como também buscam recomendações sobre decisões de compra, em suas redes de contatos. E mais: muitos parecem aceitar, da mesma forma, recomendações feitas por desconhecidos e por amigos. O estudo da Booz Allen demonstra que aproximadamente 50% dos usuários da Web 2.0, no mundo todo, se satisfazem com as recomendações de compra recebidas de amigos pela Internet. No Brasil, são um pouco mais confiantes: 56% dos entrevistados seguem recomendações online de compras. Ainda mais revelador é o dado que aponta que muitos usuários da Web 2.0 também estão dispostos a aceitar recomendações de compras feitas por membros desconhecidos de comunidades virtuais­ cerca de 40% dos usuários em todo o mundo, 38% no Brasil.

A clara disposição para procurar e aceitar recomendações de “estranhos online” implica no fato de que os indivíduos e as comunidades da Internet têm o poder crescente de influenciar as decisões de compra dos consumidores ­ e não apenas no que se refere a produtos online, mas a produtos de todos os tipos. O resultado sugere, ainda, que as empresas podem precisar reformular radicalmente suas abordagens tradicionais de marketing, em resposta a esta transferência de poder das empresas para os indivíduos.

 

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