Boletim nº 170/07 Ano XI
Agosto 2007

Novos Cadastrados

Neste último mês, sejam bem-vindos a nossa comunidade: os universitários Carolina Salomé (BH/MG), Andressa Bresseler (São Caetano Sul/SP), Luciara Rosa (Lages/SC), Thales Norberto (BH/MG), Marília Zanetti (Campinas/SP), Cleidi Santos (São Paulo/SP), Gleicy Laranjeira (Londrina/PR), Danielle Gomes (Santos/SP), Mariana Silva (Campo Grande/MS), Brenda Vierheller (Canoas/RS), Rayssa Soares (João Pessoa/PB), Luciana Araújo (Jaboatão dos Guararapes/PE), Mauren Porto (Poa/RS), Lidiane Gomes (Florianópolis/SC) Simony Melo (São Paulo/SP), Cristina Bocian (Poa/RS), Melina Strack (Novo Hamburgo/RS), Luana Jadach (Pien/PR), Juliana Gurgel (Salvador/BA), Rosana Santos (Otacílio Costa/SC), Jacqueline Tobaru (São Paulo/SP), Rodolfo Frois (Maringá/PR) e Adauto Ilheu (Lages/SC). Também os relações públicas Neusa Andrade (Lages/SC), Marina Gross (São Paulo/SP), Andiara da Silva (Poa/RS), Marcos Loureiro (Canoas/RS), Rita de Cássia dos Santos (São Paulo/SP) e Kenya Costa (Lagoa Santa/MG). E ainda a estudante de Ens.Médio Tamires Gonçalves (São Paulo/SP), a jornalista Silvia Machado (Blumenau/SC) e a coordenadora de Mkt Verônica Rodrigues (Poa/RS).


 

Transparência

A obra "Comunicação Pública: Estado, Mercado, Sociedade e Interesse Público", organizada por Jorge Duarte com contribuições de Adriana Studart, Ana Lucia Novelli, Armando Medeiros de Faria, Cicília Peruzzo, Elizabeth Pazito Brandão, Eugênio Bucci, Graça França Monteiro, Heloiza Matos, Luiz Martins da Silva, Marcia Yukiko Matsuuchi Duarte, Venício Arthur de Lima, Wilson da Costa Bueno (vários deles integrantes de nossa comunidade Mundo-RP), é o mais novo lançamento da Editora Atlas. A expressão comunicação pública é utilizada com múltiplos significados dependendo do país, do autor e do contexto. Este livro captura e analisa em profundidade esta diversidade e torna possível depreender que fazer comunicação pública é assumir a perspectiva cidadã na comunicação envolvendo assuntos de interesse coletivo.
O campo da comunicação pública tratado nesta obra inclui cidadão, sistema midiático, aparato estatal, partidos políticos, terceiro setor e empresas privadas. Profissionais, pesquisadores e intelectuais de diferentes formações apresentam não apenas os conceitos básicos do tema como sua relação com comunicação organizacional, cidadania, direito, RP, gestão pública, publicidade, marketing, imprensa e política.

 

Você é a melhor campanha

 

Repercutindo pontos-de-vista expressos na segunda quinzena de julho na Lista de Discussão Mundo-RP, sediada no YahooGrupos, sob meu gerenciamento, é relevante fazer referência sobre a participação individual de cada universitário, professor e profissional de Relações Públicas para a obtenção de resultados efetivos para a coletividade da profissão.

Em território continental como o Brasil, é compreensível que o reconhecimento e absorção no mercado dos egressos de RP, vindos de cursos habilitados e portadores de registro obrigatório no Conselho Federal da categoria, sejam bastante diferentes - de um lado, estive em cursos de graduação e em cidades com presença marcante de RP´s, e de outro lado participei de atividades de treinamento e motivação com a primeira turma da área da Universidade Potiguar, em Natal/RN, a convite da colega Simone Farret há seis anos atrás, bem como da primeira turma da área da Faculdade Seama, em Macapá/AP, a convite da colega Raquel de Oliveira em 2005. Deste panorama resultam, naturalmente, necessidades também distintas de abordagem da imprensa, de empregadores, de Governos, das comunidades para a potencialidade deste profissional nas suas estruturas organizacionais, e mesmo de auto-estima dos formandos e estudantes para enfrentar as dificuldades convencionais da competitividade.

Neste ínterim, a discussão travada na lista direcionava-se às cíclicas campanhas de reconhecimento, valorização e/ou divulgação (terminologias diversas, algumas delas muito criticadas por partirem de pressupostos já impregnados de preconceito) que progressivamente vemos pelo país, normalmente originárias das instituições de ensino superior em mobilizações de professores e alunos. Participei, em 1994 e depois entre 1998 e 1999, de ações semelhantes na região centro do Rio Grande do Sul: a primeira como trabalho de estágio de uma estudante da Universidade Federal de Santa Maria; a segunda como estratégia de um grupo de profissionais aliados a estudantes da mesma instituição (neste caso, intitulada "RP - Profissional de Resultados", que é tratada em seção interna do item Pra Entender RP do nosso portal, e que já foi aliás replicada em três diferentes estados brasileiros com autorização).

A despeito da evidente validade destas iniciativas, que mesmo temporárias ganham repercussão e podem contribuir para melhor colocação das Relações Públicas no imaginário e na ação das pessoas, revela-se como preponderante o compromisso de cada um. Explique-se: a área de RP ganha notoriedade a cada trabalho bem executado numa empresa, entidade ou Governo, desde que seja coerente com os objetivos traçados, com o encaminhamento ético, com o mais correto aproveitamento dos recursos alocados no esforço, com os resultados e impacto na vida de cada público visado; a área de RP ganha respeito a cada aula bem ministrada, a cada debate intenso com alunos, a cada pesquisa empreendida; a área de RP ganha divulgação a cada palestra desenvolvida pelos profissionais oferecendo suas experiências, e através de uma farta série de possibilidades. Isto em qualquer ponto do país, tendo ou não plena cobertura de imprensa, sendo ou não alvo de premiações de destaque, porque os impactos são válidos porque são sementes. E toda imensa plantação inicia na semente.

Neste sentido, embora a cobrança sobre as entidades representativas da classe deva ser permanente (Conrerp, ABRP, Sindicato de Profissionais de RP) porque são estruturas oficiais que precisam ser inspiradoras para a mobilização, também os estudantes, professores e profissionais precisam estar conscientes de sua parcela - não só falando da legalidade, embora também dela. Esta infeliz tradição de achar que "os outros" não estão fazendo o trabalho que deviam; sem, contudo, estar contribuindo em nada, não pode continuar. Nem que esta "contribuição" se dê na forma de críticas, de alertas, de polêmicas, sempre no bom nível do parlatório. É exatamente com este conjunto de comportamentos que podemos empreender alguma mudança efetiva. A divulgação festiva de campanhas sem conteúdo, de esparros bem maiores que os feitos não leva a lugar algum. Você é a melhor campanha.

Lista - Criada em dezembro de 1998 e vinculada ao portal Mundo das Relações Públicas, a Lista de Discussão Mundo-RP é um canal diferenciado de compartilhamento e intercâmbio entre interessados no tema, dado que todos os integrantes podem postar idéias, notícias, pontos-de-vista de maneira permanente. Já circularam mais de 3.930 mensagens. A moderação foi adotada há poucos meses, por entendimento coletivo dos participantes, para evitar a circulação de temáticas alheias ao propósito da comunidade. Frequentemente, é distribuída uma nominata de integrantes que tenham feito espontaneamente sua apresentação pública. Está composta por cerca de 300 pessoas. Caso queira fazer parte, clique aqui simplesmente preenchendo seu email e seguindo as instruções.

 

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Cadastrados do Mundo-RP ganham desconto em Congresso

 

Em agosto, você vai descobrir os segredos do lobby e por que, no Brasil, essa prática admitida e estudada em países desenvolvidos, é associada a aspectos negativos. Esse é um dos temas presentes na programação do 7o Congresso Brasileiro de Comunicação no Serviço Público que acontece nos dias 14, 15 e 16 de agosto de 2007, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo/SP.

O evento, que é único no gênero em toda a América Latina, reúne este ano mais de 50 especialistas em comunicação, apresentando cases de sucesso, debatendo e formulando os caminhos da comunicação neste importante segmento de mercado. Como parte integrante do congresso, acontece o 1º Encontro Nacional de Assessorias de Imprensa e de Comunicação de Prefeituras, com a participação de secretários das prefeituras de São Paulo, Porto Alegre, Santos, Curitiba, Belém do Pará, Guarulhos e Rio de Janeiro.

Para os participantes do portal Mundo das Relações Públicas (www.mundorp.com.br), a Mega Brasil preparou uma promoção especial, com um desconto diferenciado de 30%, colocando a inscrição ao custo de R$ 420,00. A promoção, no entanto, é limitada aos 20 primeiros inscritos e, para participar, acesse o hotsite do evento, no endereço www.megabrasil.com. Ao fazer a sua inscrição escreva a sigla MRPMB, no campo CÓDIGO PROMOCIONAL.

História - Criado no ano 2000 com o objetivo de permitir reciclagem e intercâmbio profissional entre os que militam na área, o Congresso Brasileiro de Comunicação no Serviço Público consolidou-se como um dos mais importantes eventos de Comunicação do País e o mais respeitado e concorrido da área pública. Pelas seis edições anteriores passaram quase 3 mil profissionais e convidados ilustres, muitos deles reconhecidos internacionalmente. As apresentações sempre buscaram contemplar experiências, idéias e realizações em autarquias e órgãos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e também de comunicadores de empresas públicas e da administração indireta. Cada edição do Congresso buscou combinar apresentações verticais na sua profundidade e horizontais na sua abrangência, de modo a colocar à disposição dos congressistas temas de vanguarda, experiências bem sucedidas e um amplo ferramental de comunicação para uso no dia-a-dia profissional.

O Congresso já abriu espaço em sua programação para debater os mais variados temas de comunicação, sempre pela ótica da praticidade e da aplicabilidade das experiências no cotidiano das organizações. Assuntos tradicionais sempre foram mesclados com outros de vanguarda, compondo uma programação com conteúdo eclético, reunindo prática e teoria.

Garanta já o seu lugar. Outras informações você obtém pelo fone 11-5573-3627.

 

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Mico

Os organizadores do MICO, advertem: “A preservação da espécie continua”! O MICO retorna em 2007, com grandes surpresas e nomes pra lá de renomados! O evento irá acontecer nos dias 12 e 13 de outubro, em Aracaju/SE no Resort Hotel Parque dos Coqueiros. Se você está procurando boas idéias de mídia e comunicação, não pode deixar de participar. Maiores informaões www.bpproducoes.com.br/mico.

 

Nova legislação em RP

No último dia 30 de junho terminou a fase de envio de sugestões dos profissionais para alteração da Lei nº 5.377/67. Mas isso não quer dizer que os colegas não poderão mais participar da elaboração da nova proposta. Entre os próximos passos está a consolidação das sugestões apresentadas para publicação no site para consulta dos interessados; reunião com os Presidentes dos CONRERPs para discussão das sugestões apresentadas pelas diversas Regionais; realização de pesquisa de opinião, com amostra representativa dos profissionais de relações públicas; organização do “Fórum Discurso Plural” para discutir com todos os profissionais do Brasil quais serão os pilares da nova legislação. Esse canal de comunicação de mão-dupla, coordenado pelo Conrerp de cada região, irá consolidar as opiniões dos profissionais de cada uma das regiões brasileiras para então partir-se para redação de minuta de anteprojeto de lei, com a referida justificativa, para ser apreciado pela categoria. Depois, apresentar por meio de representante parlamentar o Projeto de Lei no Congresso Nacional e acompanhar sua tramitação no Senado Federal e na Câmara dos Deputados.

 

Comunicação por Atitude

Estão abertas as inscrições para a 5ª edição do Com: Atitude. O evento, organizado pela Significa, acontece nos dias 7 e 8 de agosto de 2007 no centro Fecormercio de Eventos em São Paulo/SP. O objetivo é difundir conceitos, lançar técnicas, gerar questionamentos e apontar benefícios, deficiências e tendências sobre as atitudes institucionais e mercadológicas das empresas. O seminário discute a comunicação de marcas nas áreas social, cultural, ambiental, esportiva, de comportamento e entretenimento. Um dos destaques é a participação de Jim Andrews, vice-presidente do IEG, importante organização de pesquisa, consultoria, análise e treinamento em patrocínios no mundo, que realizará palestra sobre “Patrocínios nos EUA” e debaterá sobre o tema “As atitudes de marca nas maiores empresas do Brasil”. Os interessados poderão efetuar suas inscrições pelo www.comatitude.com.br ou pelo fone 11-6818-5030.

 

Novas tecnologias

TV, rádio, cinema e áudio digital, mídias, IP e IPTV, jornalismo e P&D nacional estarão em debate no SET 2007, que ocorrerá entre os dias 22 e 24 de agosto no Centro de Convenções Imigrantes em São Paulo/SP. Serão 150 palestrantes em 36 sessões em quatro plenários simultâneos. Já confirmaram presença 28 moderadores, representantes de emissoras de TV, empresas Ponto com, associações, universidades, consultores e fornecedores de equipamentos e serviços. A expectativa da organização é de que 1.500 pessoas participem do evento. As inscrições ainda estão abertas e podem ser feitas através do www.set.com.br/eventos/set2007 .

 

Brazil Promotion

O setor promocional tem encontro marcado no mês de agosto em São Paulo/SP. Mais de 200 fornecedores de todos os segmentos da área participam da Brazil Promotion, na maior feira de marketing promocional, entre os dias 7 e 9, no Transamérica Expo Center. Em sua quinta edição, a feira reunirá cerca de 10 mil profissionais de gestão, marketing e promoção das principais companhias e agências de publicidade e de comunicação. Em 2006, o crescimento do setor de marketing promocional no país foi de 13% (ou 2,6 bilhões de reais a mais) e, no mesmo período, o setor movimentou sozinho 20 bilhões de reais, enquanto isso, somente o setor dos produtos promocionais gerou 4.5 bilhões. São mais de 3.800 empresas fornecedoras, a maior parte de pequenas e médias que detêm 85% do mercado. Ao todo, elas geram 100 mil empregos diretos. Mais dados no www.brazilpromotion.com.br .

 

Sponsorship

Em um mundo onde, segundo dados revelados pelo Banco Mundial (Bird), 18,4% da população vive com menos de um dólar por dia, conceitos como responsabilidade social e sustentabilidade tornam-se boas ferramentas de melhora nas condições de vida desses cidadãos. E para garantir subsídios para a realização dessas políticas sociais alternativas é que o IV Congresso Brasileiro de SPONSORSHIP elaborou um painel só sobre este tema, de forma a mostrar como o patrocínio pode viabilizar projetos tanto de empresas como das próprias comunidades interessadas.E, para ministrar esta atividade, a equipe do congresso trouxe nomes como Thomas Timm, Ricardo Ernesto Rose, Ana Beatriz Balduino Patrício, Renata Toledo, Claudia Kirschnner, Marcos Kisil, Miguel Dantas, Sergio Crude, Hans Dieter Temp e Sylvia Helena Moraes Cury. O evento acontece nos dias 01 e 02 de agosto de 2007 no Hotel Blue Tree Convention Ibirapuera (São Paulo/SP). Mais informações no site www.sponsorship.com.br.

 

Projetos Sociais

A elaboração de bons projetos esta diretamente ligada à arte de criar, pensar, pesquisar, analisar e administrar recursos dentro de um cronograma lúcido de ações, com qualidade profissional e espírito empreendedor. Pensando nessa temática, a Fundaes em parceria com a Dearo Marketing Social promove nos dias 9, 10 e 11 de agosto de 2007, na Fucape Business School no Rio de Janeiro/RJ, de 9h às 17h, o curso de elaboração de projetos sociais para patrocínios e parcerias. Através de ferramentas áudio-visuais e estratégias de aplicação prática, o participante poderá construir seu projeto em sala de aula de maneira profissional, estando ao final do curso habilitado para escrever qualquer tipo de projeto social. O curso será ministrado por Fernanda Dearo, especialista na arte de mobilizar e motivar pelas causas sociais. Fernanda iniciou sua carreira há 13 anos na Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança onde consolidou seu talento de mulher de negócios como captadora de recursos. As inscrições podem ser feitas através do site www.fundaes.org.br. Mais informações pelo fone 27-3225-7543.

 

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Mercado em Movimento

 

Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento.  Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:


>A relações públicas Luize Strohschoen Neto está na Fundação Projeto Pescar como analista de expansão, buscando ampliar o número de jovens atendidos pelo projeto em todo o Brasil. Mais dados estão no www.projetopescar.org.br e o email de contato é luize.sn@brturbo.com.br .

>A relações públicas Flávia Manssour deixou a Capacità Eventos, de Porto Alegre/RS, e voltou a atuar na área de produção audiovisual. Contatos podem ser feitos pelo fone 51-9828-1432 ou pelo endereço flavia.manssour@terra.com.br.

>O relações-públicas Marcus Vinicius Bonfim deixa o Departamento de Eventos da Secretaria da Justiça de São Paulo e passa a atuar na equipe da Scriba Comunicação, de Luciana Bravo e Cláudio Paiva, no atendimento a novos projetos da BUNGE Fertilizantes. Contatos: 11-3875-1088 ramal 208 ou 11-8689-8515 e pelo e-mail vinicius@scribacomunicacao.com.br.


Parceiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Aberto período de agendamento de atividades

 

Buscando melhor ordenamento de agenda, o relações públicas Rodrigo Cogo está abrindo período para recebimento de propostas de atividades para o 2. semestre/2007. Gerenciador desde 97 do portal Mundo das Relações Públicas, da lista de discussão Mundo-RP sediada no YahooGroups e do boletim RP em Ação, mensal e enviado pela internet, reunindo uma comunidade superior a quatro mil comunicadores brasileiros e pessoas em outros oito países - e recentemente escolhido para moderador da comunidade Relações Públicas no Orkut (mais de nove mil membros) -, ele vem figurando nas programações de eventos da área. Palestras, cursos e oficinas já foram desenvolvidos nos estados do Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais, Amapá, Sergipe, Pernambuco, Amazonas, Rio Grande do Norte e Pará.

Quem é - Cogo tem 35 anos, sendo 13 de carreira direta na área, e trabalha como profissional de RP nas áreas de planejamento de comunicação, assessoria de divulgação, produção cultural, cerimonial e protocolo, marketing de relacionamento, ações promocionais e estratégias via internet. Fez graduação em Relações Públicas pelo Curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Santa Maria (90-94), com curso de aperfeiçoamento na Escola Superior de Propaganda e Marketing/ESPM em "Promoção" (97).

Homenageado do Prêmio Opinião Pública 2006 do Conselho Regional de Profissionais de Relações Públicas 2º Região SP-PR, foi escolhido em 2002 para o Prêmio "Relações Públicas que Fazem e Acontecem" do Conrerp 4. Região RS-SC. Também foi vencedor do Prêmio Opinião Pública 1998 com case sobre o evento "Utopias e Distopias", mesmo trabalho que ganhou o 1º Lugar na Categoria "Projeto em Relações Públicas" do 11º SET Universitário da Pontifícia Universidade Católica do RS - PUC/RS em 1998 e ainda

 1º Lugar na Categoria "Evento em Relações Públicas" do Intercom em 1998. Antes de ser orientador de trabalho, foi vencedor como aluno na Categoria "Projeto em RP" do 6.SET Universitário em 1993 com case sobre a Academia Novo Estilo.

Como profissional autônomo, desenvolveu serviços variados para clínica de radiologia, indústria de massas, comércio de calçados, hotel, empresa de transporte urbano de passageiros, escritório de design gráfico, produtora cultural, indústria de confecção, empresa de assessoria agronômica, papelaria, clínica de fonoaudiologia, agência de viagem, indústrias de arroz, construtoras, entidade empresarial, profissionais de Artes Plásticas, comércio de confecção feminina, agência de modelos e universidade.

Entre as palestras ministradas estão "Relações Públicas no campo da Produção Cultural", como na Facvest em Lages/SC e na Feevale em Novo Hamburgo/RS no mês de junho de 2007; "Relações Públicas em Projetos de Responsabilidade Social - o caso do Marketing Cultural" no Conrerp 3.Região em Belo Horizonte/MG em dezembro de 2006; "Assessoria de Comunicação" na Faculdade SEAMA em Macapá/AP e "Imagem Institucional" na Associação Comercial do Pará em Belém/PA em setembro de 2005; "Mudanças na Comunicação" nos 10 anos do curso na Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul em Unijui/RS em agosto de 2005; "Criatividade e Planejamento em Relações Públicas" na Universidade Federal da Amazônia em Manaus/AM em janeiro de 2003 e "Relações Públicas na Internet: Estratégias e Resultados" no I Encontro Internacional de RP da ABRP em Recife/PE em dezembro de 2000. Contatos podem ser feitos pelo email rodrigo@mundorp.com.br . Já estão sendo agendados compromissos em Belém/PA, Joinville/SC e Itajaí/SC.

P.S: Esta nota foi redigida em terceira pessoa para facilitar a fluidez de leitura, embora eu confesse que tenha sido difícil porque torna personalista demais. De toda maneira, espero ter comunicado.

 

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Frase do Mês


"O futuro das organizações - e nações - dependerá cada vez mais
de sua capacidade de aprender coletivamente"

por Peter Senge

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Para muito além do produto

 

“Em vez do produto em si, o cliente cada vez mais busca solução. É o argumento de Mauro Florio, diretor de marketing da rede varejista C&C Casa e Construção. "Se o cliente tem, por exemplo, um chuveiro que não esquenta, ele não quer saber de um chuveiro da marca A ou de outro que tenha cinco temperaturas: quer tomar um banho quente", raciocina.

Nos últimos anos, a CeC tem apostado em serviços e descontos para manter o fluxo de clientes nas lojas da rede. Com o movimento garantido às segundas e terças-feiras pelo recall de anúncios em jornais no fim-de-semana, por exemplo, a empresa criou uma ação especial para a quarta-feira: descontos de 5% para aposentados, que só precisam apresentar a carteirinha do INSS. "Não é só o aposentado que ganha: ele traz a família, que também se beneficia", afirma o diretor.

Às sextas-feiras, a rede promove uma ação especial para as mulheres, aproveitando o recall do merchandising feito na TV às quintas. Produtos para decoração, utilidades domésticas, eletrônicos e materiais para construção e reforma são vendidos com até 30% de desconto.


A rede oferece também um serviço gratuito de consultoria de projetos de decoração e arquitetura. Pelo site da empresa (www.cec.com.br), é possível consultar a escala de horário dos arquitetos e agendar o serviço.

 Também no site estão disponíveis informações sobre os cursos oferecidos pela companhia. São cursos sobre diversos assuntos, com intenção de auxiliar o cliente na manutenção e decoração da casa. As aulas apresentam informações práticas e teóricas sobre temas como texturização, aplicação de rejuntes, impermeabilização, feng shui, biscuit, jardinagem, entre outros.

O departamento de mão-de-obra, possibilitado pela parceria entre a rede e construtoras, é responsável por indicar empresas qualificadas para auxiliar o cliente, desde a escolha do produto até a instalação, indicando profissionais para a execução de serviços como reformas, construção, assentamento de piso, pintura, texturização, impermeabilização, serviços de marcenaria, elétrica e hidráulica, instalações de aquecedores, banheiras, esquadrias, gabinetes, ventiladores e persianas, entre outros. O pedido pode ser feito nos Centros de Serviços, nas lojas, ou pelos e-mails maodeobra.sp@cec.com.br (São Paulo) e maodeobra.rj@cec.com.br (Rio de Janeiro).

Segundo Florio, o serviço das construtoras indicadas pelas empresa atingem 98% de avaliações positivas dos clientes. Gabrielle Moreira, repórter da Consumidor Moderno, está entre os 2% restantes: necessitando de uma indicação de prestadores de serviços para uma reforma em sua casa, recorreu ao serviço da C&C. No primeiro dia agendado, os representantes da construtora não compareceram. Segundo a repórter, apareceram da segunda vez, mas não se interessaram sequer em enviar um orçamento.

 

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Oportunidades para marcas atentas

 

Existem muitas oportunidades para marcas que souberem entender a atender as necessidades dos consumidores, entregando benefícios emocionais e funcionais. É o que apontam os resultados da pesquisa Roper Reports Worldwide, apresentada por Paulo Carramenha, presidente da GfK Inficator, em evento da Associação Brasileira de Embalagem (www.abre.org.br), que teve como tema "Desvendando o consumidor: os novos hábitos de consumo e comportamento". A pesquisa é uma avaliação global de tendências realizada anualmente desde 1995 em mais de 30 países com cerca de 30.000 entrevistados. Esse universo consultado representa 1.1 bilhões de consumidores no mundo todo.

Para Carramenha, as principais conclusões do estudo são que as empresas devem procurar entender e se relacionar com os consumidores como pessoas e não como seres que consomem e que gerenciar marcas não significa apenas garantir presença, visibilidade ou funcionalidade. Significa criar vínculo emocional com os consumidores, pois são as pessoas que se relacionam com as marcas. Outra conclusão aponta que 80% das decisões de marca dos consumidores são feitas no PDV, o que transforma a embalagem em fator decisivo na hora da compra, ganhando uma importância fundamental como elemento de marca que ajuda a gerar a persuasão.

Tendências - Durante a pesquisa também foi possível concluir as 5 principais tendências globais dos consumidores: autenticidade, o paradigma da vida saudável, envelhecimento, o consumidor em movimento e o boca-a-boca. Essas tendências de consumo indicam que os valores pessoais, estilo de vida, estágios da vida e região geográfica são determinantes no perfil deste consumidor.

Nos valores pessoais a individualidade, o "ser único" é considerado importante por 28% da população. A autenticidade é um valor importante para 44% dos entrevistados, mas apenas 23% associam autenticidade com as marcas que conhecem ou gostam. A honestidade é considerada por 63% dos entrevistados e apenas 28% associam esta qualidade com as marcas que gostam e conhecem.

A população mundial está envelhecendo, a projeção indica que em 2025 as pessoas acima dos 50 anos representarão 50% do total na Itália e 48% na Alemanha, no Japão o índice será de 49%. Nos países emergentes a população acima desta faixa etária também está aumentando e na mesma época representarão 29% no Brasil, 22% na Índia e 36% na China. É um mercado significativo e hoje já existem produtos com teclas e letras maiores e design que favorecem a utilização por idosos.

Para 84% da população ter uma vida saudável é determinante na sua qualidade de vida. Em 29 dos países entrevistados ter uma boa saúde vem em primeiro lugar. Na teoria o plano é manter hábitos saudáveis, mas na prática não é o que se estabelece. Houve uma diminuição no hábito de beber água, praticar exercícios, dormir horas suficientes, comer frutas e vegetais e ter equilíbrio entre o trabalho e o lazer.

A mobilidade é indicada pela busca na melhoria de vida, tanto através da tecnologia ­ internet, da mobilidade cultural, pois estamos abertos a mudanças, como pelo modo de vida moderno em que as pessoas vivem fora de casa. Há um bombardeio de informações e ofertas de produtos e serviços. O consumidor tem muitas opções de escolha e pouco tempo disponível. Por outro lado está mais consciente e informado e o boca-a-boca funciona como um mecanismo de filtro sendo mais valorizado do que a propaganda.

A tendência é pela simplicidade, o desejo do consumidor é pelo design e funcionamento simples e pela mensagem clara e oferta de produtos e serviços que se encaixem em seu modelo de vida. Por isso, a embalagem torna-se elemento fundamental de publicidade no ponto-de-venda, apresentando múltiplas funções. Ela capta a atenção dos consumidores, transmite valores das marcas, é fonte de informação e base para a inovação e diferenciação, comunica benefícios dos produtos, ajuda no suporte as promoções e gera persuasão.

 

 

 

 

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Guia de Marketing Relacionado a Causas é lançado

 

“O Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social - IDIS, junto com seus parceiros da Iniciativa de Marketing Relacionado a Causas (MRC), lançou na última quarta-feira, 04/07, o “Guia Prático de Marketing Relacionado a Causas: Diretrizes e Casos”. A publicação pioneira pretende contribuir para apoiar profissionais de marketing de empresas e de mobilização de recursos de organizações da sociedade civil na realização de programas inovadores de investimento social privado, que utilizem a ferramenta do MRC.

O evento para o lançamento oficial aconteceu no Park Suítes ITC, e reuniu cerca de 70 pessoas. Durante o evento, foi apresentado o novo vídeo da Iniciativa de MRC do IDIS, que mostra a trajetória da Iniciativa e da rede Agente. A publicação está disponível no website do IDIS: www.idis.org.br.

O material apresenta textos sobre o conceito, princípios e premissas de um programa de marketing relacionado a causas, além de diretrizes para elaborar uma campanha bem-sucedida e casos brasileiros e internacionais. As experiências apresentadas são de organizações participantes da rede "Agente - mobilizador do marketing relacionado a causas", que surgiu em 2006, a partir do Comitê de OSCs de Marketing Relacionado a Causas, formado pela Iniciativa de MRC do IDIS.

Estão registrados na publicação os seguintes casos: AVON, com a Campanha Um Beijo pela Vida; parceria Havaianas-IPÊ, com a produção de sandálias estampadas com animais em extinção; parceria Santander Banespa e Doutores da Alegria, com o título de capitalização Din Din Natal da Alegria; aliança Copagaz e Fundação Abrinq, para o Programa Adotei um Sorriso; parceria Atlantica Hotels International e a WCF-Brasil, para combater a exploração sexual de crianças e adolescentes; aliança Whirlpool e Habitat for Humanity, com a doação de uma geladeira e um fogão para cada casa construída pela OSC; e parceria IBTT e WWF International, com a produção de brinquedos de pelúcia.

"O Guia apresenta o conhecimento desenvolvido pelo IDIS e seus parceiros nestes quatro anos de

 iniciativa. Ele reflete o crescimento da utilização do MRC para o estabelecimento de parcerias entre empresas e causas, aqui representadas por organizações da sociedade civil. Em 2003, quando fizemos a primeira pesquisa sobre o tema no Brasil, detectamos que 27% das empresas utilizavam o MRC e que 37% tinham interesse de aplicar a ferramenta nos três anos seguintes. Esse crescimento pode ser comprovado pelo maior número de casos sistematizados no Brasil, alguns deles apresentados na publicação”, afirma Márcia Woods, coordenadora de desenvolvimento institucional do IDIS e uma das autoras da publicação.

Dados do IEG Sponsorship Report, de Chicago, apontamcrescimento de campanhas americanas de MRC.Apenas em 2005, forammais deUS$ 1 bilhão de investimento na estratégia, enquanto em 1990, este valor era de aproximadamente US$ 120 milhões. Em 2004,em levantamento feito por Cone Corporate Citizenship Study, 86% dos americanos disseram estar dispostos a trocar de marca que tem preço e qualidade similar, se a marca estiver associada a uma causa social.

No Brasil, ainda não existe um levantamento concretoque mostre em números reais o quanto as empresas nacionais movimentam com MRC. Mas, de acordopesquisa encomendada pelo IDIS, produzida pela Enfoque, no fim de 2003, 27% das empresas brasileiras fazem ou fizeram campanhas de marketing relacionado a causas. Já em pesquisa mais recente,também encomendada pelo IDIS, de 2005,84% dos consumidores entrevistados disseram recomendar produtos que destinem um percentual das vendas a uma causa social ou a uma ONG, enquanto 74% afirmaram que deixariam de usar um produto por outro similar, com o mesmo preço, que apóie causas sociais.

O IDIS ­ Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social ­ é uma organização social de interesse público (OSCIP) que oferece consultoria para empresas, famílias, indivíduos e comunidades em investimento social privado. Por meio da promoção e estruturação do investimento social privado, o IDIS busca sistematizar diferentes modelos de intervenção social que contribuam com a redução das desigualdades sociais no país.

 

 

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É a vez da comunicação e da transparência

 

Uma transparência onipresente, no preço, no atendimento, na intenção da venda, na publicidade. Essa é a tendência do momento para o fundador da agência Trendwatching (www.trendwatching.com), Reinier Evers, que estuda o comportamento de consumidores no mundo todo. Seus oito mil observadores espalhados pelo globo reportam cada mudança emergente de comportamento. E a transparência é uma delas. Ganha destaque sites como o TripAdvisor - www.tripadvisor.com, que recebe a visita de mais de 20 milhões de internautas para checar a opinião e foto de viajantes em mais de 23 mil cidades e 180 mil hotéis. Todos estão atrás de um só destino: a verdade. Não a verdade da propaganda do hotel ou da companhia de turismo, mas a verdade de alguém que já foi a esta cidade, ou se hospedou neste hotel. A gigante Amazon possui um espaço em seu site para consumidores deixarem registrado suas experiências com todo tipo de compra, desde uma faca de cozinha até um carro.

Mais de um bilhão de pessoas estão online, a maioria por alguns anos, e estão preparadas e habilitadas para procurar o melhor negócio, opinar e aconselhar. A cada geração, esse comportamento ficará mais forte. "O que vemos hoje não é nada comparado à loucura pela transparência que as marcas terão que lidar nos próximos anos", avisa Evers. Os mais novos já entram para o mercado consumidor enxergando a sua contribuição na internet apenas como mais um ponto de contato na relação com as marcas e empresas.

Não fossem somente as opiniões em forma de texto a disposição na internet, os consumidores contam também com um arsenal tecnológico,




câmeras de fotografia e vídeo digitais que colaboram de forma poderosa para tornar a transparência ainda mais evidente. Para ilustrar, segundo estudo recente do Gartner, 48% de todos os telefones celulares vendidos no mundo em 2006 tinham câmera, número que deverá subir para 81% em 2010. Evers chama estas máquinas de "observadores onipresentes multimídia de tudo e qualquer coisa". O impacto? "Bom, uma foto fala mais que mil palavras, e um vídeo fala mais que mil fotos", brinca o caçador de tendências.

Tudo o que uma marca faz, ou deixa de fazer, aos olhos do consumidor, cairá em algum momento em algum site, em forma escrita ou multimídia. E isso inclui também conversas telefônicas, inclusive as entre consumidores e serviços de atendimento. Com a telefonia mudando para modelos baseados em internet, como Skype, é mais fácil gravar uma conversa. Programas como Hot Recorder podem gravar automaticamente uma conversa por Skype ou IM. Recentemente, nos Estados Unidos, uma conversa entre um consumidor que viajava com a família à Grécia e sua empresa de cartão de crédito foi parar na internet. No arquivo de áudio, é possível ouvir o pai pedindo, quase implorando, à atendente, que cancelasse seu antigo cartão, que havia sido perdido. Muito tempo de espera, música, mas nada resolvido. Segundo Evers, gravações desse tipo estarão disponíveis em um curto espaço de tempo aos milhares. "Ainda não ouvimos nada", profetiza Evers.

 

 

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Esportes em alta entre os brasileiros

 

O consumo e a prática de esportes devem receber um grande impulso no Brasil com a realização dos jogos Panamericanos, mas seu impacto será diferenciado entre a população. Esta é uma das conclusões do relatório “Os consumidores de esportes no Brasil”, realizado pelo IBOPE Mídia (www.ibope.com.br) com foco nos brasileiros que assistem e/ou praticam esportes no País. A análise, cruzando a frequência e variedade da prática esportiva com o consumo de mídia sobre o assunto, dividiu a população em 6 grupos diferentes: Superativos, Sports Fans, Esportistas de sofá, Saudáveis, Sedentários e Desinteressados.

“Estes grupos representam desde os que praticam intensamente esportes e também consomem muita mídia esportiva, até aqueles que não se interessam nem pela prática e nem pela audiência. De forma geral, 72% da população entre 12 e 64 anos se interessa de alguma forma por esportes, o que dá uma idéia do potencial deste mercado. São cerca de 45 milhões de pessoas”, explica Roberto Lobl, diretor do IBOPE Mídia. Apenas 18 milhões de brasileiros nesta faixa etária não se interessam de forma alguma pelo assunto.

O relatório mostra que 64% da população assiste esportes na TV, e 38% pratica alguma atividade física, ainda que de forma ocasional. Futebol e Caminhada se destacam entre os mais praticados, enquanto o Automobilismo, ao lado de Futebol, aparece entre os mais assistidos. “É interessante notar as diferenças de prática de acordo com o sexo. Enquanto homens preferem os esportes em grupos e de competição, as mulheres têm maior afinidade com esportes relacionados aos cuidados com o corpo”, afirma Lobl.

Além de dados sobre a prática e audiência esportiva no Brasil, o relatório oferece um perfil de cada grupo encontrado por meio de características sócio-econômicas, análise de opiniões, contato com a mídia, consumo de alimentos e artigos esportivos, entre outras. Também apresenta alguns dados comparativos com o resto da América Latina, mostrando que em relação a mídia esportiva os brasileiros têm um consumo sensivelmente maior que os outros países e, no tocante à prática, estão um pouco acima dos demais. “A combinação destes dois fatores faz com que o Brasil seja o país mais vinculado a esportes na América Latina”, finaliza o diretor do IBOPE.
O relatório “Os consumidores de esportes no Brasil” foi realizado com base no Target Group Index, um estudo contínuo de consumidores representativos da população brasileira residente nos principais centros de consumo do Brasil e aplicado pelo IBOPE Mídia, em parceria com a Kantar Research Media.

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Você está preparado para o futuro?

 

Relações rápidas, interativas e eficientes. Esse parece ser o lema que dita como deve caminhar as relações entre consumidores e empresas. Gurus modernos pregam que a empresa inteira deve respirar na mesma sintonia. Pregam o fim da área de marketing ou área de relacionamento com clientes. Toda empresa deve ser uma "área de marketing e de relacionamento com o cliente". Tudo para acompanhar as mudanças de comportamento do consumidor, ou seja, nós.

Faith Popcorn, consultora de várias empresas das "500 mais" da Fortune, e Adam Hanft, figura exponencial no mundo do marketing e da publicidade, no livro "Dicionário do Futuro" enumeram algumas tendências e expressões que definirão nosso comportamento. Sua empresa está preparada?

Negoférias - cada vez mais, nesta sociedade em que tudo se combina, estamos misturando viagens de negócios com férias. Um estudo recente da MCI/Worldcom revelou que um terço de todas as férias são organizadas em torno do núcleo de uma viagem de negócios. O risco é que nunca cortemos o cordão - ou, em um mundo sem fio, a conexão. Outro estudo, descobriu que 83% das pessoas permaneceram em contato com o escritório - 60% levaram seus telefones celulares e mais da metade não apenas lia e-mails, como também respondia.

Rico Itinerante - termo cunhado pelo inventor Bob Metcalf para descrever-se e descrever outros homens e mulheres endinheirados que decidem viver e trabalhar onde querem e que são provavelmente os primeiros cidadãos verdadeiramente globais. Eles têm raízes móveis. Metcalf foi o criador da Ethernet e o teórico por trás da Lei de Metcalf - que sustenta que o valor de uma rede se expande exponencialmente com a adição de cada nó - de modo que, quando ele fala no rico itinerante que se espalha pelo mundo todo está criando uma metáfora humana para uma rede digital.

Supercompartilhamento - acontece quando alguém lhe conta mais, muito mais do que você está interessado em saber. Todos nós já tivemos alguma experiência de supercompartilhamento e a tecnologia não resolve a questão. Todos já devem ter recebido emails que leu só por cima porque o autor tem o hábito de supercompartilhar. O problema é quando você mergulha fundo demais na esfera pessoal, com detalhes da vida do outro que preferíamos não ter. É um sintoma de uma sociedade que se tornou tão distanciada que nos faz ansiar por um pouco de intimidade, ainda que com pessoas relativamente estranhas.

Surfistas de Sofá - grupos de homens jovens que têm tudo, exceto um lugar para morar. Como o The New York Times definiu-os, esses "yuppies errantes" formam uma "subcultura nômade de jovens profissionais na faixa dos 20, 30 e até 40 anos, que parecem levar vidas normais e prósperas, mas na verdade são surfistas de sofá, contam com a

gentileza de amigos, procuram abrigo em seus veículos utilitários ou marcam presença em cafés 24 horas". O fenômeno é causado pelo hábito de gastarem quase tudo o que ganham, e por isso se sentem economicamente destruídos quando perdem seus cargos.

Refugo - É o lixo e entulho exagerado, subproduto social do consumismo desenfreado que substitui de maneira implacável o novo pelo mais novo. Não tem a ver apenas com economia de dinheiro, tem a ver com a emoção da descoberta. Será que o dia do Refugo conseguiria atrair mais atenção do que o Dia da Terra?

Pragmatismo Prematuro - termo cunhado pela escritora Bárbara Ehrenrich para descrever a tendência de universitários e recém-formados a planejar o futuro. Pesquisas demonstraram que 31% dos estudantes nos Estados Unidos investem para valer no mercado financeiro. Não muito tempo atrás eles faziam piquetes contra a Dow Química; agora, compram ações da empresa no mercado futuro.

Lacuna do Logro - termo originalmente usado para caracterizar a diferença entre o preço de um produto de marca conhecida e a alternativa de uma marca qualquer. Mas o Dicionário do Futuro antecipa que a capacidade da internet de fazer compras comparativas ampliará o uso do termo para incluir qualquer diferencial injustificável de preço - entre lojas online e offline, de país a país, dentro de uma mesma cidade.

Geo-alvo - situação em que um telefone celular, com um cookie no seu navegador, permite que um profissional de marketing saiba onde seu proprietário está. Também chamado de marketing da localização específica. Quando isso acontecer, esteja preparado para ser bombardeado por mensagens "Old Navy, logo ali dobrando a esquina", ou "Krispy Kreme, do outro lado da rua". O Big Brother, na forma de satélites orbitando em geossincronia, está alerta.

Ergonarquia - sistema em que trabalhar para fazer fortuna tornou-se o motor de nossas vidas; consumir bens passou a ser quase um "dever". A autora Fay Weldon descreveu o fenômeno no New Statesman: "Ai de nós, que vivemos em uma ergonarquia: somos dominados pelo trabalho... Enquanto antes trabalhávamos a fim de fazer coisas e assim de ganhar, ganhamos a fim de gastar e gastamos a fim de trabalhar".

Publicidade Insinuada - É a expansão gradual da publicidade para todo o nosso campo visual. Xícaras de café, laterais de prédios, canudos, banheiros públicos, fundo dos buracos de golfe, até mesmo carros inteiros: "Três empresas startups estão se apressando para transformar carros das pessoas comuns em veículos publicitários. Nem todos se impressionam com o fenômeno", disse Gary Ruskin, do Alerta Comercial, grupo de conscientização sem fins lucrativos, ao The Wall Street Journal. O Dicionário do Futuro também uso o termo "publicidade ambiente". A questão é: estamos chegando ao ponto de reduzir o lucro criando um ambiente que é, na verdade, um parque temático de publicidade. Quanto mais vemos, menos observamos.

 

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Antarctica cria ação de entretenimento


Durante o mês de julho, diversos bares do Rio de Janeiro serão palco de uma inédita ação de Antarctica: os Jogos da Boa. Partindo do tradicional “Futebol de Tampinha”, a marca desenvolveu um campeonato de jogos de tabuleiro. Além deste, vôlei, basquete e corrida de obstáculos ganharam versões de mesa e estarão em mais de 100 estabelecimentos da cidade no mês de julho. Jogos americanos se transformarão em quadras e os atletas serão representados por tampinhas.

Para organizar a competição, a marca estabeleceu um calendário itinerante de jogos oficiais e, nessas datas, os locais receberão juízes para apitar cada modalidade. Os jogos americanos ficarão disponíveis nos estabelecimentos durante todo o mês para que o público possa treinar e se preparar para o campeonato.

A ação de entretenimento, criada pela agência Zicard, tem como objetivo oferecer aos cariocas uma forma diferente de se divertir, além de prestigiá-los pela preferência. Na Grande Rio de Janeiro, a marca detém 27% de share de mercado (dados Nielsen de maio), número que a coloca como vice-líder na região.

Para ambientar o campeonato, a Antarctica desenvolveu uma série de materiais de ponto-de-venda para os bares do circuito Jogos da Boa, como display, banner e o jogo americano. Além disto, os participantes serão convocados através de anúncios em rádios, revistas, jornais e internet.

Todos que participarem dos jogos oficiais ganharão um porta-copo e os vencedores de cada noite serão premiados com um kit composto por petisqueira, porta-copos, copos e cervegela. E o grande vencedor de cada bar será convidado para uma festa especial com a presença da Juliana Paes.

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Mudanças em Responsabilidade Social

 

Há cerca de um ano, quando da primeira edição do Estudo BDO Trevisan de Responsabilidade Social Corporativa (RSC), as empresas ainda se mostravam reticentes em relação ao assunto. A maioria não contava com políticas específicas relacionadas ao tema, e as poucas que conduziam algum tipo de ação na área tinham receio de divulgar tais iniciativas. De lá para cá, a mudança foi grande. Na edição de 2007 do relatório, divulgada hoje pela consultoria, 88% das empresas participantes declaram ter alguma prática de responsabilidade social corporativa.

O que motivou tamanha mudança? Segundo Mauro Ambrósio, sócio-diretor da área de sustentabilidade da BDO Trevisan, o empresário tem agora uma perceção muito maior da importância da manutenção de políticas sustentáveis. O que antes era visto apenas como um conjunto de ações isoladas de filantropia, agora é percebido como fator determinante para a continuidade dos negócios. "O empresário percebeu que não é moda, só mais uma onda, mas que há um movimento de governança ligado à responsabilidade social corporativa", afirma Ambrósio.

Ambrósio acredita que o público consumidor desempenha papel preponderante nesse aumento de consciência no mundo corporativo. "O consumidor de hoje quer saber que produto está comprando, de quem, se a empresa tem processos de responsabilidade socioambiental", explica o executivo. Numa prateleira com produtos na mesma faixa de preço, exemplifica Ambrósio, a escolha recai sobre a empresa que não tenha sua imagem arranhada. Além dos consumidores, todos os grupos de interesse (stakeholders) acabam exercendo algum tipo de pressão para que a empresa adote uma postura sustentável. Por fim, ocorre a influência de outras empresas: quanto mais companhias falam do assunto, elaboram relatórios, mais empresas tendem a copiar essas iniciativas.

Sustentabilidade vantajosa - Se é verdade que a gestão empresarial visa sempre o lucro, também é verdade que as vantagens trazidas por políticas sustentáveis são cada vez maiores e mais atraentes. Ambrósio destaca a continuidade dos negócios; vantagens financeiras trazidas por uma melhor imagem institucional e um relacionamento melhor com clientes, fornecedores e governo; linhas de crédito mais baratas, já que muitas instituições diferenciam empresas que adotam essas políticas; e a satisfação dos funcionários.

O executivo define sustentabilidade como um platô que repousa sobre quatro pilares: ambiental, social, econômico-financeiro e estratégico. Embora os quatro estejam em estágios avançados de maturidade, Ambrósio acredita que a conexão entre elas ainda é frágil. "A ligação entre projetos socioambientais e a gestão do negócio ainda é imatura", afirma. Esse deve ser o próximo estágio de amadurecimento das empresas. (retirado da News Consumidor Moderno)

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Dicionário pretende unificar linguagem

 

A ABERJE publica, no Brasil, a segunda edição do Dicionário de Mensuração e Pesquisa em Relações Públicas e Comunicação Organizacional, produzido originalmente pelo Institute for Public Relations (EUA). O dicionário tem como objetivo padronizar e unificar o uso de termos técnicos e dos conceitos básicos utilizados por profissionais de relações públicas.

Desde a sua primeira publicação, o dicionário tornou-se referência e é debatido nas maiores conferências acadêmicas e profissionais, confirmando o crescimento do campo de Relações Públicas, conforme declara o coordenador do dicionário, Professor e diretor da University of Miami´s Don Winslow Stacks: “A mensuração e pesquisa de relações públicas progrediram muito nos últimos cinco anos. A profissão começou a dar ênfase à demonstração do impacto das relações públicas nos resultados das empresas”.

Para os organizadores da publicação, no Brasil, Paulo Nassar, diretor-presidente da ABERJE, e Suzel Figueiredo, diretora do DATABERJ, a publicação do Dicionário de Mensuração e Pesquisa reafirma o papel educacional histórico; e a ABERJE deve revisar e ampliar periodicamente os conceitos citados no Dicionário, que terá na próxima edição americana alguns dos verbetes de pesquisa brasileiros.

Com este dicionário a ABERJE avança em mais um de seus objetivos e integra a Comunicação Organizacional e Relações Públicas brasileiras aos centros internacionais de excelência. Como exemplos, vale ressaltar as parcerias firmadas entre a ABERJE e a Universidade de Syracuse, de Nova York, EUA, e a criação do Centro de Estudos Brasil, Canadá, Estados Unidos e México de Comunicação Organizacional e Relações Pública.

A 2ª edição do dicionário possui mais de 100 verbetes. Segundo a diretora Databerj e organizadora da publicação nacional, Suzel Figueiredo, o dicionário foi adaptado e inclui termos utilizados nacionalmente.

“A versão disponibilizada em português foi adaptada de acordo com o nosso discurso e é composta por termos internacionalmente conhecidos. Essa contribuição, que reúne termos da pesquisa social, de comunicação e estatística, permite alinhar todos os profissionais no mesmo discurso”, conclui Suzel.

A ABERJE distribui gratuitamente a versão impressa aos associados e às universidades. Uma versão online foi produzida especialmente para que todos os interessados, mesmo os que não são associados, possam ter acesso ao dicionário. Basta acessar o site www.aberje.com.br e seguir as instruções do cadastro. A ABERJE atualizará anualmente a versão online com os novos verbetes utilizados pelos profissionais de Relações Públicas.

 

 

 

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Qualidade do ensino é preocupação do Conferp

 

A realização do Fórum Nacional pela Qualificação do Ensino de Comunicação, no dia 28 de junho de 2007, em Brasília/DF, marcou o início de ampla articulação do CONFERP com as demais entidades representativas da área de comunicação pela luta a favor da maior qualificação de nosso ensino superior.

Durante o evento, o Secretário de Educação Superior do MEC, Ronaldo Mota, apresentou as principais diretrizes do ensino superior a ser implantada pelo governo nos próximos anos. Para Mota, O Plano de Desenvolvimento Educacional do Ministério da Educação esta baseado em quatro elementos principais: necessidade de expansão da rede de escolas de ensino superior no país; maior qualificação do ensino superior a partir da definição de critérios de qualidade mais consistentes e realistas; promoção da inclusão social por meio da oferta de ensino superior para a vasta parcela da população que não tem acesso a esse nível educacional; e implantar nova distribuição territorial dos cursos de nível superior que devem ser interiorizados.

Como resultado das discussões as entidades presentes concordaram em encaminhar correspondência à Secretaria de Ensino Superior do MEC informando as posições acordadas durante o Fórum Nacional pela Qualificação do Ensino de Comunicação:

- Desacordo com a abertura indiscriminada de novos cursos superiores na área de comunicação social;

- Preocupação com o fraco desempenho obtido pelos alunos de comunicação social na avaliação do ENADE 2006, indicando a baixa qualidade dos cursos oferecidos;

- Interesse na participação ativa das entidades da área nos processos de autorização de novos cursos de comunicação social;

- Abertura de diálogo constante com o Ministério para discutir as propostas de alteração dos cursos de comunicação social.

No final do evento, as entidades propuseram a criação do Fórum Permanente pela Qualificação do Ensino de Comunicação, englobando todas as entidades profissionais, de mercado e acadêmicas da área. A próxima reunião do Fórum será realizada em Brasília, no dia 28 de setembro de 2007. Estiveram presentes no Fórum as seguintes entidades: CONFERP - Conselho Federal dos Profissionais de Relações Públicas; FENAJ - Federação Nacional dos Jornalistas; ABRACOM - Associação Brasileira das Agências de Comunicação; ABRAPCORP - Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas; FENAPRO - Federação Nacional das Agências de Propaganda e ABRP - Associação Brasileira de Relações Públicas.

 

 

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O que os blogs andam dizendo sobre sua marca?

 

A onda dos blogs pode afetar fortemente o prestígio de marcas e empresas. Isso porque as informações veiculadas pelos blogueiros nas redes sociais da web têm grande credibilidade entre os internautas. É o que mostra um levantamento da E-Life, empresa que monitora a força das marcas na internet. Ao todo, foram ouvidos 5 mil usuários de blogs e da rede de relacionamentos Orkut. “As pessoas têm consciência de que as opiniões [dos blogueiros] são sinceras, pois vêm de consumidores comuns”, justifica Alessandro Lima, gestor executivo da E-Life (www.elife.com.br).

O levantamento da E-Life também mostra que, em geral, as opiniões negativas sobre uma marca ou empresa tendem a se propagar com mais rapidez pela internet. “Esses formadores de opinião da web costumam falar muito mais mal do que bem”, comenta Lima. Em média, calcula a E-Life, cada opinião negativa chega a 250 internautas. Já as opiniões positivas chegam a, no máximo, 200 usuários.

O Boticário é uma das empresas que já monitoram o que os blogueiros andam dizendo. Com ajuda da E-Life, a companhia paranaense foca nos chamados “hubs” – os formadores de opinião, classificados pelo número de pessoas que atingem. A partir daí, obtém um relatório com as opiniões mais importantes que estão veiculando sobre sua marca na internet. Dependendo do caso, O Boticário procura os críticos mais ferozes e mantém um diálogo para buscar uma solução para o problema. O E-life mantém o blog http://blog.elife.com.br.

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O paradoxo da escolha

 

A variedade de escolhas em nossa cultura de consumo é positiva. Porém quando estrapola os limites da normalidade, deixa de ser fonte de libertação e autonomia e passa a ser fonte de fraqueza. Assim pensa Barry Schwartz, economista e psicólogo, professor de Teoria Social da Swarthmore College, na Pensilvânia, e autor de “O Paradoxo da Escolha – Por que mais é menos” (Editora Girafa). “Na medida em que a quantidade de escolhas continua crescendo, começam a aparecer os aspectos negativos de haver um número infinito de opções. A quantidade de escolhas cresce e seus aspectos negativos aumentam gradativamente até nos sufocar”, verifica Schwartz.

Para ele, o crescimento assustador do universo de escolhas tornou-se, paradoxalmente, um problema e não uma solução. Seu livro trata das escolhas com que nos deparamos em quase todas as esferas da vida: educação, carreira, amizade, sexo, relações amorosas, criação dos filhos, práticas religiosas e o consumo em geral. Mas Schwartz também deixa claro que não está dizendo que a escolha não melhora nossa qualidade de vida. “Sim, ela permite controlar nosso destino e quase sempre conseguir exatamente o que queremos de qualquer situação”, diz o psicólogo que também é autor de “The Battle for Human Nature: Science, Morality and Modern Life”, e “The costs of Living: How Market Freedom Erodes the Best Things in Life” (ambos sem tradução para o português), além de ter artigos publicados nas principais revistas americanas sobre o assunto, incluindo a American Psychologist.

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DigitalAge 2.0 discute o futuro dos negócios

 

Para entender por que o consumidor mudou e entender o que pensa a Millennium Generation, além de saber posicionar a marca na convergência de mídias, a JumpEducation e a IDG Brasil/IDG Now! promovem o Digital Age 2.0 nos dias 9 e 10 de agosto de 2007 no complexo WTC (World Trade Center) em São Paulo/SP, discutindo práticas de marketing e comunicação efetivas para os negócios.

Patrocinado pela Petrobras e Digital Pages, o evento reúne um grande time de conferencistas, alguns deles pela primeira vez no Brasil - como o caso de Martin Lindstrom e Darin Brown. Lindstrom é reconhecido pelo Chartered Institute of Marketing como um dos principais gurus mundiais de branding. Consultor de várias marcas da lista das 100 Maiores da revista Fortune, incluindo Disney, Mars, Pepsi, American Express, Mercedes-Benz, Reuters, McDonald's, Kellogg's, Yellow Pages e Microsoft, tem dois best-sellers publicados - BrandChild e BRAND sense - e é colunista da Advertising Age. Já Brown é Chief Strategy Officer (CSO) da Avenue A | Razorfish e lidera as áreas de estratégia, análises, criação, busca, experiência do usuário e soluções corporativas, além das parcerias estratégicas e marketing da própria agência. Foi criador do Leo Burnett Interactive Group, conhecido hoje como ARC. A programação completa consta a seguir, e mais dados podem ser obtidos no www.digitalage20.com.br .

Programação
Dia 09 de agosto

. 9h10min às 10h - Contextual Branding: Como as marcas precisam ser flexíveis o suficiente para mudar e se ajustar às transformações da próxima geração de marketing interativo, com Martim Lindstrom, futurologista e guru de branding

. 10h30min às 11h15min - Como saber o retorno do seu investimento: cinco metas das empresas que usam redes sociais (Ouvir, Falar, Energizar, Suportar e Engajar) e cálculos de ROI, estudo de caso e recomendações, com Josh Bernoff, vice-presidente da Forrester Research

. 11h20min às 12h05min - A transformação dos consumidores e dos negócios: A busca está reescrevendo as regras de negócios e mudando a nossa cultura. Conheça o conceito de banco de dados de intenções e saiba como tirar proveito dessa nova era, com John Battelle, chairman da Federated Media Publishing e autor do livro The Search

. 14h às 14h45min - Blogs, chats, wikis e redes sociais: como posicionar sua marca na convergência de mídias, com Renato de Paula, vice-presidente da OgilvyOne na América Latina.

. 14h50min às 16h - Mash-up - A nova identidade digital: números do mercado brasileiro de internet; as questões éticas e a legislação brasileira e o novo indivíduo dos mundos virtuais, com Fábio Gandour, gerente de novas tecnologias da IBM Brasil, Marcelo Coutinho, diretor executivo do Ibope Inteligência, e Ronaldo Lemos, chairman da iCommons

. 16h30min às 17h30min - Publicidade 2.0 - O fim do comercial de 30 segundos: quais as principais tendências da publicidade online; cases de sucesso premiados em Cannes 2007 e como será a agência de publicidade do futuro, com Luis Grottera, sócio, presidente e CEO da TBWA\BR, Suzana Apelbaum, diretora de criação da África e Marcelo S. Gomes, diretor do Meio e Mensagem

Dia 10 de agosto
. 9h10min às 10h - DNA da Social Media, com Darin Brown, Chief Strategy Officer da Avenue A|Razorfish

. 10h30min às 11h15min - PR 2.0: falaram mal de minha empresa em um blog. E agora? Como gerenciar crises usando as novas mídias. Cases de sucesso de gerenciamento de crise, com Thiane Loureiro, gerente corporativa da Edelman Brasil

. 11h20min às 12h05min - Sua marca no Second Life: quem são os brasileiros do Second Life; o que eles fazem no Second e quais as marcas mais lembradas pelos brasileiros, com Daniela Daud, diretora do Qualibest

. 14h às 15h10min - Mash-up - Todos os caminhos levam ao consumidor: saiba criar campanhas de links patrocinados; como gerenciar e tirar proveito do boca-a-boca virtual; dados sobre a blogosfera brasileira e caso de sucesso: gravadora Trama, com João Marcello Bôscoli, presidente da gravadora Trama, Alexandre Kavinsky, da Hot List, e Alessandro Lima, da e.Life

. 15h15min às 16h15min - O futuro já chegou: visões de quem está nele: você sabe onde alocar a sua verba de marketing? entende o seu consumidor? sabe como medir resultados? e, afinal, você ouve o seu consumidor? com Risoletta Miranda, sócia e presidente da Addcomm e Mercedes Sanchez, autora do blog TáDifícil e especialista em usabilidade

 

 

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Novo ranking das marcas é lançado

 

Conhecido como um fenômeno de popularidade e inovação, o Google se transformou na marca mundial que mais ganha valor. É o que mostra o ranking das marcas mais valiosas do mundo, realizado pela consultoria Interbrand, em parceria com a BusinessWeek. A grife conquistou um crescimento de 44% neste ano. Hoje, a marca Google vale mais de US$ 17 bilhões e ocupa o 20º lugar da tabela. “A companhia é uma estrela em ascensão. Eles estão fazendo muita coisa bem feita, uma delas é priorizar a marca como parte da sua estratégia, além da agressividade na inovação”, acredita Alejandro Pinedo, diretor-geral da Interbrand no Brasil. Como já se tornou tradição a Coca-Cola, pela sétima vez consecutiva, ocupa a dianteira do ranking. “O tamanho, a idade e a gestão da marca são algumas das justificativas para essa posição”, aponta Pinedo. Hoje, a marca coca de refrigerantes vale US$ 65,2 bilhões.

Este ano, os nomes que mais perderam força foram Ford, GAP, Kodak, Pizza Hut e Motorola. “Sofreram desvalorizações porque não acompanharam o consumidor, não entenderam o momento do mercado”, detecta Pinedo. De acordo com o executivo, estas marcas não se atualizaram. “A Ford tem carros antiquados, a Pizza Hut não renovou cardápio nem melhorou as lojas. Já a Motorola apostou alto em um só produto, o RZR, e investiu menos na marca corporativa”, pondera Pinedo.

Na edição deste ano do ranking, a Interbrand não se deteve apenas a listar o valor de cada marca e elaborou uma lista de quatro tendências em gestão de marca:

. Desenvolvimento de pontos de contato ­ As grifes mais valiosas encontram maneiras complementares de atingir os seus consumidores. Um

exemplo é a rede de cafeterias Starbucks, que conseguiu criar uma relação diferenciada com o consumidor. “A marca não se restringe à loja, ela quer acompanhar o consumidor na rotina diária”, afirma o diretor da Interbrand Brasil. Os clientes podem comprar livros e cds que leram ou escutaram dentro da própria loja.

. Gerar maior demanda para a marca ­ Trata-se de fazer com que o consumidor desejado pela grife a escolha acima de todas as outras que tentam atingi-lo. Os nomes que conseguiram com sucesso chegar a este patamar são Apple e Nintendo. “A Apple cria um furor tão grande ao redor da marca que qualquer modelo novo gera curiosidade”, ressalta Pinedo.

. Modelos de Contingência (que englobam cenários de risco e planejamento de eventualidades) - Esse item se refere às companhias que projetam cenários futuros e concentram toda a sua energia para que eles se tornem realidade. “É um passo além do planejamento estratégico, não é só olhar pro futuro, mas desenhar o cenário ideal e mover toda a empresa pra que ele se torne real”, explica o diretor. De acordo com Pinedo, uma das marcas que mais se encaixa no perfil é a Toyota, que há anos previu que a preocupação com o meio ambiente estaria presente e buscou soluções alternativas ao petróleo. “Hoje, é a empresa do ramo mais associada com este conceito”, completa.

. Planejar Eficiências ­ “A idéia desta ferramenta é identificar o ponto forte da marca e apostar todas as fichas nela”, esclarece Pinedo. Há varias maneiras de se fazer isso, investindo em eventos, em patrocínios, em mudanças nos pontos-de-venda. “A Zara entendeu que as lojas rendem a melhor oportunidade de causar impacto no consumidor e preferiram investir menos em publicidade”, conta Pinedo.

 

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