Boletim nº 178/08 - Ano XI
Abril 2008

Leia nesta edição

 

> Wikimarketing, a rede colaborativa como ferramenta
> Portal lança nova logomarca
> Remodelação do Mundo-RP inicia no sistema wiki
> Conheça os assinantes do Mundo-RP
> Reveja as capas do Portal
> Novo artigo discute Blogs Corporativos
> Levando em conta as emoções dos clientes
> Fast News
> Mercado em Movimento
> Indicadores de excelência na Comunicação Interna
> Livro: Protocolo e Cerimonial
> Redes Sociais são alvo de treinamento
> ROI - Indicador de retorno de treinamentos
> Universo digital é maior do que o estimado
> Reputação corporativa é instrumento de gestão
> Os novos consumidores
> 8. Congresso de Marketing Político-Eleitoral vem aí
> Construção de marcas na era do consumo responsável
> Fórum ABRACOM discute gestão e comunicação empresarial

Novos Cadastrados

Neste último mês, sejam bem-vindos a nossa comunidade: os universitários Ana Cristina Mesquita (Recife/PE), Bernardo Junnior (São Paulo/SP), Henrique Silva (Aparecida de Goiânia/GO), Márcia Amaral (Belo Horizonte/MG), Juliana Xavier da Silva (Santa Cruz do Sul/RS), Daiane Souza (Alumínio/SP), Vanessa Damasceno (Manaus/AM), Cibele de Paiva (São Paulo/SP), Viviane Sedola (Santos/SP), Evelyn Spada (São Caetano do Sul/SP), Adriana de Faria e Sousa (Uberlândia/MG), Juliana de Souza (São Bernardo do Campo/SP), Caroline Garcia (São Bernardo do Campo/SP), Heloísa Aravechia (Santo André/SP), Luã dos Santos (Curitiba/PR), Gabriela Nascimento (São Caetano do Sul/SP), Bruna Bonventti (São Caetano do Sul/SP), Vitor Ramos (Campinas/SP), Ana Carolina Leote (Porto Alegre/RS), Flávia Modelli (São Paulo/SP), Bruna Mendes (São Paulo/SP), Jaqueline Mendes (Contagem/MG), Wellington da Silva (Belo Horizonte/MG), Fernanda Câmara (Belo Horizonte/MG), Jucimara Pereira (Atibaia/SP), Ana Piques (Ponta Delgada/Portugal), Marília Gavazza (Salvador/BA), Carla Arruda (Ponta Delgada/Portugal), Verônica Salvador (Salvador/BA), Daysiane Lins e Nascimento (Recife/PE), Fernanda Silva (Rio de Janeiro/RJ), Sônia Furtado (Ponta Delgada/Portugal), Juliana Nascimento (Aparecida de Goiânia/GO), Chavele da Silva (Maceió/AL), Juliana Ribeiro (Itapetininga/SP), Ana Cristina Nascimento (Belo Horizonte/MG), Isabela Procópio (Manaus/AM), Fernanda Floriano (Porto Alegre/RS), Eveline Mallmann (Gravataí/RS), Itanajara Halinski (São Paulo/SP), Jefferson Machado (São Paulo/SP), Ana Carolina Arruda (Ribeira Grande/Portugal), Leila Garcia (Novo Hamburgo/RS), Rebeca Rispoli (São Vicente/SP) e Luciana Motta (Belo Horizonte/MG). Tambem os relações públicas Cristiane Morato (Belo Horizonte/MG), Thais Catucci (São Paulo/SP), Vilma da Silva (Recife/PE), Hugo Oliveira (Ponta Delgada/Portugal), Lilian Albino (Campinas/SP) e Carolina Dias (São Paulo/SP). E ainda a assistente de Gabinete Mara Kiefer (São Paulo/SP), o consultor Edno Araújo (São Paulo/SP), a economista Cilce Meister (Cuiabá/MT), os jornalistas Hanna Ichimura (Volta Redonda/RJ), Liliane Silva (Belo Horizonte/MG), Simone Barros (Rio de Janeiro/RJ), Patrícia Fernandes (São Bernardo do Campo/SP) e Juliano Azevedo (Belo Horizonte/MG), a auxiliar de Secretariado Mariana de Souza (Petrópolis/RJ), a professora de Educação Física Soraia de Oliveira (Campinas/SP) e a auxiliar de Marketing Elenice Sacchi de Freitas (Porto Alegre/RS).


 

Protocolo e Cerimonial

Apesar de ser um tema recorrente nesta coluna de livros, não dá pra deixar de citar a nova edição de "Protocolo e Cerimonial - Normas, Ritos e Pompas" da relações públicas (e integrante de nossa comunidade Mundo-RP) Gilda Fleury Meirelles. Escrito de forma didática, em linguagem clara, fluente e fácil ­ estabelecendo um diálogo com o leitor - , contém exemplos e procedimentos que possibilitam o entendimento das leis do protocolo, das normas do cerimonial e das regras de etiqueta para o planejamento e a organização de cerimônias e solenidades governamentais e empresariais com pompa e circunstância. Na obra, a relações públicas Gilda Fleury Meirelles graduada pela Faculdade de Comunicação da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e Doutor Honoris Causa pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero, destaca as práticas do protocolo, do cerimonial e da etiqueta como instrumentos da comunicação organizacional, governamental e empresarial, fundamentais ao relacionamento entre os povos no mundo globalizado, no qual as normas, os ritos, as tradições e a pompa devem ser respeitados, seguidos e praticados. Lançado pelo selo IBRADEP Gestão da Comunicação, a obra é prefaciada por Paulo Nassar e traz mais de 400 páginas de muita informação: evolução histórica, conceituação, precedência, presidência nos eventos, lugares, representação, atraso de autoridades, passando por tratamento, apresentações e cumprimentos, linguagem e vocabulário, pronunciamentos e discursos, convite, uso de cartões, trajes e chegando nos símbolos nacionais, insígnias, simbologias das cores, normas para ornamentação, proteção e segurança, falecimento de autoridade, roteiros de solenidades e eventos sociais. O livro traz oportunidades de reflexão e as mais completas orientações ritualísticas para o mundo dos negócios, da política e dos governos. A contribuição de Gilda à comunicação empresarial e organizacional, com a publicação de livros, começou em 1999, quando lançou “Tudo sobre Eventos” (esgotado); em 2001, lançou “Protocolo e Cerimonial ­ normas, ritos e pompa”, a segunda edição em 2002 e, agora, a terceira edição. Em 2003, “Eventos, seu negócio , seu sucesso” e, em 2005, em co-autoria com a advogada Maria Eliza de Araújo Barros “O Negócio é o seguinte- Hábitos e costumes dos povos e sua influência no dia-a-dia empresarial”

 

Wikimarketing, a rede colaborativa como ferramenta

 

O neologismo Wiki ­ derivado de wikiwiki, que em língua havaiana significa “rápido” ­ foi cunhado pela Wikimedia Foundation em 2003, que desenvolveu o software MediaWiki e colocou no ar o site Wikipedia ­ A enciclopédia livre. Uma enciclopédia aberta para que fosse escrita e atualizada pelos próprios internautas, por meio de postagem de artigos. Agora, em 2008, já são mais de 2 milhões de artigos em língua inglesa e mais de 350 mil artigos em língua portuguesa - é a maior enciclopédia disponível na Internet e responsável pela disseminação do modo Wiki de geração de conteúdo, também chamada de Web 2.0.

A partir de 2005, os projetos na Internet que mais obtiveram sucesso, visitação e comentários, foram os projetos que possibilitavam a geração de conteúdo livremente, com ou sem gestores controladores: Orkut, YouTube, MySpace e Second Life. Além dos inumeráveis blogs e fotologs. Esse movimento foi bem descrito no livro Wikinomics ­ Como a Colaboração em Massa Pode Mudar o seu Negócio, de Don Tapscott & Anthony D. Williams. Wikinomis, ou o seu neologismo em português, Wikinomia, é conceituado, pelos autores, como a arte e ciência da colaboração.

Os autores defendem que o conceito de sistemas que se auto-organizam, criando uma ordem, mas sem comando central, podem também ser estimulados e, até mesmo, orquestrados. Um exemplo citado é o projeto InnoCentive, criado pela Procter & Gamble. Na época, em 2001, com 7.500 pesquisadores contratados, a P&G achava esse pequeno exército insuficiente para manter sua liderança. Em vez de contratar mais pesquisadores, o CEO A.G. Lafley instruiu os líderes das unidades de negócios a buscar, fora da empresa, 50% das idéias para novos produtos e serviços.

Hoje, o InnoCentive é uma rede colaborativa que reúne 35 empresas da Fortune 500 de um lado e 91 mil pesquisadores de 175 países de outro. As companhias colocam para eles problemas que suas equipes de P&D (pesquisa e desenvolvimento) não conseguiram resolver e oferecem recompensas que vão de US$ 5 mil a US$ 1 milhão para quem trouxer soluções viáveis. Por meio desse projeto, essas empresas nada mais fazem do que manter uma rede colaborativa que se complementa e inova em prol de desafios, gerenciada e remunerada pela organização. Mesmo esses colaboradores não sendo funcionários, sua dimensão global e seus 91 mil integrantes a transformam numa grande máquina geradora de inovação.

Wikimarketing - E como a rede colaborativa pode ser útil como ferramenta de Marketing? A rede colaborativa, no fundo, é o que diversas empresas hoje vêm buscando criar junto aos seus programas de Marketing de relacionamento. Uma extensão natural - depois de conseguir criar, manter e se relacionar com um círculo de clientes determinado - é trabalhar esse círculo para que gerem valor, por meio de idéias, sugestões e críticas.

Na era do relacionamento, o envolvimento com o público-alvo de um programa ainda é visto sob a ótica de interesse da companhia, ou seja, o que a empresa ganha com isso. Compreender que os próprios clientes, por exemplo, também podem ser fontes de informações e inovações, transforma essa relação e coloca os clientes como colaboradores em primeiro plano, como agentes, e não só como compradores e usuários. Claro que, para essa relação existir, mais que recompensas, vale a reputação que a companhia constrói, fruto de bons produtos, serviços e atendimento prestados. Informalmente, clientes já são colaboradores - basta observar o volume de comentários que uma central de atendimento recebe diariamente. A questão é que isso não é percebido, pela maioria das empresas, como uma rede colaborativa. No máximo, um canal informativo em que o cliente deposita suas opiniões. Opiniões estas que nem sempre são lidas e, muito menos, respondidas.

Está na hora de praticar mais wikimarketing nas organizações. Numa época em que a inovação contínua é tão propalada e valorizada nos negócios, não dá para abrir mão do volume e da diversidade de idéias que uma rede colaborativa de clientes pode trazer para as organizações. Quem sabe, daqui algum tempo, teremos mais uma revisão da definição de marketing, colocando como objetivo, depois do relacionamento, a colaboração dos clientes. E que seja wikiwiki! Texto de Marcelo Miyashita, consultor e palestrante da Miyashita Consulting e colunista do Mundo do Marketing. É também professor de pós-graduação e MBA, e leciona nas instituições: Cásper Líbero, FGV EAESP, PUC-SP, Madia Marketing School, Trevisan, IMES, IBModa e UNIP, publicado no site Mundo do Marketing.

 

|topo|


Portal lança nova logomarca

 

O portal Mundo das Relações Públicas tem nova logomarca. Criada pelo designer gráfico Giuliano Cogo, o mesmo profissional que elaborou a ilustração inicial do espaço em 1997, tem a intenção de difundir o espírito colaborativo e a disposição ao diálogo sempre desenvolvidas no site, no boletim por email e na lista de discussão conjugados, por isto o emprego do balão típico das falas de histórias em quadrinhos. A modificação também foi efetuada como um selo especial para diferenciar da logomarca do profissional Rodrigo Cogo.

Num primeiro momento, a exposição vai ficar restrita à capa do Portal e ao boletim RP em Ação, afora a interface web da lista de discussão no YahooGrupos e também e do próprio Boletim no site Grupos, sendo progressivamente estendida a outros suportes, inclusive com a geração de produtos de escritório.

 

|topo|


Remodelação do Mundo-RP inicia no sistema wiki

 

Está dado o início da remodelação do portal Mundo das Relações Públicas, em todas as suas seções. A maioria absoluta dos textos foi produzida quando do lançamento do espaço, em abril de 1997, e evidentemente apresentava desatualização frente a novos conceitos da Comunicação. Ademais, trata-se de um conteúdo elaborado por uma única pessoa, o RP Rodrigo Cogo, com o mesmo estilo e visão de redação. A intenção agora é promover um arejamento no portal - seja pela complementação de materiais, seja pela colaboração de outros olhares: os próprios cadastrados.

Neste caminho, o sistema Wiki foi estabelecido como interface mais adequada para as modificações em curso. Cadastrados previamente inscritos (no período de janeiro a março de 2008) estarão interagindo com o gerenciador do Mundo-RP, propondo supressões, retrabalhos e acréscimos em cada item do menu. Caso haja interesse de novas adesões neste processo, basta enviar email a rodrigo@mundorp.com.br para imediata inserção nos conjuntos de responsáveis escalados. Os temas em remodelação são: Cerimonial e Protocolo (dividido em Comunicação Eficiente, Pronomes de Tratamento, Frases de Efeito, Ordem de Precedência, Dicas de Vestimenta, Tipos de Copos), Planejamento de Comunicação, Marketing Editorial, Assessoria de Divulgação (dividido em Glossário de Termos), Organização de Eventos (dividido em Check-List, Nomenclaturas), Comunicação Digital (dividido em Roteirização, Sugestões de Planejamento, Glossário da Internet) e Outras Áreas de Atuação (Terceiro Setor, Pesquisas de Opinião, Ouvidoria e Marketing Cultural), e o grande link informativo sobre Profissão (dividido em Funções, Resolução Normativa, Símbolos, Código de Ética, Evolução Histórica, Glossário de Termos, Datas Promocionais, Entidades, Instituições de Ensino e Agências Experimentais) e os links de outros sites do item Mundo da Comunicação.

Posteriormente, novas seções podem ser acrescidas e seu conteúdo formulado - um primeiro foco será dado ao atual material já no ar. São aceitas inscrições de turmas ou universidades, desde que reguladas, na interface wiki, por um único cadastrado. As páginas mais visitadas terão prioridade, dado que elas atraem maior número de visitantes (a nossa nuvem de tags da capa do Portal indica esta prevalência explicitamente a cada mês).

TRADUÇÃO LIVRO - Para comprovar a relevância dos sistemas wiki, e onde podemos chegar dependendo do compromisso de cada um, trago aqui o link de uma tradução colaborativa para o português brasileiro da obra "A Riqueza das Redes - Como a Produção Social Transforma os Mercados e a Liberdade", de Yochai Benkler. Então, o que você pode fazer pelo seu portal Mundo-RP ?

 

|topo|


Conheça os assinantes do Mundo-RP

 

Já passam de 4.300 pessoas no seleto mailing do portal Mundo das Relações Públicas, espontaneamente cadastradas pra recebimento periodico do boletim RP em Ação por email e credenciadas para aproveitar algumas promoções operacionalizadas com parceiros, na forma de sorteio de livros, descontos na inscrição de cursos ou aquisição de obras. Você sabia que todos os nomes estão registrados em listas on-line no próprio portal? Vá em http://www.mundorp.com.br/papo.assinantes.htm e escolha a região do país, ou os países estrangeiros de origem que você tem interesse em consultar: vai aparecer o nome do cadastrado, sua profissão, cidade e estado. O endereço eletrônico não é divulgado atendendo à Política de Privacidade , mas casos especiais são estudados com consulta prévia entre as partes. Vale registrar que pessoas graduadas em Relações Públicas, mas não registradas em algum Conselho Regional da categoria, são listadas como "Bacharéis em RP", status permitido pelo porte do diploma de nível superior. A categoria "relações públicas" é restrita aqueles que possuírem registro, informação que também fica explícita na lista. Tal diferenciação se faz necessária para não se cometer nenhuma ilegalidade de atribuição de nome sem base formal.

 

|topo|


Reveja as capas do portal

 

Se você perdeu a atualização do portal Mundo das Relações Públicas, a partir de sua remodelação visual instaurada em dezembro de 2007 e realizada sempre nos primeiros cinco dias de cada mês - com retomada de conteúdos veiculados no boletim RP em Ação, destaque de materiais internos já existentes, matérias de cobertura de eventos ocorridos e de divulgação das próximas ações, dica de podcasts, vídeos e apresentações PPT e PDF disponíveis na web, enquetes, parcerias e convênios para os cadastrados, frase do mês, entre outros itens - basta recorrer a esta seção: Histórico de Capas do Portal.

Clique sobre o período desejado e tenha imediato acesso novamente a tudo que foi publicado, num processo de conhecimento e transparência.

 

 

 

|topo|


Novo artigo discute Blogs Corporativos

 

A relações públicas Carolina Terra produziu um novo artigo para a seção RP em Expressão. Intitulado "Diálogos Virtuais", trata deste fenômeno cotidiano de relacionamento online, e com várias extensões offline, dos blogs. Ela é doutoranda e mestre pelo Programa Ciências da Comunicação da ECA-USP, em São Paulo, pesquisadora na temática das novas tecnologias de comunicação, coordenadora de comunicação corporativa do site de e-commerce MercadoLivre e professora do curso de relações públicas e publicidade e propaganda da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP). Escreveu livro sobre a mesma temática, lançado pela Difusão Editora - veja mais no boletim RP em Ação de Fevereiro de 2008, na seção de livros.


NOVIDADES - Você já viu as novas manchetes do mês do seu Mundo-RP? Foram inseridos reports de cobertura do Curso de Blogs Corporativos da ABERJE e Seminário Portais Corporativos do IBC Brasil. Além disto, há sempre novidades na janela especial do Twitter e ainda na seleção de notícias do Google Reader by Mundo-RP.

O portal Mundo-RP alterou seu mecanismo interno de busca. Foi instalado o programa FreeFind, com indexação integral das páginas internas e permitindo resultados muito mais expressivos e completos, ao contrário do sistema anterior, que - por ser gratuito - fazia o serviço em média com 50% das páginas. Portanto, agora aproveite !!!

 

|topo|


Levando em conta as emoções dos clientes

 

"Por definição, apenas uma empresa pode vencer em preços em uma determinada indústria”, afirma Dan Hill, presidente da Sensory Logic e autor do livro Emotionomics. Caso você não seja esta empresa, você precisa entender os fatores emocionais que estão por trás das decisões de compra. "Sem exceções, nós sentimos antes de pensar”. Hill explica que nossas decisões raramente são racionais e sim emocionais. Existe um razão real para cada tomada de decisão ­ a razão emocional e o “álibi racional”.

Hill cita a Michelin como uma empresa que utiliza a emoção brilhantemente em se um ercado de atuação. Seu slogan “porque muita coisa está sobre seus pneus” associado à imagem de um bebê,apela para o lado emocional dos clientes sendo capaz de transformar um produto comum em algo de mais valor. Ao criar campanhas, o profissional de marketing precisa se perguntar “qual emoção eu quero despertar?”, e a mensagem deverá demonstrar o que o cliente quer ao invés daquilo que ele necessita. “Podemos levar anos para criar uma necessidade e envelhecer tentando. O melhor é oferecer o que o consumidor deseja”, aconselha Hill.

Confiança - O serviço ao cliente, seja via telefone ou pessoalmente, é uma das primeiras conexões estabelecidas com a empresa e trata-se de um contato que pode concretizar ou destruir todo um relacionamento. Segundo Hill, o sucesso da relação com o cliente depende de uma boa combinação de respeito, comprometimento e segurança para demonstrar que um representante de vendas ou serviços não é um adversário. As organizações devem inspirar tais qualidades em suas equipes para que a conexão emocional seja real.

Emoção e fidelidade - Em um podcast realizado recentemente pelo Peppers & Rogers Group, Hill compartilha alguns elementos específicos que conduzem o cliente à fidelidade:

1. Para se tornar fiel, o cliente deve sentir que é um amigo e parceiro da empresa. Isso significa que o cliente não ficará vulnerável em momento algum.

2. Faça com que o cliente se sinta no controle e ofereça diversas possibilidades a ele.

3. Ao recuperar um cliente, fortaleça-o para que ele consiga ter o comportamento esperado pela empresa.

Para Hill, estes três elementos podem criar uma resistente barreira para impedir que os clientes deixem a empresa. “Para oferecer um bom serviço aos clientes, a empresa deve escutá-los e respeitá-los, deixando claro está interessada em auxiliá-los a encontrar uma solução para os seus problemas. Texto de Ginger Conlon, Editora Chefe do enews 1to1 .

 

|topo|


Conferência Ethos

A 10. Conferência Internacional 2008, que acontecerá entre os dias 27 e 30 de maio no Palácio de Convenções do Parque Anhembi São Paulo/SP, tem um caráter especial, pois marca a celebração dos dez anos da fundação do Instituto Ethos. Esta décima edição da Conferência terá uma exposição sobre os dez anos de RSE no país e uma Mostra de Tecnologias Sustentáveis. Confira as novidades. A programação da CI 2008 conta com uma Plenária, três Mesas-redondas, oito Painéis temáticos, seis Oficinas de gestão, além de duas cerimônias inéditas: uma de abertura e uma do Prêmio Inovação de Sustentabilidade; uma visita guiada à Mostra de Tecnologias Sustentáveis, uma celebração dos 10 anos do Instituto Ethos; e um debate da Rede Ethos de Jornalistas. Estão igualmente previstas duas atividades culturais. Veja a Grade do Evento. Aron Cramer, presidente e CEO do Business for Social Responsibility (BSR), estará no Brasil para participar da reunião do Conselho Internacional do Instituto Ethos, evento integrante da Conferência Internacional 2008. Ele faz um balanço destes anos e acredita que no cenário atual, de profundas mudanças ambientais, não é possível mais pensar em negócios desprezando a sustentabilidade. Entre os palestrantes da CI 2008 estão Ray Anderson, presidente da Interface Inc., e John Elkington, presidente da SustainAbilty. Mais informações: www.ethos.org.br/ci2008

 

Comunicação Interna

A jornalista e especialista em Marketing, Simone Barros, apresenta em Belo Horizonte, nos dias 12 e 13 de abril, e em Porto Alegre, nos dias 17 e 18 de maio de 2008 - em ambos os casos no sábado das 9h às 18h e no domingo das 9h às 13h - o curso Comunicação Interna. A idéia é apresentar aos alunos importantes ações e eventos voltados para o público interno das empresas, focado na forma de execução dos projetos, mobilização interna, intranet e divulgação da cultura da empresa. As aulas são expositivas e baseadas em cases de empresas de diversos setores. Assuntos como intranet, quadro de avisos, eventos internos são alguns de destaque no curso. Ela já atuou nas áreas de Comunicação Interna da White Martins, Banco Prosper e Banco Boavista, e tem passagens por empresas como Fecomércio RJ, Secretaria de Turismo do RJ, FSB Comunicações nas áreas de Comunicação Corporativa e Marketing. Atualmente é gerente de Comunicação e Marketing do Comunique-se. As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas. Informações sobre os dois cursos diretamente na Escola de Comunicação cursos@comunique-se.com.br e fone 11-3897-0860 .

 

Comunicação Corporativa

A cidade de São Paulo/SP abrigará nos próximos dias 14, 15 e 16 de maio de 2008 o 11º Congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa, que terá como tema central A Era Digital e a nova face da Comunicação. O evento, que conta com o apoio institucional da Intercom, deverá reunir perto de 800 profissionais de todo o País. Serão, no total, 28 palestras temáticas, apresentadas em grupo de quatro em sessões simultâneas, 11 conferências, sete delas internacionais, e dez workshops. Outro destaque do Congresso será a entrega do Prêmio Personalidade da Comunicação aos jornalistas Maurício Azêdo e Audálio Dantas, respectivamente presidente e vice-presidente da ABI, numa homenagem ao centenário de fundação da instituição. Além de reunir experiências de grandes corporações, o Congresso abrirá também espaço para cases das principais agências de comunicação do País. As inscrições estão abertas desde o final de março e podem ser feitas diretamente pelo site da organizadora MegaBrasil Comunicação. O valor normal das inscrições é de R$ 1.500,00, mas poderão ser feitas até o dia 7 de abril por um valor promocional de R$ 970,00. E sobre esse valor promocional os leitores do Mundo RP terão um desconto de 10%. Outras informações pelo 11-5576-5600, com Adriana ou Alline.

 

Palestra Don Schultz

A comunicação e o marketing estão no centro de uma revolução. Na nova economia, transformados pelas tecnologias e plataformas digitais, os mercados de massa cedem lugar aos segmentos e nichos. A comunicação broadcast perde espaço para uma multiplicidade de mídias. O consumidor ­ conectado em rede e com acesso quase ilimitado à informação ­ assume o poder. Ele decide quando, onde e como acessar as mensagens do seu interesse. Que novos paradigmas as empresas e as marcas terão que adotar para construir valor, relacionamentos e negócios neste novo ambiente? Se os velhos fundamentos do marketing ficaram anacrônicos, os novos ainda não se consolidaram. Para contribuir para este debate sobre o futuro, o Grupo TV1 criou a iniciativa Agenda do Futuro, que propõe uma troca permanente de conhecimento sobre os paradigmas emergentes. O lançamento da iniciativa será um evento no dia 7 de abril de 2008, no Hotel Renaissance em São Paulo/SP, com a presença do professor e consultor Don Schultz, da Northwestern University, uma das maiores autoridades mundiais do marketing. Pioneiro no conceito de comunicação integrada, Schultz continua na dianteira sinalizando as tendências do mercado dominado pela lógica digital. Um de seus focos é a integração do tradicional marketing push ­ de transmissão de mensagens e interrupção ­ com o novo marketing pull, de acesso. Veja mais em http://www.tv1.com.br/agendadofuturo/Default.aspx

 

|topo|



Mercado em Movimento

 

Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento.  Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:



>A relações públicas Ana Manssour, integrante de nosso Mundo-RP, após exitoso período como professora da Universidade Metodista de São Bernardo do Campo/SP, é agora Diretora Executiva de Comunicação da Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades. Mestre em Administração, foi ainda coordenadora de comunicação social da Banrisul Processamento de Dados. Ana gerencia o blog Pró-RP. Contato pelo anamanssour@terra.com.br .

|topo|


Parceiros

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Indicadores de excelência na Comunicação Interna

 

Longe de existir fórmula pronta, cada empresa deve buscar entre suas paredes a melhor resposta que atenda às suas necessidades de relacionamento com seus colaboradores. Paulo Nassar, presidente-executivo da ABERJE e doutor em Comunicação pela USP (onde leciona na graduação e pós), recomenda alguns passos para se obter a excelência em comunicação interna:

- Planejamento de comunicação profissional com os trabalhadores e com relevância estratégica, de maneira permanente e não apenas pontual;

- As ações de comunicação dentro da empresa exigem profissionais, tempo e dinheiro;

- Integração da comunicação interna de forma que tenha uma única voz e um único comando. Necessidades desencadeadas em diferentes áreas como marketing, recursos humanos e outras

acabam provocando uma guerra pelo comando da comunicação. E nessas disputas quem perde é a empresa. Muitas delas estão criando colegiados de comunicação para evitar esse problema;

- Sensibilidade e habilitação dos gestores. Gerentes que não cmpreendem o papel e a importância da comunicação no ambiente atual dos negócios e nos relacionamentos são predadores da excelência em comunicação interna;

- Os gestores devem antecipar rapidamente oportunidades e ameaças simbólicas, conseguir avaliar o impacto e a importância das informações em meio à enxurrada de mensagens que chegam e saem diariamente da empresa, estruturar ritos e rituais, funcionar como transmissores de mensagens positivas da empresa para a rede de públicos, e ter a capacidade de falar no cotidiano com simplicidade, ética e clareza;

- Lembre-se de que a excelência passa necessariamente pela humanização da empresa. (conteúdo publicado originalmente na Revista Comunicação Empresarial n.45)

 

 

 

 

|topo|


Frase do Mês


"Assim que todo o mundo concorda com uma idéia, um líder deve começar a trabalhar na próxima"

por Roger Enrico

|topo|


Redes Sociais são alvo de treinamento

 

A Jump Education tem várias opções de capacitação em comunicação digital para abril. Entre elas, a oficina executiva "Estratégias de Comunicação com Redes Sociais", marcada entre 8h30min e 17h30min do dia 9 de abril de 2008. Nomes como Orkut, Facebook e MySpace viraram sinônimo de um conceito que tem modificado a forma das empresas se relacionarem com seus clientes e construírem suas marcas: as redes sociais. Muitas empresas, embora reconheçam a importância desta nova forma de comunicação, ainda têm dúvidas sobre como estruturar suas estratégias dentro das redes sociais. Esta oficina trará, pela primeira vez, um amplo painel sobre a utilização das redes sociais como instrumento de comunicação. Uma informação indispensável para quem sabe que é necessário apostar em novas formas de interação com os clientes. Entre os módulos abordados estão a história das redes sociais e sua evolução para plataformas abertas de comunicação: tendências e perspectivas; planos de marketing e comunicação envolvendo redes sociais ­ como elaborar e quais elementos incorporar para obter resultados positivos; monitoramento de performance da marca em redes sociais: para que fazer e como analisar resultados e case study: acompanhando um case completo de empresa que se utiliza das redes sociais como parte integrante das estratégias de marketing, desenvolvidos por

professores como Andréa Orsolon / Diretora Comercial / MYSPACE, Ana Lia Alves / Gestora do Departamento Digital / AGÊNCIA LONGPLAY, Max Petrucci / Presidente / GARAGE INTERACTIVE MARKETING e Gil Giardelli / VP ADRENAX .

Outra opção, no dia 16 de abril, é "Governança e Gestão de Conteúdo: como gerir sites, intranets e portais com o envolvimento de toda a empresa". Gerenciar conteúdo é uma das tarefas mais importantes dentro do atual contexto das estratégias digitais. Com a disseminação das características da Web 2.0, os usuários passam a ter um papel decisivo na geração de conteúdo e é preciso definir métodos e processos para que as informações do website estejam plenamente de acordo com os objetivos do projeto. Para isso, implantar processos ágeis de gerenciamento de conteúdo e com qualidade garantida pela governança é obrigatório. A governança é um dos pilares fundamentais para esta gestão, já que define a estrutura de pessoas, cargos, autorizações, responsabilidades, relacionamentos e regras referentes ao gerenciamento de um website. Esta Oficina Executiva apresentará os pontos fundamentais da governança (mapa de decisões, responsabilidades, co-gestão) e a determinação do ciclo de vida da governança (implementação, aplicação, fiscalização, avaliação e revisão das políticas e padrões de conteúdo), contando com os professores Daniel Aisenberg / Diretor Geral / PALAVRA-CHAVE e Fernando Viberti / Diretor de Conteúdo / CONTEÚDO ONLINE . Nos dois casos, o treinamento acontece no SSJ Laboratório de Negócios na Vila Olímpia em São Paulo/SP. Mais informações pelo 11-5012-5939.

 

 

|topo|


ROI - Indicador de retorno de treinamentos

 

O ROI é considerado o processo mais eficaz para medir o resultado do investimento em treinamento. Estrategicamente podemos ter dois procedimentos ao utilizar o ROI: utilizá-lo para medir todas as atividades de treinamento ou somente para medir alguns programas selecionados, por serem mais importantes ou por receberem maior investimento.

A primeira providência para se calcular o ROI é fazer um levantamento dos custos. Para tanto, a empresa deve ter um plano de contas e, sempre que possível, um programa informatizado que facilite a coleta de dados e informações sobre os custos do treinamento.

Aqui, também, podemos ter dois procedimentos: O primeiro é levantar todos os custos diretos e indiretos que estejam relacionados com as atividades de treinamento. Nesse caso, será relativamente fácil obter os dados na “contabilidade”, quando a empresa é organizada por “centros de custo”. É possível chegar a detalhes calculando, por exemplo, as horas “não trabalhadas” dos treinandos, os salários dos profissionais de RH/T&D e todas os outros custos da área ­ total ou rateado. Algumas empresas têm o chamado custo por pessoa empregada que inclui, sob a forma de rateio, salários, impostos, taxas de luz, água e outras despesas. Com este custo, devidamente definido, fica fácil calcular o custo do pessoal envolvido no treinamento.

A segunda opção é considerar somente os custos diretos. Esse procedimento é facilmente viabilizado, principalmente quando a empresa terceiriza o treinamento. Nesse caso, a planilha de custos do treinamento pode ter os seguintes itens: a) pagamento a terceiros, dos serviços referentes ao desenvolvimento do treinamento; b) pagamento de despesas com transporte e hospedagem; se houver; c) pagamento de despesas com recursos instrucionais. É bom deixar claro que a melhor planilha de custo é aquela que atende as necessidades e objetivos da empresa, e que, para fins de controle e comparação, sua estrutura não seja alterada.

A segunda providência para calcular o ROI é calcular os Benefícios do Treinamento. Os benefícios precisam ser calculados em Reais, o que muitas vezes é complexo. Por exemplo: Antes do treinamento ocorriam 10 acidentes e após o treinamento somente 2. Qual o valor estimado do benefício representado pela diminuição de 8 acidentes? É até possível calcular as horas paradas e custos com reparos e despesas com o empregado acidentado. Mas como medir os muitos outros benefícios provocados pela redução de acidentes?

Outra dificuldade está em verificar até que ponto o treinamento é responsável pelos resultados alcançados. Por exemplo: Após o treinamento dos vendedores houve um aumento nas vendas ­ vendeu-se R$ 100.000,00 a mais. Acontece que, na mesma ocasião, foi feito outro investimento em “promoção de vendas” ou então o maior concorrente faliu. Nesse caso, podemos considerar o aumento das vendas como resultado exclusivo do treinamento? Para solucionar estas dificuldades temos que optar: 1° - Pela Avaliação de resultados qualitativos e quantitativos - podemos, por exemplo, considerar como resultado “quantitativo” do treinamento de vendedores a conquista de 50 novos clientes.

 Como resultado “qualitativo” podemos citar a melhoria da imagem da empresa, o nível de satisfação dos clientes e muitos outros melhorias. Hamblin, em 1978, já dizia que nem sempre é possível medir o efeito do treinamento em termos quantitativos e sugeria a utilização conjunta de técnicas quantitativas e qualitativas. Cristina Gomes Palmeira completa afirmando: “Se pessoas motivadas podem produzir mais e melhor, e possivelmente faltam menos, têm menos atrasos e diminuem seu tempo ocioso, percebe-se como é possível quantificar algo que, a princípio, é intangível”; e 2° - pelo ROI .

Se a intenção da empresas for realmente avaliar o retorno do investimento, o melhor recurso é o ROI, mesmo havendo dificuldade para identificar, com maior precisão, o que gerou os resultados. Marcos Antônio L. de Oliveira, comentando sobre a exatidão da medição, diz o seguinte: “Nem sempre a precisão é essencial. É melhor ter alguma medição, mesmo não tão precisa, do que não ter nenhuma”.

Leia, a seguir, o que nos ensina o Dr. Jac Fitz-enz, sobre o princípio “ceteris paribus”, que devemos levar em consideração, quando avaliamos o resultado do treinamento: o objetivo de um esforço de avaliação, válido e confiável, que atribui um valor específico ao resultado de um programa de treinamento é simplesmente este: demonstra que há uma provável correlação entre o evento de treinamento e uma subseqüente mudança de qualidade, produtividade, vendas ou serviço. A metodologia deveria implicar o seguinte: ‘Dadas as condições estabelecidas, e assumindo que os outros fatores são iguais, o efeito observado é, muito provavelmente, resultado do treinamento’.

Antes de começar a censurar previamente o assunto, observe que o princípio de ceteris paribus ( todo o resto sendo igual) é a fundamentação básica para todas as tentativas de ‘prova’. E é precisamente a pressuposição que sustenta todos os planejamentos de negócios e sua conseqüente avaliação. Há empresas que calculam freqüentemente os custos do retrabalho, os custo da prevenção e outros custos da não qualidade. O valor correspondente à diminuição destes custos é um resultado que pode ser atribuído ao treinamento ou a outras ações de melhoria.

Para maior objetividade na apuração dos resultados e de suas causas, é recomendável consultar os gestores, das áreas em questão, e os profissionais que foram treinados. Essa consulta pode ser feita em reunião com todos os envolvidos no processo, para se chegar a um consenso sobre a avaliação. Isto é relativamente fácil, para as empresas que têm como norma avaliar, de tempos em tempos, seus objetivos estratégicos.

Após, identificar ou estimar o resultado e o custo do treinamento, o ROI pode ser calculado da seguinte forma: Calcular os Benefícios do treinamento; Calcular os Custos; Subtrair os Custos dos Benefícios e Dividir o Benefício Líquido pelo Custo. Exemplo: Benefício: R$ 165.000,00, Custo: R$ 25.000,00 e ROI: 5,6, o que significa que para cada real investido no treinamento, houve um retorno de R$ 5,60. Texto de Sebastião Guimarães (guimaraes@tgtreinamento.com.br).

 

 

 

 

|topo|


Universo digital é maior do que o estimado

 

A EMC Corporation, líder mundial em tecnologia para gerenciamento e armazenamento de informação, anuncia novos resultados da pesquisa pioneira da IDC que mensura e prevê os vastos volumes e diversos tipos de informação digital que são criados e copiados no mundo. O estudo mostra que o universo digital é maior e está crescendo mais rapidamente do que as estimativas originais, como resultado do crescimento acelerado do fornecimento mundial de câmeras digitais, câmeras de segurança digitais e televisões digitais, bem como melhor entendimento das tendências de replicação de informação.

O universo digital em 2007 se aproximou de 45 Gigabytes (GB) de informação para cada indivíduo na terra - ou o equivalente a mais de 17 bilhões de iPhones de 8 GB. Outros fatores do crescimento rápido do universo digital incluem os relacionados a acesso à Internet em países emergentes, aplicativos baseados em sensor, data centers suportando cloud computing e redes sociais compostas de conteúdo digital criado por muitos milhões de usuários on-line.

O estudo também destaca as contribuições passivas crescentes dos indivíduos ao universo digital, algo conhecido como "digital shadow". Pela primeira vez, o volume de informação que está sendo gerado sobre as pessoas ultrapassa o volume que elas próprias criam. "Descobrimos que apenas metade da pegada digital está relacionada às ações individuais - tirar fotos, enviar e-mails ou fazer chamadas de voz digitais. A outra metade é o que chamamos de 'digital shadow', nomes em registros financeiros, nomes em mala direta, históricos de navegação na web ou suas imagens capturadas por câmeras de segurança em aeroportos ou centros urbanos", conta John Gantz, Chief Research Officer e vice-presidente sênior da IDC.

"À medida que as pegadas digitais das pessoas crescerem, o mesmo acontecerá com a responsabilidade das organizações pela proteção da privacidade, disponibilidade e confiabilidade desta informação. Cabe aos departamentos de TI nas organizações lidar com os riscos e as regras de adequação regulatória envolvendo uso impróprio da informação, vazamento de dados e proteção contra falhas na segurança", explica disse Joe Tucci, chairman, presidente e CEO da EMC.

 

|topo|


Reputação corporativa é instrumento de gestão

 

Ao encarar a platéia de empresários e executivos reunida para o almoço de entrega do Prêmio Reputação Corporativa no Rio Grande do Sul, o diretor da Troiano Consultoria de Marca, Jaime Troiano, abriu sua conferência com uma lembrança que mostra o quanto os tempos - e as mentes - mudaram. Há alguns anos, comparou, as empresas não se revelavam nas embalagens. Só as marcas dos produtos apareciam. “Se o consumidor quisesse saber quem fazia a maionese Hellmann’s ou o desodorante Rexona, procurando muito ele encontraria o endereço da fábrica na embalagem”, recorda Jaime Troiano. Hoje, a Unilever, que passou por um processo recente de redesenho da marca, faz questão de mostrar e destacar seu carismático U em todas as suas linhas de produto. E muitas outras corporações – inclusive aquelas presentes à cerimônia no Sheraton Hotel, em Porto Alegre, seguem pelo mesmo caminho. A Troiano é parceira da Revista AMANHÃ na realização da pesquisa de Reputação Corporativa (para conhecer as empresas vencedoras em cada um dos três Estados do Sul digite http://amanha.terra.com.br/ edicoes/238/ news_1130.asp.

Em sua conferência, intitulada “Marca Corporativa: um universo em expansão”, Troiano apontou duas razões a crescente preocupação das companhias em mostrar quem são. Uma delas é que os consumidores estão querendo saber quem está por trás dos produtos. “Ninguém mais pode se esconder. Hoje em dia a velocidade da comunicação é muito grande”, alerta. A outra razão é que a marca corporativa forte atenua o efeito negativo de possíveis crises, hoje quase inevitáveis. “Qualquer um pode sofrer um deslize na gestão”, advertiu.

Além disso, a marca corporativa permite à empresa assumir compromissos e defender valores, como o da sustentabilidade ou da ética. “É a promessa da empresa como um todo”, afirma. O que seria difícil de fazer simplesmente com uma marca de produto. No entanto, Troiano faz questão de ressaltar que a marca corporativa tem que ressaltar o que a empresa é. “Marca corporativa não é um tapume. Não é para a empresa parecer para o público externo o que não é internamente”.

Resultado - No Rio Grande do Sul, a empresa vencedora do Prêmio Reputação Corporativa foi a Tramontina, de Carlos Barbosa. “Esse prêmio não foi conquistado agora. É uma história centenária. Desde que a empresa começou existe preocupação com a qualidade, pessoas e meio ambiente”, justifica Ildo Paludo, diretor administrativo da fabricante de talheres. Os itens avaliados na pesquisa foram: qualidade dos produtos e serviços; admiração e confiança; responsabilidade social e ambiental; inovação e histórico e evolução. A pesquisa submeteu ao crivo de 2 mil entrevistados as 30 empresas de maior faturamento do estado de acordo com o ranking Grandes&Líderes, desenvolvido por AMANHÃ em parceria com a PricewaterhouseCoopers. “Hoje não se pode pensar só em produzir. Tem que produzir e também pensar na comunidade”, defende Paludo. Para Troiano, a repercussão e interesse gerados pelo resultado da pesquisa mostram que esse é um tema que preocupa as empresas. “É muito maior do que simplesmente uma preocupação de marketing. É uma preocupação com gestão. Marca de produto é uma coisa de marketing. Reputação corporativa é um instrumento de gestão”, define. Nos próximos dias serão premiadas também as vencedoras nos estados de Santa Catarina e Paraná. Baixe AQUI a apresentação de Jaime Troiano. Texto de Simone Fernandes publicado da enews da Revista Amanhã.

 

 

 

 

|topo|


Os novos consumidores

 

O relatório Winning over the Next Billion Consumers in Brazil ­ A Guide for Growth, da consultoria de estratégia e gestão The Boston Consulting Group, aponta que 34 milhões de domicílios brasileiros estão próximos da viabilidade econômica e ávidos por consumir. Porém, enquanto grande parte dos varejistas e fabricantes de bens de consumo concentra seus esforços de marketing no topo da pirâmide do mercado brasileiro, esses consumidores ainda não foram descobertos. Alvos em potencial, não se colocam voluntariamente à margem do mercado, mas encontram-se fora dele em função da ausência de modelos de negócios apropriados para servi-los.

Os next billion consumers, como foram batizados pelo BCG, são um grupo distinto de consumidores de baixa renda que pode ser encontrado no Brasil, África, China, Índia e na Europa Central e Oriental. Se fossem uma nação, seriam o décimo PIB do mundo. Situados abaixo do radar da maioria dos modelos de negócios, os next billions respondem por um terço da renda do País, ao mesmo tempo em que são responsáveis por quase metade dos seus gastos totais ­ mais de US$ 100 bilhões por ano. É uma boa oportunidade: os next billions brasileiros são jovens e possuem cerca de 40 anos de consumo pela frente.

Apesar de estarem ansiosos por consumir produtos e serviços, não chamam a atenção de empresas, que enxergam o mundo de acordo com modelos de negócios convencionais. Segundo o The Boston Consulting Group, o mercado possui um grande e rentável filão, mas, para conquistá-lo, as empresas devem entender as necessidades dos next billions e desenvolver novos e criativos modelos de negócios para servi-los.

Quem são - Os next billions representam a faixa da população que está entre o topo da classe E (domicílios com renda mensal abaixo de um salário mínimo), a classe D (um a dois mínimos) e a base da classe C (dois a cinco mínimos). Ou seja, possuem rendas mensais entre US$ 100 e US$ 700. Esse número de consumidores cresce a um ritmo maior que a população total do Brasil. Quase metade está situada longe de favelas, em lugares onde suas famílias estão expostas às influências de marcas e produtos. Quase dois terços dos next billions são casados e seus núcleos possuem quatro membros em média, dos quais pelo menos dois contribuem com a renda familiar.

O BCG identificou os quatro aspectos principais pelos quais os next billions se diferem de outros segmentos:

Convivem com flutuação de renda ­ O baixo rendimento não é o maior limite para os gastos dos next billions. Mais da metade desses domicílios poupam parte de suas rendas e quase todos abrem mão de certos gastos para comprar as coisas que desejam. Uma família gasta 39% de sua renda com alimentação, 23% com moradia, 6% com transporte e 4% com produtos de cuidados pessoais. Isso deixa 28% para gastos eventuais, o que normalmente representa 10% para serviços financeiros, 5% para telecomunicações e 13% para despesas supérfluas. Mais de 80% dos next bIllions brasileiros recebem salário em dinheiro vivo. A grande maioria junta sua renda com a de outros membros da família, e as decisões sobre importantes aquisições são feitas em grupo. Seis em cada dez não possuem emprego formal, e a renda pode variar significativamente de um mês para outro. Por isso, freqüentemente optam por produtos mais baratos ou adquirem crédito, o ponto central na movimentação econômica dos next billions. Praticamente todos os gastos com serviços financeiros (US$ 14 bilhões por ano) estão relacionados aos pagamentos de crédito. Aproximadamente metade das aquisições de crédito tem como finalidade vestuário e eletrodomésticos. Se esses consumidores tiverem alguma dificuldade em consegui-lo, 40% contam com a ajuda de um membro da família ou um amigo. Por causa da flutuação nos rendimentos mensais, os next billions são avessos a grandes entradas. Para não comprometer os rendimentos, preferem financiar produtos caros com parcelas pequenas durante um longo período. Os resultados da pesquisa do BCG indicam que, quanto mais caro for o produto, mais a decisão de compra vai depender das condições de financiamento.

Começam a ascender socialmente ­ Apesar dos obstáculos, os next billions brasileiros são determinados a melhorar suas vidas e tomar as rédeas do próprio futuro. Mais de 40% dos entrevistados disseram que vão ampliar a poupança no próximo ano, e mais de 25% pretendem gastar mais. As mulheres são fundamentais para alcançar esses objetivos. Quase metade delas incrementa a renda familiar trabalhando fora de casa. Essas mulheres também têm grandes ambições com relação aos filhos, que, por conseqüência, recebem melhor educação escolar que os pais. Apesar de 72% dos next billions não possuírem o ensino médio completo, reconhecem a importância da educação. Quase todos os next billions brasileiros possuem um aparelho de televisão, o que propicia o aumento da consciência sobre produtos e marcas. A maioria possui fogão, muitos têm geladeira e DVD player, e grande parte poupa para comprar uma máquina de lavar roupa. Muitos planejam comprar um computador, o bem mais desejado depois da casa própria e do carro. Estão dispostos a mudar de padrão de vida, especialmente em relação aos bens duráveis de alto valor, porque querem ter certeza de que estão adquirindo um produto de qualidade. Os next billions levam em consideração até os centavos. Mas isso não significa que sempre optam pelo preço mais em conta. Em vez disso, podem gastar meses pesquisando, para analisar minuciosamente os benefícios funcionais, técnicos e emocionais de um produto. Procuram o melhor possível dentro do que seus orçamentos permitem e não se contentam com versões simplificadas, se isso acarretar queda de qualidade. Justamente por não poderem correr o rico de um erro, os next billions optam por marcas confiáveis e de durabilidade comprovada. Também preferem produtos que ofereçam políticas de garantia e contratos de serviços nos quais realmente possam confiar. A falta de garantia é a grande razão para não adquirir produtos usados, mesmo que estejam sendo oferecidos por um preço bem menor.

Procuram orientação ao adquirir um produto ­ A propaganda pode ajudar a ampliar a consciência sobre um produto, mas raramente trata de todas as barreiras de compra. De fato, os next billions não consideram a aquisição de um produto não familiar se a campanha não explicar seus benefícios de maneira clara. Os brasileiros procuram a opinião e o aconselhamento de amigos ou familiares em 20% das decisões de compra. E, quanto mais caro o produto, mais os consumidores se preocupam em confirmar sua qualidade. Os varejistas também podem ser grandes influenciadores nas decisões de compra. Quase 60% disseram que um vendedor já os ajudou a concluir um negócio. Os next billions precisam compreender também as instruções de uso de um produto. Embora vários fabricantes de eletrônicos optem por manuais de instruções cada vez mais finos e sucintos, o mercado para os next billions precisa considerar a elaboração de documentos detalhados e ilustrados.

Preferem o que é familiar ­ Os next billions confiam nas marcas que conhecem bem. Dos consumidores entrevistados, 16% preferem os hipermercados: evitam o formato self-service, por considerá-lo intimidador. Quando rendas inconstantes fazem necessária a opção por produtos mais baratos, não vale a pena deslocar-se até um supermercado distante, mesmo que o preço seja menor, e especialmente se a loja não passar uma sensação acolhedora. Outra vantagem da compra em lojas de bairro é que a vizinhança conhece de perto seus consumidores, e o comércio sempre oferece crédito em caso de necessidade. Essas lojas também oferecem comestíveis e outros itens em embalagens menores.

Veja o texto na íntegra no site do Consumidor Moderno.

 

|topo|


8. Congresso de Marketing Político-Eleitoral vem aí

 






São Paulo sedia, entre os dias 4 e 5 de abril de 2008, o 8º Congresso Brasileiro de Estratégias Eleitorais e Marketing Político, o Fórum Campañas Municipales Existosas em América Latina e a 7ª Exposição de Produtos e Serviços para uso em Campanhas Políticas

O evento conta com palestras de Gaudêncio Torquato (Brasil), escritor e especialista em comunicação organizacional, marketing político e eleitoral, Carlos Manhanelli (Brasil), escritor, membro fundador da ABCOP (Associação Brasileira de Consultores Políticos), coordenador de campanhas políticas no País e na América Latina há mais de 30 anos, Ivan Rodríguez (Argentina), fundador e diretor da Datamática Consultoria, Adolpho Queiroz (Brasil), professor da Universidade Metodista de São Paulo e diretor do projeto de pesquisa “Eleições Presidenciais no Brasil”, Eduardo Achach (México), presidente e sócio-fundador da empresa Mega Direct S.A., Mauricio Jaitt (Argentina), fundador e presidente da MJ Consultoria, especialista em Comunicação institucional e governamental, Márcia Cavallari (Brasil), que está à frente do instituto de pesquisas IBOPE, desde 1991, Ricardo Paz Balliván (Bolivia), especializado em gerência de campanhas eleitorais, sociólogo, especialista em elaboração de projetos e planos estratégicos, e Victor Borge (Costa Rica), um dos principais especialistas da América Central em investigação social de opinião pública e fundador da Borge & Associados, empresa que atende 11 países da América Latina.

A organização do evento está a cargo da Manhanelli Associados e a realização é responsabilidade do Centro Interamericano de Gerência Política. A ABCOP, a UVESP (União dos Vereadores do Estado de São Paulo), a ABRACOM (Associação Brasileira das Agências de Comunicação) e o apoio acadêmico da Universidade Metodista de São Paulo darão suporte ao evento.

Programação ­ Ao todo, vão ser oito palestras: Marketing Eleitoral para Campanhas Municipais (Carlos Manhanelli), Casos Existosos em Argentina (Ivan Rodríguez), Marketing no Brasil não é Fácil (Adolpho Queiroz), Contacto Directo em Las

Campanas Mexicanas (Eduardo Achach), Comunicacion Campañas Locales Ganadoras em Argentina (Mauricio Jaitt), Pesquisa Eleitoral nos Municípios Brasileiros (Márcia Cavallari), Campañas Locales Ganadoras em América Del Sur (Ricardo Paz Ballivián) e Campañas Municipales, Ejemplos de América Central (Victor Borge).

Além das palestras, há uma exposição paralela apresentando as seguintes organizações: Sphinx (Rio Grande do Sul), que desenvolveu um software para coletas e análises de dados; Urbanize (Sorocaba) que trabalha na mídia extensiva, apresentando trabalho com materiais reciclados; Jaya (Santo André), que atua na fabricação de plásticos flexíveis na área de comunicação visual e embalagens; Livraria Roteiro, livraria especializada em Marketing Político; Cooperfil (Rio Grande do Sul), biblioteca de marketing político para todo o Brasil; Voicecom (São Paulo), empresa de telefonia computadorizada, Internet, SMS e base de dados; Imart (São Paulo), que produz materiais em serigrafia, flexografia, impressão digital e off-set; Ipeso (Sorocaba), especializada em pesquisas quantitativas e qualitativas; Mascote (Sorocaba), atuando na área de comunicação visual; Kenya Tecnologia (Rio de Janeiro), com o Sistema Eleitoral Inteligente (SEI), software direcionado à organização de uma campanha eleitoral para vereador, deputado e prefeito; e a RB News (Alphaville), empresa de telemarketing na área política.

Lançamento ­ No dia 5 de abril, às 15h, serão lançados dois livros: “Marketing Político, do comício a Internet”, organizado por Adolpho Queiroz, Carlos Manhanelli e Moisés Stefano Barel, que traz uma abordagem histórica dos principais meios de comunicação usados em campanhas eleitorais; e “Marketing Eleitoral: aprendendo com Campanhas Municipais Vitoriosas”, coletânea de textos sobre campanhas municipais, assinados por Alex Doetzer, Benhur Antonio Cruz de Lima, Caio Manhanelli, Carlos Manhanelli, Cid Pacheco, Daniela Rocha, Edison Arrieche, Francisco Toledo, Gil Castilho, José Paiva, Lincoln Franco, Lucas Salles, Michelangelo Moura, Paulo Rogério Di Vicenzi Rodrigues, Rodrigo Mendes Ribeiro e Vinicius Nagem. Todo o evento será realizado no Crowne Plaza Hotel na Rua Frei Caneca. Mais Informações podem ser obtidas junto à Manhanelli Associados no 11-3782-9900 ou 3782-9935 ou pelo www.manhanelli.com.br.

 

 

|topo|


Construção de marcas na era do consumo responsável

 

O século XXI trás consigo novos valores. A chamada "sociedade de consumo" abre as portas para a "sociedade do consumo responsável", o que trás à tona valores humanos como o bem-estar social e a preservação do meio-ambiente, fatores que passaram a ser considerados pelos consumidores em suas escolhas de produtos e das empresas que os produzem.

Neste contexto, tangibilizar atributos de forma a engajar pessoas em torno de uma marca, tornou-se fundamental para se obter os melhores resultados. Pesquisa realizada pelo Instituto Akatu em conjunto com o Instituto Ethos em 2005, destacou que mais de 60% dos consumidores entrevistados acreditam que o papel das grandes empresas é "ir além do que é determinado pela lei e ajudar ativamente a construir uma sociedade melhor para todos".

Como conseqüência, construir a identidade de uma marca requer a identificação dos atributos e valores da mesma, com estes novos valores em que o consumidor acredita. Isto vai de encontro a uma série de projetos sociais e ambientais executados pelas organizações que buscam por meio destas iniciativas sedimentar a personalidade de suas companhias e marcas. Mas quais mecanismos uma organização pode utilizar para fazer com que a sua imagem chegue ao consumidor sem distorções, gerando repercussão e envolvimento com a marca?

O marketing de relacionamento tem sido um dos caminhos mais utilizados. Por meio de suas ferramentas: eventos, promoção, campanhas de relacionamento, incentivo e CRM, ele busca engajar pessoas em torno de uma marca possibilitando às companhias e produtos a expressão real da sua identidade.

Um exemplo são os eventos, onde é possível reunir em um mesmo local o público exato que a marca quer atingir e cuidar para que todos os detalhes aconteçam de forma a superar as expectativas deste público. Um evento assertivo propicia um momento mágico aos participantes, o que pode repercutir e impactar cada vez mais pessoas.

As campanhas de relacionamento visam ampliar a aproximação das empresas e marcas com seu público pela interatividade, seja com abordagens nos pontos-de-venda ou com ações de marketing direto. As promoções e campanhas de incentivo agem pontualmente não só estimulando a venda, mas provocando um intercâmbio de informações com o consumidor, onde a empresa transmite a mensagem que quer incutir no inconsciente do público, ao passo em que determina a resposta que deseja receber.

Não basta adotar uma atitude socialmente responsável, é preciso fazer com que o público-alvo acredite nesta atitude, confie na empresa e nas marcas que ela comercializa. Para que isto aconteça é preciso extrapolar a esfera da publicidade e partir para uma aproximação, colocar-se frente a frente com o consumidor, e é exatamente neste ponto que o marketing de relacionamento atua. Texto de Silvana Torres, sócia-diretora da Mark Up e conselheira da Ampro (Associação de Marketing Promocional), publicado no site ClienteSA.

 

 

|topo|


Fórum ABRACOM discute gestão e comunicação empresarial

 








A Inteligência na Comunicação é o tema central do 1º Fórum Abracom de Gestão e Comunicação Empresarial, que será realizado no dia 28 de abril de 2008 no auditório do Centro Brasileiro Britânico em São Paulo/SP. A gestão dos processos de comunicação nas organizações será debatida por um time de empresários, gestores da área, acadêmicos e pesquisadores para um público formado por executivos e pós-graduandos da área de comunicação.

Serão abordados temas como potencial e liderança de equipes criativas, o valor estratégico da comunicação, reputação e crescimento sustentável. E para discutir sobre esses assuntos estão confirmados palestrantes como o consultor Eugênio Mussak; o economista João Manoel Cardoso de Mello, da Facamp; Francisco de Assis Bulhões, da Companhia de Concessões Rodoviárias-CCR; Marcelo Xavier de Mendonça, da TAM; Luiz Kauffman, da Medial Saúde; Luiz Carlos Dutra, da Unilever; Nelsom Marangoni, do Ibope; e o Profº Doutor Mitsuru Yanaze, da ECA/USP. Conta, ainda, com o palestrante internacional Jean-Léopold Schuybroek, Vice-Chairman da International Communications Consultancy Organisation, para falar sobre As melhores práticas para os melhores resultados em comunicação, trazendo um panorama do mercado internacional de comunicação corporativa.

O evento tem patrocínio da Maxpress, da PR Newswire, do Notilog, da Boxnet e da Elemídia. E conta com o apoio institucional do Conrerp 2º região,

IBGC, SINCO, ABRP, da Rádio Mega Brasil On Line, da Mega Brasil.On Line e das Universidades: Anhembi-Morumbi, ESPM, Cásper Líbero, FACAMP e Fundação Rio Branco. As vagas são limitadas. Os interessados devem entrar em contato pelo fone 11-3079-6839 ou pelo e-mail contato@abracom.org.br .

Programação

9h15min – 10h25min: Gestão da Inteligência: Potencial e Liderança de equipes criativas, com Eugênio Mussak (Consultor da Sapiens Sapiens) e João Manoel Cardoso de Melo (Diretor - Facamp), mediados por José Luiz Schiavoni (Presidente Abracom)

10h45min – 12h: O Valor Estratégico da Comunicação: Conceitos na prática – a experiência de quem faz, com Francisco de Assis Bulhões (Diretor de Comunicação CCR) , mediado por Marcelo Xavier de Mendonça (Diretor de Assuntos Corporativos TAM)

12h: almoço

13h30min – 14h45min: A reputação: A comunicação na Era da Transparência, com Luiz Kaufmann (Presidente do Grupo Medial) e Luiz Carlos Dutra (Vice-Presidente de Assuntos Corporativos Unilever), mediados por Mitsuru Higushi Yanaze (ECA/USP)

15h05min - 16h45min: Crescimento sustentável: Desafios e Oportunidades, com Nelsom Marangoni (Ceo IBOPE Inteligência)

16h45min – 18h: Palestra Internacional: Panorama e Tendências na Comunicação – As melhores práticas para os melhores resultados, com Jean-Léopold Schuybroek (Vice-chairman da International Communications Consultancy Organisation – ICCO)

 

 

 

|topo|   


Você está recebendo esta mensagem por fazer parte do "Mundo das Relações Públicas", voltado à divulgação e à conscientização da importância deste segmento de comunicação no sucesso das organizações. O Boletim tem circulação mensal e gratuita, sob responsabilidade do RP Rodrigo Cogo (Conrerp RS/SC 1509) e com colaborações diversas de interessados.
Para ver o boletim na web, vá em www.mundorp.com.br/rpemacao/abr08. Para sair do cadastro clique aqui.