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Leia nesta edição
> Conrerp 2.Região homenageia vencedores do 29º POP |
Dia de RP
Novos Cadastrados
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O 29º Prêmio Nacional de Relações Públicas (POP) vai ser entregue em cerimônia a partir das 20h do dia 2 de dezembro - Dia Nacional das Relações Públicas - no Teatro Vivo em São Paulo/SP. Foram 27 cases inscritos e avaliados por uma comissão julgadora composta por sete membros sendo – conforme o regulamento –, cinco profissionais de relações públicas e dois profissionais de outras áreas da Comunicação Organizacional.
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Você usa Facebook, MySpace, Orkut ou Twitter para manter contato com amigos, familiares ou pessoas mundo afora que têm os mesmos interesses que você? Talvez você use LinkedIn ou Plaxo para manter contato com seus parceiros de negócio e colegas de trabalho. A popularidade das ferramentas de redes sociais como estas aumentou exponencialmente nos últimos anos, parcialmente porque estas ferramentas aliviam um pouco o esforço que demanda o estabelecimento e a manutenção desse tipo de contato pela maneira tradicional.
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A Mega Brasil vai fundir, em 2010, seus dois congressos de comunicação – o de Comunicação Corporativa, que chega à sua 13ª edição, e o de Comunicação no Serviço Público, na 10ª edição – transformando-os, pelo conjunto de conteúdos e intercâmbio de públicos, no maior e mais abrangente evento de comunicação do País. O tema geral escolhido e que norteará a programação é Pactos e Impactos da Comunicação para um Planeta Sustentável. Serão mais de 80 painéis, entre conferências, palestras, mesas-redondas, workshops, cursos e sessão final de avaliação, num encontro que pela primeira vez terá quatro dias de duração e muitas inovações.
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A evolução da Internet em possibilidades de utilização, mais notadamente no que se refere ao seu poder de disseminação de informações e promoção da comunicação multilateral entre diversos agentes, fez surgir ambientes e “ferramentas” que vieram para fomentar a capacidade nata do ser humano em se relacionar e interagir. Comunidades Online como Orkut, Facebook, MySpace, Youtube, Linked-in e Twitter, dentre outras, caíram no gosto dos internautas apresentando índices de crescimento e adesão assutadores.
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A escassez de tempo está transformando nosso comportamento de compra. E os pontos de venda estão mudando suas prioridades para adaptar-se. No mundo atual, é cada vez mais evidente que o bem mais precioso desta geração é o tempo. Por quê? A resposta é simples. Tudo aquilo que é escasso e necessário, automaticamente, torna-se supervalorizado. Mas o que este conceito tem a ver com o ponto de venda? Tudo. Essa mudança de comportamento e de valores nos faz reavaliar as nossas prioridades e, consequentemente, modifica o nosso comportamento de compra. Se afeta a forma como avaliamos o produto na hora de comprar, também influencia a forma de comunicação e as prioridades nos PDVs. A constatação dessa nova realidade é muito fácil de ser observada. Basta uma rápida visita aos hipermercados, mercearias, açougues, drogarias e padarias para perceber que a fronteira que divide esses tipos de negócio está cada vez mais estreita.
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Promoblog
Uma nova ferramenta para a interatividade entre os profissionais do marketing promocional já está no ar. Acaba de ser lançado oficialmente o Promoblog, um canal diferenciado de notícias e informações sobre as agências e o mercado. O site vai trazer notícias recentes do mercado promocional, perfis, cases, agenda de eventos, biblioteca e artigos de profissionais de renome. Já são 11 colunistas cadastrados: Elza Tsumori, atual presidente da AMPRO e sócia-diretora da Cia Ativadora de Negócios; Flavia Gondenberg, VP da AMPRO e sócia-diretora da Sob Medida Comunicação; Aparecida Nogarolli, presidente do Capítulo PR/SC da AMPRO e diretora da Precisa Marketing; Alexis Pagliarini, VP da AMPRO e presidente do Comitê de Marketing Trends do WTC; Edmundo Monteiro, VP da AMPRO e diretor da Peoplemais; Julio Feijó, VP e Conselheiro da AMPRO, diretor da JF Promo e editor do Promoview; Marina Pechlivanis, integrante do GEA (AMPRO) e sócia-diretora da Umbigo do Mundo; Fabio Valim, ex-presidente do Conselho da AMPRO e diretor da Impact Marketing Promocional; Simone Rosa, Conselheira da AMPRO e diretora da Marketingmais Business; João Carlos Zicard, atual presidente do Conselho da AMPRO e diretor da Zicard; Djanira Dias, diretora do Capítulo Nordeste da AMPRO e diretora da Camarote Marketing e Promoções. Além dos colunistas fixos, os profissionais poderão publicar artigos mediante um cadastro na seção “Colunistas 2.0”, que é aberta aos leitores do Blog.
Eventos IBC de 2010
Pra você já ir se programando, estas são duas grandes conferências da International Business Communications/IBC, integrante do Informa Group, que acontecem nos primeiros meses de 2010. Primeiro vem Internal Communications Intelligence, marcada para os dias 24 e 25 de fevereiro, e voltada para discutir os conceitos da Inteligência em Comunicação Interna, entender os processos inteligentes da área que aumentam a qualificação e bom desempenho da equipe, elaborar um business plan para tomar decisões inteligentes para os negócios e saber escolher o canal mais estratégico, aperfeiçoando a área e maximizando a eficácia das ações internas. A 12ª Edição da Conferência Portais Corporativos, entre 23 e 25 de março pretende proporcionar a oportunidade de conferir estratégias modernas e eficazes para a evolução deste canal em sua empresa. O programa partiu de pesquisas aprofundadas sobre o tema com executivos das áreas de comunicação e TI para identificar as necessidades e perspectivas dos portais corporativos no Brasil. A edição traz um formato ainda mais interativo, com navegação em tempo real no portal de empresas referência e com grupos para discussão ao final.
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Esta seção fixa traz as movimentações no mercado de trabalho exclusivas das trajetórias e vivências dos nossos colegas. Você pode enviar sugestão quando: assumir a conta de novo cliente ou de um novo projeto, for contratado por uma assessoria, alterar sua função na própria empresa, alterar sua função para outra empresa, defender sua dissertação e/ou tese, ganhar um prêmio universitário ou profissional de qualquer setor, publicar um livro, proferir uma palestra num determinado evento. Basta enviar para rodrigo@mundorp.com.br a sua história, que faço o resumo dentro dos padrões da seção. Quando eu souber de novidades, também acrescerei dados aqui:
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Ultimamente o termo Convergência de Mídias vem se tornando muito banalizado, até porque se confunde com Convergência de Meios (infra-estrutura), com Convergência de Conteúdo e seus diferentes formatos... Tudo o que é feito em comunicação, sem uma certa linha de raciocínio ou sem possuir um encaminhamento claro, passou a ser apelidado de convergência, como escusa para se aprovar um mix de mídias mais amplo e mais diversificado.
Na verdade, para fins de comunicação, este termo está diretamente relacionado à interligação dos meios de comunicação para, tendo a Internet como cordão umbilical, como padrão comum, transacionar conteúdos e mensagens nos diferentes formatos de mídia disponíveis, das físicas digitalizadas às móveis e colaborativas. Porém, existem algumas premissas importantes para estabelecer essa combinação entre os meios (Internet, TV, Rádio, mídia impressa, etc), como é o caso da digitalização do conhecimento e do conteúdo em si e sua disponibilização na rede mundial, esta ainda sem controle.
É fato que não se consegue normatizar a navegação de um usuário e nem mesmo o conteúdo disponibilizado na rede, inclusive o gerado pelos usuários. Por exemplo, em alguns minutos, uma pessoa consegue, pela Internet, aprender a fabricar uma bomba e, ao mesmo tempo, visitar diversos museus, bibliotecas, etc. Assim, a parte positiva de tudo isso é a possibilidade de se armazenar conhecimento, com velocidade de informação, fácil acesso, profundidade e riqueza de formatos (mutimídia), tornando a cultura e a notícia, bem como a possibilidade de interatividade, algo sem fronteiras geográficas.
Já a negativa é que menos de 40% da população brasileira está, hoje, conectada à Web. Notamos então que a exclusão digital se torna um problema importante, uma vez que se configura como um grave limitante à penetração da |
chamada Convergência de Mídias, hoje muito centrada nas mídias móveis, como o celular (com índice de penetração superior a 100% no país).
Porém, é errôneo nomear Convergência de Mídias como a proposta de trazer todas as informações de todas as mídias para a Internet e afirmar que só através dela as pessoas terão acesso ao conhecimento, entretenimento, transações e serviços. Na verdade, outros meios como TV, rádio, etc e outras redes e ambientes de comunicação, como universidades, livros, eventos, shows, etc, independentemente de estarem disponibilizando seus conteúdos na Internet, existem e continuarão existindo como agentes de distribuição de informações, conhecimentos e mensagens.
Convergir mídia não significa substituir umas pelas outras. Alguns exemplos históricos comprovam a tese: o rádio não substituiu a literatura, o teatro e o cinema não diminuíram a importância do rádio, a Internet não acabou com os jornais e as revistas impressas, a televisão aproximou o som e a imagem de todas as pessoas, sem que elas abandonassem outras formas de informação, entretenimento ou estudo, e assim por diante. Uma forma mais adequado e simplificado para conceituar a Convergência de Mídias pode se traduzir no desfio de compreender, trabalhar e entregar modelos em que as pessoas tenham acesso ao conhecimento, informação, entretenimento, serviços e transações, em níveis positivos de qualidade e usabilidade, a partir dos meios que ela hoje dispõe, de modo que eles se completem e se forlaleçam.
Não há dúvida nenhuma de que a ‘Convergência de Mídias’, como meio, em conjunto com a interatividade, como modelo relacional, tornarão possível a disseminação do conhecimento (entendendo-se aí inclusos entretenimento, serviços, etc) ao alcance dos nossos dedos e também ao alcance de qualquer um em qualquer parte. Em suma, pode-se dizer que praticaremos formas virtuais de nos comunicarmos, mas não irreais. (Texto publicado no E-Consulting Corp)
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Frase do Mês "Amar não é aceitar tudo. Aliás, onde tudo é aceito, desconfio que há falta de amor" por Vladimir Maiakovski |topo| |
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O advento das ferramentas Web 2.0, como os blogs, wikis, fóruns e redes sociais, reforça a transferência do foco da gestão da comunicação empresarial por canais e meios de comunicação para a gestão relacional, baseada no conceito de rede participativa e descentralizada. Segundo pesquisa publicada, em 2008, pelo Ibope, o Brasil apresenta uma das maiores taxas de utilização da web 2.0, sendo o líder no ranking mundial no que refere a comunidades on-line, espaços onde cada vez mais se compartilham experiências de consumo - dos mais de 40 milhões de usuários regulares da Internet no Brasil, 64% participam de redes sociais e 13% criam ou atualizam blogs.
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Por mais que a troca de informações com os diversos stakeholders e o tom mais humano de blogs, fóruns e wikis corporativas tenham o potencial de gerar uma contribuição positiva na percepção de valor e diferenciação de uma marca, a essência deste processo deve partir de dentro para fora da organização, com o desenvolvimento de redes sociais internas coesas e orgânicas. Do contrário, as contradições são rapidamente percebidas criando o efeito inverso. É primordial perguntar primeiro pela saúde das redes internas de comunicação, para então avançar em novas frentes. Em outras palavras é preciso desenvolver o capital social corporativo, ou seja, conhecer e aprimorar as redes de confiança e reciprocidade, em um processo que parte de dentro da organização.
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O grande interesse no estudo era descobrir quem é o novo jovem de 25 a 34 anos. "Antes, eles eram mais engajados politicamente e tinham ligação forte com a família. Agora, com o aumento da expectativa de vida, a juventude foi estendida. Eles querem viver a vida de maneira plena". Esse público pode ser representado, em suas palavras, como "um cara que ainda deseja crescer muito e está aberto a novas possibilidades". A pesquisa aponta ainda que todas as decisões importantes começam a ser tomadas a partir dos 25 e por decisão individual. A cobrança é mais interna (pessoal) do que externa (por parte da família, por exemplo). Há um detalhe interessante: no mundo, 78% desse público entre 25 e 34 anos afirmam que desejam aprender mais e desenvolver suas habilidades. No Brasil, esse índice é maior: 88%. A pesquisa mostra que o jovem está em busca da maturidade emocional e funcional. Para melhor compreender a juventude, ela foi dividida em três etapas: adolescência - momento da descoberta, insegurança; fase da experimentação - compreendida pelos jovens de 20 anos, que ainda têm muitas dúvidas, mas já sabem o que não querem; e a última são as pessoas entre 25 e 34 anos, momento no qual muitos conquistaram a maturidade emocional e muitos a funcional, mas poucos atingiram a duas. Essa categoria foi subdividida em quatro segmentos: sonhadores nostálgicos, garotos crescidos, bem resolvidos e pretendentes ao sucesso. Beatriz conta que o estudo se concentrou nessa última categoria, grupo que antes era classificado como adulto, mas que atualmente ainda usufrui da juventude, o que é importante para as marcas e seus negócios. "É uma geração mais feliz, confiante, exigente com ela mesmo e com independência financeira condicionada com seus interesses", detalha. Conheça melhor os quatro perfis da geração entre 25 e 34 anos: Bem resolvidos - (mundo 45%, Brasil 51%) - é o grupo que conquistou o mais alto índice nas duas maturidades: - são positivos e responsáveis e acham que com 30 anos estão no melhor momento de suas vidas; - em sua maioria, estão em uma relação estável e muitos já têm filhos; - profissionalmente, estão satisfeitos com seus empregos ou têm um negócio próprio e têm a maior renda dentre os demais jovens; - embora admita que já tenha conquistado algumas coisas na vida, ele acredita que não chegou onde queria e que ainda tem muito o que aprender. Por isso está sempre em busca de aprender novas habilidades; - são early adopters e querem se manter em dia com as novidades tecnológicas. Pretendentes ao sucesso - (mundo 32%, Brasil 36%) - já adquiriram alto nível de maturidade emocional, mas ainda precisam conquistar a funcional; - sentem-se frustrados vendo seus amigos com famílias e acham que ainda não conquistaram tudo o que querem da vida; - pensam no futuro, mas não fazem nada para torná-lo real; - têm necessidade de se sobressair, mas demonstram certa falta de confiança para buscar novas experiências; - querem se manter atuais em relação à moda, diversão e tecnologia e estão dispostos a utilizar o crédito para conseguir o que querem; - são ambiciosos, mas limitados pelo dinheiro. São atraídos pela popularidade das marcas. Sonhadores nostálgicos - (mundo 17%, Brasil 10%) - têm alta maturidade emocional, mas baixa funcional; - são jovens que tomaram decisões importantes muito cedo na vida: muitos já casaram e se separaram e a maioria tem filhos; - têm gostos de adultos e saudade da juventude; - gostariam de começar a juventude de novo e esperam conquistar mais coisas agora; - são desconectados de novidades tecnológicas e não estão interessados na cultura jovem; - são mais tradicionais em relação às marcas e preferem aquelas que já conhecem. Garotos crescidos - (mundo 5%, Brasil 2%) - têm baixos níveis de maturidade emocional e funcional; - são super otimistas, mas não se preocupam com futuro; - buscam a juventude sempre e querem se destacar dos demais; - são individualistas, solteiros e não estão preocupados em formar família; - são o segundo grupo de maior renda e super antenados com a cultura jovem e ditam tendências para os demais grupos; - são trend setters e buscam nas marcas exclusividade e autenticidade. (Texto de Aline Bellatti Küller, publicado no MMonline)
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As formigas ou pelo menos uma espécie específica delas sobem em árvores, recortam pedaços de folhas e as levam para o formigueiro. Ao contrário do que parece, elas não comem as folhas. Elas as mastigam e as depositam em um local onde a folha triturada funciona de horta para um fungo que, este sim, servirá de alimento para o formigueiro. Nós somos formigas recortando manifestações de marcas e as levando para nossos lares, onde as digerimos junto a referências culturais e cultivamos algo que costumamos chamar de “eu”. As marcas são insumos. As devoramos assim como fazemos com as celebridades. Elas são conteúdo, são histórias, ou pelo menos são cenários e personagens do filme de nossas vidas.
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temos aqui não é a construção de narrativas do zero, mas sim o processo de enriquecer as marcas, de trabalhar os pontos de contato e de fazer com que elas tenham nuances, narrativas, detalhes e características que as tornem mais férteis. Que sejam um melhor substrato para os fungos que alimentarão nossa fome de histórias.
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Você está recebendo esta mensagem por fazer parte do "Mundo das Relações Públicas", voltado à divulgação e à conscientização da importância deste segmento de comunicação no sucesso das organizações. O Boletim tem circulação mensal e gratuita, sob responsabilidade do RP Rodrigo Cogo (Conrerp SP/PR 3674) e com colaborações diversas de interessados. |
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