Muita confusão envolve o termo "relações públicas"
e a categoria profissional que abrange. Aliás, por conta de terminologias traduzidas de
autores estrangeiros, com ênfase para os norte-americanos, todo o universo da
comunicação social tem significados conflitantes. O Conselho Federal de Profissionais
de Relações Públicas (www.conferp.org.br) disponibiliza em sua página a RESOLUÇÃO NORMATIVA N.º 43/02, de 24 de agosto de 2002, que define as funções e atividades privativas dos profissionais do setor - veja aqui esta resolução.
Especificamente sobre a cor, o juramento, a pedra, o mascote e as formas de chamamento
da profissão, o Conferp também estabeleceu a portaria 63/03 de 22 de agosto de 2003, cujo resumo você vê AQUI.
Um dos
termos mais contemporâneos e mais debatidos é o Terceiro Setor, e outros como Ouvidoria-Ombudsman, além das discussões que podem ser acessadas no link RP Em Expressão - artigos dos
integrantes do cadastro deste nosso website Mundo das Relações Públicas.
Além disso, veja as possibilidades de construção de marca
por meio das ações culturais. Numa
sociedade globalizada, que busca um exercício profissional interdisciplinar e valoriza a
competência independente de formação acadêmica, talvez nem caiba
muita explicação. O único porém é que as Relações
Públicas é uma atividade regulamentada por lei (Lei nº 5377/67 e decreto-Lei
860/69), tendo os Conselhos Regionais de Profissionais (Conrerp's) como órgãos
fiscalizadores - conheça mais das entidades representativas da classe - num conteúdo totalmente herdado do antigo portal Center-RP. Iniciativas de entidades assim e de universidades (veja as instituições de ensino
que oferecem a Habilitação de Relações Públicas nos seus Cursos de Comunicação Social e também as opções de Pós-Graduação de
universidades brasileiras) tentam colaborar com uma maior divulgação da área, como é o caso da Campanha "Relações Públicas: o Profissional de
Resultados". Não perca ainda um estudo completo da cadastrada Carolina Rubin, enfocado sobre a existência, operação e eficácia
de agências experimentais de RP na formação dos futuros profissionais - clique aqui.
Muitas
são as funções passíveis de serem
desempenhadas em nome daqueles que investem e contratam pessoal especializado na área,
seguindo um coerente Código de Ética. Tudo foi estruturado a partir de uma evolução histórica muito específica, e que naturalmente acaba tendo contínuas modificações. Mas entre as funções do setor, para
uma compreensão mais rápida (veja tudo na Resolução mencionada acima), estão:
Se você quer entender ainda mais deste ramo da comunicação, conheça o livro
Cases de RP: a Prática Acadêmica com casos fartamente
ilustrados.
Confira aqui ainda um Calendário de Datas Promocionais,
instrumento de imensa utilidade na aproximação com públicos de interesse.
A propósito, registro um exemplo de elaboração de estratégias comunicativas estritamente
baseado na Calendarização em RP.
E ainda algumas dicas para evitar a L.E.R. (Lesão por
Esforço Repetitivo), tão temida doença de trabalho do final do
século, adquirida por exemplo pelos profissionais que manejam instrumentos
informatizados e demandam grandes períodos de digitação.
Qualquer dúvida ou controvérsia,
escreva pra mim. Não existe verdade absoluta, mas nada que também
desmereça um diálogo maduro. Aliás, participe da
Lista de Discussão Mundo-RP.
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